Loki and Jane, When I first saw you
34 Capítulo 33 Wonderful life
Notas iniciais
Alguns soldados vieram ajudar a jovem, que estava prestes a dar a luz. Sigyn foi conduzida até o antigo quarto do esposo. Dentro de instantes Frigga adentrou acompanhada por uma parteira.
—-Vai ficar tudo bem, vou ficar aqui com você querida. Disse a rainha de Asgard, segurando a mão da nora, tentando acalmá-la. O parto fora tranquilo, apesar das terríveis dores sentidas por Sigyn. Após muito esforço, pode se ouvir o choro do príncipe.
—-É um menino. Disse a parteira, entregando o pequenino nos braços de Sigyn.
O bebe chorava desesperadamente, mas se acalmou ao ser acomodado nos braços da mãe. Ainda que o filho de Loki estivesse com o rostinho um pouco inchado, a semelhança física com o pai era visível. Ao olhar no fundo das pequeninas orbes verdes do bebe, Sigyn percebeu que tudo valeu a pena. Faria tudo novamente, faria qualquer coisa para ter a recompensa de segurar o filho. Sigyn sorriu com os olhos marejados e depositou um beijo na testa do menino, que a olhava atentamente, parecendo saber que se tratava de sua mãe.
—-Já sabe como vai chamá-lo? Perguntou Frigga.
—-Ainda não. Sigyn respondeu, sem tirar os olhos do bebe.
—-Bem... eu queria que o pai dele se chamasse Narfi, mas Odin preferiu Loki.
—-Narfi... eu gosto, é um nome muito bonito. Nesse momento Odin entrou no quarto. O pai de todos se aproximou de Sigyn em silêncio, fez um gesto, pedindo para segurar o bebe. A princesa olhou para Frigga com receio, a sogra fez um sinal, incentivando que ela entregasse o filho ao deus.
—-Então este é Narfi, príncipe de Vanaheim. Odin disse, sorrindo. Sigyn aproveitou o bom humor do deus para fazer-lhe um apelo.
—-Majestade, eu... Posso levá-lo para conhecer o pai? Questionou a vanir. O ancião trazia uma expressão pensativa, olhou com ternura para o bebe, mas negou o pedido da nora.
—-Não. Odin foi taxativo, entregou o bebe para Frigga e se retirou do quarto.
—-Dê tempo ao tempo querida, tudo que Odin faz tem um propósito. Sigyn assentiu com a cabeça, estava exausta pelo parto, porém lutava contra o sono.
—-Quero segurá-lo. Disse Sigyn, estendendo os braços para a rainha de Asgard e bocejou em seguida.
—-Porque não aproveita que está deitada e descansa um pouco, eu cuido de Narfi.
Vendo que o filho ficaria em boas mãos e que o mesmo repousava como um anjo, Sigyn finalmente se rendeu ao sono. Quase uma hora depois Sigyn acordou com o choro do filho. Frigga o acomodou nos braços da nora, que o amamentou pela primeira vez. Sigyn sentia dores por todo o seu corpo, mas ainda assim não conseguia desfazer o enorme sorriso de seus lábios. Ouvindo um ruído vindo da porta, Sigyn desviou sua atenção. Esfregou os olhos piscou algumas vezes, não acreditou no que estava vendo. O deus entrou no quarto e se aproximou da esposa.
—-Bem, eu acho melhor deixá-los a sós. Frigga saiu do quarto, seu comentário foi totalmente ignorado pelos dois que estavam apenas se fitando. A primeira reação do deus foi beijar Sigyn da maneira mais intensa e demorada, saciando parcialmente seu desejo. O deus sentou-se ao lado da vanir e ela entregou o pequeno ao
esposo. De maneira estranha, o asgardiano pegou Narfi com tanta facilidade, parecendo um pai experiente.
Loki observava o menino atentamente, aquele pequeno ser tão frágil, indefeso e vulnerável que se contorcia em seus braços. O asgardiano se viu refletido naquelas pequeninas orbes verdes e sua vida ganhou um novo sentido, sua nova missão era amar e proteger aquele fruto do seu amor por Sigyn. A jovem abraçou o deus e depositou um beijo em seu rosto, apoiando sua face no ombro do asgardiano, para também admirar o filho. Nenhuma palavra precisou ser dita, pois poderia estragar a magia daquele momento. Algum tempo depois os olhinhos de Narfi pareciam pesar e o menino adormeceu, no colo do pai.
—-Pode colocá-lo no berço, acho que Narfi vai demorar a acordar. Loki depositou o filho gentilmente no bercinho e voltou para cama, com Sigyn. Beijaram-se intensamente mais uma vez, se afastando com muita dificuldade, apenas para retomar o fôlego.
—-Narfi, gosto do som. Príncipe Narfi. Disse Loki.
—-Como conseguiu vir?
—-Odin reconsiderou, mas disse que vai ficar de olho em mim. Loki sorriu maliciosamente.
O pai de todos havia repensado seu veredito, uma vez que o único crime do filho foi ter roubado as jóias e talvez ter manipulado algumas pessoas, usando o artefato. O desaparecimento de Njord fora explicado, pelo próprio Thor, que viu Verdandi na companhia de John e entendeu o que havia ocorrido. O pedido da vanir deixou Odin desarmado, não achou justo que Loki conhecesse seu primeiro herdeiro na prisão. Sigyn ficou tão aliviada, ao saber que a liberdade do deus era permanente. Uniu seus lábios aos do esposo, em um beijo sem pressa, mas intenso e ousado. As mãos curiosas do deus percorreram o corpo de Sigyn, apalpando suas coxas e seios, tornando as carícias mais acalouradas.
—-Ai! Sigyn gemeu, mas não era de prazer.
—-O que foi? Peguntou Loki, preocupado.
—-Devagar meu amor, eu acabei de dar a luz. Levará umas duas semanas para que eu esteja totalmente recuperada.
—-Quer dizer que não podemos...? Loki trazia uma expressão de decepção em seu rosto, havia imaginado tantas coisas para aquela noite. Sigyn sacudiu a cabeça em sinal de negação.
—-Pode acreditar meu amor, sinto tanto quanto você. A jovem encostou seu rosto no rosto do esposo e fechou os olhos, inalando o perfume do deus.
Loki deitou ao lado de Sigyn e a puxou para junto de si. O jotun ficou acariciando os cabelos da vanir, até que ela adormecesse. Duas semanas completas se passaram e finalmente Loki e sua família voltariam para Vanaheim. O deus não pertencia mais a Asgard, Loki sentia que Vanaheim agora era sua morada, o lugar perfeito para viver tranquilo com a esposa e criar o filho. Longe dos falatórios e olhares acusadores dos asgardianos.
—-Não entendo por que querem ir embora. Parece que só estão tentando afastar meu neto de mim. Loki sorriu, achando graça da tentativa de chantagem da mãe.
—-Não é nada disso, pode nos visitar quando quiser. Mas eu não pertenço mais a esse lugar. O asgardiano olhou para o palácio com pesar. Nesse momento Thor se aproximou, acompanhado por Lady Sif.
—-Espero que não haja nenhum ressentimento irmão. Thor estendeu sua mão para selar a paz com Loki.
—-Sem ressentimentos. Respondeu o moreno, mas em pensamento amaldiçoava Thor por te-lo feito perder preciosos momentos ao lado de sua família. O loiro ficou observando Narfi, que estava no colo de Sigyn e se voltou para Sif.
—-Quando teremos um filho? O loiro perguntou, depositando um beijo no rosto de Sif, que se esquivou.
—-Está me cobrando? Não vai conseguir me transformar em uma esposa submissa. Eu sou uma guerreira e sabe muito bem disso. Sif saiu irada, a passos largos. Thor balançou a cabeça e a seguiu. Loki sorriu, pois talvez Thor já estivesse pagando caro até demais por ter lhe entregado a Odin. O pai de todos veio despedir-se do filho.
—-Espero que a chegada desse menino lhe dê um pouco de juízo. Se pronunciou Odin, dando um abraço em Loki, que se limitou a retribuir e sorriu, quando se lembrou do quanto o pai de todos fora inocente, mas Odin iria demorar a descobrir a última trapaça feita pelo filho.
—-Obrigada por tudo. Sigyn agradeceu e abraçou a sogra. Despediram-se e algum tempo depois chegaram em Vanaheim.
Horas depois Sigyn deixou Narfi dormindo no berço e foi tomar banho. Quando terminou, a vanir saiu secando os cabelos ainda úmidos com a toalha, vestia uma camisola preta, com detalhes em renda no busto. A rainha borrifou uma colônia em seu pescoço, realçando seu perfume natural, penteou os cabelos e saiu do banheiro. Andou direto até o berço e para a sua surpresa, Narfi não estava lá. Quando se dirigiu a porta para procurar o filho, se chocou com o esposo.
—-Está procurando alguém? Perguntou o deus, esboçando seu sorriso malicioso, de quem sabe a resposta.
—-Você tirou Narfi do berço?
—-Eu o levei até a ama, vai passar a noite lá. Respondeu o deus, enquanto servia dois cálices de hidromel.
—-Fico preocupada, Narfi pode sentir minha falta.
—-Nosso filho vai ficar bem, é só uma noite. E hoje é um dia muito especial, ou será que você esqueceu? Perguntou Loki alcançando o cálice para Sigyn. A vanir sorriu ao lembrar que seu período de resguardo havia acabado.
—-Como poderia esquecer. E pelo que vejo vossa majestade tem muitos planos para hoje. Trouxe até uma garrafa de hidromel, sabe muito bem como eu fico quando bebo. Está querendo me ver embriagada? Sigyn perguntou, com um sorriso sedutor se formando em seus lábios.
—-Essa é a intenção. Loki sorriu, enquanto Sigyn bebeu tudo de uma vez só.
O deus tirou o copo da mão dela e a puxou pela cintura, colando seus corpos. Estavam frente a frente, sentindo a respiração quente e irregular um do outro. Os olhos verdes do deus faiscavam de desejo. Sigyn afastou uma mecha de cabelo da face do esposo, para contemplar melhor aquele belo rosto, de pele branca como o mármore, olhos verdes como duas esmeraldas e os lábios finos e sedentos. O deus pegou a esposa no colo, Sigyn entrelaçou suas pernas nas costas do amado. A jovem acariciou os cabelos do deus, repousando suas mãos na nuca dele, roçou seus lábios nos lábios do esposo, afastando o rosto quando Loki foi beijá-la e sorriu.
Loki sugou seu pescoço em resposta, deixando uma marca avermelhada. O deus voltou a tentar beijar Sigyn, que dessa vez não desviou o rosto, permitiu que o deus tomasse seus lábios de maneira ávida e desesperada. Loki deitou-se na cama, ainda com a esposa, em seu colo. Ficaram beijando-se e trocando carícias por longos minutos. A rainha deu uma mordiscada no lábio inferior do esposo, o rei percebeu que Sigyn já estava mais desinibida, com os efeitos do hidromel. A vanir despiu o esposo, lentamente, passando suas delicadas mãos pelo peitoral desnudo do rei e desceu até as calças do asgardiano, abrindo botão por botão.
Loki afastou as alças da camisola de Sigyn, deixando uma trilha de beijos que ia dos ombros da rainha, até o pescoço. O deus tirou o sutiã de Sigyn, com muita habilidade deixando os seios da deusa a mostra, iluminados pela fraca luz do quarto.
Sigyn havia ficado tanto tempo sem sentir as mãos ousadas do esposo, deslizando gentilmente por seu corpo, arfava cada vez que o deus a tocava. Loki a puxou para seu colo mais uma vez, de modo que suas intimidades entrassem em contato. O membro do rei pulsava violentamente, enquanto beijavam-se desesperadamente. Não aguentando mais de tanta excitação o rei finalmente penetrou sua esposa, sentindo que a intimidade da vanir continuava tão apertada quando antes. O membro viril de Loki foi acolhido pela intimidade quente e úmida de Sigyn.
Seus movimentos eram intensos, como sempre, Loki começava lentamente e pouco a pouco aumentava a velocidade e força das estocadas. Após um bom tempo, ambos chegaram ao ápice. A vanir descansou sua cabeça no ombro do deus, extasiada com aquele ato. O deus ergueu seu corpo, ficando sentado na cama. A rainha sentou entre as pernas do asgardiano, que pegou mais um cálice de hidromel. Deu um gole e passou seu braços ao redor do corpo dela, Sigyn se aconchegou nos braços do deus. O rei depositou um beijo no pescoço de Sigyn e inspirou profundamente, sentindo o perfume dela.
—-Você conseguiu me deixar completamente sem sono, estou muito agitada para dormir. Disse Sigyn, antes de dar um selinho no esposo.
—-Que tal darmos um passeio? Perguntou Loki, levantando-se da cama. Era uma noite muito quente, perfeita para cavalgar sob a luz do luar.
—-Ótima idéia, fico pronta em um minuto. Algum tempo depois os dois estavam galopando pela noite escura de Vanaheim.
Chegaram até a beira do lago, que estava iluminado pela lua cheia, refletida naquelas águas calmas. Loki estendeu sua capa no chão, Sigyn sentou-se e o deus descansou sua cabeça no colo da
jovem. O trapaceiro apenas contemplava o céu estrelado, enquando a rainha se ocupava com a garrafa de hidromel, trazida pelo esposo. A vanir teve um ataque de risos aparentemente sem motivo algum.
—-Acho que já chega, bebeu o suficiente. Loki tirou a garrafa da mão de Sigyn e arremessou a uma certa distância.
—-Eu não estou bebada e vou provar. Sigyn falava enrolando a língua, visivelmente alterada. A vanir levantou-se e andou até a beirada do lago. Caminhou ao redor da lagoa. Loki levou uma das mãos ao rosto e sacudiu a cabeça em desaprovação, prevendo o que iria acontecer.
—-Viu como eu não estou be... Antes de terminar a frase Sigyn caiu no lago. Loki não conseguiu conter os risos, deu boas gargalhadas antes de ajudar a esposa. O deus estendeu sua mão para ajudar Sigyn a sair.
—-Não, não, isso não Sigyn. Não estou brincando. Respondeu Loki com um riso nervoso. O rei fora puxado por ela e acabou caindo também. Quando o deus iria protestar, a jovem o beijou e começou a despi-lo. Fizeram amor dentro da água, tendo apenas a lua como testemunha daquele ato.
Na manhã seguinte, Sigyn acordou em seu quarto, nos braços do deus, estava com uma tremenda dor de cabeça. A jovem não fazia a menor idéia de como fora parar lá. Olhou para o esposo, que estava estirado na cama, roncando baixinho. Sigyn ajeitou o travesseiro do deus e cobriu uma parte do corpo dele, que estava exposta. Apesar da enxaqueca, Sigyn lembrou de alguns flashs da noite anterior, cobriu o rosto de tanta vergonha. Tomou um longo banho e foi até o quarto da ama, ver o filho. Narfi já estava acordado, deitado do berço com as pequeninas mãos na boca.
—-Ele chorou muito? Sigyn perguntou a serva.
—-Ele só chora quando está com fome, é um menino muito bonzinho.
Loki entrou no quarto e fez um gesto para que a criada se retirasse. Loki abraçou Sigyn por trás e depositou um beijo no pescoço dela.
—-Bom dia. Disse Sigyn com um sorriso imenso, que não conseguia conter.
—-Bom dia. Me lembre de acabar com todas as garrafas de hidromel do reino. Pois quando você bebe o resultado é desastroso. Loki deu uma gargalhada estrondosa.
—-Há, há! Muito engraçado. Respondeu Sigyn, fazendo uma careta e mudou de assunnto em seguida.
—-Olha, acho que alguns fios de cabelo negro estão começando a nascer.
—-Tem razão. Disse Loki pegando o pequeno dos braços da mãe.
—-Pai, pai, pai, pai. Disse Loki fazendo algumas caretas engraçadas para o pequeno, que sorriu.
—-Por que está repetindo isso?
—-Porque eu quero que essa seja a primeira palavra dele. Vai ouvir tanto que cedo ou tarde acabará repetindo. A ama voltou ao quarto.
—-Está na hora de amamentá-lo. Disse a serva.
—-Obrigada, pode deixar que eu cuido disso. Respondeu Sigyn.
—-Não, fique aqui com ele então. Loki se dirigiu a serva.
—-Preciso ter uma conversa séria com você Sigyn.
—-Me acompanhe. O deus a puxou pela mão, levando-a até os aposentos reais. O asgardiano sentou-se na cama e pegou as mãos da esposa.
—-Acho que chegou a hora de ser totalmente sincero com você. Merece saber toda a verdade. Loki estava sério e parecia nervoso.
Sigyn demonstrava confusão, não fazia a menor idéia do que o deus estava falando. Com o uso de magia, a pedra da mente se materializou nas mãos de Loki. O deus havia entregue pedras falsas
a Odin.
—-Oh não Loki, não. O que está fazendo com isso? Deve devolvê-la, não quero que seja preso novamente. Sigyn entrou em pânico ao rever aqueles artefatos amaldiçoados que só trouxeram desgraças a sua vida.
—-Não vou devolvê-las a Odin, ele não merece possuí-las. Mas prometo que essa será a última vez que utilizo essa pedra.
Sigyn temia que Loki estragasse tudo, logo agora que sua vida estava tão feliz e tranquila, não queria viver aquele pesadelo novamente. Loki pegou a mão de Sigyn e depositou a pedra da mente, pressionando sua mão contra a dela, para que a pedra ficasse entre ambas. Uma imensa luz azul emergiu da jóia. A vanir viu inúmeros flashs passando por sua mente, lembranças do deus. Seu suicídio, o velório, Verdandi e John, sua vida em Midgard, seu breve romance com Thor, a maneira estranha como reencontrou Loki, os sonhos, o anel de esmeraldas, seu diário, sua gravidez, a suposta morte do deus, seu retorno... enfim, tudo. Sigyn não só teve acesso a essas imagens, como também pode sentir os medos, o desespero, a alegria e os demais sentimentos que o deus teve em cada uma das situações que lhe foram mostradas.
Quando terminou de mostrar aquelas passagens da vida da vanir, o deus explicou calmamente o que acontecera, contou sobre sua viagem ao passado e como conseguiu chegar a tempo de salvá-la. Sigyn estava estática, olhando para um canto qualquer do quarto, processando tudo o que tinha acabado de vivenciar. A jovem percebeu que o que unia ela e Loki era muito mais forte e poderoso do que ela jamais poderia imaginar. Um amor que ultrapassou tantas barreiras, capaz de vencer a morte, o tempo, a distância e qualquer outro obstáculo que viesse a enfrentar. Sigyn abraçou o deus e permitiu que as lagrimas caíssem, enquando o asgardiano afagava seus cabelos, retribuindo o abraço. Passado algum tempo, Sigyn questionou o deus.
—-Obrigada por me revelar a verdade. Agora eu o entendo. Sigyn abraçou o esposo. O deus queria proteger Sigyn da verdade, mas se deu conta que saber o que realmente aconteceu era um direito dela.
—-Por favor Loki, devolva as pedras verdadeiras a Odin. Antes que ele descubra que você o enganou. A vanir estava aflita.
—-"SE" ele descobrir, serei obrigado a usar a pedra do tempo novamente. Mas até lá, não se preocupe com isso. Loki tomou os lábios de Sigyn novamente, por ora queria apenas desfrutar os bons momentos com sua família e aproveitar a tranquilidade que até o momento reinava em Vanaheim.
FIM
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