Livro 1: Fogo
16 O Retorno a Nação do Fogo - Parte 5 - FINAL
Notas iniciais
Galera, vou passar alguns dias sem postar, porque como eu disse anteriormente, sairei de férias dia 08 e tenho que organizar tudo no trabalho, então estou com o tempo corrido... porém, depois desse dia, estarei inteiramente a disposição do Nyah e vou atualizar regulamente a nossa historinha... que por uma acaso.. ACABOU O LIVRO 1... QUANDO EU VOLTAR A POSTAR... (Talvez sexta)... JÁ VOU ABRIR UMA NOVA HISTÓRIA COM O NOME... "LIVRO 2: ÁGUA"... NÃO SE PREOCUPEM.. AVISO A VOCÊS...
Cinco Dias Depois:
– Você não pretende ficar trancada dentro de casa para o resto de sua vida, não é? – perguntou Toph. – Isso é ser fraca.
– Fraca? Você já esteve um lugar onde ninguém lhe queria por perto? Que por onde você passa lhe olham feio e apontam para você, lhe chamando de traidora?
– Não. – respondeu ela.
– Mas já estivemos em lugares que queria nos matar, acho que isso conta. – falou Sokka.
– Mas não se preocupem, eu já tomei uma decisão.
– Que decisão? – perguntou Aang. Antes mesmo que Mayumi pudesse responder alguma coisa, um homem vestindo as roupas de soldados reais se aproximou do grupo.
– Com licença senhores e senhoritas. – Ele entregou um papel para Aang. – O senhor do fogo Zuko lhes convidam para um almoço com ele no palácio. – Ele apontou para uma carruagem. – E não aceita não como resposta.
– Comida. – falou Sokka e se jogou dentro da carruagem.
– Mas é claro que vamos. – Katara olhou para Mayumi. – Não é?
– Está bem. – respondeu a jovem e respirou fundo. — Nós vamos.
...
– Fique a vontade, o senhor do fogo já está vindo. – falou o homem.
– Correção, eu já estou aqui. – falou Zuko e todos na mesa se levantaram, mas ele desaprovou esse gesto, eram seus amigos. – Pensei que vocês não viriam mais me ver antes de partir.
– Mas é claro que viríamos Zuko, partiremos apenas ao entardecer. – falou Aang. – Está muito quente para seguirmos viagem agora. O Appa não agüentaria ir muito longe.
– Espero que a ida de vocês não nos afaste.
– De forma alguma. – respondeu Sokka mordendo a coxa de uma galinha-porco. Suki lhe deu uma tapa na mão.
– Ao menos a Mayumi estará aqui. – falou ele.
– Sobre isso... – a jovem respirou fundo. -... Na verdade eu vou com Aang e os outros para o pólo sul.
– O que? – perguntou Toph.
– Se estiver tudo bem para vocês, é claro.
– Claro que está tudo bem. Adoraríamos ter a sua companhia, mas você tem certeza? – Katara perguntou curiosa.
– Tenho. – respondeu ela. – Não quero ficar em uma cidade onde não sou bem vinda.
– Como assim não é bem vinda? – Perguntou Zuko e encarou o grupo. – Vocês estão me escondendo alguma coisa.
– Alguns aldeões... – Começou Aang a falar, mas Mayumi balançou a cabeça pedindo para que ele não falasse, mas foi em vão. -... Estão criando represália ao fato de Mayumi ser uma dobradora de água e viver na nação do fogo. Não querem mais fazer negócio com a família dela e com isso, o restaurante está indo muito mal.
– Se isso for impedir que Mayumi vá, eu vou fazer uma reunião com todos os moradores da ilha. – Zuko se levantou. – Agora mesmo. – Ele saiu da sala e a jovem foi correndo atrás dele. Ela segurou em seu braço e o virou.
– Mesmo que você for falar com toda a nação do fogo... EU VOU. – falou ela tristemente a ultima frase. – Katara é a única dobradora de água que eu conheço e ela é minha professora. Por mais que eu queira fugir disso, eu sou o que sou e estou orgulhosa de ser uma dominadora de água.
– Você não pode ir. – falou Zuko.
– Porque não posso ir?
– Sua mãe, seu pai e seu irmão, não podem te perder. – Zuko respirou fundo. – Eu não posso te perder.
– Infelizmente você fez sua escolha e eu não estou nela. – Mayumi enxugou uma lágrima que de teimosia, resolveu cair. – Será melhor para todo mundo que eu vá.
– Mesmo assim, convocarei a todos.
– Que seja por qualquer coisa, igualdade, respeito o que for... Só não seja para me fazer ficar, porque isso não acontecerá.
– Mayumi...
– Avisa aos outros que fui para casa para arrumar minhas coisas. – ela deu as costas para Zuko, mas logo o olhou novamente. – A gente se vê.
...
– Vamos passar no reino da terra para deixar Toph. Haru e Suki. Depois seguiremos para casa. – falou Aang e o grupo assentiu.
– Eu vou com vocês. – falou Suki.
– Vai? – perguntou Sokka sorrindo.
– Eu não vou mais me separar de você. – A jovem sorriu e beijou o namorado.
– Está tudo bem Umi? – falou Katara assim que a amiga subiu no Bisão, estava se despedindo da mãe e do irmão.
– Ainda não, mas com o tempo... VAI FICAR. – falou ela e sorriu sem vontade.
– Prontos? – perguntou Aang e todos assentiram. – Appa, Ypi Ypi. – O bisão voador levantou vôo e todos acenaram se despedindo do grupo que seguia em direção a tribo da água do sul. Eles sobrevoaram o palácio enquanto Mayumi amarrava um lenço vermelho em seu pescoço, mas esse saiu voando e quando pousou, foi aos pés do Senhor do fogo. Ele pegou o pano e o cheirou, sabia de quem era e tinha no coração a certeza que ele não a veria por muito, muito tempo e aquela seria a única recordação que ele teria dela. Mesmo que ele tivesse escolhido a Mai para ser sua companheira, ele amaria Mayumi até o final de seus dias.
Notas finais
inté meu povo...
Fale com o autor