Ele voltou mais cedo pra casa, por conta do feriado e preparou algumas coisas em seu apartamento, logo que acabou, pegou o telefone e discou o número dela.

-Oi amor.

-Oi princesa. Você vai fazer hora extra hoje?

-Não, já estou chegando em casa.

-Tá bom, eu te busco daqui uma hora tá.

-Esta bem então.

-Eu te amo.

-Eu também.

Eles desligaram o telefone, ele começou a arrumar o jantar pra eles e logo que terminou, deixou no forno baixo enquanto tomava banho. Ele fez a barba e se vestiu, colocou uma blusa social que tinha ganhado dela e passou o perfume que ela adorava. Pegou o presente que tinha comprado pra ela e deixou na sala junto com o casaco, desligou o forno deixando a comida dentro pra não esfriar, pegou a carteira, o celular e a chave do carro, o casaco e o presente.

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Logo que ela chegou em casa, colocou num jarro as flores que tinha recebido em seu trabalho e guardou o cartão dentro de sua carteira. Ela lembrou do que dizia no cartão e abriu um sorriso, ela também lembrou de como seus amigos encheram seu saco, já que eles estavam juntos a 6 meses e quase ninguém sabia, seus companheiros de trabalho ficaram falando do homem misterioso que sempre lhe mandava flores, independente do dia. Ela seguiu pro seu quarto, se despiu e entrou no chuveiro, tomou um banho meio rápido, lavou o cabelo e saiu. Secou o cabelo, se maquiou rapidamente e colocou uma calça e uma blusa. Logo que olhou o telefone, tinha uma mensagem dele avisando que já a estava esperando, pegou o presente que tinha comprado pros 6 meses de namoro deles e desceu. Ele a recebeu com um beijo apaixonado na porta do prédio dela, ele a abraçou fortemente enquanto se beijavam e quando quebrou o beijo, ele a cumprimentou.

-Oi honney.

-Oi amor.

Eles se beijaram rapidamente novamente e logo que se separaram, ele abriu a porta do carro pra ela. Ela entrou e ele entrou em seguida.

-Quais são seus planos pra hoje?

-Levar minha garota pra passear e depois jantar na minha casa. O que acha?

-Perfeito... Obrigada pelas flores, são lindas.

-Que bom que você gostou.

-Só não precisava mandar lá pra esquard, imagina como eu fiquei.

-Eu sei que você não ficou com vergonha por causa das flores e sim porque o John e o Fin te encheram o saco.

-É... Mas eu adorei e adorei o cartão.

Ela deu um selinho nele e ele começou a dirigir em direção ao Central Park.

-Que bom que você gostou.

-Eu amei. Mas não precisava, você tem me dado presentes em todos os meses.

-Mas você merece. Eu tenho outro presente pra você.

-Não precisava, você já me deu as flores.

-Eu quero te dar, posso?

-O que adianta eu falar não?

-Viu como é mais fácil quando concordamos.

Eles começaram a rir, em curto tempo eles chegaram ao Central Park, toda a cidade estava lá, pois era 4 de julho. Eles desceram do carro, antes de se juntarem com a multidão, ele pegou dentro do carro o presente dela. Entregou um envelope pra ela, ela pegou e abriu.

-O que significa isso?

-Nós vamos tirar umas ferias juntos e vamos para Fernando de Noronha.

-Você esta falando serio?

-Sim, você precisa de ferias e eu também, tiramos uma juntos e vamos viajar. Eu marquei pro dia 21 de agosto a nossa viajem.

-Eu não podia pedir um namorado melhor... Eu comprei um presente, não é uma viajem, mas você vai gostar.

Ela tirou de dentro da bolsa dela, um pacote de presente. Ele abriu e a abraçou.

-Obrigado amor, você sabe que eu amo perfume.

-É, eu sei.

-Agora vamos ver os fogos e depois eu tenho outra surpresa lá em casa.

Ele guardou o presente no carro e entrelaçou a mão com a dela, Central Park estava cheio de pessoas, tinha crianças com os pais, tinha alguns grupos de adolescente e tinha alguns casais.

-Quer comer ou tomar alguma coisa? Em 30 min começa os fogos.

-Quero nada não.

-Então vamos tomar um café.

Os dois seguiram pra cafeteria, ele fez os pedidos e sentaram-se em uma mesa.

-Como foi o seu dia?

-Normal, sem nenhum caso novo. Fiquei só com algumas papeladas. E como foi o seu?

-Sai cedo do trabalho e fui pra casa, limpei meu apartamento e fiz algumas outras coisas.

Uma garçonete entregou o café e começou a secar ele, ele percebeu o incomodo de sua namorada, deixou o dinheiro, ela agarrou o braço dele de uma maneira possessiva e saíram da cafeteria.

-Você estava com ciúmes?

-Não, eu não estava.

-Sim, você estava.

Ele a abraçou e ela tentou sair dos braços dele. Ele levantou o rosto dela pelo queixo e a beijou.

-Sua boba, qualquer mulher pode me olhar, mas eu vou continuar amando você.

-Mas eu não gosto que olhem pra você... Do mesmo jeito que você não gosta que olhem pra mim.

-Você fica tão linda com ciúmes.

Ele falou fazendo gracinhas pra ela.

-E você é tão retardado.

Ela mordeu a bochecha dele, segurando um pouco entre os dentes e depois soltou.

-Isso dói.

-Eu sei, por isso eu fiz. E nem vem porque você faz o mesmo comigo.

-Mas eu te mordo com carinho.

-E quem disse que não foi com carinho?

-As marcas dos seus dentes na minha bochecha.

-Para de drama, pensei que você agüentava dor.

-Eu aguento...

-Você esta chorando ai seu bobo.

-Você é muito boba...Vamos procurar algum lugar pra sentarmos?

Ela afirmou com a cabeça e seguiram pra perto do lago, ele a abraçou pelas costas, apoiando o queixo no ombro dela, em pouco minutos começou um show de fogos de artifícios. Os olhos dela encheram-se de lagrimas, ele beijou a bochecha dela.

-Porque você esta chorando?

-Isso é tão lindo e nunca ninguém tinha me trago aqui... Nem minha mãe.

-Não fique triste amor.

Ela se virou e levou suas duas mãos pro pescoço dele e encostou a boca na dele, iniciando um beijo, ele a abraçava pela cintura, aprofundando o beijo cada vez mais.

-I love you darling.

-I love you to honney.

Notas finais
Será que continuo?