Notas iniciais
Oi gente, sim, eu sei que demorei para postar uahudhua mas, como eu disse antes, eu estaria sem tempo por causa da escola, porém, hoje finalmente eu consegui um tempinho e consegui terminar de escrever esse capítulo.Eu espero que vocês gostem, porque eu amei escrever esse capítulo haha! Se quiserem, me seguem no twitter @austineallyBR_, estou sempre dando spoilers da fic lá :)

Frase do capítulo: -Não é arrogância e nem nada.É apenas uma auto defesa, de futuras decepções, Dawson.

POV RIKER

Dou um suspiro ao ver que a mensagem era da Jennifer.E por fim abro a mensagem dela, vamos ver o que ela vai querer agora.Já não basta ela ter me enchido o saco o dia todo, e para fechar a minha a noite, ai está ela, me mandando outra mensagem.

Vai continuar me ignorando, Rick? Eu preciso muito falar com você”

Se eu me encontrar com você, você para de me encher o saco?”

Claro.”

Ótimo, me encontra amanhã no parque central, ok?”

Ok então, fico feliz que tenha aceitado o meu convite”

Só aceitei, desta vez ok? Porque eu estou cansado de você ficar me perturbando todos os dias, e essa vai ser a única vez que vamos nos encontrar.”

Desde que você venha, eu já fico feliz :)”

Tanto faz, Jennifer”

Desliguei meu celular, e liguei o carro para voltar para casa.Suspirei ao olhar a casa da Mari, pois é, desta vez eu realmente estraguei tudo, ela quer ficar longe de mim....Mas, é melhor assim sabe? Assim eu evito de magoar ela, mas do que já estou, acho que vai ser melhor para nós dois.

Depois de ficar dirigindo uns 50 minutos até em casa, eu finalmente chego.E assim que chego, recebo uma ligação do Rocky, legal, o que ele quer comigo em plena madrugada?

-Isso, é hora de me ligar, Rocky? — Disse reclamando

-É que eu preciso falar com você.-Disse Rocky sério

-Sobre?

-Sobre...Sobre....a Mari.

-Fala então.

-Você gosta mesmo dela, né?

-Claro que eu gosto, porém eu acabei estragando tudo como sempre, e ela está furiosa comigo agora, enfim, é foda.-Suspirei.-Mas, por que você está me perguntando isso? Não vai me dizer, que a maluca da Débora, tem razão sobre você gostar dela? — Disse desconfiado

-O quê?! Claro que não, eu jamais gostaria dela, e também eu estou afim da Nana, e sem falar que eu não suporto essa sua namoradinha.

-Ela não é a minha namorada cara, quem dera que fosse.

-Por que você não toma uma atitude, em relação à isso?

-É complicado, você não entende.

-Tem razão, eu não entendo, eu nunca me apaixonei mesmo.

-Mas você não está afim da Nana?

-É diferente, estar afim, e estar apaixonado, meu amigo.

-Vou desligar, eu estou cansado e amanhã acordo cedo para me encontrar com a Jennifer.

-Se encontrar com a Jennifer?! Vocês voltaram?!

-Claro que não voltamos, joga essa praga pra lá.Ela ficou me enchendo o saco a noite inteira, que eu resolvi aceitar o convite dela, pra ver o que ela quer.

-Hum, então amanhã a gente se fala.-Disse Rocky desligando.

Eu conheço muito bem o Rocky, e tenho certeza que ele queria me contar algo, mas viu que era melhor deixar quieto o assunto.Ele anda muito estranho ultimamente, mas do que ele já é, para ser sincero.Enfim, guardo o meu carro na garagem e entro dentro de casa, assim que entro vou direto para o meu quarto.Troco de roupa, e me joga em cima da cama, e por fim, acabo dormindo, sem pensar em nada, sem pensar em ninguém, apenas durmo.

POV AUSTIN

Acordo com a maldita claridade, invadindo o meu quarto e irradiando no meu rosto.Abro os olhos com dificuldade, suspiro e penso: - Mas um maldito dia.- Pensei.Me levanto com dificuldade, escovo os dentes, lavo o rosto e deixo o cabelo do jeito que estava.Vou para a cozinha tomar café da manhã, e aguentar mais um pouquinho a insuportável da minha querida irmãzinha.

Chegando lá, me deparo com a Aubrey sozinha na cozinha, tomando o seu café, e reparo que a minha mãe não estava junto, no mínimo deve ter saído.

-Bom dia belo adormecido.-Disse Aubrey tomando seu café

-Vou fingir que achei graça, nessa do “Belo Adormecido”.-Disse irônico.-Cadê, a minha mãe?.

-Saiu, foi ao mercado.-Disse Aubrey indiferente.-E Austin, ainda bem você está arrumado.Porque eu tive a audácia de pegar o seu celular, e mandar algumas mensagens para os seus amigos, chamando eles para irem ao parque central, com a gente.

-Você fez o que?!-Disse indignado

-Isso o que você acabou de ouvir, maninho.Só uma tal de Ally, na hora que eu mandei a mensagem me xingou, mas no final acabou aceitando.-Disse Aubrey confusa

-Não acredito que você fez isso, juro que eu te esgano, quem você chamou pra ir pra essa porra de parque?-Disse irritado

-Chamei, um tal de Riker, mas ele disse que também ia pra lá, mas tinha outro compromisso, enfim, chamei um tal de Rocky, Débora, Ratliff, Rydel, Mariana,Brooke,Cassidy, Ally, Dallas,Trish e Dez.

-Pra que tanta gente? Juro que te mato.

-Isso dá prisão sabia? Não pode matar alguém.-Disse Aubrey sarcástica.-Anda viado, pega as chaves do seu carro, que nós vamos se encontrar com esse povo todo daqui a 30 minutos.Vou pegar a minha bolsa.-Disse Aubrey se levantando

Não acredito que a minha irmã fez isso, tudo o que eu menos quero é sair com esse pessoal, mas não, minha irmã se passa por mim e envia mensagens pra esse povo todo, juro que eu não mereço isso.

-Pronto Austin, vamos.-Disse Aubrey pronta

-Droga viu, vontade de mandar você ir pra puta que pariu.

-Só mandar então.Agora entra logo nesse carro, que eu estou com pressa.

-Pressa de que? De dar o cu?-Disse irônico

-Fala comigo desse jeito de novo, que eu juro que você vai se arrepender.

-Nossa, estou morrendo de medo, maninha.-Disse entrando no carro

Ligo o carro.E durante o caminho todo, até esse parque central, eu e minha irmã ficamos em silêncio, e apenas me concentrei na estrada.Depois de ficar dirigindo uns 20 minutos até esse parque finalmente chegamos.Assim que chegamos lá, me deparo com a Ally sentada em um dos bancos que havia no parque, ótimo, vou passar o dia todo com essa criatura, graças a minha querida irmã.

-Vou comprar alguns sorvetes, e já volto.-Disse Aubrey

-Faça o que você quiser.

-Grosso.

-Foda-se.

Minha irmã saiu resmungando, e me sentei ao lado da Ally, grande prêmio que a minha irmã me deu.

-Austin, sabe que até me surpreendeu o seu convite para mim vir ao parque?-Disse Ally surpresa

-Você acha mesmo, que eu te convidaria pra vir aqui? Até porque isso aqui não tem nada haver comigo, e foi minha irmã que chamou você.

-Tá inventando.

-Por que eu inventaria? Cara, eu não suporto você e jamais sairia com você, não se ilude.

-Por que você é tão arrogante?

-Não é arrogância e nem nada.É apenas uma auto defesa, de futuras decepções, Dawson.

-Você e suas típicas frases, Moon.-Disse Ally suspirando.-Olha eu nem deveria ter vindo aqui, cansei de ficar ouvindo as suas implicâncias, Austin.

-Por que venho então? Ninguém te obrigou a vir.-Disse seco

-Austin, qual é o seu problema?-Disse Ally

-Querida Ally, eu sou o problema.

-Por que você é tão difícil de se decifrar, Austin? Sério, juro que eu nunca te entendo.

-Sabe Ally, é fácil de me decifrar.Mas, poucos tem a capacidade de entender algo tão simples.-Disse misterioso

-Você pelo menos poderia tentar ser legal, uma vez na vida.

-Eu até tento ser legal, sabe? Mas tem gente que pede pra ser odiado.-Falei

-Que tal uma trégua entre a gente, Austin? Na boa? Estou cansada de tanta discussão.

-Uma trégua? Teoria interessante.Eu não fico no seu caminho e você não fica no meu, certo?

-E sem brigas, ok?

-Tanto faz.-Disse seco

-Como você é chato.-Bufou Ally

-Não sou chato 24 horas por dia, às vezes eu durmo.

-Engraçadinho.-Disse Ally

-Austin, todo mundo tem medo de alguma coisa.Todo mundo tem que ter. Do que você tem medo?-Perguntou Ally curiosa

-E por que a pergunta?-Perguntei

-Apenas curiosidade.Vai, responde logo porra.-Disse Ally impaciente

-Um medo? De mim mesmo.-Disse frio

-De você mesmo? Bela resposta...

-E eu sei que no fundo você tem medo de mim Dawson, no fundo eu sei que você fica nervosa perto de mim, e seu coração começa a bater mais rápido, quando eu me aproximo de você.-Disse

-Não se ilude meu caro “amigo”, a última coisa que eu vou ter, é medo de você.E muito menos ficar nervosa perto de você, então, não se ilude.

-Ah é? — Disse me aproximando da Ally e sentindo aquele seu doce hálito de menta, e pude ver aqueles seus lábios perfeitamente desenhados e vermelhos, e vi aquela suas belas bochechas corarem, seus olhos brilharam e pude sentir um certo nervosismo da parte da Ally.E como eu previa, ela de fato fica nervosa perto de mim.

-Não disse? É sempre assim Ally, não adianta negar pra mim.-Ri.-Sabe o que é patético? Querer fugir de si mesmo, e de seus sentimentos, Dawson.

-Sabe o que é patético, Austin? Querer ser uma pessoa que você não é.

-O que você quis dizer com isso? — Perguntei confuso

-Você tem todo esse estilo ai, de garoto frio e misterioso, mas não passa de um perdedor, que acha que sendo desse jeito vai afastar as pessoas de você, porque você prefere viver no seu único “mundinho” do que viver na realidade.

-Você está enganada, querida Dawson. Já enfrentei muito a realidade e a sociedade, Ally.O que você acaba de dizer Ally, vale para você.Afinal, a perdedora aqui é você.Que vive em um conto de fadas achando que um dia vai encontrar o seu príncipe encantado, e todos esses contos de fadas que você cria na sua cabeça, são cheios de besteiras.-Disse suspirando.-Você não consegue enfrentar os seus problemas sozinha, você não consegue enfrentar as pessoas ou até mesmo ter a sua própria opinião.Você finge ser uma pessoa que não é, acha que passando por cima das pessoas, humilhando elas, vai se sentir melhor.A única coisa que você quer, é um pouco de atenção e de carinho.Aposto que os seus pais não dão a miníma pra você.-Disse seco

-Você não sabe o que está dizendo, Austin.-Disse Ally tremula

-Claro que eu sei o que estou dizendo Ally, acho que as pessoas são seus amigos, por puro interesse, acho que ninguém se importa com você.-Disse frio.

Vejo uma lágrima descendo no rosto da Dawson, uma única lágrima começou a descer por aquele rosto pálido,pela sua pele macia.Dou um sorriso e passo a minha mão limpando, a sua única lágrima que desceu.

-Sério Ally, não precisa chorar.Estou sendo apenas sincero, quem sabe com isso você aprenda parar de ser uma garota frágil, covarde e que vai pela cabeça das pessoas? Quem sabe assim, você acorda e vê quem realmente são seus amigos verdadeiros.-Disse tocando no rosto da Ally.

-Por que você está sendo gentil comigo? Pra mim você estaria pouco se fodendo pra isso.-Disse Ally tremula

-Temos que ser gentil, pelo menos uma vez na vida, né? E esqueceu da nossa trégua? Sem discussão.-Disse sorrindo

-Tá, mas não precisa fazer isso por mim Austin, sério.Você me odeia e eu te odeio, então nem vem tentar me consolar.-Disse Ally se afastando de mim

-E quem disse que eu estou te consolando? Não viaja.

-Vou embora, eu não deveria ter vindo aqui.

-Também acho que você não deveria ter vindo, vai com Deus.-Disse irritado

-O mesmo grosso de sempre.

-Você que pede pra mim ser assim com você, mas pra falar a verdade, todos pedem para mim ser assim, todos não passam de uns inúteis.

-Por isso que você não tem amigos.

-Prefiro assim, sozinho é bem melhor sabe? Assim não tenho que ficar sorrindo o tempo todo.

-Problema seu então.-Disse Ally indo embora

A Ally nunca vai me entender, pra falar a verdade, nunca ninguém vai me entender.A Ally é um tipo de pessoa, que eu não suporto, que odeio sua presença, mas quando ela se aproxima de mim, sinto um choque e um arrepio invadir meu corpo.Mas, ao mesmo tempo que a Ally pode me fazer bem, ela pode estar me fazendo mal também, sabe, esse lance de amor.Então, é bom eu me afastar dela, não to afim de e apaixonar de novo.

Sabe? Seria muito legal se eu pudesse editar a minha vida.Se pudesse parar no meio de uma frase, parar e deixar tudo descansando em uma gaveta escura em algum lugar, consumar minha amnésia e esquecer de tudo o que aconteceu, que está acontecendo ou que está para acontecer.Fechar os olhos e ir dormir feliz.

POV MARI

O Austin tinha me mandado uma mensagem, falando para mim ir ao parque central daqui de Nova York.Estranhei muito a mensagem dele, até demais, porque a onde eu sei, o Austin não é desse tipo que chama todo mundo pra sair, ele prefere viver no mundo dele, sem a companhia de amigos, certo ele, às vezes é até melhor assim.

Quando chego ao parque, me deparo com o Riker conversando com uma garota.Ela era loira,cabelo acima dos ombros, pele branca e um pouco pálida, bochechas rosadas, olhos claros, um pouco baixa, usava um short jeans, uma camisa com um laço, usava uma jaqueta preta e estava de all star.Enfim, essa era a querida e perfeita Jennifer, ex-namorada do Riker.Os dois estavam conversando, sentados em um dos bancos que havia no parque e eu apenas observava os dois.Até a Jennifer se aproximar do Riker e dar um beijo nele.Engoli em seco essa cena toda, então, fiz o que eu faço de melhor, dei um sorriso “verdadeiro”, e sai dali, mesmo eu sabendo que por dentro isso está me machucando, dei um sorriso, fingindo que estava tudo bem.Mas enfim, isso é tudo uma questão de tempo, uma hora essa tristeza e essa lembrança dessa cena, desaparece da minha mente.-É só um cara, Mariana.Não é a sua vida.-Pensei.Fui até a onde o Austin havia combinado, então fui para o outro lado do parque, e vi ele sentado no banco do parque, sozinho.

-E aqui estou eu, como o combinado.-Disse o assustando

-Pensei que você nem viria.-Disse Austin

-E o resto do pessoal?

-Não chegaram ainda.-Respondeu Austin.- O que você tem? Tá estranha.-Disse Austin confuso

-Decepções com uma mistura de raiva e ódio.

-Uh, te entendo perfeitamente, é uma droga né?

-Droga é pouco para definir.O pior é quando você gosta de uma pessoa, e por um momento, você acha que ela gosta de você também, até ver ela ficando com outra pessoa.

-Por isso, que eu odeio me apaixonar.Isso é um jogo clássico do amor, você estar gostando de uma pessoa, ela não sabe, e depois você vê ela ficando com outro.Isso definitivamente é uma droga, se apaixonar é uma droga para dizer a verdade.

-Tem razão, e nada do que um sorriso falso no rosto, para fingir que está tudo bem, e que não se importa.

-Todos nós passamos por isso, Mariana.Isso faz parte da vida, e faz a gente crescer, e amadurecer mais um pouco, mas vamos lá, nós já somos jovens adultos, temos que aprender a lidar com essa situação, não estamos mais no ensino médio, onde sofremos por aquela paixão platônica, vemos filmes de romance, tomando sorvete e chorando pelos cantos, temos idade suficiente para lidar com a droga do amor.

-Essa do filme de romance, chorando pelos cantos e a história do sorvete, soou meio clichê.-Disse rindo

-Eu sei, foi clichê demais né? Foi apenas um exemplo, sério.-Riu Austin

-Você é uma ótima pessoa Austin, não entendo porque te acham tão estranho.

-Me acham estranho, porque são poucos que me entendem, quer dizer, nunca ninguém me entende.

-Te entendo, as pessoas pedem para você desabafar, falar dos seus problemas para elas, mas não adianta de nada, eles vão apenas dar conselhos, que nós nunca usamos, e nunca entenderão o que estamos passando, por isso, é uma perda de tempo, ficar falando de seus problemas para as pessoas.

-Exatamente, também penso assim.-Disse Austin.-Olha o Rocky e a Rydel vindo aí.Vou procurar a minha irmã e já volto.-Apenas assenti para o Austin.

-Oi Rydel.-Disse sorrindo

-E eu? Você não vai nem cumprimentar?-Se lamentou Rocky

-Não vale a pena.Não estou afim de gastar saliva atoa.-Disse dando um sorriso sarcástico

-E o Riker, não vem?-Perguntou Rydel

-Você que é a irmã dele, você quem deveria saber, querida Rydel.-Disse Rocky

-Ai garoto, vai se foder.-Disse Rydel

-Rocky, será que você ainda não percebeu que incomoda todo mundo?-Disse

-Eu não incomodo todo mundo.A única que eu realmente gosto de incomodar é você, é engraçado ver você irritada e sem moral nenhuma.

-Sério, você é muito irritante, não te suporto.

-Obrigada pelo elogio, fiquei muito comovido.

-Chapinha mal feita.-Murmurei

-Melhor que a sua, isso eu te garanto.

-Para de ser infantil, garoto, eu hein.-Disse aborrecida.

Estava conversando com a Rydel, quando de repente o Riker aparece com uma expressão não muito agradável, e começa a me encarar por alguns segundos, desvio os olhares e o ignoro completamente.

POV DALLAS

Ontem a noite sai com umas garotas, para uma “festinha”, bebi tanto que acabei ficando bêbado, e para ser bem sincero, não me lembro de porra nenhuma, só deu dando uns longos amassos em uma garota, que eu não lembro quem era.Enfim, estava indo para o parque central, iria encontrar um pessoal lá, até me deparar com a Cassidy, aquela...ok, não vou falar a palavra.

-A onde você pensa quem vai, Dallas?-Disse Cassidy

-E isso ao menos te interessa, mal comida?

-Pensando bem, não.

-Ótimo, agora pode me dar licença? Quero ir embora daqui, cansei de falar com você.

-Não se esqueça que eu sei muito bem o seu segredinho, meu amor.

-Que segredo? Aquele de quando eu era criança? Por favor, isso é passado.

-Não para mim.Não vai se esquecer, de que você me contou isso, quando nós dois estávamos....-A interrompo

-Não me lembre disse, por favor.Me arrependo profundamente, de ter ficado com você.

-Ninguém nunca se arrepende de ficar com Cassidy Peeples.-Disse Cassidy

-Então eu sou um “ninguém”, porque eu me arrependi, e até demais.Agora se me der licença tenho que ir.-Disse indo embora e deixando Cassidy sozinha.Essa garota adora dar, e de garota puta eu quero distância sabe? Sim, eu já fiquei com ela e talz, mas nada importante, eu estava frágil naquele momento, e ela se aproveitou da minha fragilidade para dar o bote de puta dela, mas enfim, ela já é passado para mim.

Chegando ao parque, dou de cara com a Débora Cristine...Hum, companhia interessante agora.

-Me amando muito, Cristine?-Disse sorrindo

-Eu te amando? Só se for em outro mundo, topetão.

-Por favor, eu sei que você me ama, dá para ver nesse seu lindo rostinho, vamos lá, não adianta negar.

-Sério, na boa, não viaja colega, não viaja.Tá se iludindo demais.

-Me iludindo não.Apenas comprovando algo, que você ainda não sabe, e que eu tenho certeza.

-Ai, não me enche.

-Tá.Mas, eu só paro de te encher, se você aceitar sair comigo?

-Dispenso, mas agradeço o convite.

-Por que não?

-Porque eu não gosto de você, e não quero perder meu tempo com um garoto de topete, e de cabelo de relaxamento, mas eu aposto que você faz chapinha nesse seu cabelo, e depois passa o laquê para ele poder ficar em pé desse jeito.

-Mentira.Gosta sim, porém ainda não quer admitir, isso explica todos os foras que eu já levei de você, Débora.Você não quer ficar afim de mim, mas no fundo nutre um sentimento pela minha pessoa, eu sei que você é atraída por mim.-Disse me aproximando da Débora e encostando os meus lábios nos seus.

-Está enganado,idiota.-Disse Débora dando um tapa na minha cara e se afasta de mim.

-Isso doeu, loirinha.

-E eu me importo com isso? Hum, acho que não.-Disse Débora indo embora

-Nossa, pra que tanta violência.-Murmurei e passei a mão em meu rosto.Doeu esse tapa dela, acho que ficou até vermelho, ai droga, estragou o meu rosto perfeito.Mas, eu ainda vou conseguir ficar com essa garota, ninguém resiste ao Dallas Centineo, por favor.

Notas finais
Então, o que acharam? Espero que tenham gostado, ok? hahaha beijos e até o próximo capítulo