Live And Let Die
9 Capítulo 9 - Caixinha preta
Notas iniciais
OOOOOI PESSOAS LINDAS DO MEU HEART *O*
Enfim, eu demorei por causa de provas, trabalhos, provas, provas e opa, provas. Ah, e também porque eu fiquei de castigo por causa do surto que eu tive quando eu descobri QUE O SLASH VEM PRO BRASIL E QUE ELE VAI FAZER UM SHOW AQUI EM POA O/ daí eu saí correndo e gritando e quebrei um vaso de flores da minha mãe daí ela me deixou sem internet por um dia .-. daí eu só pude terminar esse capítulo hoje. Enfim, vamos parar de enrolação né?
Desculpa qualquer erro e boa leitura! :B
~Alguns dias depois, mais especificamente em um sábado~
{Duff POV}
Acordei disposto a fazer as tarefas que a vaca-mal-comida da professora (ou freira, estou meio confuso com isso) de português passou. Eu devo ter batido a cabeça, é sério.
Fui até a sala procurando minha mochila que eu joguei em um canto que eu não me lembro e encontrei o Stie sentando na janela e fumando. Ok, isso não é uma cena que se vê todo o dia, até porque ele quase nunca fuma só mesmo nos dias que aconteceu uma merda tão grande capaz de tirar a alegria natural dele e vir em troca uma depressão que ninguém aguenta. E lá se vai a vontade de fazer as tarefas por água abaixo, ainda bem!
– Stie, o que houve? – perguntei me aproximando dele.
Vácuo.
– Stie, pode falar você sabe que pode contar comigo né?
Vácuo.
– Porra Steven, se você não me falar não vou poder te ajudar! – Tá, eu peguei um pouco pesado, mas o quanto para fazê-lo chorar. Merda! – Ér... Desculpa-me, minha intenção não foi fazê-lo chorar. – ele continuou. – Stee, dá pra parar de chorar e me falar o que aconteceu? – ele engoliu, provavelmente, saliva. Ele tem sérios problemas...
– É... q-que... a-a-a-a Anneee... – pronto, ele voltou a chorar. EU MEREÇO!
– A Anne o que Steven? – segurei-o pelos ombros (só com um pouquinhoinhoinho de força) para conseguir mantê-lo de pé.
– A-a Anne-e, ela – soluço – colocou fogo no Dookie! – ele me abraçou e voltou a chorar. Para tentar ajudar eu retribui o abraço.
– Quem é o Dookie? – perguntei afagando os seus cabelos, coisa mais gay eu sei mas o que eu não faço pelos meus amigos?
– É... Era o meu ursinho de pelúcia. – ele se afastou um pouco e me olhou com os olhos vermelho com um biquinho. Carinha fofinha! Sim. Se a Anne colocou fogo no ursinho dele era motivo para chorar? NÃO!
– Stie, já estava meio que na hora de você se livrar daquele urso laranja, não acha? – sim, o urso era um laranja bem forte, mas aqueles laranjas florescentes sabe?
– NÃO! Ele era como se fosse um irmão pra mim. – falou choramingando. – eu o amava.
– Eu vou ir lá tirar satisfação com a Anne ok? Não faz merda! – ok, eu não exagerei porque eu realmente acho que ele poderia se cortar por causa daquele ursinho. É engraçado em que uns dias ele parece um adulto maduro e em outro não passava de uma criança imatura.
– Ok, eu te amo Duffy. – ele beijou minha bochecha, eu ainda acho que ele é gay.
Eu saí do prédio em direção ao de Anne. É meio longe e meio perto, sei lá né Não demorou muito até eu chegar ao prédio 20. Abri a porta e subi alguns lances de escada até chegar ao ultimo andar e bati na porta. TOC TOC TOC. [n/a: ~le tentativa de onomatopeia fail kkkkk .-.] Ninguém veio atender, esperei mais cinco minutos e nada. TOC TOC TOC. Fiquei contando os minutos, quando fechou 2 eu percebi que tinha uma campainha. Sou burro e cego, me processe. Como eu sou um bom menino eu não tirei o dedo da campainha, que era alta pra caramba até abrirem a porta. Quem veio me atender foi a Anne e a cara dela me deu medo.
– O que você quer aqui seu projeto de puta fracassado? – ela perguntou se segurando pra não me estapear.
– Eu vim saber o porquê de você ter colocado fogo no Dookie. – cruzei os braços mostrando para ela que não tinha medo de enfrenta-la, mas pra fala a verdade, ela pode ser uns 20 centímetros mais baixa que eu, mas me da um medão como se ela fosse o Freddie Krueger.
– Escuta, você quer que eu coloque fogo no seu cabelo de rabo Chiuaua? Porque se você veio perguntar isso é porque não tem medo de eu tacar fogo nessa almofada que você chama de cabelo! – ela falou e cruzou os braços como eu.
– Ui, já vi que o mau humor bateu na sua porta antes de mim. Desculpa por ter nascido! – levantei as mãos como se estivesse me rendendo. – Mas porque você está assim? Namoradinho te traiu? – ela me olhou com um olhar mortal e eu senti que falei algo errado. – Ok, não está mais aqui quem falou...
– O problema é com o meu irmão seu intrometido. E também por causa da festa que vai ter hoje.
– Festa? – procurei os bolsos da minha calça daí só assim que eu percebi que ainda estava de pijama. Babaca, você anda tão desligado ultimamente. Fica quieta! E daí se eu vim de pijama? Cara, se você quer pegar essa mina você devia se vestir adequadamente. Mas ela também está de pijama sua idiota! Mas você veio até lá do prédio onde você está assim, o que ela vai pensar de ti? Vou parar de discutir contigo, sua fajuta dos infernos! Ui, ele ficou bravo HAHAHAHAHA Sai do meu pensamento vozinha irritante! AII! Vamo parar com a violência né? Não fui eu que te bati seu inútil.
Eu consegui sair da minha discussão com a minha mente por causa do tapa que a Anne me deu, a mina tem a mão pesada cara.
– Onde você estava?
– Discutindo com a minha mente. – sorri amarelo.
– Não seu animal! Onde você estava pra aparecer aqui com essa roupa? – ela riu e eu corei até a ponta dos meus cabelos.
– Eu estava em casa ué, onde mais eu poderia estar? – ela começou a rir mais alto.
– Esquece, não vamos cansar a sua cabecinha de loiro oxigenado. – fiz a minha melhor cara de cu e olhei pra ela.
– Porque todo mundo acha que eu sou um loiro oxigenado? Meus cabelos são naturais. Não da pra notar não? Eles são sedosos pra caramba, sente só. – peguei uma mecha de cabelo meu e me abaixei para ela poder tocar.
– HAHAHAHAHAHAHAHA realmente são muito sedosos, mas isso não muda a minha teoria de você ser um loiro oxigenado que nem o Hug. Enfim, entra aqui que você vai me ajudar a escolher a roupa de hoje. – ela não me deixou responder e já foi me puxando apartamento adentro.
Ela me levou para o quarto dela, era bem diferente do que estava montado lá em casa. Ali tinha a cama montada, diferente do colchão só com a guarda no chão. E a escrivaninha estava montada, diferente daquela tábua em cima de caixas empilhadas. E dessa vez não tinha nenhum espaço entre as fotos. Tinha uma parede só de posters de bandas que ela gosta, ela tem um ótimo gosto musical! Tinha outra parede só de fotos que ela tirou com os famosos e a outras duas eram só de fotos dela, com amigos, parentes, etc. a mobília era toda branca e tinha duas brancas que eu acho que uma era o closet e a outra o banheiro. Tinha uma televisão, uma cadeira, tinha luzinhas tipo as de natal pendurada nas paredes. Tinha um ar condicionado perto de uma janela onde embaixo dela estava o aquário da Alisssssssss com o nome dela escrito no vidro. A cama dela é de casal e a fronha dos travesseiros forma um bigode. Na cômoda tinha uma câmera profissional e uma digital e do lago tinha um abajur que clareava bastante o quarto com a ajuda das luzinhas penduradas na parede quando a lâmpada no teto não estava ligada. O chão estava repleto te pacotes de salgadinhos, doces e mais algumas baboseiras. E no canto tem uma pilha de vários CDS fodas. Resumindo: O QUARTO DELA ERA MUITO FODA!
– Gostou? – perguntou ela com aquele típico sorriso lindo.
– Seu quarto é muito foda! – falei fechando a boca.
– Eu sei disso, espera só ver meu closet. – falou ela me puxando.
– Você acha mesmo que eu vou gostar de roupas de mulher? – ri sarcástico.
– Veremos. — ela abriu a porta e ligou a luz. Cara, eu nunca vi tantas roupas fodas juntas. E eu tenho que parar de falar foda...
– Caramba! Você tem as roupas mais fodasticamente anormais normais da terra! – tá, essa nem eu entendi. Ela apenas riu.
– Tá, agora vá escolher uma roupa pra mim, enquanto isso a gente pode ficar conversando porque eu acho que vai demorar. – riu baixinho – Então Sr. Duff, mãos à obra! – ela falou e nós rimos juntos.
– Ok então. – fui para a parte onde ficavam as calças. – Porque você está irritada por causa do André? Ainda é por causa da sua mãe?
– Não, foi o meu pai que matou ela, enfim, esse é outro assunto. Eu estou assim porque ele disse que está apaixonado pelo Stie. Não, eu não tenho nada contra gays, é que tipo, eu estou acostumada o vendo pegando várias garotas em uma mesma festa. Eu não me conformo em pensar que o Stie vai corrompê-lo, se é que você me entende. – ela deu uma risadinha maliciosa.
– Então foi por isso que você colocou fogo no Dookie? – perguntei quase tendo um infarto de ver tantas roupas em um só closet, parecia uma loja de roupas, mas não eram roupas qualquer, eram as mais fodas.
– É – ela riu baixinho. – Mas o Stie é legal, eu não deveria ter feito isso, vou dar um urso pra ele. Você que ele vai gostar do marrom ou do rosa?
– Acho que do que o rosa né? – gargalhamos e logo após eu conseguir recuperar parte do fôlego voltei a olhar as calças, que devia ter mais de 100 ali, sem exagero.
– Daí eu gravo meu nome nele, pra ele se lembrar de mim antes de dormir. – ela olhou pro chão meio triste.
– VOCÊ ESTÁ APAIXONADA PELO STEVEN? – perguntei não escondendo a minha surpresa.
– O que? Não! – ela riu. – Eu só gosto muito dele como amigo sabe, ficar perto dele me acalma... Mas não, eu não estou apaixonada por ele até porque eu tenho um namorado.
– Você tem namorado? – perguntei incrédulo.
– Ué, algum problema? – ela riu provavelmente da minha cara de idiota.
– Não, só fiquei meio surpreso né, nem eu tenho uma namorada então achei que você também não tivesse um... – fiquei encarando os vestidos.
– Ui, se achou a ultima bolacha do pacote agora. – quase a mandei se fuder. Entreguei a roupa que eu havia escolhido, foi fácil porque qualquer coisa ali combinava com qualquer coisa ali, e como só tinha coisa foda foi bem fácil.
– Toma, experimenta isso. – ela se levantou e saiu do closet. Eu sentei onde ela estava e avistei uma caixinha preta no fundo do cômodo. Caminhei até lá e a peguei. É meio pesada. A abri e logo vi [n/a: rimou isso cara G_G’] uma correntinha arrebentada do lado de um diário cor-de-rosa. Ouvi um barulho da porta do banheiro e peguei o diário e escondi debaixo da camiseta e joguei a caixinha de volta no canto.
– Que barulho foi esse? – perguntou colocando as mãos não cintura. Ela estava a maior gata.
– É que eu chutei sem querer essa caixinha preta. – apontei para a caixa.
– Escuta, se eu ver um dia você encostando nela, você morre ok? – engoli seco.
– Ok. Enfim, você está a maior gata, eu pegava.
– RÁ RÁ! Muito engraçado. – ela foi saindo do closet. – vou lá colocar a minha roupa de volta e já volto. E NÃO encosta naquela caixa! – saiu caminhando de costas só me olhando, se ela visse que eu tinha pegado o diário dela, eu ia dar adeus ao Duffconda. Sentei no chão tentando não pensar no que ela poderia fazer se descobrisse isso.
Notas finais
E eu prometo que a fic vai melhorar.
E só pra falar que a minha leitora favorita é a Manu Susin porque só ela que deixa os reviews u.u Então gente, bora comentar porque sem combustível o carro não anda né? :P
Bjs e até o próximo o/
Nana
PS: Se alguém quiser me adicionar no msn: marianacoin@hotmail.com
Né gente? Vamos conversar né. Venham cá ser meus amiguinhos KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK to indo tomar meu remedinho, flw
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