Louco Amor
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Pov's Diego
– Clari, viu o resultado? O que deu?
– Sim, eu vi..
– E? Me conta!
– O resultado deu negativo. — Ela falou olhando para mim com os olhos cheios de lágrimas.
– Ah, bom não tem problema. É bom também, afinal você não queria estar grávida. — Falei dando um sorriso fraco.
– Mas você queria que eu estivesse. Eu sei. — Ela falou deixando algumas lágrimas caírem e abaixando a cabeça.
– Meu amor vem aqui. — Disse me aproximando, a puxando para mim e levantando o rosto dela — Eu queria sim, mas você não e o que me importa é o que você quer. Não tem problema se você não está grávida, isso não vai mudar em nada, nossa relação vai continuar como sempre e melhorando a cada dia.
– Está falando serio? Não está chateado? — Ela disse me olhando nos olhos.
– Estou sim. Não tem motivo para eu estar chateado. Você sabe que ter um filho para mim seria um sonho mas se você não quer a gente não tem. Eu estou disposto a abrir mão desse sonho por você. O mais importante para mim é estar com você.
As lágrimas escorriam pelo rosto dela e quando terminei de falar ela me abraçou forte.
– Obrigada. Eu não sei o que dizer, não esperava ouvir isso. E..u..Eu..Eu nunca imaginei que você fosse capaz de abrir mão de algo que você tanto quer por mim.
– Eu sou capaz de abrir mão de tudo por você. — Eu disse acariciando o rosto dela.
– Diego, isso é lindo mas eu não acho justo você abrir mão do seu sonho por mim.
– Se é justo ou não, não importa. Resolvemos isso depois. O que importa de verdade agora é o nosso casamento e o seu bem estar.
– Eu te amo muito. — Ela disse me beijando.
– Eu te amo muito mais. — Disse entre um beijo e outro.
Fiquei um tempo com ela, fazendo companhia e depois de um tempo saí para resolver um problema na lanchonete.
Pov's Clari
Estava deitada no sofá pensando no que eu iria fazer se o teste desse positivo quando o Diego chegou. Eu estava nervosa, não queria fazer, estava com medo do resultado mas o Di me convenceu a fazer logo assim acabaria com as dúvidas.
Fui para o banheiro e fiquei esperando o resultado. Eu não queria olhar, passei um tempo tomando coragem para ver se eu estava ou não grávida. Quando finalmente olhei, o resultado era negativo, comecei a chorar. Senti um alívio ao saber que não estava grávida e comecei a pensar no Diego, ele iria ficar triste porque ele queria muito esse filho. Sai do banheiro para dar a notícia a ele e ele estava bem ansioso. Vi o sorriso dele se desfazendo quando eu disse que tinha dado negativo. Me senti mal por isso, era o sonho dele.
O Diego precisou sair para resolver um problema no trabalho e eu fiquei sozinha em casa. Aproveitei para fazer um bolo,um suco, o jantar e arrumei um pouco a casa também.
Eu estava ouvindo música, e no notebook quando o Diego voltou.
– Oi Di, chegou cedo. Achei que iria demorar mais.
– Eu também achei mas consegui terminar as coisas mais cedo.
– Que bom. — Disse sorrindo — Já fiz o jantar e fiz outra coisa também, mas é surpresa.
– Eu estou sentindo o cheiro delicioso vindo da cozinha. O que você andou aprontando enquanto eu estava fora hein?
– Nada demais. Porque você não vai tomar um banho enquanto eu esquento a comida e coloco a mesa?
– Está bem, vou tomar um banho e ficar bem cheirosinho para você. — Ele disse se aproximando e me beijando.
Enquanto o Diego tomava banho eu arrumava a mesa e esquentava a comida. Da cozinha dava para escutar ele cantando. Cantando não, gritando.
Quando o Diego saiu do banheiro o jantar já estava na mesa.
– Humm... Que cheiro bom. O que temos aqui?
– Frango, macarrão e salada.
– Que noiva prendada essa que eu tenho.
– Diz isso porque ainda não viu o bolo que eu fiz.
– Você fez bolo? Assim eu vou virar uma bola antes de casar.
– Fiz um de chocolate, que eu sei que você adora.
– Obrigado. Você é a melhor. — Ele disse me beijando.
Jantamos tranquilos, conversando, depois assistimos um filme que estava passando na televisão. Depois eu fui arrumar minhas coisas para o dia seguinte e assim que terminei tomei um banho e deitei.
Senti a claridade no meu rosto, o Diego estava no quarto.
– Desculpa amor, é que eu precisava pegar uma coisa aqui.
– Não tem problema, eu não consigo dormir.
– Por que? O que foi? — Ele disse sentando na cama de frente para mim.
– Nada, só estou sem sono.
– Só isso mesmo?
– Sim, sim. Só isso, não é nada demais. O que você estava procurando?
– Um short para dormir mas não achei o que eu queria então vou dormir só cueca mesmo. -
– Só de cueca é? — Falei mordendo os lábios inferiores.
– Talvez eu durma sem. — Ele disse enquanto acariciava e apertava minha coxa.
– E talvez você não durma. — Olhei para ele com olhar malicioso.
O Diego começou a me beijar sem parar, um beijo cheio de desejo. Senti a mão dele percorrer todo o meu corpo e em um ato rápido tirar minha camisola me deixando só de calcinha. Tirei a blusa dele e em seguida fui descendo a bermuda.
Ele me deitou e começou a distribuir beijos e chupões pelos meus seios, o que me fez soltar leves gemidos. Senti os beijos descerem pela minha barriga chegando em minha vagina. Ele afastou minha calcinha para o lado, deu alguns beijos e começou a me chupar, me fazendo gemer. O Diego me olhou com um sorriso cheio de malícia e voltou a me chupar. Em um instante senti a língua dele entrando em mim e em seguida dois dedos e automaticamente gemi enquanto puxava os cabelos dele.
Ele voltou para cima de mim e começou a me beijar como se o mundo fosse acabar enquanto esfregava sua intimidade já completamente ereta e ainda coberta pela cueca em mim. Depois ele passou a me dar beijos e chupões no pescoço enquanto eu tentava tirar a cueca dele. Foi aí que o celular começou a tocar:
– Diego, espera, o celular. — Eu disse com a voz ofegante.
– Deixa para lá, depois atende. — Ele falou continuando o que estava fazendo.
– E se for importante?
– Tá, atende ai. — Ele disse saindo de cima de mim.
– Não é o meu, é o seu.
– Olha quem é.
– Número desconhecido. Toma. — Eu disse o entregando o celular.
Pov's Diego
Eu estava com a Clari em um momento delicioso, namorando quando o meu celular tocou. Não dei importância mas a Clari pediu para que eu atendesse porque poderia ser uma emergência.
~ Ligação ON ~
– Alô. — Disse tentando disfarçar a voz ofegante.
– Boa noite, é o Diego?
– Sim sou eu. Quem fala?
– Oi, sou eu a Vanessa. Te atrapalho?
– Aaahh oi, é... Não, não, imagina.
– De verdade?
– Sim, sim.
– Desculpa te ligar a essa hora mas é que só pude agora.
– Não tem problema. Você esta bem?
– Sim, estou e você?
– Estou ótimo.
– Que bom e quando podemos nos ver novamente?
– É.. Não sei mas depois falamos disso é que... É que eu preciso desligar agora.
– Ah sem problemas, então depois a gente se fala ok?
– Ok. Boa noite.
– Boa noite para você também.
~ Ligação OFF ~
– Quem era?
– Ninguém importante. Eu disse que não precisava atender. Vamos voltar ao que estávamos fazendo?
– Por que não quer me dizer quem foi?
– Porque não é importante. E eu não quero falar disso agora. — Falei tentando disfarçar o nervosismo.
– Se não é ninguém importante então me diz. Quem foi?
– Foi a Vanessa.
– A Vanessa, Diego? Você deu seu número a ela?
– Ah não, não fica brava, não estraga o momento não.
– Você já estragou. Eu não acredito que deu seu número a ela. O que ela queria com você a essa hora posso saber?
– Nada.
– Ah ela te ligou para nada.
– É, só para saber como eu estava.
– Atenciosa ela não é mesmo?
– Para Clari, esquece isso. Estávamos tão bem.
– Estávamos até ela te ligar.
– Eu nem ia atender, só atendi porque você insistiu. Lembra?
– Eu achei que pudesse ser algo urgente e além do mas eu não sabia que ela tinha o seu número. E porque você não salvou o número dela? Porque estava como desconhecido.
– Porque eu não tinha o número dela!!! Eu dei o meu número mas não peguei o dela.
– Agora tem não é? Agora você também pode ligar para ela. E avisa para não ligar tão tarde porque isso não são horas de se ligar para ninguém. — Ela falou quase gritando.
– Para María Clara!! Vai começar de novo?! É isso mesmo? A gente estava muito bem até você começar com suas crises.
– Agora eu que estraguei tudo? Eu que sou a culpada?
– Quem está procurando briga por besteira aqui?
– Pode deixar que eu não vou mais estragar os seus momentos. Liga para a Vanessa, continuem conversando. — Ela falou se levantando enrolada no lençol.
A puxei pelo braço de volta para mim e a beijei. Ela tentou se afastar mas desistiu. A levei de volta para cama deitando sobre ela sem parar de beija-la nem um por um segundo. Em um instante parei e olhando nos olhos dela eu disse que a amava e ela voltou a me beijar. Eu tirei a calcinha e comecei a chupa-la. Os gemidos dela me deixavam louco e com sede de mais. Depois de um tempo, ela começou a tirar minha cueca e eu terminei. Deitei do lado dela e ela se levantou. Ela mordia os lábios enquanto olhava para o meu estado, que era bem crítico.
Senti a boca dela em mim e isso me fez delirar e soltei um leve gemido. Eu a queria muito, a desejava mais que tudo. Após um tempo ela sentou um pouco abaixo do meu abdômen fazendo com que nos encaixássemos. Uma sensação deliciosa de prazer. Não demorou muito para que chegássemos ao nosso limite.
Ela se aconchegou nos meus braços, me dando beijos sem parar e dizendo ao meu ouvido que me amava. Escutar aquilo dela me fazia sorrir e me fazia muito feliz também.
Fomos para o banheiro tomar um banho pois estávamos extremamente suados e acabamos fazendo amor novamente. Depois do longo banho que tomamos, voltamos para a cama, e ficamos conversando um pouco. Comecei a acariciar os cabelos dela para ajuda-la a dormir e acabei dormindo junto.
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