Notas iniciais
Olá galerinha do perigo e feliz natal!!!! Esse é o meu presente pra vocês pessoinhas, um capítulo novo Espero que as festas de natal tenham sido divertidas pra vocês, e que vocês estejam de boa! Aproveitem!

Está anoitecendo. Os seis andam pela capital, se dirigindo para o maior prédio que existe nela.

O castelo real de Lore, em Oden.

Todos exceto Norman olham em volta, curiosos e surpresos pelo tamanho do local. Eles passam pelo portão que leva ao jardim, e seguem por uma estrada de pedra polida. Muitas árvores e estátuas no local, além de fontes jorrando água. Kairon não consegue evitar pensar sobre o quão fácil seria se espreitar por este lugar de noite.

Eles param em frente à porta principal do castelo, onde dois guardas os param.

“O que tens a fazer aqui?”, um deles pergunta.

“Preciso falar com o mago da casa real.”, Norman responde.

Ele tira de sua bolsa um envelope e o entrega para o guarda, que o abre e analisa a carta dentro com cuidado, logo depois a devolvendo.

“Tudo certo. Sinta-se à vontade.”, ele diz, abrindo a porta e permitindo a passagem dos seis.

Após entrarem no castelo, Aura sorri.

“Nossa, que legal! Não sabia que você era tão influente assim, Norman!”, ela comenta, olhando para todos os outros.

Porém, curiosamente, todos pareciam tão surpresos quanto ela. A garota se pergunta se eles não sabiam sobre isso e decide deixar para lá.

O homem simplesmente dá de ombros.

“Ele nem teria percebido se a carta tivesse sido falsa. A segurança daqui é falha.”, o mago comenta quietamente, virando à direita e ignorando a grande e bela porta que levava à sala do trono.

Kairon ri, em resposta.

“Que local mais sem graça.”, o druida se queixa. “As pessoas ficam aqui dentro tendo um jardim bonito tão bonito lá fora?”

“Infelizmente, nem todos se adaptam à natureza tão bem quanto você, Miro.”, Alire diz, sorrindo. “Embora tenho certeza de que muitos gostariam.”

“Huh. Sério? Tu acha que tem gente que gostaria de saber como fazer o que eu faço?”

“Acho que sim! Eu inclusive acredito que apreciariam se você as ensinasse. Claro...não é toda pessoa, mas se você gosta desse tipo de vida, você com certeza não seria o único!”

O druida põe a mão no queixo e pensa consigo mesmo por um pouco. Então ele decide parar de pensar tanto sobre as coisas e cria frutinhas mágicas em suas mãos, que logo começa a comer.

A equipe começa a subir uma escadaria circular, subindo ao topo de uma torre. Norman se vira para olhar para os outros, de costas viradas para um quarto trancado.

“Escutem. Atrás dessa porta está um mago que não gosta muito de mim, certo? Então por favor, não me envergonhem. Isso é importante, e não temos tempo a perder.”

Kairon e Miro escutam essas palavras com um tanto de indiferença, enquanto os outros acenam com a cabeça.

Após a resposta, o homem bate na porta três vezes.

Uma pequena janela se abre na porta onde não deveria haver nenhuma. O quarto está escuro.

Um único olho verde brilha do outro lado da janela. Ele é maior do que o comum.

“Quem?”, uma voz feminina responde.

“Norman. Preciso falar com você.”

A porta lentamente é aberta, e chamas verdes se acendem em velas ao redor da sala.

O local está completamente cheio de ingredientes mágicos, poções, ferramentas e pergaminhos, sem dúvida alguma preenchidos de magia.

“Oi….”

Uma pessoa se senta numa cadeira confortável do outro lado da sala, sorrindo abertamente. É uma elfa de cabelos negros e lisos, olhos verdes brilhantes e vestida com uma túnica azul. Boa parte de seu corpo está exposto para olhares curiosos, mas Norman só a olha com completa indiferença.

“Pare de fingir, Carlyle. Você sabe que lhe conheço.”

A mulher revira os olhos, e todo o seu corpo muda de aparência. Sua pele clara escurece e os seus músculos crescem. Na cadeira onde a elfa estava, agora se senta um humanoide curioso, com uma pele que aparenta ser feita de piche e olhos verdes circulares. Sua pele é irregular e parece escamosa, e unhas longas estão na ponta de seus dedos. Não há cabelo em sua cabeça.

“O que está fazendo aqui?”, uma voz diferente, e mais masculina, responde. Desta vez, Carlyle fala como que cochichando, porém ainda sendo audível a todos.

Os outros levantam as sobrancelhas. Nunca tinham visto algo assim antes, e nem faziam ideia de que uma pessoa desse tipo existiria no castelo.

“Norman...quem é essa pessoa?”, Siegfried pergunta.

“Ele simplesmente se chama Carlyle. Sua raça não tem nome, mas ele pode assumir qualquer aparência que quiser. Altura, peso, voz, e...outras coisas.”, ele responde, cerrando o olhar.

A criatura levanta os braços, como que se rendendo.

“Sim, sim, é tudo verdade. Se nasci assim, acredito que deveria usar bem este poder, não acha? Mesmo que a sociedade me ache um pouco falso…”, ele diz, rindo.

“Talvez.”, Kairon responde.

“Bem, contanto que você seja de boa, não vejo problema nisso!”, Aura responde, sorrindo. Alire concorda.

“Sim…”

O humanóide se levanta, estalando os dedos. Uma xícara voa até suas mãos e ele bebe um pouco de chá.

“Com o que posso ajudá-lo, querido amigo?”

“Ouviu falar sobre a onda de mortos-vivos que estão atacando Lore?”

A criatura coça um pouco o rosto.

“Não.”

“Bem, está acontecendo. Precisamos de sua ajuda para encontrar a fonte e cortar o mal pela raiz.”

“Entendo. E o que é que você quer, exatamente?”

“Um feitiço que nos permita ver alguém de longe seria extremamente útil.”

“Ah. Sei, sei.”

O mago real se inclina em seu assento, fechando os olhos puramente verdes por um momento. Ele cantarola uma pequena música, antes de se levantar subitamente. Ele gesticula para que os outros o sigam, e sobe uma frágil escadaria de madeira, sendo seguido pela equipe.

Chegando ao topo, janelas mostram o quão alto estavam. Um vento forte e refrescante entra na sala.

Muitos itens mágicos dentro da sala. Siegfried anda até um deles, uma espada brilhante dentro de uma vitrine. Ela tem um leve brilho dourado saindo da parte exposta de sua lâmina, e logo depois do guarda-mão, um “C” vermelho estava pintando no metal.

“Uau...o que é isso?”

“Minha espada. Ela é sagrada.”

“Sério? Então funciona bem contra mortos-vivos?”, o paladino pergunta.

“Claro!”, Carlyle diz, sorrindo, e deixando visíveis seus dentes perfeitos.

Ele puxa um pergaminho de uma estante, o passando para Norman.

“Aqui. Isso deve ser o suficiente. Acho que estou pagando de volta o meu favor a você.”

“Claro. Mas tenho outro favor a pedir. Vou ficar em dívida com você.”, o homem diz, muito para a curiosidade de seu conhecido.

“Oh?”

“Quero a sua espada emprestada.”

Quando o mago diz isso, os olhos de Siegfried brilham de ansiedade.

“Sério, Norman?! Sério?!”

“Sim. É para você, Sieg.”

Um sorriso largo se abre na boca do garoto, que mal consegue se conter.

Mas Carlyle balança um dedo.

“Não.”

Norman levanta uma sobrancelha. O astral do pobre paladino acaba ali.

“Por quê não?”

“Você mesmo disse que mortos-vivos estão à espreita pelo país, não? Não posso lhe emprestar as melhores coisas que tenho. Afinal, a própria saúde do rei é minha prioridade também. Se algo acontecer, eu devo ser capaz de protegê-lo. E para isso, acho que minha espada será vital.”, o humanoide fala, sorrindo.

“Entendo.”

“Ah, tudo bem…”, o garoto diz. Ele entende, mas claramente está desapontado.

“Bem, já consegui tudo que precisava aqui. Obrigado, Carlyle.”, Norman fala, gesticulando para que os outros o seguissem.

“Sem problemas, Norman. Volte sempre.”

Eles descem os degraus de madeira, mas o humanóide os chama a atenção.

“Ah, a propósito. Você sabe quem está por trás de tudo isso, não sabe?”

O mago se vira, olhando para os olhos da criatura.

“Eu acho que tenho uma ideia."

A equipe então desce as escadas da torre enquanto Carlyle fecha a porta de seu quarto.

O mago balança a cabeça, tirando seu chapéu de mago e limpando a poeira, descontente.

“O que foi, Norman?”, Alire pergunta.

“Que mentiroso descarado.”, ele responde. “Aquele cara me odeia.”

“Sério? Mas ele parecia tão legal.”, Aura comenta, curiosa.

“Não se engane. Ele é um oficial do rei. É impossível que ele não soubesse sobre o que está acontecendo em todo o país, especialmente por aqui. Acho que ele só quis deixar minha vida mais difícil.”

Os outros pensam um pouco.

“Vai nos dizer o motivo dele não gostar de você?”, Kairon pergunta.

“Existem pessoas que se agarram a rancores muito insignificantes. É patético.”

O ladino ri.

“Concordo. Se você for se agarrar a algum rancor, é melhor que seja um fardo pesado.”, ele diz.

Norman olha de relance para o tiefling. Ele tirou as palavras de sua boca.

Antes que eles possam sair do jardim do castelo, um soldado ferido e desesperado aparece, vindo correndo. O mago o impede.

“Ei, ei! O que está acontecendo? Pra quê a pressa?”

“Saia do meio! Eu preciso avisar aos oficiais do rei imediatamente!”, ele diz, completamente desesperado.

“Avisar o quê?!”

“O-Oden!”, ele engasga em suas próprias palavras. “Oden está sobre ataque de mortos-vivos!”

A equipe corre pelas ruas da cidade. Siegfried dá uma espadada em um esqueleto reanimado e o corta em dois, destruindo a criatura.

“Como que isso está acontecendo?!”, ele grita.

“Não sei. Mas precisamos fazer alguma coisa!”, Alire responde.

Por toda a cidade, pessoas correm, guardas lutam com monstros mais poderosos que eles e mortos-vivos surgem de todos os locais possíveis aos montes. É noite, e a lua brilha uma cor carmesim.

Aura abre os seus olhos subitamente.

“Mãe! Não!”

Ela corre, adentrando a cidade.

“Espere! Para onde está indo?!”, Norman pergunta em voz alta.
“Minha mãe está em perigo! Eu tenho que proteger ela!”, ela responde, correndo.

O mago franze o rosto, tenso. Ele olha para os outros.

“Temos que nos separar. Procurem matar o máximo de monstros possível, mas não sejam idiotas! Não podemos morrer aqui! Agora vão! Eu vou atrás da garota!”

“Certo!”, os outros gritam, em uníssono.

O mago conjura um feitiço e bate em retirada.

“Longstrider!”

Seus pés são preenchidos de energia mágica e ele corre.

À sua frente, ele vê Aura empurrando um morto-vivo para o lado e continuar correndo. O mago pula numa parede e salta de lá, pulando por cima da criatura e logo alcançando a garota.

Ele a segura pela mão e a puxa, correndo em sua frente. Apesar de cambalear um pouco, devido à surpresa, ela consegue o acompanhar.

“Norman! Obrigado!”

O homem não a responde. Ele logo vê em sua frente uma pequena garota correndo de uma horda de mortos-vivos. Ela cai no chão, largando o seu boneco de pelúcia.

O mago pensa.

Se eles não se apressarem, a mãe de Aura pode acabar sendo morta. E por mais que ele quisesse negar, a felicidade de uma garota que podia lhe ajudar era mais importante do que a vida de um cidadão qualquer. Se Aura perdesse o motivo para lhe ajudar, eles poderiam falhar em sua missão por falta de ajuda.

Vários motivos, várias razões. Norman apenas buscava uma desculpa para si mesmo.

A garota começa a chorar.

‘Não.’, ele pensa.

O mago se lembra de Siegfried. Não é o que ele iria querer.

Ele para, larga a mão de Aura e posiciona suas mãos para um feitiço mágico.

“Saiam do caminho, seus vermes! Fireball!”

A pequena garota abre os olhos e num instante vê uma explosão a cercar completamente. Chamas extremamente quentes voam ao redor de si mesma e ela deixa escapar um grito de terror, esquecendo por hora de seu brinquedo.

Os monstros ao seu redor são incinerados em meio ao poder do mago, que balança as mãos, enojado pelas criaturas.

A criança abre seus olhos e percebe o mago à sua frente, olhando para ela quase com indiferença. Ele pega o boneco que se encontra no chão, e lhe entrega. O brinquedo está completamente limpo e seguro, apesar de estar debaixo das chamas terríveis do feitiço.

Norman, pensa por alguns segundos sobre o caminho que havia tomado como mago. Um caminho que lhe permitia esculpir suas magias com cuidado, para evitar machucar amigos e inocentes. Ele sempre foi tão frio como era hoje?

Mais monstros aparecem no final da rua, e o homem direciona a criança para adultos preocupados que a procuravam por perto. Enquanto isso, Aura corre em direção a eles, seus olhos brilhando com intrepidez.

O mago olha em sua direção, confuso e preocupado.

“O que está fazendo, sua idiota?!”, ele grita, quando a vê chegando extremamente perto das criaturas.

Uma horda de mortos-vivos se lança em cima dela, que bate de frente com eles. Os monstros levantam suas garras e atacam ferozmente, tentando despedaçar a jovem. Eles, porém, encontram resistência inesperada.

Shield!

Debaixo de um grupo de criaturas, a garota mantém uma barreira mágica que a protege de qualquer ferimento. Ela se enche de poder mágico, pronta para despedaçar todos eles.

“Thunder Step!”

Uma incrível explosão sonora dilacera todas as feras a três metros de distância de Aura, que usa o impulso da magia para se teleportar de volta para perto de Norman, que sorri com a coragem e genialidade dela.

O trovão que ecoou pela cidade começa a atrair vários guardas para o local, que se aproximam correndo por detrás dos dois.

Ela enche seus punhos de energia mágica e põe suas palmas no chão, gritando.

"Tidal Wave!"

Repentinamente, uma grande quantidade de água surge do chão numa onda alta, larga e poderosa, que carrega inúmeros mortos-vivos pela rua em que se encontram. Muitos deles são mortos no impacto das águas, mais pesadas e poderosas do que uma carruagem, enquanto outros são simplesmente derrubados.

Os soldados gritam exclamações de surpresa, correndo até os monstros derrubados com suas armas desembainhadas, para acabar com eles.

Aura, porém, cerra os dentes, grunhindo de dor. Relâmpagos se formam ao redor dela, enquanto o seu poder mágico se descontrola.

Segundos depois, a garota desaparece.

O mago corre até onde ela estava, olhando em volta em busca da menina desaparecida.

“Aura? Aonde você foi?!”

“Norman, aqui!”

Ele se vira para ver ela no telhado de uma casa, um pouco confusa e desorientada.

“O quê? Como? Por quê?”, ele pergunta, sem entender.

“Minha magia não é fácil de controlar…”, ela diz, lentamente se levantando. “...às vezes esse tipo de coisa acontece. Vamos!”

Ela se levanta e corre pelos telhados das casas, pulando de casa em casa enquanto possível.

Norman a segue pela rua, logo alcançando a sua casa. Os dois veem três monstros arranhando a porta do local, e a garota age imediatamente.

“Chaos Bolt!”

Um míssil brilhante é lançado em direção a um dos mortos-vivos, mas com um gesto de mão, ele se divide em dois e mata um segundo inimigo ao mesmo tempo.

Ela se prepara para matar o terceiro, mas é impedida pelo mago.

“Espere. Eu tive uma ideia."

Uma águia gorda voa com dificuldade, carregando Kairon, que se segura em suas pernas. Ele se solta dela, descendo em alta velocidade e desferindo um poderoso chute na cabeça de um monstro. O ladino usa o impacto para se direcionar em outra direção, pulando de cabeça em cabeça e usando sua nova adaga para cortar os mortos-vivos sem qualquer dificuldade.

A águia desce ao chão e se transforma de volta em Miro. O druida invoca uma coluna de luz que queima uma grande parte das criaturas, e então se transforma num urso, usando suas garras para dilacerar mais e mais delas.

Kairon limpa um pouco de sangue de sua nova arma, assobiando.

“Essa daqui é boa mesmo!”

Surpreendentemente, uma espada começa a atravessar os monstros em alta velocidade. Kairon e Miro veem o Lobo Vermelho acabando com muitos dos inimigos com facilidade.

“Ah, vocês estão aqui.”, uma voz atrás deles fala. Eles se viram e veem o homem exótico que seguia o grupo do guerreiro. “Que conveniente. Parece que a cidade vai ficar segura.”

Ele retira o turbante de sua cabeça, expondo um olho feito de energia mágica no topo de sua testa. Com um movimento de seu dedo, uma explosão destrói grande quantidade de monstros.

Mas para todo lugar que eles olhassem, mais e mais deles apareciam.

Rodney, o lobo vermelho, salta da multidão com um garoto em seus braços. Ele despedaça o crânio de um esqueleto com um chute, e põe o menino no chão.

“Corra para sua família e diga para todos eles como eu lhe salvei!”, ele diz em voz alta, logo rindo consigo mesmo.

Flechas e outras magias são arremessadas dos telhados para conter a horda, mas o guerreiro não tem nenhuma dificuldade a enfrentando.

Kairon franze as sobrancelhas, não sabendo como se sentir, enquanto Miro está apenas feliz de ter mais ajuda. Os dois correm para lutar.

Longe dali, Siegfried e Alire se movem pela capital. O garoto utiliza todo o seu poder, rapidamente desferindo golpes a cada zumbi e esqueleto que encontra.

“Alire! Estou começando a me esgotar! Temos que ajudar essas pessoas o mais rápido possível!”, ele grita, suas energias mágicas se esvaindo.

“Certo!”

Um grupo de pessoas corre pelas ruas, fugindo dos monstros, mas é cercada completamente. A clériga se vira para o paladino e lhe mostra o seu símbolo sagrado. Ele entende o que ela quer dizer.

“Me ajude a chegar lá!”

“Tudo bem!”

Sieg para em frente a ele, e prepara suas mãos, as juntando com as palmas para cima, para lhe dar uma força. A garota pula, pisando em suas mãos e sendo arremessada alto. Ela atravessa boa parte dos monstros e, no meio do ar, prepara sua habilidade.

Alire estende o seu símbolo e uma luz brilhante emana dele. Aterrisando entre a família, a clériga o levanta aos céus e grita.

“Turn Undead!”

Os mortos-vivos gritam de dor e começam todos a fugir o mais rápido possível. Siegfried aproveita a oportunidade para matar mais alguns enquanto eles tentam fugir.

A luz cessa, e Alire olha para a família.

“Corram! Encontrem um lugar seguro o mais rápido possível, e não saiam de lá!”

O pequeno grupo agradece a ajuda dos dois e se retira do local às pressas.

Siegfried põe os dedos na testa e procura sentir a presença de mais monstros. A alguma distância dali, ele sente um único monstro que está sozinho. Correndo para lá, eles encontram Norman e Aura. O zumbi perto deles está completamente parado.

“Charm Monster.”

A criatura se contorce, logo depois se endireitando.

Os dois se aproximam.

“Norman? O que está fazendo?”

O mago se vira para olhar para o garoto, e lhe dá um sorriso.

“Controlando esse desgraçado. Ele vai nos mostrar o caminho para acabar com tudo isso.”

Notas finais
Gostaram? Deixem um comentário, claro! Faz um tempinho desde o último capítulo mas eu estive ocupado Até mais galera!