Lizza & Daphenee em De Volta a Câmara Secreta

1 Capítulo 1 - A História Da Pequena Rosenfelt


Notas iniciais
Oi galera, essa é minha primeira fic e espero que gostem, para os bruxos eu digo "Draco Dormiens Nunquam Titillandus!" e para os trouxas apenas deixo meu "Malfeito Feito!"

O Tempo estava louco, não havia muito tempo que tinha acabado a batalha em Hogwarts. O jovem casal Rosenfelt vivia em paz em uma parte rural de Godric’s Hollow, o tempo foi passando e Joanne Rosenfelt deu a luz a uma linda menina de cabelos castanhos, de olhos verdes como o brilho de uma esmeralda, a pele branca como a neve, lábios rosados, e seu pai Robert lhe deu o nome de Elizabeth. Joanne complementou dizendo:

– Mas todos a chamarão de Lizza.

Lizza foi crescendo com a medida do tempo, cada vez mais bela. Era 22 de setembro, Lizza completara 1 ano de idade, quando a família Rosenfelt recebeu uma coruja dos Corners, que dizia:

Caros Robert e Joanne, esta noite ocorrerá em nossa casa um baile de mascarás para comemorar nove anos que Você – Sabe- Quem morreu. Contamos com vossa presença. Entenderemos se não comparecerem. Atenciosamente. Senhor e Senhora Corner.

Então, dedicaram a tarde se preparando para grande festa, e, chegando ao endereço dos Corners, viu-se uma enorme casa, com árvores cobertas de neve, uma enorme ponte, um rio congelado. A casa estava coberta de luzes, e ali perto havia morros, penhascos e montanhas com neblina que cercavam o rio congelado. Ao entrarem na casa, via-se várias pessoas que estavam com mascaras coloridas de diversos tipos, um salão de festa enorme com várias lamparinas voando em circulo como se estivessem dançando no ar, mais a frente tinha um grande palco onde ali estava a banda mais famosa de todos os tempos, As Esquisitonas, e virando a direita tinha uma grande mesa com comida, bebidas e petiscos, e a eles se dirigiam a família Schimith, que os cumprimentaram com um aperto de mão e um leve sorriso, e Clarice Schimith carregava uma bela criança nos braços, e disse a eles que seu nome era Daniel, e Joanne completou dizendo:

– Lizza, Daniel e James serão grandes amigos, tenho certeza.

E eles dançaram, se divertiram como nunca na vida, e mais adiante estariam as famílias Potter e Weasley conversando.

E não muito longe dali, sem que eles soubessem, havia varias pessoas tramando um ataque a mansão Corner, e nos novos tempos, era comandados por uma mulher pálida e fria, com cabelos loiros, chamada Valentinna Alecsander, ou assim dizendo, Aquela – Que – Não – Deve – Ser – Nomeada, e, quando deu onze da noite em ponto, os sinos tocaram na mansão e o que era para ser uma festa divertida, virou uma caos, lampejos verdes escarlate voando para todos os lados, pessoas sendo torturadas por Crucios, e crianças chorando.

Quando uma mulher de cabelos negros entrou voando numa penumbra negra, lançando-se em direção da família Rosenfelt. Robert puxou na mesma hora sua varinha, e começou a duelar com a mesma, e mandou Joanne correr para longe do local, e June disse:

– Ah, o comensal traíra, ROBERT ROSENFELT!, Aquele que se negou ao Lord Das Trevas!

Robert franziu a testa e disse:

– Sim, não sei como você sabe meu nome, mas não vou perdoá-la pelo o que está fazendo! Estupefaça!

A mulher rapidamente disse:

– Protego!

E um escudo incolor foi conjurado na frente da mesma, que em seguida se transformou novamente em uma penumbra e saiu voando em direção de Joanne que já estaria próxima a porta do salão, e Robert gritou:

– Scarlatum! – o feitiço atingiu a penumbra em que a bruxa estava, então ela desabou do ar, e gritou:

– Expelliarmus!

O lampejo vermelho atingiu Robert que foi arremessado ao chão bruscamente.

June se levantou furiosa, e começou a correr atrás de Joanne. Na hora que Joanne ia atravessar a ponte, June gritou fitando com a varinha a ponte enorme:

– Bombarda Máxima!

A ponte começou a despencar sobre o rio fundo e congelado, Joanne aproveitou o instante exato e pulou para a terra, e correu direto a ponta do penhasco mais próximo, Joanne escondeu Elizabeth atrás de uma pedra, e June apareceu diante da ponta do penhasco berrado:

– VOCÊ SABE MESMO COMO IRRITAR ALGUÉM!

E na hora que June estaria torturando Joanne, Robert se lançou em cima da mesma, e a varinha de June agiu involuntariamente, lançando um lampejo azul no pé de Joanne fazendo-a escorregar do penhasco e despencar no rio congelado lá em baixo, que logo se inundou de sangue, Robert se sentiu mal ao ver a esposa morta, e June mais furiosa ainda, com a cara coberta de sangue ferida, e logo em seguida Robert viu Lizza deixada atrás da pedra, e pegou a filha e correu para dentro da floresta em direção a sua casa, ao adentrar a casa, trancou tudo e levou Lizza até seu quarto e escondeu-a em um canto vizinho ao armário e disse:

– Nós te amamos Lizza, nunca se esqueça disso, nós te amamos do fundo do nosso coração, e estaremos do seu lado todo o tempo, tanto quanto foi na vida, como vai ser na morte.

A porta voou, já não tinha mais saída, se projetou no pescoço da menina uma marca esquisita, um leão com uma cobra enroscada no pescoço, e Robert berrou:

– TE AMAMOS LIZZA!

E June falou:

– Avada Kedavra!

Uma luz verde escarlate tomou conta do local, June foi em direção à garota encostada no canto do armário, e outro brilho tomou conta do local, um brilho intenso e claro destruiu as janelas e June começou a gritar de dor, é como se seu corpo tivesse queimando, não estava conseguindo suportar, então um homem bem grande entrou no local, e June desaparatou dali.

O grande homem tomou a garotinha em sua enorme mão, e a levou para fora do local, colocou – a em um carrinho que estava preso uma moto, voltou a casa, e buscou alguns pertences, uma escova de cabelo ornamentada com diamantes e uma caixinha de música de forma esférica, de tom verde escuro e linhas quebradas e douradas.

Algumas horas depois, ele pousou a moto voadora, em frente a um orfanato chamado Pequena Magia, colocou Lizza num cestinho de pães, e a aconchegou a enrolando em um pequeno cobertor, e colocou um pequeno bilhete ao seu lado, apertou o interruptor da campainha, a porta do orfanato se abriu, e uma mulher magra, de coque, alguns fios de cabelo branco, alta, viu a criança na cestinha dormindo, apanhou a cesta, e a levou para dentro do orfanato, deixando lá fora apenas a neve caindo.

Notas finais
E a o que acharam do primeiro captulo? comentem por favor, ficarei muito feliz pelas críticas tanto boas como más! Xoxo - Malfeito Feito!