Loki and Jane, When I first saw you

27 Capitulo 26 You will be safe in my arms


Notas iniciais
Hello garotas. Em primeiro lugar, gostaria de agradecer os comentários que tenho recebido, não me canso de dizer que vocês movem a fic. Adorei escrever este capítulo e ele é puro amor, do começo ao fim. Nem tanto... Para seguir a regra, no final sempre tem algo que quebra um pouco o clima. kkk Troquei a capa da fic, se alguém quiser dar uma conferida, eu continuo sem conseguir inserir imagens no capítulo. kkk Achei um video "Lokane", a musica é meio estranha, mas a montagem ficou boa. https://www.youtube.com/watch?v=fvh8nFknmts&list=LLvk4DBYtJCnWZZ9vfFiWoGQ&feature=mh_lolz Bem, é isso girls. Boa leitura e espero que gostem. Abraços!!!

—-Tem certeza que é aqui? Indagou Darcy.

—-Tenho sim, quinta avenida, número 765. Respondeu Jane, as duas desceram do carro e entraram no prédio gigantesco, onde era as instalações da clínica Saint Mary. Seguiram por um longo corredor que deu acesso a sala do doutor Smith.

—-Como vai Jane? Perguntou o obstetra.

—-Bem obrigada. Essa é minha amiga Darcy. O pai do bebe não pode vir, porque...

—-Ele está morto. Respondeu Darcy, interrompendo Jane.

—-Entendo, meu pesames. Jane lançou um olhar irado para Darcy. Vista isso. Disse o médico grisalho, que tinha olhos azuis bondosos. Jane foi para trás do biombo e colocou uma espécie de avental azul. O médico deixou a barriga da jovem a mostra e despejou um líquido no ventre dela, para visualizar o bebe, através do aparelho de ultrassom.

—-Como pode ver, o menino cresce forte e saudável.

—-É um menino! Nossa que legal! Quando sairmos daqui vamos comprar uma camisetinha dos Yankees. Exclamou Darcy que parecia muito contente com a notícia. Jane tinha os olhos marejados e os lábios trêmulos.

—-O que foi? Não, não vai chorar outra vez. Protestou Darcy.

—-Eu comprei um armário cheio de roupinhas brancas, porque eu não queria saber o sexo do bebe. Mas o senhor estragou tudo, acabou com a surpresa. Jane gritava, entre soluços.

—-Desculpa doutor, é uma fase difícil. O senhor entende, não é? Vamos embora Jane.

—-Eu entendo e sinto muito por ter estragado a surpresa.

—-Você está fazendo um drama Jane, o bebe está saudável e forte. O que mais você quer? Perguntou Darcy, irritada.

—-Eu só queria saber o sexo quando o segurasse pela primeira vez em meus braços. Você não entende. Jane continuava chorando. Darcy abraçou a amiga. Na verdade o problema não era saber o sexo do bebe com antecedência, Jane estava chorando porque o pai da criança não estava presente, aquilo fora apenas uma desculpa para finalmente desabafar. Jane tentava se manter firme e estável, emoções fortes poderiam lhe fazer mal, mas a ausência do deus já havia se tornado insuportável. As horas pareciam dias, os dias pareciam meses e os meses eram anos.

—-Você está precisando comer alguma coisa, isso só pode ser fome. Jane deu um sorriso desanimado. Minutos depois as duas estavam em um bar.

—-Darcy, não olhe agora. Você conhece o loiro que está sentado no balcão, ao lado da morena de vestido vermelho? Perguntou Jane, que estava pálida, suas mãos estavam tremendo. Darcy olhou na direção indicada pela amiga.

—-Que loiro? Jane olhou para o balcão e o homem não estava mais lá. Nesse momento o garçom as interrompeu.

—-É para a senhora, com os cumprimentos do senhor Foster. Disse o garçom, entregando uma taça com um líquido verde. Darcy praticamente arrancou o drink da mão do garçom e experimentou a bebida.

—-É suco de abacaxi com hortelã, o seu preferido. Senhor Foster... O seu pai está aqui? Perguntou a morena, olhando ao redor.

—-Eu preciso ir Darcy. Te ligo depois. Jane saiu correndo do local, a morena ficou sem entender absolutamente nada. A vanir saiu pela porta dos fundos do lugar. Ficou parada no meio da rua, olhando de um lado para o outro. Era tudo escuro e silencioso, a noite estava atipicamente fria para aquela época do ano.

—-Me perdoe pela demora. Loki abraçou Jane por trás e sussurrou no ouvido dela com sua voz grave, mas ao mesmo tempo melodiosa.

—-Ainda que se passassem mil anos, eu estaria esperando. Jane fechou os olhos e um sorriso brotou em seus lábios, fazendo com que uma lágrima rolasse por seu rosto em seguida.

—-Não houve um só instante em que eu não pensasse em você. Disse o deus, segurando a mão de Jane com força, como se jamais fosse soltá-la.

O asgardiano se ajoelhou diante de Jane, ficou observando o ventre da midgardiana. Ela pegou a mão do deus e conduziu até sua barriga. Loki deu um sorriso divertido, o deus depositou um beijo no ventre de Jane. Loki lenvantou e se abraçaram demoradamente. Jane inspirou fundo, sentindo aquele aroma tão conhecido. O asgardiano aproximou seu rosto do rosto da humana, roçando seus lábios nos dela. Jane segurou o rosto dele em suas mãos e o beijou, da maneira mais intensa e apaixonada, parecia que jamais iriam se separar. O deus se entregou aquele beijo que há muito vinha esperando. Quando finalmente se afastaram, Jane ficou admirando o deus. Os cabelos negros como a noite, caiam ondulados pelo seu rosto pálido como o mármore, tinha um pequeno corte no nariz e aparentava estar ainda mais magro.

—-O que fizeram com você? Perguntou Jane, acariciando a face do asgardiano.

—-Isso não foi nada. Respondeu Loki, que segurou a mão de Jane que acariciava seu rosto e depositou um beijo.

—-Não sabe como senti sua falta. Disse o asgardiano, a abraçando mais uma vez. O deus aproximou seu rosto lentamente do rosto da midgardiana, que parecia estar em transe, ela sequer se moveu, apenas fechou os olhos e beijaram-se novamente. Os lábios de ambos pareciam magneticamente atraídos, não conseguiam se separar. Seguiram de mãos dadas até o carro. Jane dirigiu o mais rápido que pôde, ansiava por estar a sós com o deus. Minutos depois chegaram na casa da jovem.

—-Você parece cansado.

—-Eu só preciso de um banho.

—-Vem comigo. Respondeu a midgardiana. Os dois subiram as escadas abraçados.

—-Deixei uma toalha e uma peça de roupa do lado da banheira. Disse Jane, dando as costas ao deus.

—-Onde pensa que vai? Perguntou Loki, segurando-a pelo braço.

—-Eu... Antes que Jane terminasse a frase, Loki a abraçou por trás, desferindo beijos no pescoço da jovem.

—-Eu esperei tanto por isso. O asgardiano começou a desabotoar o vestido de Jane, mas desistiu no meio do caminho e rasgou a peça, a cada toque ela estremecia. Quando Jane estava apenas usando uma bela lingerie branca, Loki parou diante dela, ficou alguns segundos contemplando as novas curvas do corpo da midgardiana. Jane estava insegura em relação a sua aparência, ela não havia engordado muito, apenas sua barriga era saliente. Mas ao ver a expressão indecifrável no rosto do deus, ela ficou constrangida.

—-Você está tão linda. Disse o deus, sem nenhum sarcasmo ou irônia, estava sendo realmente sincero.

A gestação havia dado um ar radiante ao rosto de Jane, ela estava resplandescente, iluminada. O brilho dos olhos dela estava ainda mais intenso, constrastando com sua face ruborizada pela timidez. O deus a pegou no colo e entrou com ela na banheira, a água estava em uma temperatura perfeita. Loki estava sentado atrás de Jane, que estava entre as pernas do deus, descansando sua cabeça no ombro esquerdo do asgardiano. O deus umideceu a esponja e ficou passando pelo corpo da midgardiana, despreocupadamente. Ao ter Jane novamente em seus braços, Loki teve apenas uma certeza: faria qualquer coisa para mantê-la segura e protegida. Tudo havia mudado, durante o ataque a Nova Iorque Loki não tinha nada a perder, dessa vez muitas coisas estavam em jogo.

—-Onde você esteve? Perguntou Jane, tirando o deus de seus devaneios. Loki sacudiu a cabeça em sinal de negação.

—-Não quero falar sobre isso. Com você eu só quero falar de coisas boas.

O deus queria manter Jane fora de seu assunto com Thanos, faria o que estivesse ao seu alcance para que ela não fosse atingida. O deus levantou e ofereceu sua mão para Jane, que também ficou de pé. Ela pegou o roupão e colocou sobre os ombros do deus.

—-Pode ir pra cama, eu vou em seguida. A midgardiana deu um selinho no asgardiano.

—-Não demore. Respondeu o deus. Minutos depois Loki estava deitado na cama, esperando a midgardiana, já estava impaciente. O deus entrou no banheiro e viu que Jane estava passando um óleo por seu corpo. A jovem levou um susto ao ver o deus parado na porta. Ver Jane massageando o próprio corpo fez com que a mente maliciosa do asgardiano tivesse uma série de pensamentos impróprios.

—-Deixe-me ajudá-la com isso. Falou Loki, lançando um sorriso travesso para Jane. O asgardiano pegou o frasco da mão dela e despejou quase que completamente sobre o corpo da jovem, ficou observando o líquido contornar o corpo da midgardiana. Quando Jane abriu a boca para protestar, o deus colocou seu dedo indicador sobre os lábios dela.

—-Sh. O deus se posicionou diante de Jane, desferiu alguns beijos no pescoço da midgardiana, que não tinha mais como oferecer qualquer resistência.

Loki acariciou os seios da jovem, que estavam mais fartos, devido a gestação. Loki deslizava suas mãos pelo corpo de Jane, que estava escorregadio com o óleo. Enquanto acariciava as mamas de Jane, o deus a beijou lenta e apaixonadamente, dando uma leve mordiscada no lábio inferior da midgardiana. Com facilidade a mão do deus chegou até a intimidade da jovem, ele fazia alguns movimentos circulares, estimulando a região íntima de Jane. Loki a prenssou contra a parece, erguendo uma das pernas dela, de modo que ficasse na altura da sua cintura.

A medida que o rítmo dos movimentos do dedo indicador do deus se intensificava, Jane não pode conter os gemidos. A jovem jogou sua cabeça para trás e fechou os olhos, desfrutando da onda de prazer incomparável que tomou conta do seu corpo. Quando a jovem atingiu o ápice, arranhou as costas do deus. O asgardiano pegou Jane no colo, depositou a jovem cuidadosamente na cama, fazendo com que Jane ficasse de lado. O deus deitou-se atrás dela, Loki ergueu a perna esquerda da midgardiana, acariciava a parte interna das coxa da jovem. Jane tremia involuntariamente, ainda devido aos espasmos do climax que acabara de atingir.

O deus a penetrou por trás, pois aquela posição era mais confortável para ela. O membro do deus nunca estivera tão rijo, fruto dos meses em que passou sem possuir Jane, ansiou por aquele momento durante todos os dias em que esteve afastado. Loki mantinha um ritmo desacelerado, por mais afoito que estivesse, faria tudo com calma, temendo machucar a jovem. As estocadas eram lentas, porém profundas, não demorou muito para que Jane atingisse o ápice mais uma vez. Loki só chegou ao climax algum tempo depois, gemendo baixinho no ouvido de Jane.

O deus continuou na mesma posição que estava, abraçando Jane por trás. Aquele ato fora tão intenso que ambos levaram alguns minutos para se recuperar de toda a adrenalina gerada por aquele momento. Algum tempo depois Loki quebrou o silêncio.

—-Teve alguma notícia de Asgard. Aquela pergunta surpreendeu Jane, ela não queria dizer a verdade, mas Loki sempre percebia quando ela estava mentindo.

—-Sim. A jovem respondeu monossilabicamente, tentando encerrar a conversa, porém Loki percebeu a itenção da midgardiana.

—-Como? Loki já imaginava que o irmão estivesse visitando Jane, mas queria ouvir dos lábios dela.

—-Thor esteve aqui. Jane disse em uma voz tão baixa que mais parecia um sussurro, estava olhando para um ponto fixo, evitando o contato visual com o deus. Loki rolou o corpo de Jane na cama, virando-a de frente para ele, de modo que pudesse analisar a expressão dela.

—-O que ele queria? Perguntou o deus, olhando nos olhos da vanir

—-Só queria saber como eu e o bebe estavamos. A midgardiana gaguejou um pouco ao dizer aquelas palavras.

—-Mentira! Gritou o asgardiano. Jane levou um susto com a reação descontrolada do deus.

—-Não minta pra mim. Loki disse calma e gelidamente, o que deixou Jane ainda mais assustada.

—-Ele queria que eu fosse para Asgard.

—-E o que mais? Jane percebeu a raiva transparente na voz do deus.

—-Disse que a proposta de casamento ainda está de pé. Finalmente Jane disse, era inútil tentar esconder qualquer coisa dele.

—-Maldito! Gritou o deus, Loki se levantou e começou a andar pelo quarto. O asgardiano desferiu um soco contra a parede, formando uma rachadura no concreto. Jane encarava o deus com uma expressão aterrorizada, aquele não era o Loki doce e gentil de minutos atrás. Percebendo a expressão assustada de Jane, Loki respirou fundo, tentando espantar sua raiva e assumindo uma expressão branda. Loki estava sentado em uma poltrona, que ficava perto da janela do quarto, por onde a luz do luar iluminava o cômodo. Jane andou vagarosamente até o deus, colocou suas mãos sobre os ombros de Loki, massageando o local com suas mãos pequenas e delicadas. O asgardiano fechou os olhos, desfrutando da sensação de ter Jane o tocando.

—-Você está muito tenso, precisa relaxar. Pouco a pouco Jane aprendia a lidar com o temperamento imprevisível do deus, ela sabia que possuía um certo poder sobre ele, era capaz de levá-o do inferno ao céu em segundos.

—-Por que não volta para cama? Hum? Perguntou Jane, sussurrando no ouvido do deus. Loki se deu conta de que estava sendo manipulado, mas Jane fazia aquilo com tanta sutileza, de modo que ele nem se importava. Loki puxou Jane para o seu colo.

—-Me prometa que não vai mais se aproximar dele. Aquilo não era um pedido, mas uma ordem. Jane considerou aquele ato infantil, mas não iria discutir com Loki, não agora.

—-Prometo. Agora volta para cama comigo. Jane baixou levemente a cabeça e ergueu apenas os olhos para encarar o deus, lançando um olhar suplicante, esboçando um sorriso tímido. Loki nada respondeu, apenas conduziu Jane mais uma vez até a cama, amaram-se novamente.

Pela manhã Jane acordou e o deus já estava desperto. O asgardiano estava tocando a barriga de Jane com o dedo indicador, no local onde Loki encostou se formou uma pequena ondulação. A jovem piscou algumas vezes ainda sonolenta.

—-Você viu isso? Perguntou o deus.

—-Vi sim. Acho que os dois amores da minha vida resolveram não me deixar dormir. Jane sorriu. Loki beijou-a nos lábios e também sorriu.

—-Ele sempre faz isso? Ouviram batidas na porta. Jane tentou levantar-se para ver quem era, mas Loki a puxou para junto de si e ergueu a coberta cobrindo suas cabeças.

—-Sh, finja que não está em casa. Deve ser a inconveniente da Darcy.

—-Eu duvido muito que seja ela a essa hora da manhã. Jane esboçou um largo sorriso que em seguida se desfez, só uma pessoa podia estar procurando-a, naquele horário impróprio. O tempo em Asgard e Midgard era diferente, as vezes Thor chegava de madrugada, outras vezes pela manhã. O divertimento de Loki desapareceu, o deus crispou os lábios e levantou-se o mais depressa que pode.

—-Onde vai? Por favor Loki não!

—-Não se preocupe. Esse é um problema que eu devo resolver. Já está na hora do meu irmãozinho saber da novidade. Ele vai ficar muito feliz ao ver que eu estou vivo. Loki respondeu sarcasticamente, já não era mais interessante para seus planos, esconder a verdade do irmão. O deus desceu as escadas correndo e abriu a porta.

—-Loki?! Exclamou Thor.

Notas finais
Ai que treta! E agora, qual vai ser a reação do Thor? Mudando de assunto, é um menino. Como eu digo, vocês mandam, venceram pela maioria dos votos. Gostaria de sugestões para o nome, se alguém tiver alguma idéia, deixe seu comentário. Espero que tenham gostado. Comentários, please e aquele abraço.