Little Things -
3 Escada a baixo, minhas invenções
Notas iniciais
boa leitura pra vocês
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POV Liza
Levantei da cama, tomei banho e me troquei (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=74931687&.locale=pt-br ) como um zumbi, “como assim já é segunda?”, me perguntei enquanto ia escovar os dentes. Quando voltei pro quarto vi Jacob deitado na minha cama, demorei um pouco pra raciocinar que ele havia dormido aqui ontem.
-Jake, acorda. –falei tentando levantar ele, (o que foi impossível já que do seu lado eu parecia uma mosca) –JAAAAAAAKEEEEEEE ACOOORDAAAAA. –gritei e ele levantou num pulo.
-Ai meu Deus Liza, você tá louca ou o quê em?
-Jake, temos aula hoje.
-Só mais cinco minutinhos, vai...
-Droga Jake, tira essa cara...- odeio quando ele dá uma de bebezão- Tá legal, pode ficar. –fui andando em direção à porta e me virei antes de descer- CINCO minutos, nem mais nem menos.
Quando desci pra tomar café, Emily já estava saindo com Sam pra trabalhar.
-Hey, Liza!
-Oi Emily, Sam...
-Oi Liz. Cadê o Jake?
-Dormindo, como sempre. — nós rimos.
-Nossa Sam, olha a hora. Temos que ir Liza, cuidado pra não chegar tarde da escola. – disse caminhando em direção ao carro de Sam e gritou enquanto o mesmo já andava – ESTUDE!
Entrei em casa rindo, Emily era como uma terceira mãe pra mim, ela sempre tinha cuidado comigo, ligava pra saber por onde eu andava com quem eu estava. Qualquer adolescente normal da minha idade odiaria isso, mas eu até gosto dessa superproteção dela, e eu não sou normal.
-O que tem pra eu comer? – perguntou Jacob sentando no balcão.
-Bom dia pra você também senhor Black, e balcão não é lugar pra sentar tá?
Ele desceu e sentou na mesa.
-Huum, ovos e bacon, eu amo.
-Por isso que eu fiz.
-Em cinco minutos? –perguntou incrédulo e eu ri.
-Brincadeira bobo, foi a Emily. Em falar em Emily, o Sam perguntou por você.
-Sério?
-É, por quê?
-É que nós mal nos falamos...
-E daí Jake, nem todo mundo é mal educado igual a você.
-Ei, eu não sou mal educado.
-Quem sabe, um pouco irritante né? Vou subir e trocar de roupa, já volto.
Subi as escadas correndo pra pegar por causa da hora e quando já ia chegando à ponta, acabei pisando errado e fui caindo. Tudo parecia estar em câmera, como num pesadelo que você não consegue controlar, foi quando tudo ficou escuro...
POV Jacob
Comecei a tomar meu café enquanto a Liza subia as escadas que nem uma louca, até que ouvi um barulho que se repetia, como se algo estivesse se debatendo contra o chão. Corri na mesma hora, muito nervoso, pra ver o que havia acontecido. Liza tinha caído da escada.
-LIZA, LIZA VOCÊ ESTÁ BEM?- gritei numa tentativa desesperadora de que ao menos ela abrisse os olhos. Tirei sua cabeça do meu da minha perna e peguei-a no colo sem saber o que fazer.
Fui com ela em direção ao meu carro e a coloquei deitada no banco de trás. Comecei a dirigir até o hospital mais próximo, que ficava a mais ou menos 1 km/h da casa de Emily. A preocupação de algo ruim ter acontecido me fazia dirigir cada vez mais rápido, principalmente por meu medo de pessoas machucadas. Parece idiotice mas esse medo sempre andou comigo, como uma vez quando eu tinha 14 anos meu pai tinha caído da cadeira de rodas (e nem se machucou) e eu corri pra o meu quarto. Quando chegamos eu percebi que só haviam passado sete minutos.
Assim que eu entrei no hospital, (que por sorte tinha pouca gente) um rapaz correu até mim, provavelmente um enfermeiro.
-O que houve com ela? –perguntou preocupado.
-Ela... caiu da escada.
-Vou pegar uma maca, Vanessa, dê uma ficha pra ele preencher. – avisou para a balconista assim que pegou Liza dos meus braços. Era como se metade de mim estivesse indo embora.
-Senhor... – chamou a balconista, me tirando dos meus devaneios. – O senhor precisa assinar aqui.
Ela me deu a caneta e a ficha e eu comecei a preenchê-la.
-Pronto. – entreguei os dois. – Onde está ela.
-Último andar, 3° corredor a esquerda, sala 204.
Saí sem falar nada, sinceramente eu não estava com cabeça pra ser educado, muito menos pra agradecer. Me atrapalhei um pouco pra chegar na sala onde Liza estava, mas acabei conseguindo. Quando abri a porta ela estava deitada numa cama, daquelas de hospital que te fazem entrar em estado depressivo. O médico ao seu lado estava colocando a agulha de soro em sua veia caminhou até mim.
-Como ela está? – perguntei sem olhar diretamente pra ele.
-Seu estado é estável, mas infelizmente a Srt° Kyle fraturou a perna esquerda, e vai ter que ficar com o gesso por duas semanas.
-Quando ela vai poder voltar pra casa? – perguntei enquanto andava em direção à cama.
-Amanhã mesmo. Ela só precisa de repouso.
O médico saiu da sala, e eu deitei do seu lado. Engraçado como as coisas acontecem quando agente menos espera, como Liza, tão desastrada a ponto de cair do topo de uma escada e vir parar num hospital que fica a 1 km/h da sua casa. Sem esquecer também, do susto que ela me deu quando a vi caída no chão, imóvel. Não são lembranças que eu vou querer guardar comigo, apesar de que com certeza eu vou fazer uma piada sobre isso, assim que ela acordar. Acabei pegando no sono de tanto pensar.
POV Liza
Minha cabeça latejava a ponto de eu querer gritar. Eu estava num lugar claro como flores roxas e árvores cercando todo a clareira, fazendo com que eu me deitasse na grama verde e macia. Eu ouvi um barulho vindo de dentro floresta, como se fosse uma pessoa andando. Fui lá ver o que era.
--Jake? –perguntei enquanto ele andava na minha direção contrária, sem ao menos se virar pra me olhar. – Jake, volta aqui. – gritei.
Eu não conseguia me mover, como se algo me prendesse ao chão, foi quando Jacob virou e disse:
-Você vai sair dessa, foi só um acidente.
-JAKE. – gritei — JAKE, DO QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO? — De repene minha perna começou a dor e eu caí no chão
Quando abri os olhos de novo, não estava mais na clareira, e sim num quarto de hospital. “Mas o que eu estou fazendo aqui?”, depois eu comecei a lembrar de ter caído da escada, que desastre que eu tinha causado. Minha perna começou a doer como no sonho e eu olhei pra ela, a mesma estava engessada, sustentada por um negócio que eu nem sabia o nome. Jake estava deitado do meu lado, conclui que ele que tinha me trazido para o hospital. Ele coçou os olhos e abriu-os.
-Liza... – falou baixinho.
-Oi Jake.
-Liza! – ele falou alto e me abraçou.
-Ai...! – gemi por causa da dor no corpo, ele corou com vergonha e se sentou do meu lado.
-Você está bem?
-Mais ou menos, só estou cansada. Quero ir pra casa.
-O médico disse que você só vai poder ir amanhã.
-De que horas?
-Ele não falou sobre horário.
-Saco Jacob! Eu odeio hospitais.
-Desculpe, eu devia ter perguntado. – ele falou de cabeça baixa.
-Eu que tenho que pedir desculpas Jake, eu só estou estressada por conta da minha perna.
-Tudo bem.
-Jake... eu tive uma ideia!
-O que foi?
-Que tal nós darmos uma volta pelo hospital?
-Você tá louca?
Ah, Jake...! Por favor, vai.
-Mas e sua perna?
-Tem uma cadeira de rodas bem ali.
-Eles vão acabar me expulsando daqui. – falou baixinho enquanto pegava a bendita cadeira.
Ele me ajudou a sentar nela e saímos do quarto.
-Vamos achar um corredor vazio.
-Pra que?
-Você vai ver... – droga, odeio quando o Jake fica cheio de mistério.
POV Liza
Levantei da cama, tomei banho e me troquei (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=74931687&.locale=pt-br ) como um zumbi, “como assim já é segunda?”, me perguntei enquanto ia escovar os dentes. Quando voltei pro quarto vi Jacob deitado na minha cama, demorei um pouco pra raciocinar que ele havia dormido aqui ontem.
-Jake, acorda. –falei tentando levantar ele, (o que foi impossível já que do seu lado eu parecia uma mosca) –JAAAAAAAKEEEEEEE ACOOORDAAAAA. –gritei e ele levantou num pulo.
-Ai meu Deus Liza, você tá louca ou o quê em?
-Jake, temos aula hoje.
-Só mais cinco minutinhos, vai...
-Droga Jake, tira essa cara...- odeio quando ele dá uma de bebezão- Tá legal, pode ficar. –fui andando em direção à porta e me virei antes de descer- CINCO minutos, nem mais nem menos.
Quando desci pra tomar café, Emily já estava saindo com Sam pra trabalhar.
-Hey, Liza!
-Oi Emily, Sam...
-Oi Liz. Cadê o Jake?
-Dormindo, como sempre. — nós rimos.
-Nossa Sam, olha a hora. Temos que ir Liza, cuidado pra não chegar tarde da escola. – disse caminhando em direção ao carro de Sam e gritou enquanto o mesmo já andava – ESTUDE!
Entrei em casa rindo, Emily era como uma terceira mãe pra mim, ela sempre tinha cuidado comigo, ligava pra saber por onde eu andava com quem eu estava. Qualquer adolescente normal da minha idade odiaria isso, mas eu até gosto dessa superproteção dela, e eu não sou normal.
-O que tem pra eu comer? – perguntou Jacob sentando no balcão.
-Bom dia pra você também senhor Black, e balcão não é lugar pra sentar tá?
Ele desceu e sentou na mesa.
-Huum, ovos e bacon, eu amo.
-Por isso que eu fiz.
-Em cinco minutos? –perguntou incrédulo e eu ri.
-Brincadeira bobo, foi a Emily. Em falar em Emily, o Sam perguntou por você.
-Sério?
-É, por quê?
-É que nós mal nos falamos...
-E daí Jake, nem todo mundo é mal educado igual a você.
-Ei, eu não sou mal educado.
-Quem sabe, um pouco irritante né? Vou subir e trocar de roupa, já volto.
Subi as escadas correndo pra pegar por causa da hora e quando já ia chegando à ponta, acabei pisando errado e fui caindo. Tudo parecia estar em câmera, como num pesadelo que você não consegue controlar, foi quando tudo ficou escuro...
POV Jacob
Comecei a tomar meu café enquanto a Liza subia as escadas que nem uma louca, até que ouvi um barulho que se repetia, como se algo estivesse se debatendo contra o chão. Corri na mesma hora, muito nervoso, pra ver o que havia acontecido. Liza tinha caído da escada.
-LIZA, LIZA VOCÊ ESTÁ BEM?- gritei numa tentativa desesperadora de que ao menos ela abrisse os olhos. Tirei sua cabeça do meu da minha perna e peguei-a no colo sem saber o que fazer.
Fui com ela em direção ao meu carro e a coloquei deitada no banco de trás. Comecei a dirigir até o hospital mais próximo, que ficava a mais ou menos 1 km/h da casa de Emily. A preocupação de algo ruim ter acontecido me fazia dirigir cada vez mais rápido, principalmente por meu medo de pessoas machucadas. Parece idiotice mas esse medo sempre andou comigo, como uma vez quando eu tinha 14 anos meu pai tinha caído da cadeira de rodas (e nem se machucou) e eu corri pra o meu quarto. Quando chegamos eu percebi que só haviam passado sete minutos.
Assim que eu entrei no hospital, (que por sorte tinha pouca gente) um rapaz correu até mim, provavelmente um enfermeiro.
-O que houve com ela? –perguntou preocupado.
-Ela... caiu da escada.
-Vou pegar uma maca, Vanessa, dê uma ficha pra ele preencher. – avisou para a balconista assim que pegou Liza dos meus braços. Era como se metade de mim estivesse indo embora.
-Senhor... – chamou a balconista, me tirando dos meus devaneios. – O senhor precisa assinar aqui.
Ela me deu a caneta e a ficha e eu comecei a preenchê-la.
-Pronto. – entreguei os dois. – Onde está ela.
-Último andar, 3° corredor a esquerda, sala 204.
Saí sem falar nada, sinceramente eu não estava com cabeça pra ser educado, muito menos pra agradecer. Me atrapalhei um pouco pra chegar na sala onde Liza estava, mas acabei conseguindo. Quando abri a porta ela estava deitada numa cama, daquelas de hospital que te fazem entrar em estado depressivo. O médico ao seu lado estava colocando a agulha de soro em sua veia caminhou até mim.
-Como ela está? – perguntei sem olhar diretamente pra ele.
-Seu estado é estável, mas infelizmente a Srt° Kyle fraturou a perna esquerda, e vai ter que ficar com o gesso por duas semanas.
-Quando ela vai poder voltar pra casa? – perguntei enquanto andava em direção à cama.
-Amanhã mesmo. Ela só precisa de repouso.
O médico saiu da sala, e eu deitei do seu lado. Engraçado como as coisas acontecem quando agente menos espera, como Liza, tão desastrada a ponto de cair do topo de uma escada e vir parar num hospital que fica a 1 km/h da sua casa. Sem esquecer também, do susto que ela me deu quando a vi caída no chão, imóvel. Não são lembranças que eu vou querer guardar comigo, apesar de que com certeza eu vou fazer uma piada sobre isso, assim que ela acordar. Acabei pegando no sono de tanto pensar.
POV Liza
Minha cabeça latejava a ponto de eu querer gritar. Eu estava num lugar claro como flores roxas e árvores cercando todo a clareira, fazendo com que eu me deitasse na grama verde e macia. Eu ouvi um barulho vindo de dentro floresta, como se fosse uma pessoa andando. Fui lá ver o que era.
--Jake? –perguntei enquanto ele andava na minha direção contrária, sem ao menos se virar pra me olhar. – Jake, volta aqui. – gritei.
Eu não conseguia me mover, como se algo me prendesse ao chão, foi quando Jacob virou e disse:
-Você vai sair dessa, foi só um acidente.
-JAKE. – gritei — JAKE, DO QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO? — De repene minha perna começou a dor e eu caí no chão
Quando abri os olhos de novo, não estava mais na clareira, e sim num quarto de hospital. “Mas o que eu estou fazendo aqui?”, depois eu comecei a lembrar de ter caído da escada, que desastre que eu tinha causado. Minha perna começou a doer como no sonho e eu olhei pra ela, a mesma estava engessada, sustentada por um negócio que eu nem sabia o nome. Jake estava deitado do meu lado, conclui que ele que tinha me trazido para o hospital. Ele coçou os olhos e abriu-os.
-Liza... – falou baixinho.
-Oi Jake.
-Liza! – ele falou alto e me abraçou.
-Ai...! – gemi por causa da dor no corpo, ele corou com vergonha e se sentou do meu lado.
-Você está bem?
-Mais ou menos, só estou cansada. Quero ir pra casa.
-O médico disse que você só vai poder ir amanhã.
-De que horas?
-Ele não falou sobre horário.
-Saco Jacob! Eu odeio hospitais.
-Desculpe, eu devia ter perguntado. – ele falou de cabeça baixa.
-Eu que tenho que pedir desculpas Jake, eu só estou estressada por conta da minha perna.
-Tudo bem.
-Jake... eu tive uma ideia!
-O que foi?
-Que tal nós darmos uma volta pelo hospital?
-Você tá louca?
Ah, Jake...! Por favor, vai.
-Mas e sua perna?
-Tem uma cadeira de rodas bem ali.
-Eles vão acabar me expulsando daqui. – falou baixinho enquanto pegava a bendita cadeira.
Ele me ajudou a sentar nela e saímos do quarto.
-Vamos achar um corredor vazio.
-Pra que?
-Você vai ver... – droga, odeio quando o Jake fica cheio de mistério.
Notas finais
Bom, espero que vcs tenham entendido...
Kiss, R Carlie Black
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