Learning To Live

3 Capítulo 2 - Liberdade


Notas iniciais
Meninas, obrigada pelos comentários.
;D
Mais um capitulo dessa fic que eu juro vai ser demais!

Elena

O olhei em negação, como assim? Noiva? Não, eu não quero... Não...

—Mas é que sou tão jovem!

—Ah Elena, para com isso filha!

—É que...

—Elena, o Matt veio aqui e você não vai aceitar?

Eu o olhei e então uma coisa me correu pela cabeça.

—Aceito!

Matt me olhou assustado

—Aceita?!

—Sim Matt... Coloca no meu dedo?

Ele colocou e me olhou assustado, como se se perguntasse o que eu estava fazendo. Todos sorriram. Fui para a cozinha Matt me seguiu.

—Elena?!

—Matt vou fugir!

—O que? —perguntou me olhando

—É isso, vou fugir, essa noite e não tente me impedir!

—Nem pensei em fazer isso... Mas tem certeza?

—Sim, tenho um bom dinheiro de economia, e tenho minha poupança que esta em meu nome, tem dinheiro que pode me manter por muito tempo!

—E para onde vai sua maluca?

—Ainda não sei... Te aviso quando estiver longe!

—O que eu te falo? Louca!

—Que vai sentir minha falta! —fiz bico

—Ah eu vou... —beijou minha bochecha

—Vamos jantar pombinhos! —disse minha mãe arrumando a mesa.

Depois de jantarmos Matt inventou que estava com dor de cabeça para que fosse embora logo. Eu corri para meu quarto fingindo estar feliz demais e conferi meu dinheiro, estava tudo certo. Voltei para baixo e vi minha mãe e meu pai sentados no sofá. Sentei no meio deles e os abracei.

—Ah que lindo ver a nossa pequena tão feliz—disse meu pai

—Ah é verdade Lena... — disse minha mãe.

—Eu amo vocês, pai, mãe... Demais!

—Ow querida te amamos demais... —respondeu meu pai

—Com certeza Lena, mamãe te ama demais... Você é meu tudo!

Mesmo ouvindo aquilo e sentindo um aperto no coração, mais do que depressa fui para o meu quarto e arrumei minhas coisas, peguei apenas uma mala, tinha dinheiro para comprar mais roupas se precisasse.

Assim que terminei sentei a minha escrivaninha e escrevi uma carta para meus pais.

Mãe, Pai...

Eu amo vocês... Por mais que estejam duvidando disso, eu os amo de verdade, mas quero viver, conhecer outro mundo, outras pessoas, outros ares, e sendo presa, e obrigada a namorar Matt não posso fazer isso. Um dia eu volto, e não tentem me ligar, meu celular ficou para trás com todas as lembranças...

Eu amo vocês!

Elena

Damon

Entrei em casa após ficar ouvindo Vickie falando um monte de coisa chata, é bem o que dizem... Pode ser linda, abriu a boca... Meu Deus!

Ela só falava idiotice, teve uma hora que eu queria matar Stefan. Quando entrei em casa ele ainda não havia chego, três da manhã e ele estava zanzando por aí.

Coloquei minha boxer branca e exausto me joguei na cama.

Não demorou muito para cair no inconsciente e dormir por horas.

—Damon! Dá para acordar! —disse Stefan puxando meu pé—Eu quero te dizer algo

—Ah que bom Stefan—disse nervoso— Eu quero te dizer algo também... Vai se...

—Hey, olha a educação! —sorriu

—É Sábado da para me deixar descansar?

—Eu beijei Meredith Damon!

—Até que enfim... Agora que contou deixa eu dormir...

—Não é uma da tarde já.

Levantei depressa. Minha corrida matinal, eu odiava ficar sem.

—Caramba! —disse olhando no relógio, eram oito horas. —Sério Stefan?

—Era o único jeito!

Eu joguei o travesseiro com toda força nele e ele correu sorrindo.

—Vamos aproveitar a praia Damon!

—Agora que acordei... Ah eu te mato!

Elena

Eu estava me sentindo um máximo, tinha feito uma corda de lençóis igual os filmes de crianças rebeldes da Disney que eu assistia, estava rumo a outro país, que ainda não tinha decidido, e longe de todos, cheguei ao aeroporto eram cinco da manhã, então fui comprar minha passagem. Ok Elena, para onde...?

Ah é Claro, Havaí... Eu amava aquele lugar, achava tão lindo... É para lá que eu iria... Havaí.

—Bom Dia! —disse sorridente para a vendedora—Uma passagem para o Havaí

Ela sorriu, me disse o preço e então me entregou a passagem. Passei pelo check in, tudo bem que eu já tinha viajado antes, mas estar ali sozinha estava sendo muito bom!

Entrei no avião, sorria com tudo... Liberdade! Incrível, liberdade Elena!

Damon

Depois de corrermos muito, para variar sentamos a praia para tomar nossa agua de coco.

—Damon, e Vickie?

—Só não te mato porque não quero morar sozinho!

—Nossa! Damon!

—Nossa?! Nossa Digo eu Stefan! Menininha petulante, asquerosa, burra e não falava nada com nada.

—Damon você é gay?

—Já não te disse o quanto sou louco por você? —zombei fazendo bico—Só porque não namoro acha que sou gay?!

—Ah sei lá cara, você tem trinta anos e nunca te vejo com ninguém—sorriu—Na sua idade os homens já estão casados e cheios de filho.

—Ah eu não quero casar, quero viver a minha vida, ser livre, sem ter hora para voltar e uma chata na minha cabeça, me dizendo o que eu devo fazer!

Eu dizia isso mas na verdade eu sentia falta de uma mulher do meu lado.

Elena

Pensa em um lugar maravilhoso? Ah esse lugar era o Havaí, sim eu estava fazendo uma loucura, eu sei. Uma hora dessas meus pais deviam estar doidos atrás de mim, mais para frente eu entraria em contato em restrito. Através de folders informativos do Pais descobri o melhor Hotel “Havaí Palace Hotel”, e me hospedei. Minha sorte é que guardava a mesada e meus pais tinha guardado muito dinheiro para mim. Subi para o meu quarto e me joguei na enorme cama exausta. Dessa vez estava sossegada, sem mãe para me encher todo momento do que eu faço ou deixo de fazer.

Depois de uma relaxada e um banho tomado fiquei lendo o guia turístico e no dia seguinte iria conhecer a cidade. Estava amando tudo aquiko, estar ali era tão bom, eu ia começar a viver.

Damon

—Me fala, como foi beijar Meredith Fells? —disse andando sem camisa, com ela pendurada no ombro e uma garrafa de agua mineral na mão.

—Maravilhoso, fantástico, e perfeito Damon!

—Stefan demorou para você tomar atitude.

—Na verdade, ela tomou a atitude.

—Depois eu sou o frocho! —sorri zombando dele

—A Damon...

—Sem agressividade.

O celular dele tocou

—Ah é ela... Oi Me...

—Hum... Me—disse fazendo gracinha, ele bateu em meu ombro.

—Hoje?! Claro, sim que horas te pego? Está certo as oito!

—As oito—zombei o imitando

Ele desligou o telefone.

Damon, como você me irrita!

—Ah eu sei disso, e eu amo causar esse efeito.

Ele me olhou e riu incrédulo.

Era muito bom ser amigo dele, aliás ter a minha vida era muito bom!

Notas finais
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Comentem... é muito importante para mim!