Notas iniciais
Então, como eu percebi que vem surgindo dúvidas sobre algumas partes da história da Suze, Jesse Paul eu vim aqui explicar. Vamos por livros então.
1°-> Suze chega em Carmel, conhece Jesse, o fantasma que assombra seu quarto. Ela ganha três meio irmãos. Jake, Brad e David. Ela os chama de Soneca, Dunga e Mestre, respectivamente. Ela conhece Adam e Cee Cee, que viram seus melhores amigos, Padre Dom, outro mediador mas que tenta ajudar os fantasmas sem violência física e Heather, uma fantasma que ela acaba tendo que exorcizar.
2°-> Já se acostumando com Jesse em seu quarto e com sua vida em Carmel ela recebe a visita de uma mulher durante a noite. Com isso ela se envolve em uma investigação de assassinato que envolve vampiros - ou quase - e no final tudo acaba bem.
3°-> Gina, a melhor amiga de NY vem visitá-la e durante a visita da amiga, 4 fantasmas adolescentes estão em busca de vingança de um nerd, Michel. Primeiro ela o salva inúmeras vezes e ele trova ela e tals, mas no fim ela descobre que ele realmente havia matado os garotos de propósito e entra em uma briga feia e acaba no hospital.
Os outros três nos vemos no final do cap, boa leitura.

- Suzannah Simon, hoje nós não iremos nos atrasar. — Isso foi à primeira coisa que escutei quando acordei na manhã seguinte. Acordei é maneira de falar, eu devo ter dormido não mais que uma hora então quando me levantei e fui até o banheiro, minhas olheiras estão maiores que os peitos da loirinha amiga do Slater. Coloquei o uniforme, tentei dar um jeito na minha cara e meu cabelo, mas não tive lá muito sucesso e então desci com Mione para tomar café. Cafeína, isso era o que eu precisava, uma boa e grande dose de Cafeína e eu seria outra, poderia até falar com Jesse e... Bem, Jesse estava fora de questão, mas não por muito tempo. À noite mal dormida havia valido a pena, eu tinha um plano, mas antes de tudo:

- Mione, — eu disse para a morena em quando ela pegava um Waflle — eu preciso saber tudo sobre a caixa de pandora.

- Caixa de Pandora: Uma caixa onde Zeus, um deus da mitologia grega trouxa, guardou todos os males do mundo. Segundo o mito, Pandora, a primeira mulher que existiu, não resistiu à curiosidade e abriu

a caixa trazendo ao mundo todos os males. Ao que tudo indica, qualquer coisa pode ser guardada dentro da caixa, de sentimentos a pessoas, mas tudo que é preso lá acaba enlouquecendo, até hoje ninguém que foi preso na caixa sobreviveu. — Essa era eu na biblioteca na hora do almoço, escutando Mione, ao lado de Harry Ron Jake e Elizabeth quase tendo um aneurisma.

- Ah claro, agora me diga Snape é ou não um ser maléfico? — Disse tentando não ter um ataque, que era exatamente o que eu queria ter. Na verdade eu queria era levantar dali e chutar a bunda ossuda de Snape até o grande lago e assistir ele morrer afogado, mas provavelmente Dumbledore não permitiria.

- E depois você disse que temos que ter medo dos fantasmas Suze. — Jake disse.

- Acredite às vezes eu não sei quais são piores, os fantasmas ou os humanos. — Lize, a qual Jake havia contado sobre os fantasmas depois da minha conversa com ela, estava lidando bem com a situação.

- Eu não quero pedir isso a vocês, mas... — Eu odiava pedir ajuda, odiava mesmo, — Eu preciso de ajuda e não posse deixar Jesse lá dentro nem mais um dia. — Eu achei que eles diriam para eu esquecer, que Jesse já estava morto mesmo, mas ao contrário disso Harry disse:

- Hoje à noite nós quatro iremos pegar essa maldita caixa...

- Eu quero ajudar! — Jake disse.

- Eu também. — Gritou Lize. Eu encarei Mione, Ron e Harry e então disse:

- A ajuda de vocês seria incrível, mas... Não quero que vocês se metam em confusão. Prometi a sua mãe que lhe cuidaria Lize. Jake, não queremos mais problemas, não é mesmo? — Os dois concordaram, me deixando aliviada. Jesse, como você está?

Pov Jesse:

- Suzannah?! — Eu a via, ela estava ali, rindo com alguém ao seu lado. Quando cheguei pero o bastante para ver, Suze estava ao lado de Slater, os dois estavam felizes juntos, rindo. Eu tentei chamá-la, mas ela não me escutou. Quando mais eu tentava, mais altas eram as risadas. Por fim os dois pararam de rir.

- Suzannah? — Mas ao invés de se virar para mim ela se aproximou de Slater e eles se beijaram. Segurei o grito que desejava sair em quanto à cena mudava pra outra.

Agora eu via minhas queridas irmãs, elas choravam desesperadamente em quanto meu pai estava triste e minha mãe inconsolável.

- Por quê? — Uma delas perguntou. — Porque ele tinha que ir? — De quem elas falavam

- Jesse meu filho... Ó Hector! — Era sobre mim! Mas eu estava ali, elas deveriam poder me ver, me tocar.

- Mãe! Pai! — Mas nenhum deles me via. Maria de Silva entrou, vestida de preto como se estivesse de luto.

- É tão triste que ele tenha partido tão jovem...

- Eu não parti, ela me matou, essa... — Em quanto eu tentava gritar alguma coisa mais, a cena foi mudando mais uma vez.

Era aquele lugar, aquele corredor cheio de neblina e portas. Suze estava ali, perdida. Eu podia ver a saída, eu tentava levá-la até lá, mas ela se limitava a chorar e chamar por mim. Meu coração não agüentava ver tanto sofrimento. Por que? Então Slater apareceu, com seu sorriso idiota e ela o abraçou dizendo:

- Ele se foi, para todo sempre! — E chorava...

- Minha querida Suze, eu sempre estarei ao seu lado. — Ele disse, a abraçando.

- Ainda bem que tenho você Paul, não sei o que seria de mim sem você. — E então, novamente, os dois se beijaram.

Eu não sabia onde estava, mas sabia que essas cenas iam se repetindo, por mais que eu tentasse mudá-las, interferir, nada mudava e aquilo só me machucava.

Suzannah, onde você está?

Pov Suze:

Já era noite. Dessa vez eu usava todo o equipamento casa fantasma, incluindo minha jaqueta de couro, meu jeans rasgado e meu coturno preferido.

- Mione, temos de descer. Ron e Harry devem estar nos esperando. — Eu havia ajudado a Mione escolher uma roupa apropriada para uma invasão, por isso ela usava um suéter preto, calça escura e um tênis escuro também. Tinha seu cabelo preso em um rabo alto e sua varinha em mãos. Já a minha, que não era de grade utilidade assim, estava guardada. Eu mantinha em punhos meu soco inglês e minha fiel lanterna, que iluminava muito mais que a varinha. Descemos e encontramos Harry e Ron. Os dois vestiam roupas escuras, mas Harry carregava um pergaminho velho e uma capa.

- Por que Diabos você trouxe isso? — Harry Ron e Mione se entreolharam como se fosse uma piada só deles, e por fim Harry veio até mim, com a varinha sobre o pergaminho e disse:

- Juro solenemente não fazer nada de bom. — Do nada, letras começaram a surgir formando um texto.

Os senhores Pontas, Alunado, Rabicho e Almofadinhas têm o prazer de apresentar o Mapa do Maroto.

Harry abriu o mapa e ali estava. Toda Hogwarts com pontinhos das pessoas, vivas e não vivas, que estavam caminhando por ali. Filch e Madame Nor-rra estavam perto da saída do quadro da mulher gorda. Não havia muitos pontinhos pretos, havia Dumbledore na sua sala, alguns estudantes em suas salas comunais e muitos pontinhos prateados.

- E esses prateados? — Perguntei apontando um aleatório. O nome parecia comprido de mais por isso era apenas uma sigla: MDSD. Mas alem desse havia muitos outros.

- Prateados? — Os três se perguntaram olhando mais atentamente ao mapa. Então eu podia ver todos os fantasmas que eram o meu tipo de fantasma.

- Isso é interessante. — Mione disse.

- Mas é para se ver depois. Snape esta dormindo, Filch se afastou da porta e podemos ir, é agora ou nunca.

- É lá vamos nós. — Ron disse e então saímos os quatro na escuridão da noite no castelo.

Estavamos em silêncio, tanto eu quanto Harry encarávamos o pergaminho em quanto Ron e Mione o caminho que devíamos seguir. Encontramos alguns fantasmas, dos que todos podem ver como o Nick quase sem cabeça que nos saudou silenciosamente como outros que apenas eu poderia ver. Mas apenas por essa noite me fingi de cega no submundo e segui meu caminho.

- Chegamos. — Disse Mione me encarando. Harry se aproximou e disse:

- Alohomora. — A porta fez um treck, mas não se abriu. Teria que ser do velho jeito, do jeito trouxa. Peguei um grampo e entreguei a lanterna ao Harry.

- Segura aqui. — E então me agachei. Escutei o grampo abriu o primeiro, o segundo e o terceiro pino. A velha mágica não era párea para uma mediadora bem treinada. A porta se abriu silenciosa e então Harry me entregou a capa.

- É de invisibilidade, com tanto que não saía dela, não será vista. — Me sentindo um pouco fantasma de mais concordei e me cobri, com certo desconforto por ser um pouco alta de mais, mas ignorei. Entrei e percorri o olhar pela sala, encontrando a caixa que tanto precisava. A paguei com rapidez, mas quando estava voltando para porta esbarrei com uma caixa de vidros, a derrubando, e quebrando todos.

- Quem está ai? — Escutei Snape. Corri para porta a fechando. Corremos pelos corredores escutando Snape gritar.

- Alunos fora da cama! — Filch, que não havia sido um problema até agora, estava em nosso encalce e a qualquer momento poderíamos ser pegos. Por sorte, ou habilidade de Harry, Ron e Mione, chegamos ao quadro da mulher gorda.

- Mimbulus mimbletonia. — Ron disse apressado. A mulher gorda abriu a porta, vagarosamente, e então nos jogamos para dentro.

- Seguros, por hora. — Ron suspirou.

- Até ele perceber que a caixa sumiu e então virá atrás de nós. Temos que tirar Jesse e sumir com ela. — Mione tem razão Suze, abra logo. — E então eu a abri. Uma luz forte surgiu e logo Jesse estava ali. Seu olhar era vago e então ele disse:

- Suzannah? Dessa vez é você? — Eu sorri, lágrimas nos olhos eram a única coisa que eu conseguia ver. Estava tudo embaçado pelas lágrimas.

- Jesse! — Eu corri e o abracei. Ele retribuiu o abraço, e então eu disse:

- Temos que nos livrar disse, e logo. — Mione riu e então colocou a caixa na lareira e disse:

- Incendio. — As chamas consumiram a caixa e eu sorri aliviada.

- Vamos dormir. — Disse rindo.

- Uou, Jesse, — Harry disse falando para toda a sala, sem saber para onde olhar. — Espero que saiba o quanto você faz diferença na vida dessa garota. — Ele deveria saber, mas nem se importa. Ele se limitou a rir e então se desmaterializou.

Notas finais
4°-> O mais fofo, na minha visão, é quando Suze está de férias e conhece Jake, o garoto esquisito de oito anos que ela descobre ser um mediador. O que a incomoda é o irmão mais velho dele Paul, que fica trovando ela. No meio tempo o corpo de Jesse é encontrado no quintal de Suze e Maria de Silva a ex noiva e mandande do assassinato de Jesse, aparece para tentar impedi-la. Depois de bater e apanhar muito, Suze descobre que Jake, sem saber, exorcizou Jesse e o único modo de salvá-lo é se exorcizar tambem. No fim os dois voltam e mandam Diego e Maria para onde quer que seja.Paul aparece no mundo dos mortos, confirmando o que o irmão diz que ele é o filho do demo. Jesse a beija no final desse livro.
5°-> Volta as aulas deveria ser bem legal, mas quando o garoto que povoa seus maiores pesadelos é seu novo colega... Bem Paul passa a morar em Carmel e diz a Suze que ela é uma deslocadora. Pode ir e vir do mundo dos mortos e viajar na 4 dimensão, o tempo. Paul e Suze tem um tipo de relação onde o ódio e amor andam juntos, uma coisa confusa e então Jesse deixa bem claro que ela é dele.
6°-> Paul diz que irá salvar Jesse, viajando na 4 dimensão. Ele e Suze vão para a época de Jesse e no final, Diego morre e... Essa parte é melhor eu deixar prá lá... HUAUHAHUA