Life And Death Of Jimmy Sullivan
31 31 - Serei Seu Heroi Essa Noite (part2)
Notas iniciais
31 – Serei seu herói essa noite (part.2)
POV Jimmy
Ela era tão linda, delicada e minha. Não podia acreditar que tinha Katty em meus braços, nós dois ali na cama, ela era muito tímida e era difícil agir assim, mas estava divertido já que ela passava a maioria do tempo de olhos fechados e muito vermelha.
- Jimmy, não consigo – ela se levantou, estava apenas de roupa íntima, — eu tenho vergonha
- Katty, você não quer? Tudo bem eu te espero
- Claro que quero Jimmy, mas... Feche os olhos então!
- O que?
- Feche os olhos, por favor, e prometa não olhar! – eu ri, mas fiz o que ela pediu. Fechei os olhos. Depois de um tempo ela tocou meu rosto
- Você é um garoto doce Jimmy, obrigada por me respeitar, por me amar. Pode abrir agora. – olhei pra ela, estava linda sem roupa alguma de frente pra mim. Fiquei sem ação confesso. Puxei-a pra sentar em meu colo, logo eu também estava sem roupa, ela me deixava louco, eu sabia o quanto ela era fissurada pela minha tatuagem “Fiction” que descia por meu peito já que ela não parava de olhá-la. Eu a beijava muito e ela passava suas unhas deixando marcas em minhas costas.
“você é lindo, é perfeito Jimmy” ela sussurrava em meu ouvido, me deixava mais louco ainda. Fiquei por cima dela, parei um instante pra olhá-la
- O que foi? – ela me olhou surpresa
- Você é linda demais Beyoncé
- E você é gostoso demais Jimmy – ela riu maliciosa pra mim
- Ok eu não conhecia esse seu lado
- Cala boca e me beija duck! – ela me puxou pra colarmos nossos corpos, eu sentia meu cérebro derreter a cada toque dela em meu corpo. Foi incrível, eu tinha medo de machucá-la, por isso agia com cuidado, mas já estava difícil de resistir. Ela ficou por cima de mim e me beijava muito. Quando dei por mim já estávamos ali colados, unidos. Ela dizia meu nome baixinho, soltava pequenos gemidos e sorria. Talvez eu já não conseguisse mais raciocinar, mas já sentia a intimidade de Katty se contrair sobre mim. Ela se contorcia e eu já não me controlava, era boa demais aquela sensação. A cada movimento meu, ela sorria e pedia que eu continuasse. Muitos movimentos iam e vinham até que juntos chegamos ao ápice do prazer e fizemos aquela noite ser eterna. Fazer sexo não era o nome certo, mas sim fazer amor. Logo depois ela estava meio cansada e deitou-se no meu peito enquanto beijava minha tatuagem e eu passava minhas mãos por seu corpo perfeito.
- Obrigada por existir Jimmy – foi a última coisa que ela me disse antes de adormecer
- Durma bem meu amor – sussurrei em seu ouvido e adormeci logo depois.
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