Let's Have Fun !
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Como vão vocês !?!!
Terminei esse capitulo ontem a noite e decidi postar hoje... ¬¬
Demorei.. ? Sério.. Minha noção de tempo esta muito ruim esses dias... )X
mas espero que gostem !!! XD
Obrigado pelas sugestões também ne Gryphon-san e MuraAkaFanGirl13 ! Mas a sua sugestão, MuraAkaFanGirl13-san vou deixar para o proximo capitulo pode ser ? >u
Então, Boa Leitura a todos !!
Akashi acordou não se dando conta ainda de onde estava e nem do que havia acontecido. Sentiu uma dor de cabeça e se levantou. Sentou-se na cama e só agora que reparava que estava ao lado de Kuroko, em seu quarto, em sua casa. Pensava que tudo que tinha acontecido no dia anterior tinha sido apenas um sonho. Um conto de fadas, mas felizmente não era. Seu coração se encheu de felicidade e começou a sair lágrimas de seus olhos e um sorriso não se deixou de formar em seu rosto.
- Akashi-kun.. ? O que foi ? Por que esta chorando.. ? – Kuroko acordava.
Akashi logo abraçou o menor fazendo o mesmo se surpreender. Retribuiu o abraço com carinho e acariciou seus cabelos vermelhos.
- Obrigado, Tetsuya.. – agradecia mais uma vez a Kuroko.
- Esta tudo bem, Akashi-kun.. – sorriu e ao mesmo tempo, Sayuri entrava.
- Bom dia para vocês dois.. ! – dava um largo sorriso. Akashi não recebia um bom dia, nem ao menos um sorriso há tempos e isso alegrou muito o ruivo.
- Ora.. Akashi-kun.. O que foi.. ? – andava em direção a Akashi e o abraçou – Esta tudo bem agora... Tudo esta resolvido.. !
Akashi apertava mais a roupa da outra e começou a chorar..
- O-Obrigado, Sayuri-san.. – soluçava.
- Ah.. Quantas vezes você já me agradeceu ontem hein.. ? – ria – Parece até uma criança, Akashi-kun.. – afastou-se um pouco e deu um beijo em sua testa – Agora vão se trocar.. O café da manha esta na mesa.. Venham rápido antes que esfrie ! – saia.
- Hai~ ... – ambos falavam juntos.
Kuroko se levantou e se espreguiçou. Se sentia muito melhor. Parecia que todo aquele peso e sofrimento tinha desaparecido.
- Akashi-kun.. Esta melhor ? – ainda se preocupava um pouco com o ruivo.
- Sim.. Obrigado..
- Não precisa mais agir tão formalmente.. – ria.
Depois de fazer a higienização, trocar de roupa e dentre outras coisas, desceram e tomaram o café da manha.
- Esta delicioso, Sayuri-san.. – há quanto tempo não comia tao bem assim.. Normalmente comia o que seu pai trazia, que sempre eram comidas enlatadas e prontas, além de algumas serem ruins, mas o seu pai não se importava muito com as condições do ruivo, desde que pudesse fazer aquilo com ele.
- Obrigado, Akashi-kun.. ! Ah é.. Kuro-chan.. Sua avó vai chegar segunda de viajem ( esse dia era sábado) ! Apresente o Akashi-kun a ela ne... !
- Sim.. – o menor concordava.
Satoshi descia as escadas bocejando e esticando seus braços, espreguiçando-se.
- Ah, Akashi-kun.. Ele dormiu aqui ? – falava surpreso, afinal ele iria viajar com seu pai.
- Ah.. ocorreu um imprevisto e o Akira-san teve que ir sem ele, e como o Akashi-kun iria ficar sozinho, trouxemos ele para cá.. A proposito, ele vai ficar aqui por algum tempo.. – Sayuri explicava.
- Entendo.. Oh ! Panquecas ! – dizia fitando o café. Estava faminto.
- Coma devagar.. – Sayuri suspirava.
Terminaram de comer e subiram.
Kuroko ao entrar, logo foi prensado contra a parede e um beijo roubado. Fechou a porta e o beijo se prolongava. Um beijo suave, sem pressa e apaixonado. Kuroko queria aquele beijo faz dias e agora, podia aproveitar o quanto quisesse.
Akashi pegou uma das pernas de Kuroko e colocou em sua cintura, fazendo o menor entrelaçar ela e pular em seu colo, apoiado a parede. Kuroko envolveu seus braços ao pescoço do ruivo que continuava a beijá-lo. O ar estava acabando, mas não quiseram se separar agora.
O ruivo o levou para a cama e o deitou, ficando por cima do mesmo marcando seu pescoço, dando chupões e mordidas fortes, deixando ali, manchas escuras que fizeram Kuroko gemer baixo.
O menor inverteu rapidamente as posições fazendo o ruivo se surpreender.
- Tetsuya.. ?
- Akashi-kun.. Deixe eu ser.. o seme apenas desta vez..!
- T-Tetsuya.. ? A-Acho melhor não..
- Eu sei que.. não é fácil para você, mas quero ajuda-lo.. ! – Kuroko queria ajudar Akashi a superar seu trauma pelos abusos que sofria de seu pai – Vamos fazer isso juntos.. ! Apenas desta vez, Akashi-kun.. ! – insistia.
- É-É serio, Tetsuya.. E-Eu não acho que vai ser uma boa ideia...
- Akashi-kun.. Eu vou te ajudar, não importa quantas vezes forem necessárias, vou sempre estar ao seu lado..
Akashi suspirou derrotado. Estava com um pouco de medo.. mas deixou apenas desta vez o menor fazer. Kuroko sorriu vitorioso e começou a beijá-lo devagar, suave e gentil. Akashi sempre esperava pelo pior. Pela violência, força sem nenhum pudor e os hematomas, mas nenhum deles veio. Normalmente o beijo era sempre voraz e selvagem, mas sem nenhum amor ou carinho, apenas.. um beijo..
Kuroko iria com calma para não assustar o ruivo, que estava nervoso. Dava para perceber que estava tenso. Akashi tremia e ficava sempre com os olhos fechados. Akashi era sempre uke quando se tratava de seu pai e por isso, não imaginava mais ninguém quando era o uke da relação, mesmo não sendo o próprio pai ali.
Kuroko retirava devagar a camisa de Akashi e a sua também, expondo ambos os tórax e abdomens. O menor passou a mão suavemente pelo abdômen definido do ruivo que se arrepiou. Ele já começava a arfar, mesmo ainda não tendo começado. Seu coração batia rápido e a cada toque, ficava ainda mais tenso.
O menor começou a lamber e chupar fraco seu pescoço enquanto sua mão chegava ao seu tórax e estimulava um dos mamilos, fazendo Akashi gemer um pouco incomodado, mas logo se tornaram gemidos prazerosos.
- Relaxe, Akashi-kun.. Você esta muito tenso.. – sorriu e depois lambeu em volta de sua orelha.
- T-Tetsuy-
Foi interrompido por seus lábios serem selados, com a língua de Kuroko adentrando aquele local e explorando-o gentilmente. Akashi normalmente sentiria nojo se fosse com aquele homem, mas o menor era gentil e não demonstrava nenhum tipo de violência ou força. Era apenas.. Suave e gentil.. Ainda com os olhos fechados, imaginou seu pai no lugar de Kuroko que se negou a imaginar aquela imagem em sua mente e ficou tenso novamente.
Kuroko riu baixo e levou sua boca a um dos mamilos. Chupou, lambeu e mordeu fraco ainda trazendo um gemido de desconforto, mas Kuroko era habilidoso e logo se acostumara. Seus mamilos eram encharcados de saliva deixando-o durinho.
O menor massageava o membro do ruivo, que hesitou de inicio. Esperava sua bermuda ser rasgada com violência, mas foi tirada gentilmente. Esperava sentir seu membro ser apertado com força, mas sentiu uma mão gentil a apalpando suavemente e a massageando devagar. Akashi se surpreendeu. Não esperava por aquilo..
Kuroko percebendo que o ruivo já se acalmava um pouco, começou a mover sua mão lentamente nos movimentos vai-e-vem, fazendo Akashi soltar gemidos prazerosos, ao invés de dolorosos. Logo sentiu seu membro estar em um lugar quente e confortável. Não houve dor, como geralmente sentia. Seu pai mordia e era bruto, totalmente ao contrario de Kuroko. Os lábios do menor encostavam em seu membro descendo e subindo.
Chegou ao seu ápice rápido, gozando na boca de Kuroko. Talvez essa era a primeira vez que gozava por.. prazer.. Normalmente gozava porque era obrigado. Seu pai mandava-o terminar sozinho, mandando-o se masturbar. Humilhava-se fazendo aquilo, mas tudo estava sendo diferente do que pensava.
- O gosto do Akashi-kun.. É mais gostoso do que eu imaginei que seria.. — sorria para o ruivo que corou violentamente com aquele comentário.
- N-Não diga.. isso.. – era algo constrangedor..
Kuroko posicionou o ruivo de quatro, com medo do que viria a seguir. Estava se preparando para aquela dor insuportável e dilacerante. O menor afastou suas nádegas e colocou a língua no orifício de Akashi fazendo o mesmo se assustar e gemer prazerosamente.
- S-Sua língua.. A-Ahh.. ! – de alguma forma, Akashi estava gostando. Estava sentindo prazer.
Kuroko fez isso mais para lubrificar o local. Se alargasse e lubrificasse com seus dedos, era bem provável que o outro ficaria com medo e ainda mais tenso do que já estava, então decidiu usar esse método.
Após molhar bem aquele local, retirou sua língua com uma fina linha de saliva entre a entrada de Akashi e sua língua.
Virou o ruivo de frente para si, e posicionou encostando seu glande na entrada de Akashi que se apavorou e pensou em mudar as posições como fez antes, mas Kuroko o olhou como se pedisse para confiar nele. Não precisou segurar seus pulsos, impedindo-o se trocar as posições.
- Não se preocupe Akashi-kun.. Não vou te machucar.. – sorriu inocentemente.
- D-Desculpe.. – deixou que Kuroko continuasse.
Ia introduzindo devagar e Akashi gemia cada vez mais. Não sabia se era de prazer ou de dor. Talvez os dois... Uma sensação gostosa de sentir.
Kuroko não queria que o outro abaixo de si se machucasse muito. De certo, iria doer, mas teria que aguentar ao menos um pouco. Apertava e puxava os lençóis da cama e seus olhos estavam fortemente fechados. Começava escorrer lágrimas pelo seu rosto vermelho. Kuroko limpou a lágrima que escorria com seu polegar e sorriu depois de já estar todo dentro do ruivo.
- A-Akashi-kun.. Posso começar.. ? – perguntava antes de começar.
- E-Espere.. V-Vai d-devagar.. – pedia para o menor que concordou. Não pretendia ser bruto mesmo que não pedisse.
- Mas.. Posso pedir uma coisa.. ? – Kuroko falou antes de se mover.
- O-O que.. ?
- Abra os olhos.. Não feche eles.. – sabia que se fechasse, imaginaria mais coisas em relação ao seu pai, e não queria isso. Era por isso que ficava tão tenso e inseguro. Imaginava seu pai em seu lugar sendo totalmente ao contrario do que Kuroko fazia. Akira trazia medo ao ruivo, por isso queria que ele não fechasse os olhos..
Akashi assentiu com a cabeça positivamente e Kuroko começava a se mover devagar. Obviamente, o ruivo soltava vários gemidos de dor no inicio, mas foi sendo transformada em prazerosos. O menor começava a movimentar um pouco mais rápido a cada vez que percebia que Akashi se acostumava. O ruivo começou a fechar os olhos devagar..
- Não feche..
- M-Mas-
Não terminou a frase. Kuroko o beijou fazendo Akashi não dizer mais nada. Suas línguas começaram a se enrolar e vários gemidos foram trocados entre o beijo. Kuroko levou uma de suas mãos ao membro do ruivo, que se arrepiou e se assustou. Mas não deu tempo de pensar. A mão do menor já começava a se mover rápido trazendo prazer para o ruivo. Gemia incontrolavelmente. A outra mão de Kuroko se juntou a mão de Akashi e os dedos se entrelaçaram uma nas outras apertando forte a mão do menor. Nas estocadas, o ruivo gemeu alto de prazer por ter acertado seu ponto sensível fazendo com que Akashi chegasse ao seu clímax mais rápido..
- T-Tetsuya.. E-Eu vou.. Aahh.. N-Não aguento mais.. ! – dizia entre gemidos. Acho que era a primeira vez que dizia algo assim.. Liberou-se pelo prazer e não pela dor.
Kuroko gozou dentro do ruivo, fazendo ele estremecer de prazer.
Kuroko caiu em cima de Akashi arfante, igualmente ao outro abaixo de si. Antes dava para sentir o corpo do ruivo tremulo, mas agora não tremia mais..
- Como fui.. ? – Kuroko dizia irônico.
- Muito.. bom.. – falava arfante. Talvez tivesse se acostumado um pouco. Era a primeira vez que tinha experimentado ‘’amor’’ ao invés de ‘’abuso ou violência’’. Sorriu e ficaram em silencio fitando o teto. As palavras não precisariam ser ditas agora.. Ficaram descansando por algum tempo..
- Kuro-chaaan ! Akashi-kuun ! O que estão fazend- AH ! – ficou igual a um tomate ao verem os dois ali deitados na cama, com apenas o lençol cobrindo seus membros.
- O-Okaa-san.. N-Não entre sem bater..
- D-D-Desculpe.. – entrou no quarto e sentou-se.
- Akashi-kun.. Esta melhor ? – Sayuri perguntava ainda preocupada.
- S-Sim.. Obrigado..
- Então, eu vou fazer o almoço, esta bem ? Eu chamo vocês quando estiver pronto.. Vão tomar um banho enquanto isso..
Seguiram ao banheiro e tomaram um demorado banho. Mesmo depois de limpos, ficaram ali debaixo da agua, deixando ela escorrer pelos seus corpos. Era algo relaxante.
- Esta proontoo~ !! – Sayuri avisava os dois que acabavam de sair.
- Já estamos descendo ! – Kuroko respondia.
Comeram bastante. Fazia tempo também que não comia com pessoas a mesa, com aquele clima alegre, conversas e risadas.. Se sentia em casa, como se ali fosse o seu lugar para ficar..
-X-
Se passaram três dias desde aquele incidente.
- Kuro-chan.. Sua avó chega hoje de viagem ! Não se esqueça de apresentar o Akashi-kun a ela ok ? Afinal, ele faz parte da família agora ! Ah, mas não conte ainda sobre esse assunto..
- Hai.. – dizia comendo o café da manha com Akashi ao seu lado.
A campainha toca e pensam que era sua avó, mas.. ela só iria chegar de tarde, então estranharam.
- Já vai ! – Sayuri se apressava para atender a porta.
- Eh ? Quem é.. ? – encontrou um homem não muito alto de terno a sua porta.
- Akashi-sama.. Akira-sama quer vê-lo.. – ignorou a pergunta da mulher que ficou irritada por ser ignorada e ainda mais irritada ao citar o nome daquele homem.
- Como assim !? Ele não esta preso !!? – Sayuri falava com o homem que ignorava totalmente ela.
- Vamos.. Akira-sama o aguarda.. – O que era isso ? Era muito repentino !
Akashi hesitou. Não queria vê-lo.. E ainda mais.. Só se passaram tres dias desde que fora preso.. O que ele estava planejando !?
O homem não aguentando a demora do ruivo, entrou na casa e o puxou pelo braço, mas foi impedido por Kuroko que estava ao seu lado.
- Akashi-kun não irá a lugar nenhum.. Por favor, solte-o.. – Kuroko encarava-o sério.
- ESPERE ! Você não pode ir invadindo a casa das pessoas assim !! – Sayuri colocou a mão em seu ombro.
- Não me toque, mulher.. As ordens de Akira-sama sempre devem ser cumpridas.. Não interfira.. ! – jogou-a no chão.
- S-Sayuri-san.. !
- Akashi-sama, vamos logo ! – apertava ainda mais seu pulso.
- Eu já entendi ! – respondeu sem pensar, mas o outro não iria sair dali enquanto não concordasse.
- Ahahaha... – Sayuri ria ainda no chão – Você tem coragem.. – seus cabelos antes preso estava solto deixando ela um pouco mais.. assustadora.. ?
- Sayuri-san.. Esta tudo bem.. Eu já volto.. – tentava acalmar a outra.
- NÃO ! Você não sabe se irá voltar em segurança ou não ! – Sayuri estava preocupada com o ruivo – Então o Kuro-chan vai com você !
- Não. Akira-sama quer ver apenas o Akashi-sama.. É uma conversa apenas entre pai e filho.. Ninguém deve interferir.. !
- Mas- !
- Esta tudo bem, Sayuri-san, Tetsuya... Eu volto logo.. – sorria para não preocupar mais os dois.
Sayuri concordou percebendo que não tinha jeito.
- Se ele não voltar aqui até a hora do almoço, eu te mato.. – ameaçava o homem que segurava o pulso do ruivo.
- Hum.. Então, vamos logo Akashi-sama..
Sayuri e Kuroko olhavam o carro partir e depois fecharam a porta, esperando por Akashi.
No carro, estava silencioso. Ninguém falava nenhuma palavra sequer.
- Akashi-sama.. Akira-sama mandou você colocar isso..
Akashi virou seu rosto e corou. Por que diabos ele lhe entregava um.. um.. vibrador !!!!?
- HA !? Eu não vou colocar isso !! – jogou-o para qualquer canto do carro.
- Mas, Akira-sama não pediu.. Mandou.. Então, você não tem escolha.. Ou eu vou ter que colocar a força.. ?
- Vai se ferrar ! Eu não vou colocar isso ! – voltava a fitar a paisagem pela janela. Por que aquilo se repetia ? Por que !?
- Crianças de hoje em dia são tão complicadas... – falava com um tom de malicia que fez Akashi estranhar e virou seu rosto rapidamente, justamente com essa intenção, o homem não lhe deu tempo de reagir e lhe deu um sonífero.
Akashi acordava já chegando ao local. Se sentia ainda um pouco tonto e desceu do carro.
Enquanto andava, gemeu um pouco alto surpreso e rapidamente tampou sua boca com as mãos olhando com desprezo o homem que caminhava ao seu lado.
- E-Esp.. V-Voce.. N-Não me diga que colocou.. isso em mim.. Aah.. !
- Eu falei.. Eu faria por bem ou por mal e você optou pela ultima opção..
A vibração aumentava e diminuía. Akashi tentava conter de tudo os gemidos mordendo os lábios e prendendo sua respiração aos poucos.
- D-Desligue.. isso ! – Akashi dizia corado, já quase chegando a se liberar e isso seria muito ruim se acontecesse aquilo ali.
- Lamento, mas.. o controle não esta comigo..
- C-Como assim.. ?! N-Não me diga.. que esta.. Nhg..
- Sim.. Esta com o Akira-sama..
Akashi sentiu um ódio profundo por aquele homem, no qual o chamava de ‘’pai’’.
Chegando a sala, seu pai estava algemado a mesa esperando-o, com os guardas nos cantos da sala.
- Senhores.. Poderiam me dar licença ? É uma conversa particular.. – Akira falava para os guardas.
O homem que estava com Akashi falou que também iria ficar do lado de fora esperando, então não tinha nenhum perigo. Estava algemado e não poderia fazer nada, então concordaram.
- E então ? Esta usando aquilo que eu mandei ? – Akira perguntava malicioso.
- Kh.. Desligue logo.. isso !
- Ah.. Desculpe.. Minhas mãos estão algemadas.. E o controle não esta comigo.. ! – sorriu.
- O.. que.. !? – Akashi se apavorou, mas continuava a sentir a vibração aumentar cada vez mais e as vezes diminuir.
- O que foi ? Não se contenha.. Estamos sozinhos e ninguém vai te ouvir..
- C-Cale a boca.. ! Nhg.. C-Com quem que.. esta ?!
- Ah.. Esta com o meu colega de cela... Fiz amigos bem legais aqui.. Pena que não consigo avisá-lo para parar ne... O único jeito é você tirar aqui na minha frente..
- Cale a boca..! Eu não.. vou fazer isso aqui ! A-Ah... ! – sentiu que viria a qualquer momento.
- Ah.. Pensei que você não fosse fazer isso mesmo, até porque tem câmeras aqui.. Coisa desnecessária.. – suspirava.
- Fale logo o que.. você quer.. ! Por que me chamou aqui !? – Akashi falava impaciente e farto daqueles jogos baratos do homem.
- É verdade.. Tinha me esquecido.. – deu uma pequena risada – Você sabe que recebemos visitas a cada semana ou sei la. Então, você terá que vir me visitar todas as vezes e assim, poderemos recomeçar do zero.. – deixou escapar um sorriso sarcástico, fazendo Akashi perceber suas reais intenções.
- Eu nunca.. vou fazer isso.. ! S-Se era só isso.. – levantava-se da cadeira e ia em direção a porta.
- Não.. Você vai vir.. – estava confiante demais..
- O que.. !?Você não pode me obrigar.. !
- Eu não.. Mas o homem ali fora pode.. Toda semana ele irá te buscar, e não saíra da casa daquele pirralho até você concordar.. Não quer causar problemas a eles não é.. ? Então é melhor fazer o que eu digo !
‘’ Mesmo preso.. Ele tem coragem de fazer isso.. De dizer algo assim.. Por que.. !? Por que isso nunca.. Nunca acaba !? Por que ele não para de fazer isso.. ?! Por que não me deixa em paz logo !? ‘’ – Akashi pensava com ódio.
- Ah é.. Meus colegas também querem conhecer você.. Eles se interessaram por você.. Da próxima vez você vai conhece-los.. E muito bem.. – seu sorriso se alargou ficando ainda mais malicioso e soltou uma risada fazendo o ruivo se apavorar ainda mais.. Queria morrer.. Finalmente pensara que aquele pesadelo tinha acabado, mas.. no final das contas.. Estava prestes a começar.. Do zero..
O esforço de Kuroko e o seu foi.. totalmente em vão.. Justo quando estava prestes a esquece-lo, justo quando estava prestes a superar aquele trauma, ele vai lá e estraga tudo..
Notas finais
Ohohoho.. Akira não desiste mesmo ne.. !! D:
Enfim, deixe reviews !!! ^^ Amo muito !!! ♥
Então, ate o proximo capitulo !!
Bye Bye !!!
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