Notas iniciais
Capitulo não revisado.

Pov. Edward

O dia com Bella na praia estava correndo de uma ótima maneira.

Estávamos agindo como á dois anos atrás, quando estávamos entre nossos amigos. Brincando, zuando algumas pessoas que passavam... Minha marrentinha parecia feliz e eu parecia mil vezes mais.

Nos tratávamos como ótimos amigos, isso já era um começo e eu não iria pular nenhuma etapa. Estávamos nos conhecendo novamente, dois anos era um longo tempo e nossas perspectivas haviam mudado.

Bella estava mais madura, mas não deixava seu jeito moleca e estourada de ser.

Era tão bom ver seu sorriso direcionado á mim.

Errei muito com ela, sabia que se a situação fosse ao contrario provavelmente nunca mais olharia para ela, mas mais uma vez Bella mostrou que era muito melhor que eu e estava me dando uma chance, mesmo que pequena, para mostrar o quanto a amava.

–Edward! – Chamou Bella, me sacodindo pelos ombros.

– O que? – Perguntei e ela me deu um tapa no braço.

– Estou te chamando á quase cinco minutos e você continua com essa cara de paisagem! – Reclamou. – Vamos procurar um bom lugar pra podermos comer antes que eu comece a comer areia. – Ri do sei drama e recolhemos nossas coisas para logo depois irmos procurar um bom lugar para almoçar, já que era quase meio dia e estávamos com muita fome.

Entramos em um pequeno restaurante e logo uma moça veio nos atender.

– Mesa aa dois? – Perguntou me lançando um olhar malicioso que logo fiz questão de ignorar.

– Sim. – Respondeu Bella, em voz um pouco mais alta do que deveria chamando a atenção da moça.

– Me acompanhe. – Respondeu dando um sorriso forçado e nos levou para uma mesa.

Nos sentamos e a tal moça, que agora eu sei que se chama Melissa, já que eu li em seu crachá nos entregou os cardápios.

– Qualquer coisa é só chamar. – Falou me lançando uma piscadela e eu reprimi a vontade de rir.

– Biscate com fogo no meio das pernas. – Ouvi Bella resmungar, mas decidi ficar quieto ou correria o risco dela jogar o saleiro na minha cabeça.

– O que vai quer Bella? – Perguntei e ela fez um bico lindo enquanto pensava.

– Vou de frango empanado com bolacha agua e sal, arroz branco e uma salada. – Respondeu.

– Vou pedir massa. – Falei. – O que para beber? – Já sabia que iria ser coca,mas talvez seu gosto tivesse mudado.

– Coca. – Respondeu e assenti chamando a garçonete tarada.

– Já escolheram? – Perguntou e vi Bella revirar os lindos olhos verdes.

– Não, te chamamos aqui porque gostamos de olhar para essa sua maquiagem de striper. – Disse Bella e eu arregalei os olhos.

A marrentinha estava bem estressada.

– Acho que não entendi o que disse senhorita? – Falou a garçonete meio que gaguejando.

– Nada não bicha lesa. – Falou. – Anote os pedidos minha filha. – Bella disse o que queríamos e a moça saiu com a cara emburrada.

– Pegou pesado Bella. – Falou e ela me olhou feio. – Eu não estou com muita paciência para ficar aturando piranha essa hora do dia, Cabeçudo! – Respondeu e eu sorri quando me chamou pelo antigo apelido “carinhoso”.

– Dificil é saber quando você tem paciência. – Falei.

– Palhaço. – Respondeu.

– Acho que depois do almoço deveríamos voltar para o seu apartamento. – Falei a contragosto. – O povo deve estra louco atrás de nós.

– Não devo satisfações da minha visa para ninguém. – Fez careta. – Quer dizer, só para o Damon, mas esse ai fez questão de sumir então não tem moral para dizer nada quando eu chegar. – Suspirou. – O estranho é que aquele imbecil nunca sumiu desse jeito e eu queria saber o por que dele ter feito isso. – Desviei os olhos dela, mas logo depois resolvi contar o que aconteceu, já que não queria manter segredo nenhum com Bella. Não daria certo tentar reconquista-la já começando a omitir as coisas para ela.

– Ele saiu depois de uma discussão que tivemos. – Falei e ela me olhou seria.

– Obrigado por ter contado. – Falou. – Sabia desde o começo que não iria dar certo colocar vocês dois no mesmo quarto, mas mesmo assim o fiz. – Bufou. – Agora que a Gabriela não está mais lá você pode dormir esses dias que te restam no conforto do meu teto. – Deu um pequeno sorriso.

– Aqui está. – A garçonete interrompeu nossa conversa colocando meu prato em minha frente, mas guando foi servir Bella, ela “acidentalmente” deixou a comida e a bebia caírem encima da minha marrentinha.

Ferrou Tudo!

– MAS QUE CACETE! – Bella gritou se levantando e olhou para a garçonete como se fosse arrancar a cabeça da tarada suicida.

– Mil desculpas senhorita. – Disse cinicamente e Bella começou a ficar vermelha.

–Bella...

– Eu.Vou.Matar.Você! – Disse Bella pausadamente e se lançou para cima da garçonete que não deu tempo de nem tentar se defender já que Bella grudou nos cabelos da coitada. – Sua piranha mal comida! – Deu um tapa na cara da garota.

Fui até elas e tentei tirar a marrentinha de cima da outra, mas não deu muito certo e acabei levando uma cotovelada no olho.

– CARAMBA ISABELLA! – Gritei colocando a mão no olho atingido.

– ME SOLTE SUA MALUCA! – A garçonete gritava mais Bella não estava nem ligando e continuava dando uns belos tapas na garota.

– Oferecida, biscate, piranha, vadia... – Bella falava a cada novo tapa.

– QUER PARAR DE BATER NA MINHA IRMÃ SUA CACHORRA. – Um cara fortão chegou perto da Bella tirando ela a força de cima da garçonete, que pelo que ele disse era sua irmã e a jogando no chão de qualquer maneira.

Meu sangue ferveu por ouvir ele chamando de cachorra a mulher da minha vida e ainda a jogando- a como se fosse um saco de batatas.

– VOCÊ É LOUCO DE ENCOSTAR NA MINHA MULHER SEU PORRA? – Gritei partindo para cima do cara dando um belo soco em seu nariz.

Ela cambaleou, mas logo revidou meu soco. Cai o chão e o babaca veio para cima de mim.

–EDWARD! – Ouvi Bella gritar enquanto eu rolava aos socos com o bruta montes no chão. – E TUDO CULPA SUA VADIA!

Eu estava tonto pelos socos que o irão da garçonete me dava, mas logo o mesmo caiu em cima de mim desacordado e quando consegui sair de baixo dele vi Bela com uma cadeira na mão e logo percebi que a maluca tinha dado uma cadeirada no cara.

– Você matou meu irmão! – A garçonete gritou indo até seu irmão e Bella revirou os olhos.

– Garota, você nunca viu briga de bar? – Perguntou. – Uma cadeirada não mata um cara desse tamanho! Se duvidar essa criatura tem até uma bala perdida em alguma parte do corpo e ainda está viva! – Soltei um gemido de dor e logo chamei a atenção de Bella que me olhou preocupada. – Você está bem?

–Acho que engoli dois dos meus dentes, mas estou ótimo. – Falei sarcástico.

– FORAM ELES! – Ouvi alguem gritar e logo uns homens, que deviam ser seguranças e alguns amigos do cara desacordado apareceram correndo em nossa direção.

– CORRE CABEÇA! – Gritou Bella segurando minha mão e corremos para fora do restaurante.

– VOCÊ ARRUMA CADA CONFUSÃO! – Disse ainda correndo e morrendo de dor no corpo.

Estava sentindo falta das confusões da minha marrentinha.

Pov. Bella

Ainda estávamos correndo como loucos e os caras ainda estavam atrás de nós.

Não lembrávamos onde estacionamos o carro então estávamos correndo sem rumo.

Avistei uma loja de roupas femininas a puxei Edward para dentro da mesma para nos escondermos já que não aguentava mais correr e Edward devia estar com dores pelo corpo.

Uma atendente veio até nos olhando desconfiada.

– No que posso ajudar? – Perguntou a mulher negra e bonita.

– ér... – Cocei a cabeça. – Quero que me mostre todos os tipos de lingeries que tiver na loja! – Inventei. – Vou me casar em ele. – Apontei para Edward que estava todo quebrado e recostado em mim . – E quero comprar algumas coisas para apimentar a lua de mel. – Dei um sorriso amarelo e olhei para fora da loja e vi que os caras estavam chegando. – Vou esperar em um dos provadores. – Puxei Edward para onde ficavam os provadores e entrei em uma das cabines dali.

Edward se sentou em uma poltrona e eu respirei fundo.

– Está tudo bem Edward? – Perguntei preocupada e ele assentiu, mas eu sabia que era mentira. – Fala a verdade Cabeça.

– Está doendo até minha alma, marrentinha. – Fez careta.

– Obrigado por ter me defendido, cabeça. – Passei minhas mãos em seu cabelo e ele deu um sorriso torto.

Fomos interrompidos quando a atendente trouxe varias lingeries.

– Aqui está o que pediu senhorita. – Disse e eu apenas assenti. – E se interessa á vocês os homens que estavam lá fora já foram embora. – Piscou e saiu do provador nos deixando de boca aberta.

– Pensei que você era convincente nas suas histórias. – Edward resmungou e eu peguei seu braço e o mordi. – Ai maluca! – Reclamou.

– Vamos sair logo daqui seu palhaço. – Falei e sai da cabine e ele logo me seguiu.

Encontramos a moça que nos atendeu e eu agradeci brevemente e saímos da loja indo a procura do meu carro.

– Sempre é emocionante sair com você. – Falou Edward enquanto andávamos olhando para os lado para ver se o homens estavam nos procurando ainda.

– Se toda vez que sair comigo você ficar com um olho roxo vai ser bem gratificante. – Falei sorrindo cínica e graças a Deus encontramos meu carro. – Graças a Deus! – Sorri animada e olhei para Edward que estava serio e ficando vermelho. – O quê?

– Não está se esquecendo de nada? – Perguntou e o olhei confusa.

– Você esqueceu sua bolsa no restaurante e com certeza a chave estava lá! – Bati na minha testa.

– Eu mereço! – Resmunguei. – Vamos voltar lá! — Edward me olhou com se eu fosse louca.

– Mulher você quer que eu perca minha visão com outro soco no olho? – Me sacudiu pelos ombros.

– Você fica do lado de fora que eu resolvo toda a situação. – Falei e comecei a ir em direção ao restaurante.

Quando chegamos na esquina do restaurante vimos que um carro de policia estava para do na frente e a garçonete estava conversando com um policial.

– Eu não quero ir para a cadeia. – Edward resmungou. – Apesar que não agredi ninguém... – Quando Edward disse isso tive uma ideia!

– em comigo. – Puxei ele para o restaurante e quando a garota nos viu deu um chilique.

– FORAM ELES! – Gritou e o policial nos olhou. Fiz questão de colocar a expressão mais triste no rosto e abraçar Edward pela cintura.

– O que você está dizendo sua maluca? – Perguntei com falsa voz chorosa. – Primeiro nos ofende e depois nos acusa?

– O que está falando sua maluca? Você que me agrediu. – Apontou o dedo em meu rosto e me segurei para não torce-lo.

– Essa moça está dizendo que a senhoria a agrediu sem motivo aparente e tem testemunhas. – Disse o policial com cara de tedio a eu fiz uma cara de espanto.

– Não vou mentir e dizer que não dei uns belos tapas nela, mas foi porque ela mandou o irmão dela bater no meu noivo. – Falei e Edward me olhou arqueando uma sobrancelha. Dei uma cotovelada nele para o idiota entrar na história.

– ér... é isso mesmo oficial. – Falou.

– é mentira! – Gritou a louca. – Meu irmão só foi me defender e o noivo dessa dai tomou as dores.

– Eu preciso levar meu noivo para o hospital. – Fiz beicinho. – Por que não fazemos assim... – Suspirei. – Não dou queixa contra seu irmão por ter deixado meu noivo todo quebrado e provavelmente impotente já que deu uma bela joelhada nas partes que mais gosto e você não da queixa por eu ter dado uns tapas no seu lindo rostinho. – Sorri docemente.

– Mas eu não fiz nada para você ter me agredido sua magrela. – Sorri maldosamente só para ela ver.

– Você está ouvindo oficial? – Ela assentiu. – O meu almoço inteiro com foi ouvindo essa moça de ofendendo, dizendo que eu não era boa o suficiente para meu noivo, que era magrela e que tinha cavanhaque. – Edward prendeu o riso.

– Vamos todos para a delegacia já que não entraram em um acordo então. – Falou o policial já perdendo a paciência.

– Seu irmão já deve ter ficha na policia não é? – Perguntei maldosamente para a garçonete e arregalou os olhos. – Provavelmente ele não pode ser preso novamente.

– Temos um acordo. – Falou ela apressadamente. – Está tudo bem policial. Pode ir embora. – Ela bufou e foi embora. – O que querem aqui novamente? – Disse ela entredentes.

– Só viemos buscar minha bolsa. – Sorri falsamente e ela entrou no restaurante, mas logo saiu novamente trazendo minha bolsa. – Não quero mais ver vocês dois aqui!

Voltamos cara o caro e quando estávamos lá dentro Edward riu.

– Não acredito que você enfrentou a policia. – Balançou a cabeça negativamente.

– O policial devia conhecer bem a garçonete e saber que ela se mete em confusões com o irmão já que deveria ter nos levado para a delegacia e vez de deixar que fizéssemos um acordo. – Respondi.

– Então você não tinha certeza que sua história iria dar certo? – Perguntou assustado e eu neguei. — Não acredito que quase fui preso.

– Vamos logo para casa porque tenho que fazer alguns curativos em você e temos que enfrentar o povo. – Ela assentiu fazendo careta.

Não queria nem ver o que nos esperava.

Continua.


Notas finais
Desculpe ter atrasado gente.
Espero que gostem do capitulo.
Já viram os videos maravilhosos que a leitora Jessica Veiga fez para LM1 e par Rockstar? Quem não vou veja que não vai se arrepender.
LM1: :http://www.youtube.com/watch?v=npwX57MBcvw&feature=g-all-u&context=G23811d0FAAAAAAAAAAA
Rockstar?: http://www.youtube.com/watch?v=-zztiNUSB_A