Vimos logo os outros ¨homens de preto¨, eles estraram em seus carros pretos e nos seguiram.

– São muitos, não vai dar pra despistar. — Eu avisei.

Sara explodio cada motor, apenas com a mão.

– Não sei o que voce tá fazendo mas continua. — Jack exclamou.

Ela acabou com todos os carros, impedindo com que eles no seguissem.

– Dia adeus a Stone Ville. — Jack murmurou.

Eu olhei para Sara. Ela entendeu a mensagem. Ela parou o carro.

– Agora não! Lilly, Lilly, você não tá fazendo isso. Eu não acredito! Lilly eu disse... — Jack disse.

O pastor entrou no carro. Demos o nome dele de Sucata.

– Ham, mais isso eu não vou deixar mesmo. Não, o cachorro da Sucata nao vai com agente! Eu cansei de ficar pegando passageiros! Eu não vou adimitir isso! — Jack foi interrompido com os tiros que atingiram o carro.

Ele acelerou e seguimos.

Passou-se um tempo quando Jack disse.

– Esses caras de agora, eram os mesmo da rodovia, não eram?

– Sim. — Seth disse. — Temos que chegar até a base de operações deles.

– Querem que eu leve vocês para as pessoas que querem te matar? — Jack disse. — Deixa eu explicar como as coisas funcionam aqui na terra. As pessoas que querem matar você, você evita. Desse jeito você vive mais. Faz sentido?

– Ninguém no seu planeta ficará vivo, se não voltarmos para o nosso planeta. Para poder voltarmos precisamos da nave. — Seth disse sendo o ¨fodão¨. — E aqueles homens que estão tentando nos matar roubaram a nossa nave. Faz sentido?

– Por onde sugere que começemos nossa busca, Jack Bruno? — Disse Sara em tom calmo.

– Não sugiro que começemos busca nenhuma. Sugiro voltarmos para Las Vegas e eu deixo vocês onde eu peguei.

– Jack? Você não tem coração? — Eu perguntei.

– Lilly, não gaste suas palavras. Nenhum humano vai nos ajudar Sara. Ainda mais ESSE humano — Seth disse.

– Oi, oi. Evita falar mau dos humanos tá? Alguns dos meus melhores amigos são humanos. Inclusive minha filha também! E eu não vou deixar ela ser namoradinha de um ET. E...E mesmo se eu fosse ajudar vocês eu nem saberia onde começar. Eu não sei nada sobre discos voadores, alienigenas... — Jack foi interrompido.

– Jack, e quanto a Dra. Alex Friedman? — Eu disse.

– É, ela é uma pessoa que pode nos ajudar. E para sua informação — Ele disse olhando para Seth. — ela também é uma HUMANA.

Passou-se algum tempo e Sucata começou a rosnar.

– Sara. — Jack disse como uma ordem.

– Ele agradeceria se você parasse o carro para ele se aliviar.

– Nós não temos tempo para isso. Ele devia ter se aliviado em Stone Ville.

– Ele não está contente com a sua atitude.

– Aé mesmo? Então lembra a ele que eu sou um homem e ele é um CACHORRO. E eu não vou ter esse tipo de discussão ridicula e boba com um CACHORRO. A minha resposta continua sendo NÃO.

Ele sedeu. Sucata correu até o meio do mato e logo voltou.

– Sucata disse obrigada. — Sara afirmou.

– A ele disse. E ele quer mais alguma coisinha? — Jack disse ironico.

– Ele disse que adoraria um osso ou uma carne suculenta.

– Vou anotar na minha lista de compras. — Mais ironia. — Entra no carro.

Ela entrou. Sucata subiu no colo de Seth. E apoio a cabeça no meu joelho.

Chegamos até o centro de ufologia. Jack parou o carro e nós decemos, deixando sucata dentro.

– Ai, quero que mantenha o taxi fechado e de agua pro cachorro. E também... Compra carne pra ele. — Ele disse entregando dinheiro para um homem que passava.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.