Notas iniciais
Boa Leitura!

Ele se esquecera da última vez em que trocou fogos com outro navio. Pouco após assumir o Sogno D’ Oro, Alberto Barbieri viu-se forçado a enfrentar a dúvida e o desdém daqueles que antes respondiam comercialmente a seu pai. Um garoto, resmungariam às suas costas; eles agora deveriam responder a um garoto. Antonieta nunca soube; ou escolheu esquecer. Desde que ela assumiu o mesmo posto, tudo para seu irmão lhe pareceria mais fácil, afinal ele era um homem; um que jamais a faria enfrentar seus próprios preconceitos, pois, no fundo, sabia que ela não estava de todo errada. Pelos anos que os separaram de serem dois capitães, contudo, houve muito que sua irmã perdeu. Seu primeiro fogo cruzado, para começar.

Não obstante as circunstâncias que enfrentassem ali serem demasiado piores, vez que o nobre Capitão Barbieri não passara por uma tempestade, nem redemoinho ou criaturas sobrenaturais. Teoricamente, os fardos eram os mesmos. Com o os canhões zunindo, incessantes, por todo o navio e cada lado perdendo homens por minuto. Em momentos assim, Berto sondaria por uma oportunidade ou milagre. No entanto, convenceu-se de que com um homem como Davy Jones, ele não poderia antever oportunidade alguma; e a sombra as suas costas, proveniente do medo em perder algum membro de sua família ali dentro, o impedia de ser lógico, forçando-o apenas a atacar. Restava-lhes, portanto, o milagre.

Antonieta se dispersara dos canhões, deixando-os à cargo de Diana e Gibbs. Sobre o tombadilho, ela discutia com Barbossa e a jovem rei. Observando seus gestos em direção ao outro navio, Berto entendeu a que ela se referia. Eles deveriam começar a preparar a abordagem. Consciente disso, o Barbieri ergueu sua cabeça acima da linha da balaústra, sua janela sendo uma das únicas ainda intacta. Ambas as embarcações se aproximavam do olho do abismo, frente a frente. Mia estava certa. Se eles não se preparassem, o outro lado certamente iria.

— Descansem destes canhões. – anunciou sua irmã, indo de encontro a eles. – Os porões continuarão a atirar, nós vamos defender o convés. – disse simplesmente.

— Então, preparar para a abordagem? – entendeu Diana, se colocando de pé.

— Preparar para a abordagem. – assentiu a graça de Allegra. – Juntos. – acrescentou puxando a pistola do coldre em suas saias. Sofia sorriu, olhando dela para Alberto e Diana, ao passo que os três imitavam seu gesto.

O jovem mestre Turner retornou do subsolo, indo ter com Elizabeth. Barbossa deu outra volta com o navio. Mais do que antes, eles e o Holandês pareavam-se. A tripulação do Imperatriz em sua maioria, preparou-se junto aos cabos que os guiaria para o outro lado, ao comando de sua capitã. Esta, aprumou-se ao lado de Will, com sua espada em mãos. Os Barbieri se organizaram a poucos metros, uma formação triangular com Diana e suas duas espadas ao centro, acompanhada por Sofia. Nas duas pontas, Berto e Mia carregavam suas armas para mais de um tiro.

— Firmes agora! – comandou Gibbs de sua posição, à medida que ambos os lados saltavam um contra o outro. Uma nova batalha começara.

Will e Alberto atiraram primeiro, com Antonieta em seu encalço, conseguindo liberá-los do encargo de três monstros, mas logo, o Pérola se achou habitado por mais deles do que acreditavam poder dar conta. Diana golpeou em seguida, puxando dois para o seu lado e abrindo caminho para que Sofia matasse um terceiro. A senhora Barbieri, então, assumiu o flanco esquerdo de seu marido, fazendo as vezes de seu braço, enquanto Alberto atirava com o direito. Diana e Antonieta sorriram entre si, procurando por sua própria diversão do outro lado do mastro.

No tombadilho, Hector se dividia entre o leme e abater as figuras que transpassavam por seu navio; força e precisão ilustrativas a como mantivera-se capitão por tantos anos. Elizabeth e Will seguiam o exemplo do casal Barbieri, lutando lado a lado. O jovem cigno fazia uso de todas as tácticas do método Tiziana, sentindo algum orgulho dentro de si ao imaginar ouvir a voz de Olívia lhe apontando o próximo movimento. A alguns passos dela, William ainda era um dos melhores espadachins a bordo, agindo completamente por instinto. O grupo traçava círculos ao redor do mastro principal, cercando todos os flancos que se abriam.

O coque de Antonieta já caíra, conforme ela desviava de seus atacantes e atirava. Diana à sua esquerda, estava com as vestes manchadas de sangue que não o seu. Uma avisando a outra de quando um novo combatente se aproximava por pontos que não enxergariam sozinhas.

— Elizabeth! – o jovem Turner chamou, com um golpe certeiro na criatura que enfrentava. Às suas costas, Elizabeth também combatia e não o ouviu. O pequeno filhote, tomou a frente, finalizando com um segundo monstro, aproximando-se dela junto ao mastro. – Elizabeth você quer se casar comigo? – perguntou, conforme eram interrompidos pelo combatente da senhorita Swann que retornava. O rei encarou a questão com espanto, passando a golpear o demônio quando se aproximou o suficiente para criar uma abertura.

— Ele acabou de...? – Sofia pensou consigo mesma, próxima a eles e seus olhos se voltaram para Alberto, que sorria, achando graça.

— Pedido fora de hora! – Elizabeth finalmente respondeu, fazendo eco aos pensamentos da senhora Barbieri.

— Talvez não haja outra hora! – rebateu William, conforme golpeava. Alberto, então, deu de ombros para Sofia. O rapaz tinha um ponto válido.

— Eles querem se casar agora? – a senhora Barbieri gesticulou para o inimigo que continuava a chegar, abatendo mais alguns ao lado do marido. Próxima a ela, Antonieta entreouviu, seus olhos recaindo sobre o jovem casal ainda em discussão.

— Eu te amo. – Will afirmou a Elizabeth, puxando-a por um segundo, soltando-a logo em seguida para que dividissem duas mortes. Mia abriu um meio sorriso, retomando a ajudar Diana, ao seu lado. – Eu já fiz minha escolha. – o filhote continuou, trazendo a senhorita Swann mais para perto. Elizabeth permanecia em choque, porém lembrando-se de como a guerra interrompera seu casamento com ele uma vez; e então vários pormenores pareciam ter se oposto em seus caminhos. Contudo, a máxima restava verdadeira. Ele a amava e ela o amava. E o rei não arriscaria uma segunda cerimônia interrompida. – Qual é a sua?

— Barbossa! – chamou com os olhos fixos em Will, que a observou confuso. – Case a gente! – pediu na direção do tombadilho, onde o velho pirata, combatia os mesmos números que Diana de uma só vez.

— Eu estou meio ocupado no momento! – desdenhou soltando seus adversários pelo tempo de respondê-la, apenas. Will sorriu, soltando Elizabeth para seguir o exemplo de seu companheiro.

— Barbossa, agora! – ele pediu em eco, passando por Antonieta e Diana, que os observavam em meio à batalha, com as mãos igualmente ocupadas.

— Vá ajudá-lo! – disse Diana, empurrando-a. Mia a encarou confusa. – Elizabeth vai precisar de uma madrinha! – brincou perfurando o peito do homem que sua irmã combatera até então.

Ágil, a Capitã Barbieri subiu ao tombadilho, cortando o ataque de Barbossa no meio, a fim de finalizá-lo em seu nome, enquanto ele tomava as vezes com outros dois.

— Faça! Eu lhe dou cobertura! – Mia insistiu.

— Muito bem, então! – resolveu furioso, puxando a espada de seu oponente para perfurar o segundo homem que enfrentava, apunhalando-o com a sua.

Antonieta começou pelo outro lado do tombadilho, conforme Hector se preparava para subir a mesa dos mapas, chutando o nariz de um dos fardados. No convés, Will conseguiu trazer Elizabeth de volta para os seus braços.

— Caros amigos, nos reunimos aqui hoje. – o Lorde do Mar Cáspio iniciou, uma mão elevada ao peito e a outra pendendo a espada. Aos seus pés, Mia se divertia com dois homens fardados, chamando Hector para que se atentasse a um terceiro monstro que avançava pela direita. – Para pregar suas tripas no mastro, cão sarnento! – disse interrompendo seu discurso, chutando a criatura para longe, perfurando a cabeça com a espada.

Os noivos teriam que fazer seus votos sem seu auxílio, conforme oferecia-o a Capitã Barbieri de sua posição. Antonieta, no entanto, fazia um trabalho excelente por si só, tendo alcançado uma segunda espada de outro coldre. Barbossa sorriu, imaginando-a armada até os dentes. Ambos se atentavam para as trocas afeiçoadas no convés.

— Elizabeth Swann, me aceita como seu marido? – indagou William, frente a frente a sua noiva.

— Aceito. – ela o respondeu de pronto, um sorriso alegre que não se encaixava em suas circunstâncias.

— Ótimo. – Will suspirou, com o mesmo sorriso em seu rosto.

Súbito, os votos foram interrompidos pela batalha que os cercava, mas suas mãos não se soltaram à medida que sua atenção se dispersava para ela. Simpáticos à situação, Alberto e Sofia deixaram seu posto próximo ao tombadilho, impedindo que mais monstros subissem, e fizeram o forte ao lado do casal, permitindo uma abertura para que continuassem.

— Will Turner você me aceita como sua esposa? – Elizabeth perguntou, virando o rosto para encará-lo com um sorriso, invertendo, então, suas posições para que atacassem aqueles que Berto e Sofia não conseguiam segurar. – Na saúde e na doença? – acrescentou conforme sua espada cortava o oponente em questão. – Na saúde sendo pouco provável. – comentou, analítica de onde estavam.

— Eu aceito. – Turner anuiu com um aceno solene de cabeça, puxando-a para baixo a fim de conseguirem se esquivar de outro ataque.

— Como capitão eu vos declaro... – Barbossa continuou de sua posição anterior, variando a posição de sua espada entre os homens que ocupavam ambos os seus lados, até Mia conseguir se liberar ao fundo, atacando o que se achava em seu lado esquerdo, permitindo que a pistola de Hector acabasse com o outro. Em seguida, ele desceu de volta ao nível do chão, cruzando espadas e chutando um fardado. – Você já pode beijar...

Will puxou Elizabeth para cumprir a solenidade, outra vez interrompido.

— Você já pode beijar... – Barbossa tentou uma segunda vez, chutando outro oponente para o chão, onde Antonieta o finalizou. – Você já pode beijar... – e por trás, outro atacou, impedido pelo cruzar de sua espada e Mia correu em seu auxílio, com uma espada à frente e outra por trás, matando pelos dois lados.

— Beija logo! – gritaram Barbossa e Barbieri em uníssono, unindo-se para terminar com o restante que povoava o tombadilho.

Antonieta girou sobre seu eixo, averiguando a cena. O jovem Mestre Turner e a jovem senhorita Swann obtendo um momento de paz, em meio as ondas que cresciam ao redor do navio. Alberto, Sofia e Diana permaneciam de pé; o suficiente para realocá-la em posição. Hector ocupava-se com um monstro, duas vezes o seu tamanho, ao passo que ela terminava de dar cabo dos almirantes que restavam. Então, percebeu, o leme havia sido abandonado.

— Cotton! – gritou ela, chamando atenção do pirata que se escondia. Ele correu, talvez tarde demais. Os mastros dos navios se chocaram num baque sentido sob seus pés.

Da gávea, Marty abatia aqueles que ainda ousavam se aproximar do navio para abordá-los e no convés os homens se esforçavam para acabar com os que ainda restavam. Em meio ao choque, Diana caiu com as espadas para cima, seu oponente indo de encontro à morte em seu colo. Mais uma vez de pé, viu-se ao lado do jovem recém-casado. William observava algo ao longe. Jack, ela também o viu, se segurando no baú de Davy Jones.

— Vá ajudá-lo a acabar com isso! – ela exclamou, virando um homem peixe a fim de acertá-lo pelas costas. – Se eles continuarem chegando, não vamos aguentar num número baixo.

— Tem razão. – anuiu o jovem filhote, mas também pensando em seu pai, a quem prometera salvar. Elizabeth ainda lutava. – Ajude Elizabeth. – ele pediu a Diana, tomando um dos cabos soltos nas mãos, preparado para saltar.

— Boa sorte, Turner! – desejou sinceramente a irlandesa, indo de encontro a sua majestade. A jovem cigno sorriu ao vê-la e ambas começaram a atacar de costas uma para outra. – Acho que lhe devo felicitações pelo casamento? – zombou com carinho, cortando a cabeça de uma enguia.

— Não me parabenize ainda. – brincou Swann de volta, copiando seu gesto. – Cadê, Will? – inquiriu olhando em volta.

— Jack está no Holandês. – foi a resposta simples de Diana. Elizabeth encarou o navio a sua frente, considerando suas opções. Os canhões continuavam a atirar e Gibbs distanciara-se da batalha para reorganizar o ataque no deque. Ademais, água começava a entrar no navio. – Pode ir. – o furacão Murphy interveio.

O rei apenas assentiu, caminhando até o parapeito, hesitando para olhar uma última vez para trás.

— Vá! – Gibbs insistiu ajudando Marty a descer da gávea com um reforço de armas, enquanto Pintel e Ragetti carregavam um dos canhões. Antonieta acompanhou sua partida do tombadilho, voltando-se por um momento à luta no deque.

— Eles não param de chegar... – murmurou, interrompida por um baque em suas costas. Barbossa grunhiu, acertando a criatura pelas costas com violência, permitindo que o remanescente da tripulação da Imperatriz assumisse, enquanto verificava a capitã. Mia abriu os olhos com algum esforço, se colocando de pé com sua ajuda, ao passo que resmungava sobre a dor. – Grazie.

O Lorde do Mar Cáspio admirou os mastros entrelaçados.

— Precisamos sair daqui. – disse e Mia seguiu seus olhos para Pintel e Ragetti posicionando um dos canhões.

— As palanquetas. – sussurrou a Barbieri. – De prontidão ao leme, Capitão Barbossa. – falou descendo as escadas, caminhando até os porões. O casco do navio tivera dias melhores, observou enquanto procurava; rindo, ansiosa, ao encontrá-las. – Um último tiro, rapazes. – disse entregando-as a Pintel. – Alto! – apontou para os mastros.

— Ela vai nos afundar! – Barbossa advertiu-os, retomando seu lugar ao timão. – Rapidez ou vai ser uma viagem de volta ao baú pra todo mundo!

Gibbs acendeu o tiro, com o canhão apontado para o alto. Um último tiro certo.

— Vai! – ordenou Antonieta quando a bala atingiu seu alvo e Hector agiu sem pensar duas vezes, guiando-os para fora do abismo.

Diana, por sua vez, olhou para trás, aflita.

— Turner, Sparrow e Elizabeth ainda estavam a bordo! – alertou-os, fazendo o coração de Mia afundar por um instante, antes feliz em ver que sua família mantinha-se de pé eliminando os resquícios da batalha. – Vamos, Jack... uma última façanha... – sussurrou, enquanto assistia o Holandês Voador ser engolido.

— Estão lá! – apontou Mestre Gibbs, de repente, fazendo Barbossa levar o navio até o ponto em que o paraquedas de Sparrow pousara. Afoito, também ele se manteve à entrada, ajudando-os a subir. Diana reparou primeiro em Elizabeth. Nenhum sinal de Will.

— E o jovem Turner? – Antonieta indagou descendo do tombadilho com Barbossa. A senhorita Swann apenas negou com a cabeça e Sofia, aproximando-se, levou uma mão aos lábios.

— Que felicidade, Jack. – o primeiro imediato da andorinha se apressou, ansioso, no encalço de seu capitão. Sparrow mantinha os olhos em Beckett ao longe. – A armada ainda está ali. O Endeavour se aproxima a estibordo, e acho que é hora de usarmos a mais velha e nobre tradição pirata. – concluiu o velho, ainda trêmulo.

— Nunca respeitei tradições. – Jack respondeu, taciturno. – Puxar a bolina, abaloar vento e travem o curso! – ordenou ele.

— Cancelar! – interpôs Barbossa ao seu lado. – Ou vamos ser um alvo fácil. – ponderou, irritando Jack.

— Cancelem o cancelar! – disse ele.

— Mas capitão... – retrucou Gibbs.

— Cancelem! – com seu imediato ainda tentando impor-se. – Calado!

Eles esperaram. Sparrow ansioso com os olhos sobre a água.

— Pulem na água. – Antonieta murmurou para Sofia, Alberto e Diana. – Nadem até a ilha e voltem para o Stella. – disse segurando as mãos das irmãs nas suas.

— Não. – interveio Alberto, calmo, colocando sua mão sobre as delas. Mia engoliu em seco.

Hector observava Jack, sondando o que ele poderia planejar colocando-os naquela posição vulnerável. A resposta, por sua vez, emergiu das profundezas. Restaurada. O Holandês Voador vinha em sua direção inteiro, como se nada o houvesse atingido. E em seu leme, Elizabeth avistou primeiro. Will Turner.

— Preparem os canhões! – ouviram-no ordenar e a esperança do Pérola renasceu.

— A todo pano! – foi a última ordem de Jack.

— É, a todo pano! – concordou Barbossa, entendendo, reassumindo o leme.

Os navios viraram na direção do Endeavour. As chances alteradas agora com dois contra um. Antonieta quase conseguia sentir a mancha na confiança de Lorde Cutler Beckett conforme eles ganhavam o vento em sua direção e sua imagem veio à sua mente. O homem que acreditou conseguir destroná-los. O homem que sequer alcançava a altura de seus seios, mas a afugentara de sua cidade. Esse homem, na mira deles.

— Capitão. – Gibbs chamou Jack, quando ficaram emparelhados.

— Fogo. – respondeu Sparrow, firme.

— Fogo! – gritaram de todos os lados. Gibbs, Will, Barbossa, Elizabeth e os Barbieri, em uníssono.

Não houve resposta. O céu azul manchado apenas pela cor das labaredas lançadas pelos canhões e os estilhaços do outrora orgulho da marinha inglesa. A tripulação assistiu-o queimar, sentindo como se cada tiro fosse um golpe de suas espadas no coração daquele inimigo. Até finalmente deixarem seus restos mortais para trás, a fim de que terminasse de se consumir sozinho e afundasse às profundezas. À proa, a armada fazia a volta, amedrontada pelos monstros que ajudara a criar.

Os homens e mulheres que, em menor número, destronaram o seu rei e recoroaram a sua rainha.

Notas finais
Eu disse que não iria demorar. E porque eu amo vocês e estou num cronograma, hoje à noite teremos dois capítulos!! Espero que tenham gostado, cenas de ação são extremamente difíceis!!! Beijo, Ana