Living with the Dead

4 Capítulo 4 - Isabel


Isabel já estava comendo, sentada com os outros em forma de circulo na frente das televisões já desligadas, o sanduíche que estava na mochila de Matt quando ele e Vincent haviam se juntado a eles, as garrafas da água no total são oito:

– Cada um tem a sua própria e terá que economizar — foi o que tinha dito Patrick – Não tinha mais do que isso, foi muita sorte de termos conseguido isso.

–Foi difícil de conseguir?

Perguntou Marcos, “todos devem estar com raiva dele” pensou só atrapalhou todo mundo e ficou piorando a situação dizendo que Matt e Patrick estavam mortos, isso a deixou com raiva como uma pessoa considera as outras amigas se essa mesma diz que elas estão mortas? “Simplesmente não entendo”:

–Para um homem morto não foi difícil.

–O que mais você conseguiu pegar? Conseguiu armas?

–Não sei, e você não vai ver o que tem dentro das mochilas além dessa comida e água.

–Por quê? Você acha que vou me matar?

–Calma pessoal, calma – disse Amanda – Marcos, deve ter mais coisas, mas não é preciso mostrar já está tarde e Patrick chega de ser assim.

–É – disse Stella – Você só se estressa e fica falando besteiras.

–Nem se preocupem – disse Marcos e se levantou – Eu sei quando não sou bem recebido.

E após disso saiu, Vincent continuou comendo, Matt apenas disse:

–Nem se preocupa ele é assim mesmo, daqui a pouco ele está de volta.

–O que você acha de levar Heitor e Stella para outro lugar Amanda? – disse Vincent pegando outro cigarro e o acendendo-o – Tem coisas sérias que tenho que falar aos outros, depois eu te falo tudo bem?

–Certo – respondendo após um longo suspiro – Vamos.

–Do que vocês vão falar? –perguntou Stella – Nós não somos um grupo

–Mesmo num grupo existe um líder em que manda nas coisas.

Stella ficou com o rosto irritado, mas não disse nada apenas o fuzilou nos olhos e foi embora com Amanda e Heitor:

–Você leva um jeito para cuidar de crianças de dar inveja – disse sarcasticamente Matt –

Agora fala o que quer.

–O que quero saber é para onde vamos quando sairmos daqui.

–Óbvio que vamos ir atrás da cura! – disse Patrick – após de termos pego isso damos o fora e vamos para o interior.

–Nós não precisamos disso. – respondeu Vincent – Nós não precisamos disso.

–Então você é mordido e daí o que faz? – disse Isabel – Vai decidir ir atrás da cura a partir daí como você vai saber quanto tempo tem? Devemos ir até lá antes que não possa mais.

–E você Matt o que acha? – perguntou – Ir atrás de um remédio onde um suposto medico decidiu dizer onde estava o remédio humildemente?

–Sim eu também eu acho isso.

–Droga – tira o cigarro da boca e joga no chão – Vocês são cegos a esse ponto? Tudo bem, depois não me digam que foi ideia minha, a minha ideia é muito melhor.

–E qual seria a sua brilhante ideia?

– Vamos para o centro da cidade e pegaremos as melhores armas e mais comida e assim seguimos viagem para aquela humilde casa do seu cientista de merda.

–Você está louco? –Disse Patrick se levantando – É imbecil essa a sua ideia!

“A sua também não é uma das melhores, mas tem um sentido a dele é bem melhor” pensou em dizer isso, mas mudou de ideia, não seria bom colocar mais óleo na fogueira:

–A sua também é – disse Vincent – Mas você acha que apenas algumas armas vai ser o suficiente de pegar a cura do jeito mais lindo indo pedir a cura para um cara que tem a porra de um exercito que com certeza vai deixar você levar o quanto quiser! – terminando a frase gritando e se levantando também:

–Você acha que sou idiota, quer saber de uma coisa? Você não manda aqui!

Quando terminou a frase em uma velocidade incrível para Isabel, Vincent dá um soco muito forte no rosto de Patrick, o impacto o derrubou e com isso bater em uma das prateleiras com os televisores, Matt segurou Vincent quando ele começou a se aproximar de Patrick:

–Você também não manda aqui imbecil.

Patrick se levanta e cospe um pouco de sangue e diz:

–Então vamos para o centro seu puto – “Hã? Como assim?” pensou Isabel – Se você e os outros acharem melhor tudo bem, afinal de contas ainda é uma democracia pelo que sei então o que devemos fazer primeiro?

– Você está bem Patrick? – disse Matt

–Apenas responda a pergunta.

–Para mim acho melhor irmos pegar o máximo possível e darmos o fora daqui.

–E o que acha Isabel?

–Eu acho que devemos fazer o que Vincent disse e depois seguimos com o seu plano.

–Certo é assim que as coisas funcionam sem descer a os socos em alguém... Amanhã vamos sair daqui e dividimos quem vai usar as armas – ele se senta – E tem uma coisa que eu quero me prometam uma coisa.

–E o que seria? – perguntou Isabel – De que nós nunca mais briguemos? Isso acho difícil de não acontecer.

–Não é outra coisa – disse rindo um pouco pelo que Isabel havia dito depois ficou sério –

Se acontecer algo comigo eu quero que vocês cuidem dos meus primos após a minha morte, vocês são as pessoas em que mais confio.

–Você já está pensando em morrer? – disse Matt – Nem pense em ser um Marcos 2.

–Não é isso, caso aconteça qualquer coisa comigo, eu sei é só um medo meu, mas só quero saber se vocês poderiam fazer isso caso isso acontecer no futuro.

–Não se preocupe – disse Isabel após por alguns momentos de silêncio – Se isso acontecer pode contar comigo nisso, é uma promessa.

–Também pode contar comigo – disse Matt – Mas é claro que nada de ruim vai acontecer com você.

–Tudo bem, eu posso manter essa sua promessa.

–Fico feliz em ouvir isso boa noite – Patrick se vai.

–Também acho que vou dormir – disse Matt indo na mesma direção no caminho em que Patrick – Amanhã vai ser um longo dia pelo visto.

Tanto Isabel ficou sentada próximo de Vincent, tanto um quanto outro sem dizer algo um para o outro, não era necessário, ele já haviam conversado antes de tudo acontecer e também quando tudo está acontecendo até chegar Marcos:

–Pensei que estava dormindo. – disse Vincent – Não preciso conversar com você.

–Cala a boca, sabe o que eu achei – disse sorrindo – Tente adivinhar o que encontrei?

Marcos mostra uma pistola:

–É engraçado o que posso fazer com uma dessas.

–Nem pense em fazer isso – Disse Vincent se levantando, Isabel também havia se levantado — Você não pode fazer isso.

–Por quê não? – Aponta a arma para Vincent, Isabel começa a chegar perto de Marcos correndo e ele aponta nela – Apenas sei como tudo vai acabar e não quero ser como um deles, se vocês tentarem algo engraçado é possível que um de vocês podem se machucar.

–Essa não é a resposta – disse Isabel – Se você acha que isso é bom então faça e não passara de um fraco.

–Pelo menos serei um fraco feliz – e mirou em seu próprio olho e atirou.

O barulho ecoou pela loja inteira, o cadáver dele caiu como se tive-se desmaiado, Patrick chegou correndo, olhou para Marcos e ficou repetindo:

–Não,não, não, NÃO!

Ele se ajoelhou, Matt chegou logo em seguida olhou para Patrick:

–O que houve? – Patrick aponta para Marcos – Mas que merda, MAS QUE PORRA! MERDA!

Chutou a prateleira que estava com um monte de DVDs e depois de destruir um pouco da loja se acalmou e disse:

–Vou falar o que aconteceu e não fazer que eles venham aqui e depois vamos ter que cuidar disso – deu mais um chute nela antes de sumir de vista Isabel conseguiu escutar – Mas que porra!

Patrick estava chocado dava para ver pela reação “ele deve estar se culpando por ter sido frio com ele” Isabel tentou chegar perto dele, mas Vincent a seguro e fez um sinal de não com a cabeça de não e apenas disse:

–Vá dormir amanhã vai ser um longo dia.

–Mas...

–Apenas vá dormir eu cuido desses idiotas depressivos.

E ela foi para um canto da loja onde os outros não estavam se deitou no chão duro “Como alguém pode ser feliz se matando acabando com a felicidade de outros?” foi isso no que ela pensou antes de dormir.

Quando ela acordou, ela viu que todos já estavam acordados, ela foi até a mochila onde estava a comida ela pegou um sanduíche começou a comer e se juntou a Patrick e Vincent:

–Olha só quem finalmente acordou – disse Vincent – Bom dia, estávamos quase indo te acordar.

–Bom dia – disse Patrick – Já planejamos como vamos sair daqui.

Isabel notou que Patrick estava com olheiras e o seu olhar estava bem cansado e muito diferente do que era no momento antes de dormir “nem deve ter conseguido dormir e agra finge que está tudo bem, típico dele” pensou:

–Que bom e vamos sair como?

–Nossa formação vai ser em uma forma de losango comigo na frente, Vincent atrás, Matt a direita com Amanda e você a esquerda e no centro Heitor e Stella.

–Eu disse como vamos sair e não como será a nossa formação.

–Nós iremos descer até chegar à garagem e a partir daí Matt vai dirigir o que der para colocar sete pessoas e vamos para o centro.

Isabel olhou para o celular eram 10 horas, ela havia dormido por bastante tempo, nem viu as que horas ela dormiu:

–Você não ligou para os seus pais ainda? – disse Vincent olhando para o celular dela – não seria melhor se você pelo menos se souber como eles estão?

–Não.

–Tudo bem, mas...

–Vincent vamos dar o fora daqui sem conversa a fiada – disse aparecendo Matt ele também parecia estar bem, mas parece que ele estava também com problemas para dormir “parece que esse também importou com a morte do gordo” – vamos abrir logo aquela grade, Patrick Você tem certeza de que logo descer as escadarias e passar pela porta vai ter alguma van?

–Sim, sempre teve quatro vagas especialmente para essas vans, o problema é chegar lá, vamos tentar não usar as armas, não quero que chamemos muita atenção.

–Então vamos logo – disse Isabel – Nós não temos tempo certo?

Matt e Vincent vão à frente ela está indo com eles, Patrick a segura ela apenas diz:

–O que foi?

–Está tudo bem deles estarem perguntando essas coisas a você?

–Que tipo de coisas? — disse com um tom irônico

–Você sabe muito bem, eu só quero saber se isso te...

–Se isso me incomoda? Não.

–Eu sei que está mentindo.

–Eu já disse que não vamos logo.

–Você não vai ganhar nada mentindo.

–Dane-se.

E foi em direção Vincent e Matt que estavam abrindo a grade, Amanda estava conversando com Heitor e Stella e foi se sentar no chão, após da grade levantada, ela olhou como estavam às outras lojas, haviam muitas fechadas ainda “devem estar pensando em como sair daqui ou tentar ficar aqui” pensou, ela olhou para os corredores e viu que havia algumas daquelas coisas a mais do que no dia anterior, não havia se acostumado com isso:

–Então você conseguiu dormir? – perguntou Amanda – Não é muito triste isso?.... AH! Estou falando do suicídio do Marcos não de você ter conseguido dormir!

–Verdade – disse com um sorriso – aquilo não é uma coisa que se faz, a pessoa tem que viver não importa a dificuldade.

–Ainda bem que você pensa desse jeito, foi muito difícil para explicar para Heitor e Stella sobre o que ele fez Stela é um pouco durona e acha que pode aguentar qualquer coisa e Heitor é um muito diferente, o único lado bom é que ninguém vai mais dizer que vamos morrer...

–Nós vamos morrer – disse Matt aparecendo – Mais cedo ou mais tarde e prefiro que seja bem mais tarde, não se preocupe não vou falar mais isso.

–É bom mesmo – disse Amanda – Eu não quero morrer agora nem amanhã só quando eu for a hora certa.

Isabel deixa os dois conversarem, olha ao redor e vê o que está acontecendo com os outros, Patrick estava com os primos e Vincent terminando de fazer as mochilas, não levou muito tempo que após ele arrumar tudo para logo em seguida chamar a todos:

–Bem agora vou entregar as armas nem pensem em atirar feito maníacos dentro de um shopping, isso não é videogame é sua vida...

–Blá blá blá, e é só atirar no que estão no nosso caminho e na desperdiçar munição e se manter dentro da formação – Disse tirando sarro Matt – Nós não somos crianças do primário.

Vincent o fuzilou nos olhos mesmo sendo uma brincadeira, após entregar a arma para Matt, Amanda e ela, Stella foi até ele:

–Me passe uma também.

–Por quê?

–Na sua posição não vai ser preciso usar uma arma.

–Eu posso atirar que nem qualquer pessoa.

–Não – desta vez quem disse foi Patrick – Você não vai usar e ponto.

–Você só sabe reclamar seu imbecil! – começou a gritar – Nem é tão grande a diferença a nossa idade me deixe usar uma arma!

–Não – Stella ficou irritada, mas não disse nada, Patrick olha uma ultima vê para a loja e diz – Apenas vamos dar o fora daqui.

Ninguém disse nada nos primeiros instantes, “Patrick disse que embaixo estava cheio deles então como vamos sair? “, havia aparecido um deles, estava um pouco distante da formação mas Patrick pegou a espada, “isso deve pesar muito, afinal de contas não é que nem nos filmes” , foi em direção a ele correndo, o zumbi se virou levantou os braços tentando alcança-lo, mas Patrick ficou afastado e com a ponta da espada acertou na testa dele e depois de atravessar a cabeça tirou-a e depois voltou a formação:

–Você é muito imbecil! – gritou Vincent – Você acha que pode sair da porra da formação que eu tive que fazer e no primeiro monstro desses apenas larga ela e vai fazer uma merda dessas?!

–E depois eu não posso usar armas – escutou Stella sussurrando para si mesma.

–O que importa é que estou vivo não estou?

–Não se continuar assim!

Após continuarem andando um pouco, haviam poucos zumbis no corredor, que já estava quase no fim,Vincent não havia dito para fazer nada Isabel desabafa:

–Matar eles deve ajudar a descontar a raiva.

–Você já diz isso e nem matou uma dessas coisas – disse Amanda – Depois de matar um me avise está bem?

–Não é bem assim — disse Matt – Espero que você não dê uma de Patrick.

–Não se preocupe não farei isso de novo – disse rindo Patrick.

–E afinal por onde vamos sair? Pelo caminho que entramos que não vai ser.

–Vai ser pela garagem.

–Mas não vai dar simplesmente descendo pelas escadas esqueceu que devemos passar pelo térreo?

–Existem duas formas de passar, pelo elevador ou pelas escadas de emergência – disse sorrindo – e não vamos descer pelo elevador que a qualquer hora pode acabar a luz e não queremos isso.

Quando chegaram ao fim do corredor, Isabel viu as escadas de emergência e os elevadores logo ao lado dos elevadores, Vincent aperta o botão para chamar o elevador a luz dos andares descendo apareceu, o elevador estava no 3º andar “ E o engraçado que se tivéssemos ido direto esperar no cinema talvez não teríamos a mesma sorte”:

–Certo se afastem!

Ele tirou do cinto a pistola que tinha guardado, e estava em uma mão o machado, que ele tinha feito questão de segurar, e na outra a pistola mirando na porta do elevador, quando a porta abriu havia dois deles dentro do elevador, um deles estavam sem braço e o outro estava com um canivete em seu ombro, eles estavam avançando em um dos lados da parede do elevador e depois foram em direção a saída, então quando Vincent disparou no ombro de um e depois foi atirou na cabeça desse mesmo, o outro mancava depois Isabel percebeu o tornozelo desse estava mordido:

–Deixa eu fazer esse vai ser fácil – aponta a arma para o zumbi e atira e acerta no braço e depois no peito e depois no ombro.

–Não é assim que se atira, você sabe mirar? – disse Vincent – Eu sei como atirar e você?

–Você acha que eu sei?

–É fácil deixe eu te mostrar e vou ser rápido porque os outros estão vindo — segurou-a e ajudou-a mirar colocando o machado no chão, ela fica vermelha, pareceu que ele a estava abraçando-a e depois soltou as mãos da arma — Pense na pessoa que você odeia e depois atire.

–Pervertido – disse Matt.

Isabel olhou para o zumbi, ela se lembrava dos rostos deles, mesmo que não fosse parecido com o zumbi ela imaginou naqueles rostos e os viu no lugar daquela cabeça dele e pensou “ não vou perdoa-los” e atirou e a bala acertou no meio da testa:

–Finalmente – disse Vincent pegando o machado abrindo a porta de emergência – agora vamos logo.

–Então gastamos tempo só para Isabel atirar neles? – disse Patrick

–Se você quer aprender a manusear posso te ensinar também.

Patrick se calou, mas os outros começaram a rir e Vincent abriu a porta de emergência e entrou na frente e os outros o seguiram, Vincent estava na frente e ao lado Matt no meio Stella e Heitor e atrás ela e Amanda e no fim da fila Patrick, a escada é bem estreita não havia nenhuma outra pessoa ou ser, quando passaram pela porta do térreo estava travado

pelo lado da escada “como se alguém queria deixar as pessoas não conseguirem sair por essa porta para a garagem isso é cruel”, e quando desceram pelo primeiro subsolo, ao lado da porta estava escrito com sangue:

A morte está aqui

–Isso é bem ridículo, muito apropriado de algum idiota ter escrito isso – disse Vincent e abriu a porta – Pelo visto, ainda temos eletricidade aqui.

Quando saiu pela porta as luzes de vagas ainda estavam verdes e vermelhas, as luzes ao redor também estão acesas, a garagem está vários zumbis eles estão andando, alguns em direção para a saída dela, alguns estão andando ao redor da garagem, Vincent aponta para uma perua:

–Ali! Vamos!

Todos foram correndo em direção para a perua:

–Vai abre logo- Matt tentou abrir a porta não conseguiu e depois pegou o bastão e bateu no vidro do motorista e começa a tocar o alarme da perua ele abre a porta – MERDA!!

O barulho começou a ficar cada vez mais alto, os zumbis começaram a se virar e a se aproximar:

–Deixa que eu faço a ligação direta – disse Matt destrancando as portas- apenas deixa que eu me viro.

Isabel viu Patrick abrindo as portas do fundo Heitor e Amanda foram os primeiros a entrar:

–Me deixa eu usar uma arma agora – disse Stella – Eles estão lon...

–Não!

–Você só sabe dizer isso me deixe usar uma arma também! Eu não quero ser alguém que não vai fazer nada!

–Apenas entre – disse Patrick empurrando-a para dentro da perua — Conversaremos mais tarde!

Vincent estava do lado da porta que Matt deixou aberta, mesmo estando longe os zumbis Isabel começou a atirar neles algumas vezes, estavam em cada um daqueles que vinham em direção a ela no a inicio ainda não via os rostos deles em cada vez que atirava em um “eles são iguais a isso, não merecem ser perdoados” ela não acertava na cabeça em todos das 5 balas que ela disparou matou três zumbis e a munição acabou, o barulho havia chamado até mesmo os que estavam próximos da saída:

– Isso até que é divertido – disse para Vincent – Me passe a sua pistola que você nem está...

–Não diga isso.

–O que?

–Aquilo antes – disse seriamente indo até ela e toma à arma de suas mãos – Isso não é divertido, você vive ou morre não tem nada de legal nisso, agora entre.

–Você acha que pode mandar em mim, você está errado.

–Então gaste toda maldita munição numa coisa que nem está perto de nós e que nem vai fazer algo, vá em frente e se divirta.

Vincent estava olhando-a com raiva, Isabel continuava indiferente ela sabia que errou “mesmo assim posso mudar e ajudar em algo”, mas não ia mudar o fato de que não poderia fazer mal aquelas pessoas ainda:

–Pode devolver a minha arma agora? Eu sei o que fazer agora.

–Está bem, faça sua diversão se acontecer algo a você azar.

–Bingo – gritou Matt – Vamos! Já consegui ligar isso entrem!

O primeiro a entrar foi Patrick, depois Vincent e por fim Isabel que fechou a porta, todos

estavam sentados, todos estavam com cinto de segurança menos Patrick se sentou próximo de Matt e perguntou:

–Você sabe dirigir isso? Eu sei que você é especialista nisso só que...

Matt acelerou que deu um impulso a todos irem para trás, a perua está em alta velocidade, os faróis estavam desligados, havia alguns carros que estavam batidos nas paredes e em outros carros, mas Matt conseguiu desviar e na hora da rampa da sápida ele acelerou e atropelou um zumbi que estava na frente da cancela quebrando-a, e indo para as ruas:

–Isso responde a sua pergunta? – disse Matt após sair do shopping- Porque se ainda tem dúvida eu posso fazer isso de novo.

–Já chega.

Isabel olha para a janela Vincent se senta ao lado dela, ao redor do shopping estava irreconhecível, muitos zumbis estavam andando próximos da sua entrada, as portas de vidro estavam todas destruídas, lojas que estavam próximas dela estavam com os vidros do mostruário sem vidros e lotadas deles também:

– Este mundo já está morto – disse Vincent que havia se sentado ao seu lado — nem os fortes e muito menos os fracos irão sobreviver apenas os que souberem saber sobreviver.

– Veja o lado bom disso – respondendo com um sorriso – depois disso poderemos voltar a viver do jeito chato e monótono que sempre tínhamos há 2 dias atrás.

– Talvez – disse ainda focado na janela –Nem sobreviveremos até o fim disso.

–Já está pensando em morrer em tão pouco tempo? — Os dois começam a rir – Certo agora me deixa dormir estou cansada.

–Também não conseguiu dormir por causa de ontem? – sussurrou “deve estar fazendo isso para não chamar a atenção de Patrick? “ – Foi uma noite difícil eu sei e...

–Não é isso, apenas estou com sono.

–Está bem – e Vincent ficou olhando no celular.

Isabel fechou os olhos “ O que eles fizeram aquilo foi muito cruel, não vou perdoa-los “ ainda se lembrava das ultimas palavras que eles disseram, não queria se lembrar deles, antes não entendia aquilo,mas agora entendia. Ela agora tem uma nova família, pessoas que se preocupam com ela e vai ajuda-los não importe o que tenha que fazer “espero que estejam mortos” esse pensamento ficou na sua cabeça até conseguir dormir.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.