Love And Hate - Season 2
8 I Needed You
Notas iniciais
POV Damon
Assim que cheguei em meu quarto, me atirei na cama, exausto e estressado. Alaric não é dos melhores alunos na matéria “ser um vampiro” e David – o cara com sobrenome tirado de uma música do Metallica – parece que ainda não aceita sua natureza. Um híbrido imbecil que eu deveria ter matado na primeira oportunidade; fala sério, o cara tá ligado ao Klaus querendo ou não. E pode muito ser a nova putinha dele, ocupando o lugar de Tyler.
E por falar em Klaus, o filho da mãe não para de infernizar a vida para que encontremos a cura para Elena. O que eu não sei se quero. E, por fim, Elena.
Não sei como contar a Sophia que, a cada dia que se passa, Elena e eu estamos mais próximos. Não digo próximos como amigos, sinto algo diferente e sei que ela também. Não sei explicar direito, mas é estranho. Ela simplesmente se importa mais com o que eu quero do com o que Stefan quer. Se Sophia souber, tenho a sensação que irá tirar as caras com Elena, que é muito fraca perto dela. O que resultará em sangue no meu tapete da sala.
Em suma, problemas e mais problemas.
Em meio a tudo isso, ouvi passos tímidos se aproximando, vindos do meu banheiro, e inclinei levemente meu pescoço, para que pudesse ver quem se aproximava.
– Achei que estava na sua cas... Uau!
Era Sophia e vestia apenas uma lingerie vermelha, com o cabelo solto e ondulado caindo sobre os ombros; sem apelo de maquiagem, perfume ou salto: apenas Sophia, com um pequeno e transparente baby-doll vermelho e uma calcinha minúscula. Era a criatura mais perfeita que eu já havia visto.
– Eu fui para casa, mas pensei que estaria sozinho aqui, sem companhia e bem... – ela caminhou até mim, enquanto eu sentava na beira da cama.
– Como se sente? – perguntei, tentando manter meus olhos nos dela, enquanto ela parava bem perto de mim, entre minhas pernas, ainda de pé.
– Forte. E... – suas mãos pousaram em meu rosto. – resolvi agradecer por ter cuidado de mim durante três dias. – Fez um beicinho irresistível e quando tentei me levantar para beijá-la, ela me empurrou sentado de novo.
– Acho que entendi o recado... – falei, levando meus lábios até sua barriga, enquanto minhas mãos seguravam sua cintura, mantendo seu corpo praticamente grudado ao meu.
POV Sophia
Aqueles lábios quentes e macios... Ah! Seu toque me deixava louca, sempre fazendo parecer a primeira vez. Primeira e tortuosa vez.
Suas mãos desceram por minhas nádegas, indo para minhas pernas, parando na parte de dentro das minhas coxas. Sua boca já descia para a mesma região, enquanto meus dedos afagavam seu cabelo negro e lustroso que, por sinal, estava mais curto.
– Dizem que na virilha corre uma veia que é uma das melhores para se beber... – eu digo, e ele me olha por cima dos cílios, sorrindo de lado.
Logo sinto suas presas perfurando minha pele, e um leve incômodo toma o lugar, mas não dura muito tempo.
Suas mãos continuam acariciando meu corpo, mas sua boca começa a deslizar para o lado, para minha intimidade que, mesmo com o tecido da calcinha impedindo algo mais profundo, já se encontrava molhada. Damon deposita leves beijos sobre a região, já me arrancando suspiros. Então o puxo pela gola da camisa até sua boca esteja à altura da minha.
Damon toma meus lábios em um beijo cheio de malícia e sensualidade. Uma de suas mãos passa por meus seios, cobertos pelo fino tecido vermelho, deixando meus mamilos tão rijos que doem.
Empurro Damon contra a parede, tirando a camisa de seu corpo. Segurando-me em seu pescoço, enlaço seu quadril com minhas pernas, mas ele nos leva até a cama, me deitando e se ajoelhando entre minhas pernas. Suas mãos deslizam na minha barriga, até chegarem ao laço que une a frente do baby-doll.
A visão de um Damon sem camisa, admirando meu corpo, com um sorriso sacana nos lábios fez valer toda a dor que senti no decorrer do feitiço.
Assim que me livrei da peça de roupa, nossos peitos se grudaram, assim como nossas bocas. Uma de minhas pernas enlaçou a cintura dele, enquanto minhas mãos ateavam-se às suas costas.
– Nunca mais ouse morrer, ouviu bem? – sussurro em seu ouvido, sentindo seu membro crescer rente ao meu corpo.
– Eu vou tentar, eu prometo. – disse sorrindo, com a voz rouca e grave.
Lentamente tirei seu jeans preto e logo em seguida sua cueca branca estava junto da calça, num canto do quarto. Damon me deitou na cama novamente, descendo com a boca apressada por todo meu corpo, retirando afoito minha calcinha.
– Desculpa, mas não aguento esperar as preliminares – falou se posicionando acima de mim.
– Nem eu! – Segurei em seu ombro, enquanto seu membro penetrava com força minha intimidade.
Dois gemidos altos ecoaram pelo quarto ao mesmo tempo, enquanto apertei meus olhos, fincando minhas unhas em suas costas. Damon movia-se rápido dentro de mim, beijando minha boca com prazer. Eram movimentos muito rápidos, muito fortes, me deixavam cansada. Vire-o na cama, podendo ter controle sobre a situação.
Eu repetia um movimento de sobe e desce, enquanto suas mãos apertavam meus seios, descendo para minha cintura, ajudando-me nos movimentos. Abaixei o dorso novamente, para poder beijá-lo, era impossível não querer beijar aqueles lábios. Quando ergui minha cabeça novamente, vi dois rostos á minha frente, fiquei tonta e com a visão embaçada.
– Tudo bem? – perguntou ele em um gemido.
– Claro... – voltei a beijá-lo e ele me deitou na cama, agora acalmando o ritmo.
Eu ainda estava fraca.
POV Damon
Sophia não parecia muito bem, mas quando perguntei se queria parar, ela negou veemente.
Lentamente eu entrava e saia de sua intimidade apertada e completamente lubrificada. Sophia me deixava louco.
– Hamm – ela gemeu baixo, contra meus lábios.
Eu já sentia os primeiro sinais percorrendo meu corpo, os espasmos tomando conta de mim, seguidos de longos arrepios. Ela erguia o quadril, pedindo por uma penetração mais profunda, enquanto arrepiava-se também. Gememos juntos seguidas vezes, até que praticamente gritamos na cama, tamanho havia sido o prazer final.
Sophia passou a mão em meu rosto, mordendo o lábio depois. Levemente uni nossas bocas em um beijo lento, me deitando na cama, a deixando sobre meu corpo.
– Acho que ainda estou fraca... – Sua voz estava tão baixa que eu não teria escutado se fosse humano.
– Por que disse que estava bem, então?
– Porque eu precisava disso, precisava de você. – ela deitou ao meu lado, e eu a cobri com o lençol. A respiração estava falhada, mais cansada que o comum. Parecia até uma humana. – Me empresta seu pulso... – disse ela, erguendo a mão.
Assim que coloquei meu pulso em sua mão, ela o levou até a boca, bebendo lentamente meu sangue.
– Acho que eu suguei sua força para mim nesse feitiço. Estou muito mais forte que antes e Ric é bem mais forte que qualquer vampiro novato que conheço. E você está desse jeito.
– Fala como se eu estive inválida. – ela solta meu braço e limpa os lábios.
– Só estou preocupado. Você é uma das vampiras mais fortes que já conheci, não esperava vê-la.
– Sobrevivi anos e anos ao lado do Klaus, não é isso que vai me matar – ela sorri e entendo que não quer mais falar disso. – Só preciso dormir e amanhã estarei firme e forte. – se aninha ao meu peito. – Preciso estar. Tenho grandes planos...
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