Notas iniciais
https://youtu.be/KYm-XoRhVoY-Renesmee X Katherine Pierce. https://youtu.be/Hh_Vt_uQWmo-Elijah e Renesmee tentam matar a Katerina.

P.O.V. Jace.

Eu bati na porta e uma mulher abriu.

—Estou procurando a Tessa Bennett.

—Você quer alguma coisa. Estou chocada.

—Você conhece a Tessa Bennett?

—Eu sou Tessa Bennett!

—Não precisa se estressar.

—O que você quer, cria de anjo?

—Eu quero saber se a natureza cozinhou algo novo. Quero saber da Família Original.

Ela me deixou entrar.

—Porque? Está querendo se matar? Se você quer morrer, eu ficaria mais do que feliz em te mandar para o outro lado.

—Eu não quero me matar. Eu quero saber de uma garota chamada Katherine, Kat e a qual é a sua ligação com a família Original.

—Pra sua Clave fincar as garras na garota? Ou pra você matá-la? Tudo faz sentido agora. É dela que vocês estão atrás. Porque ela é o seu pior pesadelo. Uma bruxa Petrova/Mikaelson nascida numa linhagem de viajantes, alimentada desde o útero com o sangue do Arcanjo Daniel. Com uma mãe duplicata e um pai Original. Uma criança como essa... vai finalmente mandar a tirania da Clave pro inferno!

—O que?

—É.

—Espera, mãe duplicata, pai vampiro e sangue de anjo. Então ela é o que? Vampira, bruxa ou shadowhunter?

—Ela é tudo isso ai. Você nem imagina a quantidade de energia mística que foi liberada quando ela nasceu. Foi o suficiente para criar um exuss fourty.

—Onde a mãe conseguiu sangue de anjo?

—Arcanjo. O arcanjo a alimentou, de boa vontade.

—O que é uma duplicata?

—Uma doppelgganger é uma eu-sombra mortal. Elas geralmente atormentam aqueles com quem se parecem, tentando destruir as suas vidas. São o efeito colateral de um elixir criado á dois mil anos atrás, todas são parentes. São místicas, poderosas e ocorrem naturalmente.

—Então, a Katherine é membro da família Original e a mãe dela é uma duplicata.

—Isso. Os dois rostos que geraram milhares de duplicatas, antes de serem os dois primeiros imortais eram dois dos três mais poderosos membros de um povo dotado chamado viajantes. Os viajantes são os primeiros bruxos que já vieram a existir. Três famílias poderosas. Salvatore e Petrova.

—Salvatore e Petrova. E qual é a terceira?

—Terceira o que?

—A terceira família. Você disse três famílias.

—Dizem que a linhagem acabou durante a caça ás bruxas em Salém. Você tem a sua resposta. Vá embora.

—Obrigado. Á propósito, o que Hollow?

—A Hollow foi destruída. Não existe mais. Ela era um mal inefável, logo ficou claro que ela era mais poderosa do que qualquer um poderia ter imaginado e que ela tinha uma terrível fome por mais poder. Foi necessária a intervenção de uma divindade para destruí-la. Então, vá Shadowhunter. Cutuque o urso com a vara.

Disse a bruxa dando um sorriso maldoso.

Eu sai e a porta se fechou atrás de mim.

Ela me deu respostas, mas não foram respostas satisfatórias. Eu precisava encontrar Katherine e falar com ela.

—Magnus! Magnus.

Ele abriu a porta e estava de roupão, bebendo martini.

—Meu Deus! Porque você não pode arrumar o que fazer por uma tarde?

—O que foi Jace?

—Alec?

—O seu parabatai atrai encrenca.

Então eu vi que o Alec estava deitado na cama.

—Vocês estavam...

—Não estamos mais. Fala logo.

—O que sabe sobre viajantes? Sobre as famílias de viajantes?

—Porque o súbito interesse?

—Eu sei que são três famílias. Salvatore, Petrova e mais uma.

—Bem, os viajantes são supostamente...

—Os primeiros bruxos do mundo.

—Uau! Está informado ein?

—Qual era a terceira família Magnus?

—Era? Porque era? A Tessa morreu?

—Tessa?

—Sim. Tessa Bennett, filha de Bonnie Bennett, descendente de Qestsyiah Bennett.

—Olha, mas que mentirosa. Eu estive com ela, Tessa. Ela disse que a terceira família morreu durante a caça ás bruxas em Salém.

—Não. Elas fugiram.

P.O.V. Kat.

Eu estava em casa quando eu vi a minha mãe, mas então...

—Olá, querida.

—Katherine Pierce.

—Olha que esperta.

A minha mãe apareceu e começou a brigar com a sua ancestral duplicata vampira.

—Katherine, fuja. Vá atrás do Magnus.

—Mãe!

—Corre!

Eu vi a Katherine vadia Pierce enfiar a cara da minha mãe num aquário cheio de verbena.

Então, eu fugi. Mas, no caminho liguei pro meu pai.

—Alô?

—Pai! A Katherine voltou da morte e tá enfiando a cabeça da mamãe no aquário de verbena lá em casa.

Eu estava falando e dirigindo ao mesmo tempo.

—Onde você está Katherine?

—Estou indo pro Brooklyn. Vou pra casa de um feiticeiro amigo da mamãe.

—Tudo bem.

—Vai ajudar a mamãe!

Gritei desligando. Eu cheguei ao endereço que minha mãe sempre deixava com a gente para um caso de emergência.

Eu cheguei no edifício e compeli o porteiro a me deixar entrar. Cheguei á cobertura e bati desesperadamente na porta.

—Magnus! Magnus!

O homem a abriu a porta e eu quase tive uma epifania.

—Você. Estava na boate. Eu trombei em você e você tinha olhos de gato.

—Viu meu verdadeiro eu. Isso é um dom interessante.

—Você é que é o Magnus?

—Sou.

—A minha mãe me mandou. Eu sou a Katherine Mikaelson.

—Mikaelson é?

—É. O meu pai é o Elijah. Posso entrar? Por favor.

—Tudo bem.

Então eu entrei e lá estavam. O loiro e o arqueiro.

—Eu não quero nem saber o que diabos vocês estavam fazendo aqui. Ai, é como estar na casa da Bo.

—Porque a sua mãe te mandaria pra cá?

—Ela disse que você era um feiticeiro superpoderoso que devia um favor pra ela.

—É um belo dum favor devo dizer.

—A Katherine voltou do outro lado e invadiu a nossa casa. Ela atacou a minha mãe. Enfiou a cabeça dela no aquário.

—Aquele aquário?!

—Esse mesmo. Liguei pro meu pai e pedi pra ele ir ajudar ela.

—O que tem no tal aquário? Piranhas?

—Pior.

—Tubarões famintos?

—Pior. Imagine ter a sua cara enfiada na soda cáustica.

—Credo! Porque a sua mãe tem um aquário de soda cáustica?

—Não é soda cáustica! Ela veio atrás de mim e depois vai atrás da Jean.

—Porque?

—Por causa da Nádia. O tio Klaus matou a Nádia. E o meu pai largou ela quando ela mais precisou.

—Quem é Nádia?

—A filha da Katherine.

—Então, é um filho por outro?

—Isso.

—Você é a cópia fiel da Clary, mas... você é uma patricinha de primeira.

—E me orgulho disso meu amor. Uma das poucas vantagens de ser uma das únicas duas filhas de um vampiro Original é que depois de séculos de vida, eles acumularam um enorme patrimônio e ele fica mais do que feliz em nos dar tudo do bom e do melhor.

P.O.V. Jace.

O Alec estava certo. Olhando mais de perto agora, eu vejo que Katherine não se veste como a Clary.

Ela estava usando um sapato de salto alto rosa bebê, uma calça jeans skinny branca, blusa rosa em um tom um pouco mais escuro que o sapato e um blazer branco.

—Eu adorei o seu sapato.

—Oh, obrigado. É da nova coleção da Prada. Minha calça é Colcci, a blusa e o blazer são da Channel e a bolsa é...

—Louis Vuitton.

—Exatamente. A moda é mais a minha praia do que a da minha irmã. A Jean geralmente cata a primeira roupa que ela vê na frente. O armário dela é todo igual.

Ela se sentou e colocou as pernas de lado.

—Aqui. Pra você. Minha mãe mandou como agradecimento por você ter me ajudado.

—Não! Convites de primeira fila para o próximo desfile da Versache!

—De nada.

—A sua mãe é foda.

—É um dos muitos adjetivos usados para descrevê-la. Eu começo no Instituto semana que vem. Eu tô tão nervosa.

—No Instituto?

—É. Não é empolgante! Eu me matriculei ontem.

—Se matriculou?

—É.

—O Instituto que do qual ela está falando não é o seu Instituto, Alexander. A Madzie está matriculada também. Mas, porque você não começou lá mais cedo?

—Minha mãe queria que eu tivesse a infância mais normal quanto possível. Isso sem contar, o sangue na geladeira, o meu pai ser um Original, minha mãe ser uma híbrida. E literalmente a bruxaria.

—Sangue? Sangue mundano?

—Não. Sangue humano. O meu bisavô compra e manda pra gente.

—Compra?

—Meu bisavô é médico. Um vampiro médico. Eu sei, é estranho.

—Um vampiro médico? Isso é impossível.

—O impossível é só uma questão de opinião. Mas, que tipo de ser sobrenatural são vocês?

—Somos Shadowhunters.

—Eu vou querer saber o que é isso?

—Somos Nephilim.

—Então, vocês são filhos de anjos?

—Não. Nós temos sangue de anjo.

—Então, vocês não são nephilim. São... humanos com sangue de anjo?

—Isso.

—As suas tatuagens são iguais. As que ele tem, você também tem. É como uma marca?

—Isso. As tatuagens não são tatuagens. São runas.

—Eu já vi runas. Sei escrever em rúnico, sei falar rúnico e nunca tinha visto nada assim.

Ela pegou o meu braço.

—Isso parece enoquiano.

—Enoquiano?

—É a língua dos anjos. Daniel me ensinou.

Respondeu ela enquanto examinava as runas no meu braço.

—O tal Arcanjo Daniel?

—Sim. Ele é namorado da minha irmã. A Jean brincou com o Alec e o Scott por um tempo, ela achava graça ver os dois brigando por causa dela. Mas, no fim... ela encontrou a sua alma gêmea e mandou os dois catarem coquinho.

Então ela largou o meu braço.

—Eu posso bater uma foto?

—Bater uma foto?

—É. Das suas runas. Vou perguntar pro Daniel se ele sabe alguma coisa sobre isso.

—Tudo bem.

Ela tirou uma foto nossa com o celular.

—O que você sabe sobre o anjo Raziel?

Perguntou Alec e ela respondeu:

—Raziel? Nunca ouvi falar. Eu conheço Daniel, Cambriel, Ariane, Gabe e até o Lúcifer. Mas, nunca ouvi falar de nenhum Raziel.

—Lúcifer? Conheceu o diabo?

—Não. Eu conheço o diabo. Minha mãe vai organizar o casamento dele e da Chloe.

—Sua mãe?

—Minha mãe é a melhor organizadora de casamentos do País. Renesmee Cullen.

—É verdade. Ninguém bate Renesmee Mikaelson em se tratando de fazer um evento.

—Mas, ela não era Cullen?

—Ela era. Minha mãe usa o sobrenome de solteira no trabalho.

De repente ela deu um berro e as costas dela começaram a sangrar.

—O que é isso?

Então, um talho no braço esquerdo.

—É a Katerina. Ela está ligada á Katerina.

—Faça-os parar agora!

Magnus abriu um portal e passou.

P.O.V. Magnus.

Eu cheguei bem na hora, porque Elijah estava pronto para enfiar uma estaca no coração de Katerina Petrova.

—Parem! Estão machucando sua filha. Tudo o que estão fazendo com ela está machucando sua filha.

—Vocês dois acharam que eram os únicos com uma bruxa do seu lado? Errado. E acho que a minha bruxa, é melhor que a sua bruxa.

—Magnus, vá olhar a Kat, ter certeza de que ela está bem.

—Vamos todos ter certeza de que a pobre Kat está bem. Só um pouquinho mais de pressão aqui.

A mãe tirou a estaca da mão dela. Jogando-a longe.

Mas, ela pegou outra.

—Isso realmente vai doer.

—Espere! Pare.

—Tudo bem. Então, e quanto á um acordo?

—O que você quer Katerina?

—Quero o que você e a sua família idiota me tomaram. Minha filha. Quero-a de volta e quero que vocês me deixem viver em paz com ela. Eu estive no inferno por quatrocentos e cinquenta anos graças a vocês Mikaelson. Quero o que me roubaram. Temos um acordo?

—Tudo bem. Que assim seja.

—Se você não cumprir... eu vou ter certeza de que as suas filhas e as sua sobrinha implorem por algo doce como a dor. Avise os outros.

P.O.V. Jace.

Ela estava sangrando como uma fonte. O Magnus finalmente parou.

—Eles pararam?

—Pararam.

—Magnus, está doendo.

—Eu não posso quebrar a ligação Katherine, eu sinto muito. Mas, posso te sedar.

—Tudo bem.

Magnus sedou Clary, quer dizer... Katherine.

—Coloca ela na cama Jace.

—Ela vai ficar bem?

O feiticeiro olhou os ferimentos.

—O processo de regeneração está ativo, mas fraco. Ela precisa se alimentar.

—Se alimentar?

Perguntou Alec e Magnus deu uma resposta bastante direta. Ele fez um corte no próprio pulso e deu seu sangue para Katherine beber.

—Os ferimentos... estão cicatrizando. E rápido. O que é isso?!

Nós vimos os olhos dela mudarem de cor. Foram de verde para um azul gelado.

—Eu nunca tinha visto nada assim.

—É porque nunca houve nada assim.

Ela então parou.

—Você tem dentinhos afiados.

—Você nem faz ideia.

Katherine se mordeu e estendeu o ferimento para Magnus.

—Bebe. Rápido.

—O que?

—Bebe logo bebezão!

Magnus bebeu contrariado e enojado.

—Eca.

—Como vai o pulso?

Nós vimos o ferimento fechar instantaneamente sem deixar vestígio.

—De nada.

Ela olhou pra mim e perguntou:

—Então... a garota lá da boate. A bonitona, ela é sua namorada?

—Ela é minha irmã.

—Oh! Foi mal.

O celular dela tocou.

—Alô?

—Oi querida, você está bem? Está ferida?

—Estou bem mãe.

—Volte pra casa está bem?

—Você está bem?

—Estou.

—Tá. Eu vou voltar.

—Deu para o Magnus o meu presente de agradecimento?

—Dei.

—Ótimo. Vejo você em breve.

Ela desligou.

—Obrigado Magnus. Se precisar de mim, me ligue.

—Eu ligo.

Kat pegou a sua bolsa e saiu pela porta. O jeito dela andar era muito diferente do da Clary.

—Ela andando parece uma modelo.

—Ela é uma modelo Alexander.

—Mas, ela não é imortal?

—É sim. E foi a capa desta semana da revista Magic.

—Revista Magic?

Magnus estendeu uma revista.

—Uma revista de feiticeiros?

—Não. Uma revista do submundo. A tia de Kat, Alice é a diretora.

—Isso explica o porque dela estar na capa.

—Eu fui a primeira capa!