Lies.

19 Capítulo 17 - Perhaps the beginning of a 'WE'


Notas iniciais
GENTE, CHEGAMOS AOS 100 REVIEWS. SOCORRO, EU TO TÃO FELIZ. SÉRIO, EU TO MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO FELIZ. NÃO SEI NEM COMO AGRADECER. ACHO QUE UM 'MUITO OBRIGADA' NÃO É SUFICIENTE. POR ISSO ESCREVI ESSE CAPÍTULO - NÃO SEI SE ESTÁ BOM, NEM SE É O QUE VOCÊS ESPERAVAM, MAS....- ESPERO QUE GOSTEM. :)
BOA LEITURA.
~relevem os erros hihi :x
VEJO VOCÊS LÁ. *SETINHA PRA BAIXO.*

Desde sexta-feira, o dia em que conheci o Ryan e o que Justin deu um de ‘Foda-se. Tenho minha namorada’ eu não havia saído de casa. Ou seja, meu fim de semana se resumiu em ficar no meu quarto, comendo, assistindo séries e mexendo na internet. Mas parecia que o tempo não passava, 1 segundo parecia ser 10 mil horas, juro. Eu não aguentava mais ficar presa dentro daquele quarto, mas toda vez que pensava em sair eu me lembrava do que o Justin havia dito “Por que eu tinha uma companhia melhor, minha namorada. Não é obvio?”, e logo me sentia péssima. Quer dizer, ele disse que eu não era uma boa companhia. Será que eu sou tão chata? Ok, eu até posso ser uma boa companhia, mas entre mim e a Selena, era obvio que ele fosse escolher ela, não? Tá, NÃO!! Pra mim ele tinha que ter ido comigo, não com ela, qual é? Nós somos amigos, né? Não? Talvez? Argh, também não sei mais de nada.

Deitada na minha cama, olhei para o teto, na esperança de.... ok, eu não tinha esperança nenhuma. O que mais poderia acontecer? Pois é, nada. Voltei o olhar para o meu relógio digital que havia próximo a cabeceira da minha cama, não lembro quem havia me dado aquele relógio, muito menos se eu havia o comprado, mas ele era até que bonitinho, era digamos que simples. Tá, por que infernos eu estou pensando sobre um relógio? Voltei a encara-lo, e ele marcava 11:00 PM. Ótimo, pleno domingo, onze horas da noite, e eu ainda não dormi. Provavelmente amanhã irei acordar como um monstro – não muito diferente dos outros dias, mas estarei pior.

Decidi ir até a cozinha e tomar um copo de leite, dizem que ajuda. Não sei se é verdade, mas espero que sim. Destapei-me e senti um arrepio passar do meu pescoço aos pés, estava frio, e eu usava um pijama fino e curto. Me levantei e fui em direção a porta, tentei abri-la sem fazer barulho, se minha mãe me visse acordada iria fazer as mesmas perguntas que havia feito durante o fim de semana todo “O que você tem, Julie?”; “Por que não quer comer, querida?”; “Quer conversar comigo? Estou aqui pra isso!” Mas eu simplesmente não queria falar sobre isso, não com ela. Talvez com ninguém. Manter somente pra mim já estava sendo horrível, se tivesse que contar pra alguém seria ainda pior. E eu também não quero ninguém sentindo pena de mim, muito menos pensando “Coitada dela, sofrendo por amor não correspondido. Coitadinha.” Não preciso que tenham pena de mim, não mesmo.

Com sucesso, cheguei à cozinha. Acendi a luz e a claridade incomodou meus olhos, fazendo com que eu os fechasse por breves segundos e logo os abrisse novamente. Me dirigi ao armário, pegando minha caneca do Bob Esponja. Algum problema em gostar do Bob Esponja? Espero que não! Fui até a geladeira e peguei uma caixa de leite, a coloquei sobre o balcão e fui em busca do achocolatado.

Depois de tomar o leite, voltei pro meu quarto, fui ao meu banheiro e escovei meus dentes. Ao me olhar no espelho tomei um susto, amanhã eu iria MESMO estar parecendo um monstro. Saí correndo pra minha cama, pois eu ainda estava com frio, me cobri e virei pra o lado, pedindo a Deus que eu conseguisse dormir. “Parece que essa coisa de leite funciona mesmo.” – Foi a última coisa que me lembro de ter pensado e logo depois ter pegado em um sono profundo. Não tão profundo já que me lembro de ter sonhado, só não lembro com o que, ou quem.

“Come home to me, come home to me. Back into my arms, home where you belong. Come home to me, come home to me. If home is where you are, then home is way too far away…”

O cover do Justin de Come home to Me tocava, ou seja, meu despertador. Em minha opinião, era uma boa maneira de começar o dia. Mesmo com tudo isso acontecendo na minha vida. Ok soou um pouco dramático. Era uma das minhas músicas favoritas, é linda. E a voz do Justin está perfeita – mais do que o normal. Argh, o Justin...

Deixei a música tocar toda, me revirei mais algumas vezes na cama, e logo olhei pro relógio: 06:40AM. Merda! Merda! E merda! Eu tinha apenas 30 minutos pra me arrumar, ou então eu teria que ir a pé para a escola. Se bem que todos os dias eu vou a pé – com o Carlos e a Bella. É perto até. Só que hoje né, minha animação estava a mil. Sentiu a ironia? Me levantei correndo em direção ao banheiro. Tá, percebe-se que eu tenho o costume de correr pelo me quarto.

Tomei um banho calmo, que me fez esquecer até mesmo que eu tinha que ir rápido se quisesse a carona da minha mãe. Peguei as primeiras peças de roupa que eu vi, tomara que esteja bom, já basta essa minha cara de morta-viva. Passei um pouco de maquiagem que pudesse esconder aquelas olheiras que mais faziam eu me parecer com um urso panda, não ficou ótimo, mas ajudou. Passei um gloss, peguei minha mochila e desci as escondas correndo. Minha mãe já estava na porta. Por pouco!

– Ei, mãe! Espera, eu vou com você. – sorri de canto.

– Bom dia também, Julie. – ela disse divertida. – Então come alguma coisa rapidinho pra gente ir logo.

– Bom dia, mãe. E não, não precisa. Na escola eu como alguma coisa.

– Tem certeza? – ela perguntou e eu apenas assenti.

Ela abriu a porta e nos dirigimos até o carro.

– Oi, Justin. – ouvi minha mãe, que estava atrás de mim, cumprimentá-lo. Apenas olhei para o lado, e lá estava ele, lindo como sempre. Ele usava uma bermuda que batia abaixo do seu joelho, — e que mal cobria sua bunda, uma blusa vermelha, um boné e vans vermelhos com uma parte azul. Como ele sempre diz, swag. Provavelmente ele estaria indo gravar seu álbum.

– Oi, tia Cláudia. – ele respondeu sorrindo pra minha mãe. Nojento, chato, falso, estúpido, lindo. Argh. – Oi, Julie. – não falei nada, apenas balancei a cabeça como se quisesse dizer um “Olá”, ou algo parecido.

– Vamos, mãe? – a chamei. Não sei o que houve, mas ela parecia meio desligada do mundo. E eu que estou aqui, morrendo. Ok, eu preciso parar com esses meus dramas.

– Ah, vamos. – ela voltou a vida real e entramos no carro.

No caminho não falamos nada, nem uma palavrinha, pois é, minha mãe estava mesmo desligada, e estranha. Demoramos menos de 5 minutos pra chegar à escola. Eu disse que era perto! Ainda mais de carro. Graças a Deus, por que ninguém merece com esse frio ficar andando pra chegar em casa.

– Tchau, Lia. – minha mãe me deu um beijo na bochecha.

– Tchau, mãe.

Desci do carro e logo avistei o Christian e a Nicole juntos. Provavelmente me esperavam, sou importante pra eles, viu? Opá, não. Haha Caminhei devagar até eles que mantinham uma expressão de tédio e sono no rosto. “Vamos lá por que o dia vai ser longo!” – pensei.

– Oi, gente. – falei sorrindo, ao me aproximar deles. Chris deu um beijo na minha bochecha e Nicole fez o mesmo. – Como estão?

– Bem, e você? – Christian disse sorrindo. Aquela cara de tédio tinha sumido, e agora ele parecia estar feliz.

– Também to bem. E você, Nicole? Tá viajando ai, é? – perguntei passando a mão sobre seu rosto. Outra que está estranha hoje? Assim eu não aguento! — Nicole?! Nicole?!

– O que? – ela perguntou assustada.

– Você que está viajando aí!

– Não estou viajando coisa nenhuma, só estou vendo uma coisa. – ela respondeu.

– Ah é, e o que? – perguntei.

– Aquilo. – ela disse me fazendo olhar para a mesma direção que ela olhava. Mas tá, eu não estava vendo nada demais.

– Aquilo o que, querida? – perguntei debochada.

– Hello! Ryan Butler não para de olhar pra cá!- ela disse como se fosse obvio.

– O Ryan, é? – perguntei sorrindo de canto.

– É.

– Será que poderiam me incluir no assunto, meninas? – Christian perguntou,e nós rimos. Coitado, gente!

– Ei, desculpa. – eu ri e ele assentiu. – E calma, Nicole, desde quando você conhece o Ryan? Eu nem sabia que ele estudava aqui, fui descobrir esses dias.

– Desde sempre, né querida. Quem não sabe que Ryan Butler estuda nessa escola?

– Eu? – perguntei divertida.

– Só você mesmo. E, além disso, ele é um dos garotos mais bonitos da escola, todas as garotas dão em cima dele.

– Ah é mesmo? – sorri maliciosamente.

– Isso é verdade. – Christian disse. Até ele sabia? Wow. Sou desinformada mesmo.

– Então ponto pra mim por que eu fiquei com ele na sexta. – sorri. Nicole e Christian me olharam tipo “COMO ASSIM?” Christian desfez a cara de surpresa e me olhou decepcionado. Tipo, oi? Só me faltava essa!

– Tá de brincadeira, né? – Nicole perguntou não acreditando.

– E por que eu estaria?

Eu estava boba. Como eu sou desinformada, mano. Ryan era um dos garotos mais bonitos do colégio, as garotas davam em cima dele, e eu nem sequer sabia que ele estudava aqui, e ainda fiquei com ele. Sou demais, por favor. Tá, parei.

– Não acredito! – a minha nova amiga, leia-se Nicole, ainda parecia chocada.

– Ok, então vamos lá falar com ele. – a puxei pelo braço, e só ouvi Chris dizer algo como “Eu vou ficar por aqui.” Tudo bem, né.

Soltei o braço dela e caminhamos devagar até o Ryan e um grupinho de garotos que estavam com ele. Também haviam algumas garotas que ao ver que nós nos aproximávamos começaram a nos olhar com cara de nojo. O Ryan percebeu que eu ia falar com ele, e logo tratou de me olhar com um sorriso malicioso no rosto. Ele estava muito lindo, estava encostado em uma árvore, e vestia uma blusa preta de gola V lisa, uma calça jeans meio larga e um tênis que eu não conheço, mas que era bem legal. Eu podia sentir olhares em nós, mas quem liga? Eu não ligo. Não gosto dessas garotas daqui da escola mesmo, bando de vadias que vão pra cama com qualquer jogadorzinho do time de basquete.

– Olá, Ryan. – falei me aproximando e o abraçando. Pude sentir ele me dar um beijo no meu pescoço, me fazendo arrepiar.

– Oi, Julie. Quanto tempo! – ele falou como se fizesse anos que nos vimos, e como se nos conhecêssemos há muito tempo.

Me soltei do seus braços, apoiando minha mão em seu peitoral, e ele voltou a se apoiar na árvore. Os amigos dele me olhavam. Passei os olhos por eles, eram bem lindos, provavelmente do time de basquete, já que aquelas vadias faltavam pouco tirar a roupa ali na frente deles. Uma garota que estava próximo ao Ryan colocou a mão em cima do ombro dele e ele lançou um olhar como se fosse mata-la, me deu até medo.

– Ryansinho, quem é essa? – ela perguntou com uma voz nojenta que me fez lembrar a voz da Selena.

– Vanessa, já falei que não te dou liberdade pra ficar me chamando assim. – ele disse rude. E ouvi todos os garotas falarem ‘wooooh’. – E essa é a Julie. Ju, esses são Andrew, Peter, Nolan, Drake e Jason. – ele apontava para os meninos.

– E aí, gente. – falei sorrindo. E eles responderem com “E aí, gata.”; “Qual é?” etc...

– Ryan, gente, essa é a Nicole, minha amiga. Nicole, esses são os meninos. – ri e Ryan me acompanhou.

– Oi. – ela disse tímida.

– Ô Nicole, não precisa fingir que está tímida. – falei e ela me deu um tapa no ombro. – Ryan, ela me bateu. – fiz cara de choro.

– Nicky, não faz isso com ela. – nós o encaramos por causa do apelido que ele havia a dado e começamos a rir, até mesmo os meninos.

Fiquei conversando com o Ryan, e a Nicole ficou conversando com o Jason. Que só pra esclarecer, é um Deus grego. Ryan ficava me dando beijo na bochecha. Ele conseguia me fazer rir, e esquecer o Justin. Merda, eu pensei nele. Droga, droga.

– E então o que fizeram na sexta quando eu fui embora?

– Nada de muito bom. Fomos jogar boliche, eu como o melhor, ganhei. E a Selena, como sempre, perdeu. – ele disse convencido. Não sei porque mas achei muita graça pelo fato da Selena ter perdido, comecei a rir descontroladamente, algumas pessoas me encaravam assustadas, o que me fez ficar com vergonha e parar de rir.

– Calma, Ju. – ele disse passando a mão na minha bochecha. Que provavelmente estava vermelha. Sorri de canto. – Sabia que você fica muito mais linda e fofa com vergonha?

– Para com isso! – falei e ele riu. Conseguiu me deixar com mais vergonha ainda.

Ryan segurou na minha cintura, a apertando e fazendo com que nossos corpos se colassem. Ele matinha um sorriso bobo no rosto, assim como eu, talvez eu estivesse gostando dele. Ou talvez não. Ele aproximou seu rosto do meu, eu podia sentir seu hálito quente bater no meu rosto. Envolvi meus braços no seu pescoço, e logo ele selou nossos lábios. Era bom sentir seus lábios macios tocando o meu, era como uma droga, mesmo que as consequências pudessem ser ruins, me fazia esquecer de tudo por um tempo. Sua língua pediu passagem e eu logo cedi. O beijo era calmo mas em instantes ele ficou rápido, e eu senti Ryan descer suas mãos da minha cintura até minha bunda, pousando a na mesma. Juro que fiquei sem reação. Primeiro, eu não sou desse tipo, ficamos duas vezes com essa, e já quer colocar a mão na minha bunda, como assim? E segundo, na frente dos outros! Ainda nos beijando, ele sorriu. Como pode ser tão idiota e lindo?

– Ryan... – falei ainda nos beijando, eu estava sem ar, e queria que ele tirasse a mão da minha bunda! Com sucesso consegui nos afastar. Os garotos começaram a fazer “wooooww. Ai, Ryan!” QUE VERGONHA.

Tampei meu rosto, encostando-me no peitoral dele como se tentasse me esconder dos outros, ele riu, e passou a mão nos meus cabelos.

– Desculpa ter feito aquilo. Não resisti. – ele sussurrou para que somente eu ouvisse e riu. Ok, o que mais eu poderia fazer? Dar chilique não iria adiantar nada, ele já havia feito aquilo, não iria mudar em nada; eu não queria perder a chance de sei lá, ficar com Ryan e esquecer o Justin, por causa disso – Sei que é errado ficar com outros pra esquecer alguém, mas sabe, o Ryan que me beijou, etc. E também ele estava sendo fofo me pedindo desculpas, e na outra hora passando a mão nos meus cabelos quando fiquei com vergonha.

– Tudo bem, só não faz isso de novo, ok? Não por enquanto – nós rimos – e não na frente de todo mundo.

– Prometo! – ele disse e me deu um beijo na testa.

O nosso momento fofo foi interrompido pelo sinal que havia acabado de tocar, 8:00. Ah é, as aulas começam ás 8:00. Mas todo mundo sempre chegar mais cedo, tipo, muito mais cedo.

– Tenho que ir. – falei me desapoiando dele, o encarando.

– Também. – ele disse pegando sua mochila que estava no chão, e segurando na minha mão. Me surpreendi com o seu ato e ele percebeu. – Tem algum problema? – ele perguntou apontando o olhar pra nossas mãos.

– Não, não. Tá tudo bem. – Tudo ótimo, pensei. Talvez esta seja a minha chance de esquecer o Justin, e deixar ele viver lá, feliz com a namoradinha dele.

Olhei pra trás procurando pela Nicole, mas ela não estava mais ali. Provavelmente, já havia entrado.

LEIAM AS NOTAS FINAIS, POR FAVOR ♥

Notas finais
Então, gente? Gostaram? Não? Me contem, quero saber tudo que acharam, cada detalhe! Qual parte vocês mais gostaram, qual parte vocês menos gostaram! ME CONTEM. E também quero saber o que vocês acham, se o Ryan e a Julie devem ficar um pouco juntos, ou não...
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GENTE, O QUE É O VÍDEO DE ALAYLM? P-E-R-F-E-I-T-O SÉRIO!!!! DEPOIS DE SEI LÁ QUANTOS DIAS, EU AINDA ESTOU SEM PALAVRAS. É O MEU VÍDEO FAVORITO DE TODOS OS TEMPOS. O JUSTIN ESTAVA ~SAÇL~FALSF~ÇLAÇ~SFLÇA~SLÇA~SLFÇ~LAS CADA DETALHE DO VÍDEO FICOU ÓTIMO!
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Twitter : @yolobiebas e @thalitagiron
AMO VOCÊS ♥