Like Magic - 2 Temporada
35 Capítulo 35
Pov. Edward
Ai correndo do apartamento e sabendo que o elevador demoraria desci as escadas rapidamente, rezando para que minha Bella estivesse bem, que meus filhos estivessem bem.
Quando cheguei à portaria, Ramirez correu até mim.
- Chamei a ambulância e ela já chegou. – Falou apressadamente.
Corri até a rua e meu coração gelou quando vi Bella caída desacordada no chão, com a cabeça sangrando.
- Deus... – Ofeguei e tentei chegar perto dela, mas um paramédico me parou.
- Não pode se aproximar da vitima senhor. – Disse.
- Eu sou o namorado dela, por favor, eu preciso... – Eu estava desnorteado vendo colocarem o meu amor em uma maca.
- Então o senhor pode nos acompanhar? – Perguntou e eu assenti freneticamente.
Entrei na ambulância e não consegui me segurar, chorei por ver minha marrentinha em uma maca, tão pálida que parecia que... Balancei a cabeça para tirar essa ideia da minha cabeça.
- Ele vai ficar bem não é? – Perguntei e a paramédica que segurava um aparelho de oxigênio no rosto de Bella me olhou.
- Os sinais vitais da moça estão estáveis, não posso informar como está o bebê porque não tenho o aparelho para verificar. – Disse.
- Hey amor, acorda. – Falei segurando a mão gelada de Bella. – Por favor, marrentinha acorda. – Minha voz estava embargada.
Eu sabia que a culpa era toda minha, se eu não tivesse brigado com ela e ter falado palavras tão duras minha mulher estaria bem, do meu lado enquanto a cariciava seu entre com nossos bebês e reclamava do irmão pateta.
Lembrei que teria que avisar Emmett, sai do apartamento tão desesperado que não tive tempo de falar com meu primo e nem com Rose.
Chegamos ao hospital e uma equipe medica já esperava para atender minha mulher.
Tiraram Bella com pressa da ambulância e já foram entrando na emergência com ela. Tentei ir junto, mas uma enfermeira me parou.
- Desculpe senhor, mas não pode passar daqui. – Disse autoritária.
- Mas eu preciso ficar com minha mulher e meus filhos. – Falei angustiado.
- O que o senhor precisa nesse momento é se acalmar e ir preencher a fixa da sua mulher. – Falou. – Ela está em boas mãos e prometo que logo venho dar noticias. – Saiu rumo à sala de emergência e eu me sentei no chão, com a cabeça entre as mãos e rezei. Rezei para que minha família ficasse bem, rezei pera que o pesadelo acabasse.
- Edward! – Levantei a cabeça e vi meu primo e Rosalie correndo até onde eu estava. – O que aconteceu com a minha irmã? – Perguntou preocupado e depois de ter contado o que aconteceu Rose teve que segura-lo, já que Emmett queria partir pra cima de mim.
- Mais que porra Edward! Se você não tivesse aberto a porra da sua boca minha irmã estaria aqui agora! – Falou raivoso.
- Eu sei. – Falei. – Não queria isso, eu...
- Nós sabemos Edward. – Rose disse colocando a mão em meu ombro. – Quando Ramirez no contou o eu havia acontecido nos desesperamos, achei que Gabriela ou Renne tinham feito isso, mas a policia conseguiu achar o atropelador e era apenas um bêbado inconsequente. – Disse.
- Como sabiam qual era o hospital? – Perguntei.
- Sabíamos que a trariam para o hospital mais próximo. – Respondeu. – Ligamos para Phil, ele já não estava muito bem quando ligamos, agora então...
- Senhor...-Olhei para o médico.
- Edward Cullen. – Respondi.
- Sua esposa e os bebes estão fora de perigo, mas tivemos que deixa-la em coma induzido por conta do trauma forte de sofreu na cabeça. – Uma mistura de alivio tristeza me assolaram. – O carro não chegou a encostar nela, mas como a queda foi feia ela tem algumas escoriações, mas o mais preocupante mesmo seria o inchaço na cabeça, felizmente conseguimos estabilizar o quadro.
- Quando ela vai acordar? – Perguntei aflito.
- Infelizmente não posso estabelecer um dia certo, vamos diminuindo os medicamentos aos poucos até pararmos de aplicar, mas não posso dizer que logo depois ela irá acordar, o corpo dela está em período de recuperação, Isabella irá tomar seu próprio tempo depois da suspensão dos medicamentos. — Finalizou.
- Posso vê-la? – Perguntei e ele assentiu.
- Por aqui. – Me indicou o corredor, mas antes de ir olhei ara meu primo e sua namorada, que nada disseram.
Entrei no quarto e me aproximei de Bella. Minha marrentinha continuava pálida, mas seu rosto estava sereno.
- Acorde logo marrentinha. – Senti meus olhos se encherem de lagrimas. – Me perdoe, me perdoe...
Pov. Alice
- Sebastian, seja bonzinho com a mamãe e durma. – Falei enquanto ninava meu filho chorão de apenas dois meses.
Logo de cheguei em Paris depois da briga de tive com Jasper, comecei a me sentir mau e fui para um hospital, onde descobri que estava gravida de três meses.
Me assustei e custei a acreditar que era verdade, já que minha menstruação estava normal, mas a medica disse que poderia acorrer isso e eu me conformei e posso dizer que até fiquei feliz em saber que não ficaria mais sozinha.
Resolvi não conta para ninguém sobre meu bebê, nem para meus pais. Decidi que viveria minha vida só com meu filho e com mais ninguém, claro que as vezes pensava em contar para Jasper que ele tinha um filho, mas tinha medo de que ele não acreditasse que meu Sebastian também era dele ou pior, me tirasse meu bebê por pensar que sou uma vadia.
Minha vida era tranquila, trabalhava em uma agencia de moda, mas no momento estou de licença do trabalho e tranquei a faculdade, meu filho era prioridade e não o deixaria com alguém estranho enquanto trabalhava e estudava, quem sabe depois de mais crescido eu possa deixa-lo em uma creche.
- Menina Alice, o que estava acontecendo com esse pequeno não para de chorar? –Maria era uma senhora que trabalhava para minha família a muito tempo cuidando da casa aqui de Paris. Ela é como se fosse uma mãe e me ajuda muito com Sebastian.
- Não faço ideia Maria, esse menino não para, já dei de mamar, já troquei, dei banho, mas não para. – Disse já me desesperando.
- Me passe esse pequeno reclamão . – Entreguei o pequeno bebê e logo Maria começou a massagear sua barriguinha e como um passe me magicas meu filho começou a se acalmar. – é apenas cólica, nada que uma massagem na barriga não resolva. – Disse sorrindo e me peguei fazendo o mesmo.
- Não sei o que seria de mim sem você Maria. – Sorri. – Você é a única que me ajuda. – Ela ficou seria.
- Não seria a única se você parece de ser teimosa e contasse para seus pais e principalmente para o pai desse menino sobre ele! – Brigou e eu suspirei.
- Quem sabe logo eu não volte para casa. – Falei.
Quem sabe.
Continua.
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