Learning to love
4 Capitulo 4.
Notas iniciais
HAHA (:
Boa leitura, nos vemos lá embaixo!
Depois de ter ficado 1 hora no skype com a Letícia, e ter explicado o meu dia, caiu a fixa dela, mas mesmo assim ela implorava para eu dar o numero dele pra ela.
– Dinda, to indo pro banho viu? — Eu disse em um tom — meio — alto.
– Ok, não demora! A janta esta quase pronta. — Ela me respondeu no mesmo tom.
Entrei no banheiro, e era um banheiro simples, com um vaso — é claro que tinha vaso — pia de vidro e uma banheira. Liguei o chuveiro, e enquanto a água esquentava eu tirava a roupa.
///
Depois que saí do banho, me vesti e enrolei a toalha no cabelo pra ir jantar. Eu e minha dinda conversamos sobre vários assuntos, enquanto jantávamos o famoso macarrão dela — que estava uma delicia — Assim, que eu terminei o banho, me ofereci pra lavar a louça umas 3 vezes, mas quem disse que a Sr. Carmem deixou?!
Antes de me deitar, penteei o cabelo e antes de caír no sono, rezei deitada pra que tudo desse certo lá em POA com meus pais, amigos, e parentes.
///
– Luana, eu não queria te acordar, mas é que eu estou indo pro trabalho, tem pão, leite, bolachas pro café tá? Até — Ouvi uma voz baixa me acordar, sabia que era minha dinda. Mas eu estava em um sono tão bom, que apenas dei um sorriso, para confirmar que eu estava ouvindo.
Depois que minha dinda saiu, eu devo ter dormindo mais umas 2 horas. Quando me levantei era 10:12. Botei uma havainas e saí de pijama mesmo, para ir comer algo.
Depois de tomar um café — maravilhoso — fui para o banho, dessa vez um banho calmo e relaxante. Passei creme no corpo — sim sou vaidosa, e muito — e optei por colocar um short balone cor neve, uma blusa branca e uma sapatilha também cor neve. Já que meu cabelo era liso, não era difícil de pentear, por isso deixei solto mesmo.
Hoje eu teria que arrumar um trabalho, não ia ficar dependendo da minha dinda, e também, não quero morar com ela pra sempre — por mais que eu queria — quero achar logo, um apartamento.
Eu até gostava de fazer comida, mas eu queria explorar mais SP, por isso resolvi pegar meus currículos, e ir almoçar fora, não sei aonde exatamente, mas acho que não é difícil achar restaurante em pleno São Paulo.
Peguei um taxi e pedi pra ele me deixar na ''famosa'' Av. Paulista, dali eu sabia mais ou menos os lugares, por já ter vindo antes em SP.
Estava caminhando e ouvi o meu celular tocar. Por 1 segundo eu achei que fosse minha dinda. Até ver, o nome ''Pedro'' no visor.
Fiquei pensando se atendia por 1 minuto, até que desesperadamente apertei em ''atender''.
– Alô? Luana? — Aquela voz dele, estava mexendo comigo.
– Oi Pedro, sou eu sim — ri.
– Então... — ele ia falar, mas eu o interrompi.
– Só um pouquinho, vou atravessar a rua. — Falei e escutei um ''tá'' e atravessei — Pronto, pode falar.
– Então, você já almoçou? — Ele falou com uma certa vergonha, a mesma que eu devo ter sentindo. Que na verdade não foi uma vergonha, sei lá.
– Na verdade não — sorri.
– Então quer almoçar comigo? — Ok, admito, quando ele perguntou se eu já tinha almoçado, eu sabia que se a minha resposta fosse ''não'' a dele seria essa.
– Claro, pode ser sim. Só que seguinte, eu to perto da Av. Paulista, e dependendo da onde você estiver você vai ter que vir pra cá, pois eu não sei andar aqui ainda — Obs: Enquanto eu falava, eu andava rs.
– Claro, sem problemas. Faz assim, você fica parada aí, ou perto da onde que você tá, que quando eu tiver chegando à Paulista, eu te ligo pra te pegar! Fecho? — Ele falou tão calmo, tão doce... Agora sei por que as meninas são apaixonadas por ele.
– Claro ‘‘fecho''! — Eu disse meio sem jeito. Não costumo falar assim.
– Ok, daqui uma meia hora eu te ligo.
– Ok.
Desliguei e POR MINHA SORTE, bem aonde eu parei, tinha uma ''pracinha'' com bancos, acho que ele me acharia ali.
Depois de 30 minutos em ponto — sim eu contei os minutos — ele me ligou:
– Pronto to aqui na Paulista. Você tá aonde? — Ele disse, e eu escutava algumas buzinas.
– Estou aqui, numa praça — falei meio preocupada achando que ele não saberia aonde eu estava.
– Uma praça cheia de arvores?... — antes de eu falar ele falou de novo — E crianças? — ele riu e eu também.
– Sim, sim! — Sei que o crianças foi ''ironicamente''.
– Ok, estou perto. Eu vou buzinar quando estiver na frente da praça.
– Tá bem. — Ele desligou e eu me levantei, depois de mais 7 minutos, ouvi uma buzina e o vidro se baixou rapidamente, era ele, um príncipe... Ele estava tão perfeito, da mesma maneira que eu olhava pra ele, ele me olhava, parecia que ele me completava, mas só PARECEIA, por que a gente é apenas — ou quase — amigos.
– Pode entrar — sorriu — Só não vou abrir a porta pra você, por que estou no meio da rua — Entrei naquele carro, e o cheiro do perfume que ele usava era tão... tão bom.
PEDRO LANZA POV
Ela era tão linda, tão meiga, tão... Tudo. Eu não queria mostrar pra ela que eu estava — admito — apaixonada por ela. Não conhecia e mal sabia a idade dela, mas ela mecheu comigo, de uma forma tão diferente.
– Da nada. — Ela riu, após a minha desculpa de não poder abrir a porta.
– Enfim, aonde quer ir? Falei já andando com o carro.
– Na verdade... Eu não sei NADA daqui, então pode ser por você. — É CLARO QUE ELA NÃO SABE NADA, sou um tolo mesmo.
– Aé! Esqueci — sorri — Podemos ir ao japa?
– Claro! Amo comida chinesa — ela sorriu.
– Ok.
///
– Chegamos! — Eu disse, quando chegamos no Japa. Nos conversamos sobre a vida dela, já que a minha ela disse que ela sabia, pela amiga.
– Finalmente! — Ela sorriu e eu também, ela parecia não ter medo das palavras que falava, ao contrario de mim.
– Não, não, não! — Eu disse em um tom — meio — alto, quando ela ia abrir a porta — Agora, eu posso abrir — sorri e desci do carro, indo do outro lado pra ir abrir a porta — Pronto, agora sim.
– Pelo amor, Pedro! Não precisava viu?! — Ela sorriu e eu fiquei hipnotizado com aquele sorriso, foi um sorriso mais sincero, mas carinhoso.
Eu estou apaixonado.
Por uma garota que eu mal conheci.
Notas finais
Beijos da aninha!
Fale com o autor