Lost In Paradise
13 My World Is Ending Today
Notas iniciais
POV Jacob
– MAS QUE POUCA VERGONHA É ESSA QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – gritou uma Isabella muito irritada da porta que estava escancarada.
– Mã-mãe. – gaguejou a Nessie enquanto pegava as suas peças de roupas no chão e as vestia logo em seguida, eu nem me preocupei em pegar a minha camiseta que estava atirada em algum lugar.
– E ENTÃO NINGUEM VAI ME RESPONDER O QUE ESTÁ ACONTECENDO? – gritou a Isabella novamente e aquilo já estava me irritando.
– PARE DE GRITAR SUA VADIA. – eu gritei irritado, ela pensava o que? Que ia gritar comigo e eu ia ficar quieto?
– Se eu não quiser eu não paro. – respondeu a Isabella cheia de autoridade.
– Então fique gritando sozinha, vem Nessie! Vamos subir! – eu disse enquanto pegava a mão da Nessie tentando a tirar do lugar, mas a mesma estava petrificada. – Renesmee. – eu disse a sacudindo.
– Que? – ela respondeu num sussurro quase inaudível.
– Vem neném! Vamos subir. – eu disse pondo a mão sobre a sua cintura.
– Ninguém vai subir sem me dar uma boa explicação. – disse a Isabella enquanto se aproximava de nós.
– Nós não temos nada para explicar. – respondeu a Renesmee pela primeira vez.
– Como não sua vadia? – perguntou a Isabella falando com ela como se ela fosse uma prostituta, e mesmo se fosse eu nunca permitiria que ela e nem ninguém falasse com a minha Nessie daquele jeito. – Era para ele que você estava dando ontem, né? Todos aqueles gritos eram com ele?? – ela disse praticamente gritando novamente.
– Não grita com ela, e tome cuidado com o jeito que você se refere a MINHA Nessie. – eu disse praticamente rosnando enquanto soltava a cintura da Nessie e dava um paço a frente.
– Olha que lindo, o pedófilo defendendo o seu brinquedinho da vez. – disse a Isabella ironicamente, e aquilo estava me deixando mais raivoso do que nunca, eu já estava vendo tudo ficar vermelho a minha frente.
– Eu não sou isso não, sua filha da puta! Eu não sou que nem o seu ex-namoradinho. – eu respondi tentando manter a minha paciência, coisa que estava difícil.
– Não se engane meu querido. Você está comendo a sua irmã, por mais que isso não seja pedofilia, no mínimo incesto é, não? – ela disse rindo.
– E o que você tem com isso?? Que eu saiba a vida ainda é minha, a casa é minha e o que acontece dentro dela só diz respeito a mim.
– Mas a filha é minha. – respondeu a Isabella raivosamente e aquilo me fez rir muito.
– Filha? Não me faça rir Isabella, você não foi mãe de ninguém aqui, você só abriu essas suas pernas para nos ganhar, e mais nada. – eu disse calmamente.
– E você Renesmee? Como se sente sendo o mais novo brinquedo do seu irmão? – perguntou a Isabella mudando completamente de assunto e frisando bem a palavra ‘irmão’.
– Muito bem. E se eu sou só um brinquedinho para ele, isso é problema meu. – respondeu a Nessie irritada.
– Depois não diga que eu não lhe avisei, na sua idade a gente tende a se iludir com o príncipe encantado. – disse a idiota da Isabella amigavelmente, como se ela realmente fosse amiga de algum de nós.
– Eu não estou me iludindo com nada, eu sei que o Jake não é nenhum príncipe, e eu realmente não quero um! Eu amo o meu irmão e é isso que importa. – respondeu uma Renesmee muito irritada, na verdade eu nunca a tinha visto dessa maneira.
– Chegou ao ponto que eu queria sua vagabunda! QUE PORRA QUE VOCÊ ACHA QUE ESTÁ FAZENDO, HEIN?? ACHA QUE ABRIR AS PERNAS PARA O SEU IRMÃO É CERTO? INCESTO É A COISA MAIS NOJENTA E ERRADA QUE EXISTE. – gritou a Isabella enquanto seguia na direção da Nessie a pegando pelo braço e a sacudindo fortemente.
– Me solta, merda! – disse a Nessie entredentes. A Isabella só podia ser bipolar, pois do nada começou a gritar como uma maluca e a minha raiva já estava se apossando de mim novamente, ainda mais depois que ela teve a ousadia de pegar a minha garota pelo braço daquela forma.
– Solta ela sua imbecil. – eu disse praticamente rosnando enquanto puxava a Isabella pelo braço e fazia com ela a mesma coisa que ela estava fazendo com a Nessie minutos atrás.
– Não ouse tocar em mim seu idiota comedor de criancinhas. – ela disse tentando se livrar do meu aperto de aço, e aquilo que ela disse foi o suficiente pro meu controle se dissipar do meu corpo e a minha mão voar no rosto dela. – Você me bateu? – ela perguntou perplexa.
– Bati, e vou fazer pior se continuar a falar essas coisas absurdas, não ouse a tocar na minha ferida novamente. – eu disse com muita raiva enquanto apontava o dedo indicador em riste a ela.
– Você não manda em mim, eu falo o que eu quiser, e quer saber de uma coisa? Bem que você mereceu ser abusado, estuprado, violentado e não sei mais o que pelo idiota, filho da puta do Corey! – ela respondeu rindo histericamente.
– Eu vou matar você sua puta! – eu disse com a raiva mais do que estampada no meu rosto, enquanto a pegava pelo pescoço e levantando com uma única mão a pressionando contra a parede, ela tentava tirar a minha mão do seu pescoço, mas o seu esforço era em vão.
– JAKE! PARA!! PELO AMOR DE DEUS!! – gritava uma Renesmee histericamente, que tentava a todo custo me fazer soltar a idiota da Isabella que já estava quase ficando roxa pela falta de ar, mas matar ela assim seria pouco. Então eu a atirei no chão ainda desnorteado pela raiva, a minha vontade era arrancar cada membro do corpo dela.
– Estupradinho de merda, nem pra matar uma vadia não se presta. – disse a Isabella praticamente num sussurro enquanto passava as mãos freneticamente sobre o pescoço. E quando eu ia me limitar a responder, passou por mim uma Renesmee muito enraivecida. Ela pegou a Isabella pelo cabelo e depositou um tapa, que mais pareceu um soco, no rosto da Isabella, aquilo de certa forma me assustou, eu nunca esperei uma atitude daquelas vinda da Nessie.
– Não ouse falar assim com ele. – ela disse enquanto se preparava para dar mais um tapa no rosto da Isabella, mas a mesma segurou o seu braço e foi nessa hora que eu resolvi me intrometer, eu não deixaria a minha Nessie levar nenhum tapa daquela vagabunda.
– Não pense que eu vou deixar você encostar nela, não é porque você acha que é nossa mãe que vai fazer e dizer o que bem entende. – eu disse a empurrando para longe de nós.
– Infelizmente eu realmente sou mãe de vocês, mas quer saber? O meu único arrependimento foi você Jacob Black, sobrenome podre esse seu, eu ODEIO esse sobrenome, eu ODIAVA o seu pai e eu odeio tudo que ele me deixou. E o que foi mesmo que ele me deixou? Deixa que essa eu mesma respondo: Você! – ela disse me olhando com raiva e desprezo.
– Para mim não faz diferença se você me odeia ou não, mas eu achei que você pelo menos gostasse do meu pai. – eu falei perplexo com toda aquela historia.
– Essa é boa. – ela respondeu rindo. – Eu casei obrigada Jacob! Eu dei graças a Deus quando recebi a noticia da morte dele, ele não era ruim para mim, mas também não era o que eu queria, meus pais eram uns idiotas e me fizeram casar com ele quando descobriram que eu havia aberto as pernas para ele, mas eu só saia com ele porque ele me dava presentes caros, ele sempre foi rico e eu sempre gostei de dinheiro. E Depois de alguns anos ele inventa de me dar você, eu quase pirei quando soube que estava grávida, até tentei abortar, mas não deu certo! Infelizmente! E para ajudar ainda ganhei um menino com a cara do infeliz do Billy, eu realmente sou uma fudida. – ela disse enquanto andava de um lado para o outro na sala, e ouvir tudo aquilo me deixou de certa forma mal, mas não pelo fato dela me rejeitar, e sim pelo meu pai ter vivido uma mentira em que ele mesmo acreditava ser verdade, a rejeição não era novidade para mim, eu já estava acostumado desde os meus nove anos de idade com isso.
– Como você pode ser capas de dizer algo assim para o seu próprio filho Isabella? – perguntou a Renesmee apavorada, eu nem me assustava mais, já estava acostumado com as coisas idiotas que a Isabella tinha o dom de proferir.
– Eu só estou falando a verdade meu amor! Eu realmente nunca quis ter o seu irmão, ele foi um estorvo na minha vida, e nem dinheiro me rendeu, eu tentei vendê-lo! Mas não deu muito certo. – ela disse com uma cara de tristeza. Como assim me vender?
– O QUE? – gritou a Nessie mais apavorada do que nunca. – VENDER O JACOB? VOCÊ SÓ PODE SER MALUCA! – ela gritou novamente, mas dessa vez indiguinada com tudo que havia ouvido. – E por que não tentou me vender também? – perguntou ela com incredulidade na voz.
– Vender você meu amor? Nunca! Você é fruto do único momento feliz em que eu tive na minha vida, você é o presente que o amor da minha vida me deu. – respondeu a Isabella com um sorriso idiota nos lábios.
– Que vida engraçada, não mamãe? – eu perguntei irônico. – Você fez mal a muitas pessoas, e quando encontrou quem você amava, ela lhe fez mal da mesma forma que você fez a outros. – eu disse sorrindo pela constatação obvia de que o tal Edward que ela tanto amou a deixou sofrendo como ela havia feito o meu pai sofrer, como ela me fez sofrer e tantas outras pessoas que eu nem devo saber que ela com certeza deve ter feito mal.
– Eu não vejo nada de engraçado nisso seu bastardinho. – respondeu a Isabella irritadíssima. – E mais uma coisa que eu não falei, eu não vou permitir que esse ‘namoro’ que vocês têm vá adiante. – ela disse decidida, como se ela mandasse em algo.
– Quem você pensa que é para permitir algo dentro da minha casa? – eu perguntei com desdém. – Faça o favor, né Isabella? Ponha-se no seu lugar minha querida. – eu disse rindo.
– É mamãe, quem decidi aqui se vai ou não adiante somos eu e o Jake. E não você! – respondeu a Renesmee com irritação na voz.
– Pois eu ainda sou a mãe de vocês e mando nessa casa, então eu digo que debaixo do meu teto essas safadezas não acontecem mais. – disse a Isabella convicta de que tinha autoridade e de que a casa era dela.
– MEU DEUS!! Eu já cansei de repetir Isabella! A PORRA DESSA CASA É MINHA! – eu gritei histericamente, eu já havia cansado disso, era tudo meu e ela insistia em dizer que a casa era dela. – Entendeu agora? É minha casa, minha namorada e minha safadeza! Então eu faço do jeito que eu quiser e onde eu quiser. E convenhamos que coisas piores já aconteceram debaixo do seu teto, né? Eu fui violentado embaixo dele e agora você vem dizer que você não admite que eu durma com a minha mulher embaixo dele? – eu perguntei incrédulo com a cara de pau daquela mulher.
– Nós não morávamos aqui ainda. – ela disse indiferente, como se eu tivesse acabado de falar sobre o tempo.
– Mas era o “seu teto” como você mesmo acabou de dizer. – eu disse fazendo aspas nas palavras ‘seu teto’. – Agora sai da minha casa, eu já cansei de viver com quem eu não tolero e ainda mais depois de grandes revelações que nós tivemos aqui.
– O QUE? – a Isabella gritou apavorada. – Você está me expulsando de casa?
– Por enquanto é só um pedido formal, mas se você não sair em três horas eu irei pegar as suas roupas e jogar pela janela e depois chamar a policia, mas isso só se for necessário, coisa que eu acho que não será! – eu disse sendo falsamente simpático com aquela vadia que estava a minha frente.
– Daqui eu não saio! – ela respondeu convicta. – E Renesmee? Você não vai fazer nada para ajudar a sua mãe? – ela perguntou como se fosse a mãe mais merecedora de ajuda do mundo.
– Ajudar? Quem? Eu? – perguntou a Nessie se fazendo de desentendida.
– Não, o Bispo garota! Óbvio que é você, olha o que o seu irmão está fazendo comigo, ele está me expulsando de casa. Eu não tenho para onde ir. – disse a Isabella em suplica, e a Nessie transmitia expressão nenhuma.
– Dê um jeito, você sempre dá! Eu não posso fazer nada. Desculpa! Eu não tenho nada com isso. – respondeu a Nessie subindo as escadas correndo como se estivesse fugindo de algo.
– Como você ouviu, dê o seu jeito mamãe e saia daqui de uma vez por todas! – eu disse me retirando da sala, mas antes disse: — Não esqueça Isabella: 3 horas.
[...]
A Isabella levou exatamente duas horas para conseguir arrumar apenas algumas malas e sair da minha casa, mas obviamente ela ainda voltaria para pegar o resto das coisas. Eu estava mais aliviado, mas ao mesmo tempo nervoso com toda essa confusão, a Nessie havia ido para o quarto dela, mas não havia ligado as luzes do mesmo, obviamente estava lá dentro sozinha e no escuro. Eu realmente não havia entendido o porquê de toda essa reclusão, mas iria descobrir. Dei leves batidas e ouvi quando ela quase inaudívelmente disse:
– Entra. – a voz dela parecia rouca, como alguém quando chora demais.
– O que houve neném? – eu perguntei após ligar a luz e constatar o obvio, ela estava chorando. E aquilo me deixou com o coração partido, porque eu tinha certeza que eu devia ter uma parcela de culpa sobre aquelas lagrimas.
– Nada! – ela disse se encolhendo mais ainda sobre a cama.
– Hey Nessie, não fica assim! Calma. – eu disse me deitando sobre a cama ao seu lado e a abraçando com todo o carinho e devoção do mundo.
– Não se preocupa comigo não Jake. Na verdade você que devia estar chorando agora, né? – ela disse se virando para mim e me encarando com pena.
– Não me olha assim, eu não mereço pena de ninguém, e porque eu estaria chorando agora? – eu perguntei enquanto ela se sentava sobre a cama e eu também.
– A Isabella disse coisas horríveis a você. – ela disse tristemente, como se de certa forma as palavras da Isabella a tivessem afetado.
– Ela disse e eu realmente não me importo, já ouvi coisas piores vindo dela Nessie, graças a Deus você não era grande o suficiente para entender. – eu disse enquanto lembrava de tantas brigas que eu tive com a idiota da Isabella.
– Eu só não queria que essas coisas tivessem acontecendo, tudo bem ela é uma vaca e não merece nem uma lagrima da gente. – ela disse começando a chorar novamente. – Mas ainda assim ela era minha mãe, eu não queria que tivesse sido assim, eu não queria que ela tivesse nos flagrado, uma hora a gente ia contar. – ela disse, já praticamente soluçando.
– Calma Nessie, também não é o fim do mundo, foi só a Isabella que foi embora. Você vai ver, agora tudo vai melhorar aqui dentro de casa. – eu disse a abraçando, ela então se agarrou na minha camiseta, que eu havia recolocado, e voltou a chorar, como se o mundo estivesse terminando. – Pelo amor de Deus Nessie, para! Eu já estou ficando apavorado neném. – eu disse desesperado, ela estava cada vez chorando mais.
– Desculpa! – ela disse levantando o rosto para me encarar. O olhar dela era de tristeza, pena, amor e em um determinado momento eu vi arrependimento, eu só não sabia com relação ao quê. Ela estava acabada e a culpa toda era minha, se eu não tivesse insistido nessa coisa toda de amor entre irmãos o nosso relacionamento não estaria no pé que está, e talvez fosse melhor que não estivesse, seria melhor nós sermos apenas irmãos, mas obviamente agora não dava para voltar atrás, não dava para sermos apenas irmãos novamente, nós já havíamos aprofundado a nossa relação demais, e só tinha uma saída para tudo praticamente voltar a ser como era antes, uma dolorosa saída, mas que eu seria obrigado a tomar.
– Você não tem que se desculpar de nada meu bem, a culpa toda é minha. – eu disse com pesar, eu estava me sentindo o pior cara do mundo, e pela expressão que apareceu no rosto da minha Nessie, ela pareceu perceber o que eu estava sentindo.
– Hey Jake! A culpa não é sua, para com isso. – ela disse levantando o rosto e o deixando mais próximo do meu, quando os nossos lábios já estavam praticamente unidos ela disse:
– Me beija! – sem esperar por um segundo pedido, eu ataquei os seus lábios, mas não somente com desejo, e sim com devoção, com todo o amor que eu poderia dar a mulher que eu amava, a mulher que era mais do que uma irmã para mim, a mulher que significava a minha vida. Quando percebi, nós já estávamos deitados novamente sobre a cama, eu estava sobre ela intercalando beijos entre os seus lábios, queixo, pescoço, orelha e tudo mais que eu encontrava e era possível acariciar.
– Te amo Jake. – ela disse com os olhos fechados, apenas apreciando os meus toques.
– Eu sei neném. – eu disse enquanto tirava novamente a sua camiseta, quando ela ouviu a minha resposta ela abriu de súbito os olhos, como se o fato de eu não ter dito um “eu também” fosse extremamente estranho.
– Eu preciso de você meu Jake, preciso como eu nunca precisei antes. – ela sussurrou me olhando com uma devoção que fez eu me sentir culpado, eu não merecia aquele amor, eu não a merecia, ela era boa demais para mim. E ter que aceitar este fato me fazia ser o homem mais infeliz do mundo, mas eu aproveitaria essa noite, a nossa ultima noite.
Como ela estava sem sutiã meu acesso aos seus perfeitos seios foi rápido, eu os beijava com toda a devoção do mundo, a devoção de um culpado, a devoção de um obsessivo. Após acariciar os seus seios eu desci os meus beijos para a sua barriga, lá eu depositei beijos, mordidas e lambidas, quando eu estava descendo mais ainda ela tentou me puxar.
– Eu quero você dentro de mim agora Jake, não quero preliminares. – ele suplicou como se fosse uma condenada a morte.
– Calma neném. Vamos fazer tudo com calma, não precisamos de pressa, nós temos todo o tempo do mundo. – eu disse enquanto tirava carinhosamente a sua calça jeans, tirando logo em seguida com os dentes a sua calcinha minúscula, e a visão dela completamente nua me deixava louco, eu a queria cada dia mais, as vezes eu achava que poderia morrer de tesão.
– Tira a porra dessa camiseta. – ela disse tirando desajeitadamente a minha camiseta e me puxando para um beijo lascivo. Era notável a pressa e o desejo que foram impostos no beijo, eu estava tentando ser carinhoso e fazer as coisas com calma, mas com a Nessie apressada daquele jeito estava ficando difícil. Então eu fui descendo novamente os meus beijos, mas dessa vez com um único objetivo, chegar a sua intimidade que já devia estar molhada só para mim.
Quando eu cheguei lá eu constatei o obvio, ela estava realmente melada, e muito. Eu dei leves beijos nas suas coxas, deixando-a cada vez mais impaciente, após chupar a sua coxa eu resolvi parar de enrolar e ir direto ao ponto, que nesse exato momento era o seu clitóris, que estava me chamando como se estivesse em neon.
– AHHHHHH! – ela gritou quando eu mordi com vontade até demais aquele pequeno botãozinho que me levava a loucura, eu adorava apertá-lo e mordê-lo, e dava para perceber que a Nessie adora quando eu fazia essas coisas. Ela começou a rebolar sobre a minha boca enquanto eu chupava e lambia apenas o seu clitóris.
– Quer mais forte neném?? – eu perguntei a mordendo logo em seguida com muita força.
– AHHHHHHH!! Assim você vai acabar com o meu botãozinho Jake. – ela disse me encarando safadamente, quem a ouvisse falar até pensaria que ela não gosta.
– Até parece que eu seria louco de acabar com o meu bebezinho, né? – eu disse rindo e dando uma boa lambia sobre ele novamente, fazendo a se contorcer embaixo de mim.
– A sua língua é tão perfeita, eu nunca vou me cansar de sentir você me lambendo Jake. – ela disse olhando no fundo dos meus olhos, me encarando de uma maneira profunda, profunda até demais.
– Que nada, um dia você cansa, e vai procurar um melhor. – eu disse tentando fazer piada da situação, ela me elogiando e dizendo que me amava não iria ajudar a me deixar fazer o que eu tinha que fazer, dessa forma eu não teria coragem de deixá-la livre.
– Nunca!! Eu sempre serei sua, independente do que aconteça seu bobinho. – ela disse me puxando para ela. – Agora vem aqui que é a minha vez de lhe dar prazer.
– Sua vez nada, eu ainda não terminei aqui. Não sei se a mocinha não percebeu, mas você ainda não gozou neném. E eu só saio daqui depois de sentir o seu mel escorrer na minha boca. – eu disse antes de dar uma mordida na sua barriga e ir novamente a chupar de todas as maneiras possíveis. Quando eu comecei a penetrá-la com a minha língua eu senti o corpo dela tremer, e isso me fez intensificar mais as minhas estocadas a fazendo gozar logo em seguida.
– Esse orgasmo foi tão, tão... – ela parou de falar no meio da frase e ficou apenas me encarando.
– Tão? – eu a incentivei a continuar.
– Tão Jake. – ela disse simplesmente e continuou me encarando.
– Jake? – eu perguntei confuso.
– Jake é igual a perfeito, gostoso, incomparável e o melhor de todos. – ela disse sorrindo como uma criancinha boba, a minha criancinha.
– Então o Jake que você conhece é tudo isso???
– Tudo isso e mais um pouco, não há palavras para descrever o quão perfeito ele é. – ela disse me olhando e sorrindo, então eu percebi que uma lagrima solitária escorria sobre o seu rosto.
– Por que você está chorando meu amor? – eu perguntei preocupado.
– Porque às vezes eu sinto que isso não vai durar, que eu vou perder você de uma hora para outra, e eu não quero, eu preciso de você para sobreviver, como eu viveria sem a minha alma e sem o meu coração? – ela perguntou enquanto mais lágrimas silenciosas escorriam sobre o seu rosto.
– Não fala isso. – vê-la daquele jeito estava me matando. Quando eu ia puxá-la para mim ela me parou.
– Não Jake, só me ama. Por Favor, me ama!! – ela disse com tanto amor que eu não consegui negar, então eu terminei de tirar a minha roupa e deitei sobre ela, nunca cortando o nosso contato visual, e foi assim, a encarando que eu a penetrei lentamente, como se fosse a primeira vez, como se fosse a ultima, como se aquele momento entre nós fosse o único.
Enquanto eu a estocava com cada vez mais força, as lagrimas escorriam pelo rosto dela, ela me beijava desesperadamente, beijava minha boca, rosto, pescoço, queixo e tudo mais que era possível, ela parecia querer decorar cada parte do meu corpo. Quando eu atingi o orgasmo a única coisa que eu consegui dizer foi um “eu te amo”. E eu disse como se fosse o ultimo, pois provavelmente seria.
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