Livro 1: Fogo
8 Pró-Dobra - Parte 2
Notas iniciais
Obrigada a ANGEL OF THE SEA e a LIDINHA por estarem acompanhando a história, isso me anima a escrever ainda mais.... rsrs... OBRIGADA.
– Não sabemos como se joga. — falou Mayumi enquanto Sokka a arrastava até o monte de areia que se formava dentro do lago, através de uma ponte.
– Eu ensinarei a vocês. — falou ele e os largou. — O jogo consiste em tentar derrubar seus adversários, desse hexágono de terra que a Toph fez e para que isso ocorra, só poderão usar a dobra. — ele sorriu. — Vocês estão vendo essas marcas. — falou Sokka apontando para um circulo cortado ao meio, no centro da "quadra". — É a divisória do campo. — Ele puxou Mayumi e Zuko para mais atrás. — Essa meia lua é o segundo território, evitem passar dele ou vai ficar mais difícil ganhar. — ele sorriu e se aproximou da segunda meia lua. — esse é o terceiro território. Se chegarem aqui, considerem-se fritos.
–E quais são as regras? — perguntou Zuko e cruzou os braços.
– Eu ainda estou pensando nisso. — falou Sokka e ficou alisando o rosto, como se tocasse em uma barba.
– Posso dar uma sugestão? — falou Katara quando saiu do rio, Aang a havia derrubado.
– Claro maninha.
– Toph, você poderia cercar os lados com um muro? não muito alto, apenas para evitar que os jogadores caiam por eles. — Ela puxou a água de seus cabelos. — Só poderemos derrubar os adversários pelos fundos da quadra.
– Excelente idéia. — falou Sokka e anotou alguma coisa em um pedaço de papel. Toph ergueu as mãos e um muro de um metro se ergueu de cada lado.
– Feito. — falou ela.
– Eu tive uma idéia para as regras. — falou Mayumi. — A cada campo que fomos perdendo, a equipe adversária avança, eu seja, aumenta o seu território e cada vez mais, vai deixando a outra equipe encurralada.
– E as formas de ganhar? — falou Toph.
– Poderíamos dividir em rounds, talvez em quatro. — falou Suki.
– Vai ficar muito demorado, que tal três? — falou Sokka.
– Três é uma boa. — falou Aang.
– Então está feito. — Gritou Sokka. — Acabamos de inventar um jogo que vai revolucionar a arte da dobra. — Ele ergueu o braço como se segurasse uma espada e depois ficou triste. — É uma pena que eu e Suki não poderemos jogar.
– Vocês podem ser os juízes
– É, vamos ser bem rígidos.
– Só tem um problema. — falou Toph. — Você disse antes Sokka, que seriam três jogadores de cada lado. Dois dobram a água, dois a terra e dois o fogo. — ela olhou para o grupo. — Temos a Katara e Mayumi como dobradoras de água, temos o Zuko e o Aang como dobradores de fogo e eu estou sozinha nessa.
– Eu não tinha pensado nisso. — falou Aang.
– Ai que raiva, não poderemos jogar sem um dominador de terra para desafiar a Toph. — falou Katara.
– Eu tive uma idéia. — falou Aang. — Nós estamos no reino da terra, certo? — Todos concordaram. — Não é possível que não tenha nenhum dobrador por esses lados. — Aang deu um pulo e caiu na margem do rio. — Eu vou atrás de um desafiante para você Toph.
– Eu vou junto. — falou Sokka. — Como juiz, quero ter certeza que você encontrará um dominador que se encaixe no jogo.
– Está certo então. — Aang já havia posto a roupa e esperava que Sokka terminasse de se vestir. Depois disso, subiram no bisão voador. — A gente retorna em alguma horas. — Sokka subiu na cela e Aang pegou as rédeas. — Appa, ipi ipi. — O enorme animal rosnou e levantou vôo.
...
– Eu tive uma idéia. — Falou Katara. – Porque não treinamos enquanto eles voltam?
– Eu temo que o jogo de vocês irá realmente não dar certo. – Falou Mayumi.
– Porque? – perguntou Suki.
– Esqueceram que eu não tive como praticar a dobra d’água? Não sou profissional.
– Mas você já está bem avançada, já consegue até curar, não é isso Zuko?
– Com certeza. – respondeu o rapaz.
– Eu tive a minha avó como professora nisso, mas é claro, ela não sabia como me ensinar a lutar.
– Sua avó era uma dobradora de água? – perguntou Toph.
– Era. – respondeu Mayumi sorrindo. – Foi dela que herdei.
– Dessa eu não sabia. – falou Zuko. – Eu nunca entendi como uma dobradora d’água nasceria de uma mãe não dobradora e pai dobrador de fogo. Seus irmãos também dominam o fogo, não é?
– Sim, eu sou a única diferente da família.
– Vamos fazer o seguinte, me mostre o que sabe fazer. – falou Katara e as duas entraram no rio. Mayumi fez alguns movimentos e uma bolha de água surgiu, depois essa bolha virou um bloco de gelo.
– Ótimo, você já consegue fazer o básico. Esse movimento eu chamo de puxa e empurra. – falou Katara e então puxou de dentro da água um chicote básico e jogou contra uma pedra e a puxou. – Vai, agora tenta você.
Mayumi fez o mesmo movimento que Katara e conseguiu fazer o chicote. Ela então mirou em Zuko que foi pego pelo pé, depois ela puxou e ele caiu no chão.
– Porque eu? – falou ele alisando a nuca e se levantando.
– Deu vontade. – falou ela rindo.
– Você ainda tem muito que aprender, mas acho que para jogar um pouco, já está de bom tamanho. – Katara saudou Mayumi e as duas saíram do rio.
– Você me ensinaria?
– Mas é claro. – respondeu Katara. – Eu não sou tão boa, mas posso lhe ensinar tudo o que aprendi.
– Tá brincando? Não é tão boa? Katara, você é a melhor dobradora de água que eu conheço. – falou Suki e Toph concordou.
– Que é isso gente, o melhor é o mestre Paku ou melhor dizendo, o vovô
– Com certeza eu posso dizer que você é a melhor. – falou Zuko e sorriu. – Eu já lutei com você antes, lembra?
– Obrigada então. – falou ela e agradeceu a todos.
– Sifu Katara. – falou Mayumi e fez a reverência em que a mão direita fechada, encontrasse com a extremidade do punho e a mão esquerda.
– Pupila Mayumi. – falou Katara e retribuiu a reverência. Nesse momento, Aang e Sokka voltaram e traziam alguém mais na cela. Os três desceram do bizão.
– Vocês não vão acreditar em quem eu encontrei a poucos minutos daqui.
Notas finais
Beijinhos!!!!
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