Louco Amor
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Pov's Diego
Acordei e fiquei olhando a Clari dormir. Eu não sei como ela conseguia ser tão linda. Um tempo depois ela acordou e eu pude ver aqueles lindos olhos verdes que prendiam a minha atenção. Conversamos um pouco na cama, tivemos mais um dos nossos momentos de prazer, depois fomos comer.
Estávamos na sala quando a mãe da Clari chegou. Como ela estava um tanto quanto que brava resolvi deixar ela com a filha a sós. Fui para o meu quarto e fiquei jogando vídeo game até a Clari chegar e me fazer companhia. Conversamos mais um pouco e fui tomar banho. Quando voltei me deparei com uma cena que cortou meu coração. A Clara estava chorando. Como me doía vê-la chorar. Perguntei o porque dela estar chorando, ela me disse e a chamei para ficar na cama comigo. Ela era sensível e estava insegura sem motivos.
Após um tempo deitado com ela percebi que ela havia dormido novamente. Eu estava sem nada para fazer então resolvi arrumar um pouco a casa e quando terminei já passavam das 1 da manhã. Estranhei a Clari continuar dormindo então fui até o quarto ver se estava tudo bem. A vi dormindo e me parecia bem. Me aproximei para dar um beijo em sua testa e a senti mais quente que o normal. Levantei peguei um termômetro e confirmei. Ela estava com febre; febre de 38, 5 para ser mais exato. Comecei a procurar remédios para febre e fiquei muito preocupado quando percebi que não havia nenhum. Me vesti rapidamente e fui na farmácia mais próxima na esperança de ainda estar aberta. Sem sucesso algum. Fui mais longe ainda e não encontrei. Já estava quase em desespero sem saber o que fazer quando lembrei que tinha o número de uma farmácia que fazia entregas 24hs. Corri para casa e revirei tudo até encontrar o número. Liguei e pedi um remédio. Logo após acordei a Clari para dar um banho morno nela. A temperatura me parecia estar aumentando mais ainda. Dei um banho rápido na Clari, depois a coloquei de volta na cama. Ela estava muito mole e quase não falava. Dormia o tempo inteiro por causa da febre.
Já tinha se passado quase 1 hora desde que pedi o remédio e ainda não havia chegado. Liguei para a farmácia extremamente irritado já. Se desculparam e disseram que chegaria dentro de meia hora. Verifiquei novamente a temperatura da Clara e tinha aumentado para o meu desespero. Fui na cozinha coloquei água em uma jarra, levei para o quarto e coloquei perto da cama. Em seguida coloquei um pouco em um copo, sentei ao lado dela e a ajudei a beber um pouco de água. Os lábios dela já estavam ressecados. Dei mais um banho nela na esperança da febre abaixar. Depois fiquei com ela na cama até a campainha tocar. Corri para atender. Finalmente o remédio havia chegado. Acordei a Clari mais uma vez e a dei um comprimido.
Passei a noite inteira acordado preocupado com a Clari. Quando a febre dela começou a baixar já eram 6 e pouca da manhã. Foi quando eu comecei a cochilar; mas sempre acordava para ver como ela estava. Foi uma noite difícil.
Pov's Clari
Após um tempo deitada com o Diego na cama, peguei no sono. Não lembro de quase nada o que aconteceu durante a noite. Lembro dele me acordando algumas vezes para eu tomar banho, beber água e tomar um remédio.
Acordei de manhã me sentindo um pouco enjoada, com o corpo dolorido e dor de cabeça. Olhei para o lado e vi o Diego dormindo. Tentei levantar mas não consegui. Fiquei tonta. Senti as mão do Diego me fazendo deitar de volta e logo ouvi sua voz.
– Clari, você esta bem? Está sentindo algo?
– Sim, não foi nada.
– Você ainda esta com febre. Fique deitada. Deixa que eu faço tudo.
– Eu estou bem. Não precisa disso tudo.
– Precisa sim. Você passou a noite inteira ardendo em febre e ainda esta com febre. Por favor fica na cama.
– Ta né? Fazer o que.
– Quer comer alguma coisa? Eu preparo para você.
– Não quero comer nada. Estou enjoada.
– Está bem mas mais tarde você vai comer alguma coisa. Não pode ficar sem comer.
– Posso ao menos ir ao banheiro? Ou você vai por mim também?
– Deixa de ser rebelde María Clara. Vai no banheiro e volte.
Levantei com um pouco de dificuldade, senti tudo girando. O Diego dizia alguma coisa que eu não conseguia escutar; a voz dele parecia longe. Parei um pouco, respirei fundo e continuei andando. Na volta do banheiro senti a tontura piorar. Estava com dificuldade de enxergar. Tudo ficou preto de repente e não me lembro de mais nada.
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