Louco Amor
93 Capítulo 93
Notas iniciais
Pov's Clari
Acordei e vi o Diego deitado ao meu lado. Eu amava ele mas ainda estava chateada e precisava de uma caminhada ao ar livre. Tomei um banho e abri o guarda roupa para pegar algo para vestir para caminhar e quando puxei a blusa, caiu uma caixinha com um anel que eu nunca tinha visto na minha vida e tinha o nome de uma mulher que eu também nunca tinha ouvido falar gravado.
Olhei para o Diego dormindo e a minha vontade foi acordar ele para pedir uma explicação mas eu já estava sentindo um pouco de dor e não queria piorar, então me vesti e saí.
Fui toda a caminhada pensando no anel e no meio da caminhada quase morri do coração com o Murilo.
– Peguei!!!! — ele disse chegando correndo.
– Ai meu Deus! Que susto Murilo!
– Desculpa não foi a minha intenção. — ele disse rindo.
– Tudo bem, deixa pra lá.
– Eu te conheço que carinha é essa?
– Se eu te contar você promete que não vai procurar confusão e vai ficar na sua?
– Já sei que tem a ver com o babaca do seu namorado.
– Vai começar?
– Não, tudo bem vai, pode falar. Não vou fazer nada.
– Eu achei uma caixinha com um anel e com um nome de uma mulher gravado no meio das minhas coisas.
– E o que tem?
– Como o que tem? De quem é isso?
– Você perguntou para ele?
– Não, ele estava dormindo.
– Então pergunte quando chegar.
– Murilo será que ele está me traindo? Que tem outra família?
– Olha, eu acho que ele não seria tão idiota de deixar a prova do crime nas suas coisas.
– Mas a Dalva que arruma e se ela achou que fosse meu?
– E ele ia deixar assim ao alcance de todos? Então ele é muito burro.
– Está defendendo ele?
– Não, estou sendo sincero e te mostrando coisas óbvias. Eu adoraria detonar ele para você mas não tenho como nisso.
– Eu não sei o que fazer... — eu disse colocando a cabeça no ombro dele.
– Faz assim, vem comigo lá para casa e a gente conversa mais, você esfria a cabeça depois te trago e você resolve isso, certo?
– Certo. — eu disse soltando um leve sorriso.
Entrei no carro com o Murilo e fomos até a casa dele. Ao entrar percebi que quase nada tinha mudado. Me lembrei da vez que ele passou a noite inteira cuidando de mim e sorri novamente.
– Quer comer algo?
–Só um suco.
– Mas é pra já! — ele disse correndo para a cozinha.
– Não precisa correr seu bobo.
– Aqui o serviço é muito eficiente. — ele disse voltando com um copo de suco.
– Obrigada. — eu disse rindo da gracinha dele.
– Vem, vamos subir, vou te colocar na cama como quando era só uma menina.
O Murilo sempre foi meu amigo e eu confiava bastante nele. Ele tinha voltado a ser o meu amigo Murilo doce de sempre e isso me deixava muito feliz.
– Se quiser tomar um banho me fala que eu improviso umas roupas e vou para o meu quarto esperar você terminar.
– Eu vou querer sim, estou toda grudada de suor.
– Já venho. — ele disse saindo.
Sentei na cama e fiquei olhando algumas revistas que tinha no quarto enquanto esperava ele voltar.
– Aqui pronto! — ele disse com umas roupas e uma toalha na mão.
– Ah, obrigada. Agora eu vou tomar um banho.
– Já entendi! Quando terminar vai lá no quarto me avisar.
– Pode deixar.
O Murilo saiu e eu fui tomar meu banho. Me senti aliviada e fresca por tomar um banho. Quando me vesti dei risada porque a blusa que ele me deu para vestir estava enorme em mim, parecia um vestido.
Fui até o quarto dele avisar que já tinha acabado, entrei sem bater e acabei vendo ele de cueca.
– Ai meu Deus!! Desculpa!
– Clara! Fica de costas!
– Eu não sabia que você ia estar assim e...
– Fica tranquila, já pode virar.
– Pronto?
– Pronto. — o Murilo disse rindo.
– Do que você está rindo?
– De você, do seu desespero. Até parece que eu estava pelado.
– Foi quase isso.
– Vem senta aqui. eu só estava trocando de roupa.
– Tudo bem, eu que não bati na porta.
– Esquece isso. — ele disse me puxando e me fazendo sentar na cama.
– Ai.
– Se sente melhor agora?
– Um pouco, ainda não sei o que fazer. Não sei se pergunto ou se procuro mais coisas que tenham a ver com isso.
– Se você quiser ficar mais tempo aqui para pensar tudo bem.
– Eu vou querer sim. — eu disse deitando do lado dele.
– É muito bom poder cuidar de você de novo.
– É bom ter o meu amigo de volta. Não muda de novo por favor.
– Fica tranquila. — ele disse me olhando.
– O que foi?
– Nada, é que eu estava lembrando de quando o Pietro era menor e a gente brincava bastante, dava muitas gargalhadas... Você vivia para o trabalho, era uma gravação atrás da outra e eu também tinha muito trabalho mas ficava mais em casa. O melhor de tudo é que era muito bom tudo aquilo.
– Era sim, só que o tempo passou e você sabia que não iríamos ficar juntos para o resto da vida. Você sabia que eu ainda amava o Diego.
– Sim, é verdade, eu sabia que era questão de tempo mas mesmo assim... Foi antes das minhas coisas. Eu não fico feliz pela pessoa que me tornei na época das confusões mas agora está tudo bem novamente.
– Eu espero nunca mais ver aquele Murilo. Eu gosto desse que é meu amigo para todas as horas.
– Eu sei! Como não gostar de mim? Eu sou demais realmente. O amigo que todos querem! — ele disse rindo.
– Convencido! Você está cada vez pior sabia?
– Você quis dizer melhor né? Porque eu só posso melhorar.
– Por que você é tão idiota?
– Só estou brincando um pouco.
– Eu sei. — eu disse rindo e batendo nele com o travesseiro.
– Ai! Isso é agressão. Só não te bato de volta porque você é mulher e ta carregando meu sobrinho.
– Ou sobrinha.
– Sua barriga já está bem visível. Está ficando linda.
– Acha? Não está tão grande assim.
– Eu acho.
– A conversa está ótima, obrigada pela ajuda mas agora vou me trocar para voltar para casa.
– Está certo. Pergunte antes de acusar certo?
– Certo. — eu disse saindo.
O Murilo me deixou de volta em casa e assim que eu entrei o Diego estava tomando café.
– Bom dia. Onde estava?
– Bom dia... Eu estava conversando com o Murilo.
– Já de manhã cedo esse cara atrás de você?
– Ele é só meu amigo.
– Hum...
– Diego que anel é aquele que estava nas minhas coisas com o nome de uma mulher gravado?
– Não tenho nem ideia de que anel você está falando. Da para me mostrar o anel?
– Vem comigo. — eu disse indo para o quarto. — Aqui.
– Mas eu nunca vi esse anel antes, Ele é muito bonito mas parece ser antigo.
– Jura que não está mentindo?
– É sério amor, nunca vi esse anel. Eu juro!
– Tudo bem...
– Deixa o anel aí em cima que eu vou perguntar a Dalva depois. Agora vem aqui. — ele disse me beijando.
– Para. As crianças podem entrar e ver.
– Elas estão com sua mãe.
– Minha mãe teve aqui?
– Sim, pediu para passear com eles. Agora para de falar. — ele disse me puxando mais ainda para ele.
– Eu ainda estou brava por ontem sabia?
– Vai passar agora. — ele disse apertando minha bunda e mordendo o meu pescoço.
O Diego estava de um jeito que eu não o via há algum tempo e foi muito bom sentir toda a vontade dele por mim novamente. Eu me arrepiava a cada beijo a cada caricia. Ele me penetrava com vontade e a minha única reação era gritar e arranhar as costas dele ao mesmo tempo. Eu estava cada vez mais louca de prazer até o prazer começar a se misturar com a dor.
– Diego para. – eu disse tirando ele de cima de mim.
– O que foi? Está tudo bem?
– Está... Quer dizer, não. Estou sentindo dores na barriga.
– Está muito forte?
– Não muito mas o suficiente para me incomodar.
– Fica quietinha um pouco. Se piorar vamos ao médico certo? Eu vou buscar um copo com água para você. – ele disse saindo do quarto.
As dores me assustavam, outra gravidez de risco não era o que eu queria. Na verdade, ninguém deseja isso né. Eu fiquei tentando acalmar a respiração e relaxar para ver se a dor passava. Será que eu não poderia nem mais fazer amor sem sentir dor? Vira e volta a dor voltava e isso me incomodava bastante.
– Aqui amor.
– Obrigada.
– Se sente melhor?
– Sim, já estou melhor mas quero ficar um pouco deitada descansando.
– E eu vou ficar aqui com você te fazendo companhia.
Os braços do Diego sem dúvidas era o melhor lugar para se estar. Eu o amava cada vez mais e cada vez mais tinha certeza de que ele era o homem da minha vida.
Eu acabei adormecendo nos braços dele e quando acordei fui até a casa da minha mãe para ver como estavam os meus lindos filhotes e por um instante vi o meu mundo desmoronar.
Pov’s Letícia
Acordei com toda a preguiça do mundo e levantei para ir até a sala. Como sempre a minha fome falava mais alto que a minha preguiça.
Quando eu cheguei na sala o papai já estava sentado à mesa tomando café e o Pietro também.
– Bom dia pai, bom dia Pietro.
– Bom dia Let.
– Bom dia minha princesa, está com fome?
– Muita!
– Então come tudinho meu amor.
– Papai! Cadê a mamãe? Ainda está dormindo?
– Não meu amor, sua mãe deu uma saída, logo ela está de volta.
No meio do café da manhã a campainha tocou e eu nem podia imaginar que era a vovó. Eu amava tanto ela!!
– Vovóóóó!!! – eu disse levantando rápido da mesa e correndo para abraça-la.
– Oi Lele! Como você está linda! Vem cá Pietro, da um abraço!
– Oi vovó, cadê o vovô?
– Ele está em casa esperando por vocês!
– Como assim?! Nós vamos com você?
– Ah, Diego... Você deixa eles irem comigo não é?
– Sim, claro, sem problema nenhum.
A Dalva me arrumou e arrumou o Pietro e as nossas coisas. Ela era sempre tão legal, eu gostava dela como se tivesse crescido com ela que nem o Pietro. O melhor de tudo era que ela tratava a mim e ao Pietro igualmente.
Fomos com a vovó para a casa dela e chegando lá o vovô já estava a nossa espera como a vovó tinha dito. Ele abraçou a gente bem forte e ficou brincando um tempinho com a gente no jardim.
A casa da vovó era tão legal que eu não queria mais sair de lá. Ela fazia bolos e biscoitos que nem a mamãe e era tudo uma delícia. Na hora em que a vovó estava contando uma história para mim e para o Pietro a mamãe chegou junto com o papai e um pouco depois tive de me despedir da vovó e do vovô para ir para casa.
Na hora em que estávamos do lado de fora se despedindo para irmos embora, eu vi um passarinho bem lindo e resolvi ir na direção dele e foi quando...
Pov’s Pietro
Acordei cedo e por algum milagre animado, eu acordei cantando umas músicas da novela da mamãe e a que eu tinha feito com a Let... Quando cheguei na sala meu pai estava sentando no sofá lendo. Pulei nele para não perder o costume e o enchi de beijos simplesmente porque ele era o melhor pai do mundo junto com o pai Murilo. Foi um pouco difícil me adaptar ao pai Diego mas no final eu consegui por ele ser super legal e um super pai. Sem contar que a mamãe fica muito feliz com ele e eu amo ver a minha mãe feliz simplesmente porque ela é a melhor do mundo todo. Resumindo, eu tinha os melhores pais do mundo.
Enquanto eu tomava café a Let apareceu e se juntou a mim e ao papai para comer e logo a vovó chegou para buscar a gente para passar um dia com ela e com o vovô. A vovó quase nunca ia na casa da mamãe, quando eu era pequeno ela ia mais mas depois parou.
Eu e a Let nos divertimos demais na casa dos nossos avós, eles são super legais e sabem bem como nos agradar e nos fazer rir até cansar. Sem falar nos lanches e no almoço da vovó que estavam deliciosos como sempre.
Um tempo após o almoço meus pais apareceram lá para buscar eu e a Let e não demoramos muito para ter que ir embora da casa dos meus avós. Na hora que estávamos do lado de fora, perto do carro do papai, a Let se distanciou um pouco e...
Pov’s Diego
Acordei e não vi a Clari na cama. Levantei e a procurei por toda a casa mas não a encontrei. Sentei no sofá para ler um pouco, eu queria me distrair já que a ansiedade para ver ela estava grande. Eu queria ajeitar as coisas, deixar tudo igual ou melhor que antes.
Um tempo depois o Pietro chegou se jogando por cima de mim e me enchendo de beijos. Eu sem dúvidas amava demais o meu filho, ele era o meu orgulho, o meu garoto. Ele, a Letícia e a Clari eram tudo para mim.
Fui tomar café com o meu garotão e no meio do café a minha princesinha apareceu para deixar o meu café da manhã melhor do que já estava. A minha alegria não durou muito porque logo a mãe da Clari chegou pedindo para passar um tempo com os meninos na casa dela e apesar de eu e ela não nos darmos muito bem, mais por causa dela, eu deixei porque é a avó deles e eu não tenho o direito de cortar o convívio deles.
– Ah, Diego... Você deixa eles irem comigo não é?
– Sim, claro, sem problema nenhum.
– Cadê a minha filha?
– Ela deu uma saída mas não deve demorar... Dalva você pode arrumar os meninos para mim?
– Claro Diego, com licença.
– Sempre jogando o seu trabalho para os outros não é?
– Não entendi.
– Você quem deveria ir arrumar os meninos. Você é o pai. Na verdade quem deveria fazer isso era mãe que é outra desnaturada.
– Não fale assim da minha esposa ok?
– A sua esposa é a minha filha, portanto falo dela do jeito que eu quiser.
– Nunca vamos nos entender né?
– Olha Diego, eu confiei em você e você fez minha filha sofrer demais e agora não terá novamente a minha aprovação. A María Clara é uma apaixonada que não pensa direito nas coisas e se ilude achando que você mudou e que agora sim vai dar certo mas acontece que eu sei bem como isso vai terminar.
– Em primeiro lugar a senhora não sabe de nada, em segundo eu sou casado com a sua filha que por um acaso já é maior de idade e não com a senhora, logo, não preciso da sua autorização para nada. Com licença.
Um tempo após os meninos saírem a Clari chegou e me perguntou sobre um anel que eu nunca tinha visto na minha vida e logo depois veio a melhor parte, a reconciliação e da melhor maneira possível. A parte ruim foi que no meio da nossa diversão ela começou a sentir dor e eu fiquei preocupado, não queria que acontecesse nada de mau nem com ela nem com o nosso filho ou filha. Eles eram muito importantes para mim.
Passei o tempo todo ao lado da Clara para ter certeza que estava tudo bem com ela e com o nosso filho. Acabamos dormindo um pouco e logo quando acordamos fomos para casa da mãe dela buscar os meninos.
Na hora de nos despedirmos uma pequena falta de atenção levou a uma das piores cenas da minha vida.
Pov’s Letícia
Na hora em que estávamos do lado de fora se despedindo para irmos embora, eu vi um passarinho bem lindo e resolvi ir na direção dele e foi quando a mamãe me gritou correndo em minha direção de maneira desesperada e me empurrou para não ser atingida por um carro. Foi tudo muito rápido.
Pov’s Pietro
Um tempo após o almoço meus pais apareceram lá para buscar eu e a Let e não demoramos muito para ter que ir embora da casa dos meus avós. Na hora que estávamos do lado de fora, perto do carro do papai, a Let se distanciou um pouco e quase foi atropelada por um carro, se não fosse pela mamãe. Foi a pior cena que vi, comecei a chorar com medo de perder minha mãe e minha irmã. Meus avós choravam e tentavam me consolar e o meu pai estava desesperado sem saber se olhava a mamãe ou a minha irmã.
Pov’s Clari
Eu acabei adormecendo nos braços dele e quando acordei fui até a casa da minha mãe para ver como estavam os meus lindos filhotes e por um instante vi o meu mundo desmoronar. Eu vi a minha filha quase ser atropelada por um carro e a minha única reação foi correr e gritar ela. Eu só queria salvar a minha pequena e acredito que consegui porque não vi mais nada após empurrar ela, apenas senti uma pancada muito forte em meu corpo.
Pov’s Diego
Na hora de nos despedirmos uma pequena falta de atenção levou a uma das piores cenas da minha vida. Eu vi a Clari sendo atropelada e a Letícia no chão desacordada após bater a cabeça.
Meu coração estava pequeno demais, eu comecei a chorar de desespero, eu só queria que tudo acabasse, eu só queria acordar daquele pesadelo. Corri para perto delas sem saber quem olhar, quem chamar, as duas estavam inconscientes e o Pietro desesperado junto aos avós. Eu queria mas não tinha condições nenhuma de dar apoio ao meu filho. Também não estava nada fácil para mim.
Liguei para a ambulância e fiquei esperando pelo socorro. Os segundos pareciam anos e quanto mais tempo passava mais o meu desespero aumentava. Me ajoelhei no chão no meio das duas e enquanto eu esperava o Pietro se soltou dos avós e veio correndo chorando para me abraçar e aos poucos os pais da Clari também. Eles pareciam sem coragem de ver mais de perto o estado da filha e da neta.
Apertei o Pietro o máximo que pude.
– Diz que a mamãe e a Let vão ficar bem papai. Diz. – ele disse soluçando de chorar.
– Vai sim meu filho. Fica tranquilo, elas vão ficar bem.
– Eu acho melhor o Pietro entrar com a gente Diego. Ele não deveria estar vendo essa cena.
– Sim, é verdade. Eu fico com elas e vocês deveriam verificar a pressão.
– Não se preocupe que estamos bem.
– Eu não aguento ver a minha filha e minha neta assim. – a mãe da Clara disse chorando e abraçando o marido.
– Elas vão ficar bem. Tentem ficar tranquilos.
– Papai eu quero ficar aqui até a ambulância chegar.
– Meu filho, é melhor você entrar para ficar com seus avós.
– É a minha mãe e a minha irmã, eu quero ficar com elas. Eu to com medo de ficar sem elas papai. – ele disse chorando mais.
– Oh meu filho. Você não vai ficar sem elas não tá bom? Confia no papai. E olha lá, a ambulância já está chegando. Entre com os seus avós por favor.
– Eu queria ficar com elas...
– Você é pequeno, não pode. Fique tranquilo que eu vou cuidar delas para você tá certo?
– Tá.
– Vão lá e fiquem tranquilos que eu os mantenho informado.
– Não deixe de nos avisar sobre nada.
– Pode deixar.
A ambulância chegou e logo imobilizaram elas e as levaram. Eu fui junto na ambulância e chorando com medo do que poderia acontecer a elas. Sem dúvidas foi o pior dia da minha vida.
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