Lja: Nova Geração - A princesa de Gothan
1 Capítulo 1- Piloto
Notas iniciais
Era tarde da noite na mansão Wayne, e ainda podia-se escutar o som de música alta vindo de um dos cômodos. Apesar de ser uma casa isolada e grande, haviam incomodados com a situação.
Alfred resolveu tomar providências quanto ao barulho e bate na porta de um dos quartos, obtendo a permissão de entrar.
Alfred:– Senhorita Wayne, seu pai está pedindo para a senhorita fazer o favor de abaixar o som.
Alex:– Ai Alfred, você meu pai são muito chatos...
Alfred:– Mas amanhã a senhorita tem um compromisso com seu pai.
Alex:– Caramba tinha me esquecido, mas eu nem sei qual é o compromisso, mas... – Alex desligou o som, olhou pra Alfred e se despediu. Após Alfred se retirar ela trocou sua roupa por uma camisola, deitou em sua cama e dormiu.
Há algumas semanas ela estava tendo sonhos estranhos, onde ela não entendia nada, mas neste dia o sonho passou de certas imagens para lembranças que nunca imaginara ter. Ela estava vendo um bebê e de repente ele estava sendo segurada nos braços de uma mulher, quando apareceu um clarão e a mulher começou a chorar muito, olhando e suplicando alguma coisa para o céu. Algum momento depois, a mulher o olha e diz algumas palavras, por alguns segundos ela pôde ver o belo rosto choroso da mulher. E então o despertador toca.
Alex levantou de sua cama, foi ao seu banheiro, lavou o rosto, escovou os dentes e continuou pensando nessa mulher e querendo saber o que esse sonho dizia. Mas ao chegar no seu closet para se trocar, ela olhou no espelho e viu sua semelhança com a bela mulher. As duas possuíam os mesmos negros e longos cabelos, belos olhos extremamente azuis e uma bela expressão facial. Alex era uma menina de extrema beleza, no auge de seus 16 anos ela possuía um corpo escultural e um rosto encantador, que chamava a atenção de qualquer um pela sua excetricidade.
Pensando nisso ela passou o olho em seu relógio e percebeu que estava atrasada para seu compromisso. Ela escolheu um vestido verde e colocou seus belos sapatos Loubotin, pegou sua bolsa, passou um batom e desceu as escadas correndo onde deu de cara com sei pai a esperando. Seu pai o bilionário Bruce Wayne estava elegante como sempre, ele era um homem alto, forte, e sempre com uma expressão séria e um olhar frio e essas características faziam dele um lindo homem, que onde passava deixava mulheres suspirando pela sua beleza e charme.
Bruce:– Alexandra o que eu disse ontem quanto ao horário?- ele olhou sério para ela.
Alex:– Me desculpe pai, eu tinha me esquecido, se não fosse o Alfred...
Alex piscou para Alfred, que devolveu o aceno com um sorriso.
Bruce:– Então vamos, não podemos mais nos atrasar. – Bruce pegou sua carteira, a chave do carro e saiu pela porta principal da casa onde Alex foi o seguindo.
Quando saíram da mansão o carro de Bruce estava a espera dos dois. Alex sentou no banco do carona do reluzente Ashton Martin de seu pai, colocou o cinto e eles foram ao compromisso.
Alex de repente começa a sentir leves pontadas em sua cabeça que começam a se tornar uma dor . Mas Bruce olha para o lado e percebe que algo a está incomodando.
Bruce:– Alex, que cara é essa? – Ele a olha com olhar de preocupação.
Alex:– Ah pai, não é nada, é apenas uma dor de cabeça.
Bruce:– é por isso que eu estou te levando a Dra. Leslie.
Alex:– Pai, eu já disse que não é nada, não precisava...
Bruce:– Apenas uma dor de cabeça? Você percebeu que está tendo dores de cabeça quase todos os dias?
Alex:– Ah, mas isso é só porque esses dias eu não estou me alimentando direito, você vai ver.
Bruce se calou e os dois fizeram o resto percurso até a clínica da Dra. Leslie em silêncio. Cinco minutos depois eles chegaram onde saíram do carro e foram direto para o elevador. Ao entrarem no consultório deparou com a Doutora à espera de ambos.
Bruce:– Leslie como vai? – ele olhou com um belo sorriso para a doutora que já era uma idosa, mas de sua extrema confiança.
Leslie:– Tudo bem Bruce e você? – ela cedeu sua mão para que ele pudesse cumprimentá-la.- Alex a cada dia que passa você consegue ficar mas linda.
Alex corou e deu um sorrisinho de agradecimento.
Leslie: – Então, Alex está pronta para fazer o exame? Enquanto isso, seu pai vai me falando o que você está sentindo, ok?
Alex:– Ok.
Alex foi levada pelos assistentes da doutora e foi posta em uma cama onde a puseram vários eletrodos para fazer o tal exame. Ela não entendia o porquê de tantas coisas, era apenas uma dor de cabeça e nada mais. Mas ela conhecia seu pai e sabia que para ele tudo deveria ser ao extremo. De repente alguns médicos começaram a fazer perguntas estranhas e ridículas sobre o cotidiano e matéria de escola, as perguntas eram tão fáceis que ela nem hesitava em responder.
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Enquanto isso na sala da Dra. Leslie...
Leslie:– Bruce eu quero que você me fale o que de diferente ocorreu a ela durante esses anos? – Leslie abriu sua gaveta pegando seu Ipad para fazer suas anotações e obter informações sobre o exame.
Bruce:– Eu sinceramente não notei muitas diferenças, você disse que os poderes poderiam ser hereditários, mas até agora ela não teve nenhuma alteração que a aproximasse geneticamente da mãe...
Leslie riu e o interompeu.
Leslie:– A não ser fisicamente. Ela tem a mesma beleza exótica dela.
Bruce fechou a cara e ficou olhando para o lado pensando, até que ele resolveu se virar com o olhar triste e concordar com ela.
Bruce:–Realmente — respondeu trêmulo.
Ao perceber seu constrangimento, Leslie resolveu retomar ao assunto principal.
Leslie:– Ela ainda não teve nenhuma hora que tivesse uma força fora do comum ou um pouco alterada para uma menina de sua idade?
Bruce:– Bom, até agora nem eu e nem o Alfred percebemos?
Leslie:– mas em algum momento onde ela não estivesse em casa, sei lá, na escola.
Bruce:– Eu sempre a mantive estudando em casa com tutores para que futuramente ela não tivesse problemas, e ela mal sai de casa, só às vezes, e quando sai, sai comigo.
Leslie: – Bem, então nós devíamos estar enganados no principio e isso não seja hereditário.
Bruce se lembrou do que aconteceu no carro, mas falou a doutora sem preocupação.
Bruce:– Ela está tendo algumas dores de cabeça já faz algum tempo, mas ela também disse que nesse tempo ela não está se alimentando direito então...
Leslie:– provavelmente seja isso, mas vamos esperar os exames.
Neste momento escuta-se uma batida na porta, e então entra um dos assistentes da doutora segurando o resultado do exame. Bruce estava tranqüilo, pois ao ter a conversa com a doutora percebeu que estava se preocupando demais e isso poderia ser apenas uma bobagem. Então, ao entregar o exame, o assistente cochichou alguma coisa no ouvido da doutora que a fez ficar pálida e correndo abriu o exame e...
Leslie:– Ai meu Deus!
CONTINUA...
Notas finais
=D
XOXO
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