Le Excursão
14 Capitulo 13 - Desventuras em série.
Notas iniciais
Boa Leitura.
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Mihaell: Não postamos antes, pelos simples fato de eu ter saído e a minha marida ser preguiçosa e não ter postado em meu lugar u.u Culpe-na pela demora lindos.
E sim, ambas estávamos dorgadas no dia. Fazer o que né?
Boa leitura.
Não estava nem na metade e já havia quebrado algumas unhas, Beyond escalava tranquilamente mais rápido que eu.
Olhei para baixo e tive que piscar algumas vezes pra ter certeza do que estava vendo. A garota estava escalando o poço em uma velocidade inumana e em uma posição mais tensa ainda.
Ela segurou meu pé e por pouco eu não cai, sorte que chutei a cara dela a tempo fazendo com que ela caísse de volta na água.
– O deixe ai – Escutei a voz de Beyond, olhei para cima e vi que ele já estava do lado de fora do poço.
Olhei para baixo e vi a garota subindo novamente.
Como eu irei sair dessa?
Le excursão
Capitulo 13 — Desventuras em série.
- Me solta porra! – Chutei a menina que segurava minha perna novamente.
Ela me puxava pra baixo e eu não podia fazer nada alem de tentar subir com ela agarrada a mim.
- Mello cuidado – Beyond riu na beira do poço.
- Malditos! – Soltei uma das mãos e puxei a arma do meu casaco.
Atirei bem na cabeça da garota, continuei atirando até ela afundar na água, e depois dei um tiro pra cima na esperança de pegar em Beyond.
Suspirei e voltei a escalar o poço, quando estava quase lá em cima L me estendeu a mão e me puxou para fora.
- Fique ai pra sempre demônio – Raito falou fechando o poço.
- Melhor chamarmos uma ambulância – Near falou ao lado de Beyond, bem que eu queria ter mais algumas balas e matar os dois.
- Matt ainda está inconsciente – Raito comentou chutando o corpo do ruivo no chão – Melhor jogar o corpo ai nesse poço mesmo.
- Morra Yagami – Mostrei o dedo do meio pra ele.
- Vamos embora daqui – L falou e saiu do que restava da cabana.
Matt POV
Acordei escutando um barulho de bip irritante, no começo pensei que fosse o som do Mario pegando moedas.
- Que dor de cabeça – Falei com a voz rouca me sentando na cama.
Olhei em volta e vi que estava em um quarto de hospital, lembro que eu cai no poço e depois o Beyond tentou me agarrar e alguma coisa bateu na minha cabeça... Que confuso.
Coloquei a mão no bolso e senti um enorme alivio ao ver que minha carteira de cigarros e meu PSP estavam ali.
Primeiro peguei o cigarro e tentei acende-lo com o isqueiro que estava junto, minha vista estava embaçada então acabei deixando o isqueiro cair na cama.
- Quente... – Falei sozinho vendo a colcha da cama pegar fogo.
Sai da cama cambaleando e puxei a colcha da cama para tentar apagar o fogo... Não foi uma boa ideia, agora a cortina também estava pegando fogo.
Eu estava lento demais para pensar em algo, então apenas peguei meu PSP e comecei a jogar em meio às chamas.
Aquele maldito boneco não morria de jeito nenhum!
- AHHH Socorro! – uma enfermeira doida entrou na sala gritando e por incrível que pareça e retardada tacou uma bandeja de metal na minha cabeça, e nisso, eu perdi a consciência novamente.
Duas horas e meia depois.
- Ele está respirando? Dei-me o protocolo! – uma voz grossa e irritada falava. Ai minha cabeça... Acertaram meu chifre...
- Ele está. Essa porra está de olho aberto! – agora uma voz fina. Onde porra eu estava?
- Ótimo, assim podemos pedir uma boa quantia de dinheiro a aqueles ricos que estavam com ele – a voz grossa continuou, então, eu simplesmente percebi. Onde estava meu PSP? ...
- AH! Cadê meu PSP? CADÊ? – gritei me levantando em um pulo. Tudo meu doeu aquele momento. Eu por acaso passei por alguma maquina de moer carne?
- Está aqui pirralho. Agora trate de ficar quietinho aí... Você está quase morrendo lembra? Estava internado, entã... – o interrompi, pulando na cabeça dele. O soquei, chutei, mordi.
Onde estava o Mello e a arma dele?
- Fique... Quieto seu pirr... PORRA OLHA A ESTRADA! – senhor. Ele era um péssimo motorista... O carro saiu rasgando a lateral de outro, que no fim, nós fez cair em um rio.
- EU NÃO QUERO MORRER AFOGADO CHEFE! – berrava.
- E EU SEU FILHA DA PUTA!? VOU MORRER SEM MEU PSP! DEVOLVE-ME ELE! – no meio da água suja, avancei novamente.
- Quer saber? Você é doido. Vamos embora daqui, Carmen – CARMEN?
Quer saber? É bom irem mesmo! Bando de travestis! RUM.
Saí de dentro da ambulância que estava aos poucos afundando, e subi em cima dela para poder voltar à terra firme.
- Aquilo é... – semicerrei os olhos e encarei o treco abaixo de mim. Verde musgo – O que eu estou pensan... – Puta merda. Deus, eu não quero morrer na boca de um jacaré. Não mesmo – eu faço mal bichinho... Só sou gordura e fumaça de cigarro... Não sou gostoso... – eu estava pendurado, a poucos centímetros do bicho, e acima de mim a terra está cedendo. PORRA! HOJE É SEXTA FEIRA 13? CADÊ O POVO? GERALMENTE SÃO ELES QUE ME TRAZEM AZAR!
Um tiro.
Não, não foi um cara que preste que atirou.
Foi simplesmente algum filho da puta, que foi comido, e esqueceram de paga-lo.
Ele acertou o jacaré que estava para comer meu rabo. MAS, acertaram minha perna de raspão.
É.
Três dias depois.
Então tá né. Cá estou eu. Mail Jeevas. Em uma casa de prostituição no MEXICO! COMO EU VIM PARAR AQUI?!
Hotel S. Los Angeles.
- Como será que o Matt está no hospital? Quero ir visita-lo – o loiro falou desanimado, mordendo um pedaço do chocolate branco.
- Ele deve estar bem. Quando melhorar envio uma passagem e ele volta – o moreno que havia enchido a xicara de açúcar comentou, logo depois colocando exatos, doze pingos de café preto.
- Onde está o Near? – o japonês que estava junto à janela perguntou.
- Com o Beyond. Falaram que ia conversar sobre algo – tomou um gole.
- Sei.
Casa de prostituição, Novo México.
- Dança! Dança gracinha! – um puto bateu na minha bunda pelada!
Mello POV
Não aguento mais, estou há semanas sem ver o ruivo e com o Near 24 horas ao lado do Beyond não posso descontar minha raiva nele, nem no yagami que também está colado do L.
- L eu quero ir vê-lo – Falei entrando no quarto de L, estávamos no hotel ainda.
- Mello eu já disse pra esperar, ele deve está bem no hospital...
- Ou não – Raito entrou no quarto com uma carta na mão – É pra você Ryuuzaki, vem do México.
- Do México? Que estranho – Ele pegou a carta e viu o remetente – E vem de uma parte pobre do México.
- Abre logo – Raito falou se sentando ao lado dele, agora estavam sem as correntes.
- Certo... – Ele abriu e eu cheguei mais perto para ler o que estava escrito.
Fiquei chocado ao perceber que era a letra do Matt e mais chocado ainda ao ver do que se tratava a carta.
“Querido L...
VOCÊ REALMENTE NÃO SENTIU MINHA FALTA AI PORRA? Eu estou em uma casa de prostituição no México! Aquele hospital pegou fogo e eu tive que fugir de jacarés! Tentaram me vender, sofri um acidente de carro e agora estou aqui tendo que dançar pelado para mexicanos, vem me tirar daqui...AGORA!
OBS: Traga um PSP, o meu foi perdido quando o carro caiu no riu.”
Matt no que você se meteu?
Notas finais
Logo a fic acaba, tenhamos fé povo.
Beijos.
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KAMI-sama: Tá.. ficou muito LOL, mas enfim, deixem reviews e o proximo capítulo será postado dia 28 :}
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