Lilly E Seth - Um Amor Mais Que Proibido
6 Faz Sentido?
– Ha, você sabe qual a aparencia de um alienigena. Alienigena é verdinho, tem anteninha, arma a laser e fala assim: "me leve ao seu mestre, terraquio".
– Está exigindo algum tipo de prova? — Sara disse. — Ele acha que insultamos a inteligencia dele.
– Acho nao, olha, você nao podem vir assim derrepente com essa historinha de que sao alienigenas. Eu sei que eu vi algumas coisas muito esquisitas hoje. Mas vocês nao enperam que eu acredite que...
Sara levitou, literalmente, alguns cacos de vidro e cds.
– Eu tenho a hablidade de mover objetos com a mente.
– Mas isso é impossivel. — Eu disse.
– Nao, isso é possivel. No nosso planeta e no seu também. Você nao faz isso por que nao aprendeu a usar seu cerebro totalmente.
– Nao... Eu nao fasso isso por que é sinistro pra caramba. — Jack disse. — E... Eu quero que voce pare.
Ela os abaixou.
– Jack! – Eu disse.
Algo se aproximava com velocidade.
– Liga! Liga! – Jack gritava.
Estava a metros de nós.
Era um caminhao. Todos fizeram: Ufa.
Depois o carro ligou e seguimos. Jack dirigiu até marcenaria, bem proxima.
– Oi! Tem alguém ai?
– Tá fechada! — alguém respondeu.
– Oi amigo, eu sei que está fechada. Mas tivemos um problema com o taxi.
– Devia ter tido esse problema com o taxi quando a oficina estivesse aberta.
– Tá, agente tenta da promima vez , mas... dessa vez.
– Jack Bruno. — Era Sara — A unica coisa que fará Ed Cortez aceitar seria uma quantia significativa em dinheiro.
– Pago o dobro pelo serviço. — Jack disse.
– Que tal o triplo? — O homem disse.
– Pago. — Eu falei.
Chegamos a uma lanchonete, com musica ao vivo e tudo mais. Nos sentamos.
– Espero, Jack, que vocè nao continue com a ideia de fugir pela porta dos fundos e nos deixar aqui sozinhos. — Eu disse.
– hum, pera ai! Como é que vocè sabe disso?
– Lilly também tem o dom da telepatia, ela pode ler a mente de quem está perto dela. — Seth disse.
– Você sabe mais da minha filha que eu? Lilian Leight, nao fassa mais isso. É serio.
– Oi amigos. Bem vindos ao Bar do Rain. Meu nome é Tina e eu vou servir vocès hoje. Poxa o que é isso? — Tina disse olhando para mim, Seth e Sara.
– Ué, sao o que parecem ser, sao só tres adolecentes. — Jack afirmou.
– Que parecem ter luitado com um assassino antes de jantar. Só isso. — Ela disse. — Tudo bem, por que vocès dois nao vem comigo e eu mostro onde podem se lavar? Vamos?
– Nao demorem tá. — Jack disse como um aviso.
Estavamos caminhando pelo restaurante até o banheiro quando Seth entrelaçou seus dedos com os meus, lá estavam dois adolecentes de mãos dadas.
– Quais os nomes de vocès?
– Meu nome é Seth, essa a Lilly e minha irma Sara.
– Seth hum, desculpe a incoveniencia mas, vocè e a Lilly estao namorando?
– Nao. — Eu respondi envergonhada.
Nos lavamos e voltamos para a mesa. Jack nos olhou e disse:
– Acho que seria...
– Melhor para todos se Seth e Sara acharem outra carona. — Eu completei. Eu sabia que ele diria isso.
– Olha Lilly, é serio. Para com isso.
– Jack Bruno, eu até entendo que estaja assustado e confuso, levando em consideraçao tudo o que aconteceu hoje. — Sara disse.
– Eu não to assustado. — Jack disse. — E... E... Só um pouco confuso. Mas a questão mesmo é que vocès dois precisão de alguém da Nasa, Força aerea, não de mim.
– Se nos abandonar agora nossa missão estará seriamente comprometida. — Sara afirmou.
– Olha, eu só to tentando ser sincero com vocès. Eu sou o cara errado. — Jack explicou.
– Um humano sabio disse uma vez: Voce é o que pensa que é. — Sara disse.
– Então procura esse sabio e pede ajuda pra ele! — Jack estava estressado. Eu não sabia o que falar.
– Foi o Buda, ele está indisponivel. — Seth completou.
– Como é que os seres do seu planeta podem ser tão grandes na forma e se sentirem tão pequenos por dentro? — Sara perguntou. Jack deu de ombros. — Talvez vocè precise de ajuda também.
O telefone de Jack tocou:
– Os tres estão seguros ai Jack?
– Os TRES?
– Eu quero a garota dos poderes também.
Ele se afastou de nós. Quando ele voltou Sara disse:
– Vieram nos buscar, não é?
– É vieram. — Jack disse.
– Sabia que não dava para confiar nele. — Seth sussurou. ; É tarde, vamos fugir.
Seth segurou minha mão e tentou me levar, ele sabia que Sara nos seguiria. Eu o segurei no lugar.
– Espera. — Eu disse.
Ele tentou me puxar novamente. Eu resisti. Em sua terceira tentativa não foi mais possivel. Ele me puxou e me beijou.
Sabe nos filmes quando o mocinho e a mocinha se beijam. Eu me senti assim. Aquele momento perfeito onde ocorrem fogos, a musica corre no ar e o vento leva meu cabelo.
– Por favor. — Ele repetiu.
– Não Seth, ouça ele.
Ele nós chamou. Sara foi na frente e eu puxei ele junto.
– Vamos lá. — Jack disse.
Nós andamos sem chamar atenção pelos cantos da lanchonete. Os homens entraram por todos os cantos.
O xerife os impediu. Logo um dos homens apontou duas armas para pessoas quaisquer, outro mais uma arma e assim somaram-se 12 miras distintas, inclusive uma no xerife.
Continuamos nos esquivando. Encontramos Tina.
– Xiiii. — Ela disse. — Venham comigo.
Ela nós levou até uma pequena sala.
– Lá em cima. — Ela sussurou.
Eu parei em sua frente e disse:
– Obrigada.
– Boa sorte. — Tina respondeu.
Jack subiu a escada, para tentar abrir a passagem. Não importava o quanto ele tentasse. A porta não abria. Jack disse:
– Não dá, tá trancada por fora. Temos que achar outra... Ei ei ei ei.
Seth subiu a escada de mateira ele atravessou a mão pela porta e a abriu por fora.
– Ou podemos fazer isso. — Jack concluiu. — Seja lá o que ele fez.
– Meu irmão consegue controlar a densidade molecular dele, permitindo que ele atravesse objetos solidos ou resista a grandes impactos. — Sara explicou enquanto subia.
Eu subi atrás e depois Jack.
Descemos o telhado até o terreo. Lá tinha um pastor alemão. Que parecia ser meio, bravo. Ele latia para Jack e avançou.
Sara colocou a mão nele e disse:
– Agradecemos pela sua coopreenção. — Ele a lambia e latia baixo. — Vamos!
Descemos e fomos até a oficina do Ed.
– Chegamos! — Eu disse.
– Mas eu ainda tenho muito trabalho para fazer.
– Deixa pra outro dia. — Completou Jack. Entregou o dinheiro e partimos
Vimos logo os outros ¨homens de preto¨, eles estraram em seus carros pretos e nos seguiram.
– São muitos, não vai dar pra despistar. — Eu avisei.
Sara explodio cada motor, apenas com a mão.
– Não sei o que voce tá fazendo mas continua. — Jack exclamou.
Ela acabou com todos os carros, impedindo com que eles no seguissem.
– Dia adeus a Stone Ville. — Jack murmurou.
Eu olhei para Sara. Ela entendeu a mensagem. Ela parou o carro.
– Agora não! Lilly, Lilly, você não tá fazendo isso. Eu não acredito! Lilly eu disse... — Jack disse.
O pastor entrou no carro. Demos o nome dele de Sucata.
– Ham, mais isso eu não vou deixar mesmo. Não, o cachorro da Sucata nao vai com agente! Eu cansei de ficar pegando passageiros! Eu não vou adimitir isso! — Jack foi interrompido com os tiros que atingiram o carro.
Ele acelerou e seguimos.
Passou-se um tempo quando Jack disse.
– Esses caras de agora, eram os mesmo da rodovia, não eram?
– Sim. — Seth disse. — Temos que chegar até a base de operações deles.
– Querem que eu leve vocês para as pessoas que querem te matar? — Jack disse. — Deixa eu explicar como as coisas funcionam aqui na terra. As pessoas que querem matar você, você evita. Desse jeito você vive mais. Faz sentido?
– Ninguém no seu planeta ficará vivo, se não voltarmos para o nosso planeta. Para poder voltarmos precisamos da nave. — Seth disse sendo o ¨fodão¨. — E aqueles homens que estão tentando nos matar roubaram a nossa nave. Faz sentido?
– Por onde sugere que começemos nossa busca, Jack Bruno? — Disse Sara em tom calmo.
– Não sugiro que começemos busca nenhuma. Sugiro voltarmos para Las Vegas e eu deixo vocês onde eu peguei.
– Jack? Você não tem coração? — Eu perguntei.
– Lilly, não gaste suas palavras. Nenhum humano vai nos ajudar Sara. Ainda mais ESSE humano — Seth disse.
– Oi, oi. Evita falar mau dos humanos tá? Alguns dos meus melhores amigos são humanos. Inclusive minha filha também! E eu não vou deixar ela ser namoradinha de um ET. E...E mesmo se eu fosse ajudar vocês eu nem saberia onde começar. Eu não sei nada sobre discos voadores, alienigenas... — Jack foi interrompido.
– Jack, e quanto a Dra. Alex Friedman? — Eu disse.
– É, ela é uma pessoa que pode nos ajudar. E para sua informação — Ele disse olhando para Seth. — ela também é uma HUMANA.
Passou-se algum tempo e Sucata começou a rosnar.
– Sara. — Jack disse como uma ordem.
– Ele agradeceria se você parasse o carro para ele se aliviar.
– Nós não temos tempo para isso. Ele devia ter se aliviado em Stone Ville.
– Ele não está contente com a sua atitude.
– Aé mesmo? Então lembra a ele que eu sou um homem e ele é um CACHORRO. E eu não vou ter esse tipo de discussão ridicula e boba com um CACHORRO. A minha resposta continua sendo NÃO.
Ele sedeu. Sucata correu até o meio do mato e logo voltou.
– Sucata disse obrigada. — Sara afirmou.
– A ele disse. E ele quer mais alguma coisinha? — Jack disse ironico.
– Ele disse que adoraria um osso ou uma carne suculenta.
– Vou anotar na minha lista de compras. — Mais ironia. — Entra no carro.
Ela entrou. Sucata subiu no colo de Seth. E apoio a cabeça no meu joelho.
Chegamos até o centro de ufologia. Jack parou o carro e nós decemos, deixando sucata dentro.
– Ai, quero que mantenha o taxi fechado e de agua pro cachorro. E também... Compra carne pra ele. — Ele disse entregando dinheiro para um homem que passava.
Fale com o autor