Notas iniciais
Muito amor, dedico ao leitor e favoritado "Mr Carter", agradeço pelo carinho e por favoritar...

- Vamos Edu, sempre tomamos banho juntos, já tudo aí! Neco terminou a frase apontando seu indicador direito para meu corpo. Ele já vira tudo sim, mas havia passado um ano, e mostrar meu corpo nu para alguém que eu desejava ardentemente era incorreto.

Mas fui vencido pelo olhar de cachorro sem dono.

Entramos no banheiro e enquanto Neco já dentro do chuveiro se lavava eu observava, tentando não aparentar tanto. Eu precisava me controlar, meu pau já começara a ficar endurecido, e se meu primo visse aquilo o que pensaria de mim?

Neco começou a lavar seu falo, e com o toque foi crescendo e tomou uma proporção considerada grande, sua pele branca por fora e o interior vermelhinho, parecia delicioso. Confesso que minha vontade naquele momento era cair de boca e chupar cada célula de seu pênis.

Neco me encarava com uma cara de safado, como se me chamasse para a batalha a dois, sem graça desviei o olhar, deixei que se tocasse sem que eu ficasse de olho fixamente. Neco fez uma sinal com as mãos, me chamava para entrar no box com ele, a princípio tentei negar, mas ele insistia, e eu não perderia aquela oportunidade.


Dentro do box, ele começou a tocar meu corpo, começando pelos mamilos, e caraca, como seus toques me enchiam de prazer, meu ânus começou a piscar, queria que seu falo grandinho me penetrasse, sem pensar duas vezes me ajoelhei e chupei seu órgão com prazer, ele virava seus olhos de tanto prazer.

Para facilitar a penetração passei sabonete na bunda e consequentemente no ânus, deixando-o lubrificado, pronto para o ato. Como era minha primeira transa com um homem, confesso, que senti uma dor, mas com o passar dos minutos foi se acalentando, o prazer conseguia ser ainda maior, inibindo qualquer dor. Suas estocadas eram calmas, mas eu pedir que fosse mais rápido, Neco foi excelente, soube bombear com perfeição, fazendo-me chegar em um orgasmo que nunca sentira antes, minhas mãos não poderiam chegar a tamanho prazer, que chegava naquele momento.

Quando Neco anunciou que gozaria, me abaixei e tomei cada gota de seu sêmen. Estranhei no começo, tinha um gosto amargo, e durante todo o banho aquele gosto se fixou no meu paladar.

Neco me tocou, fazendo-me gozar, depois nos lavamos e trocamos carícias e beijos quentes.

Na mesa da cozinha esperávamos a janta ser servida, enquanto nossa vó não trazia o jantar, conversamos sobre nossa vida e o que fazíamos quando estávamos separados. Sem demonstrar hora alguma nossa ligação sexual, para nossos familiares éramos amigos, dos melhores.

Jantamos em silêncio, depois nos oferecemos ajudar a lavar as louças, mas Dona Cecília disse que a empregada lavaria no dia seguinte. Abraçamos nossa vó e após “o boa noite” partimos para o campo, era costume ficarmos por horas vendo as estrelas, mesmo porque o sono não chegaria instantaneamente.

Já deitados no lençol que levamos e abraçados olhando o céu, trocávamos carícias. Neco começou a dizer:

— Este ano prestaremos vestibulares, você já se decidiu qual o curso? E Para qual faculdade irá?

Meu sonho era ser médico.

— Sim, vou prestar para USP, UNICAMP e Talvez para a UFJF, farei medicina.

Neco olhava-me surpreso.

— Juiz de Fora? Por que Juiz de Fora?

— Eu tenho amigos de lá, são virtuais, mas são muitos legais, é a Brenda, a Marina, a Tati, o Diego e o Renato. São super. Converso direto na webcam com eles.

— E algum deste é seu namorado?

Neco olhou para o céu, se estivesse de dia, eu poderia ver seu rosto vermelho, ele estava com ciúmes?

— Ciúmes é?

— Não é isso Edu, sei que andamos distantes, mas eu sinto sua falta.

— Seu fofo, eu também sinto sua falta, demais. Ninguém deles me preenche como você, eu te amo, e não tenho namorado ou namorada, eu queria que este título fosse seu.

Naquele momento eu estaria vermelho de vergonha, mas peguei sua mão e apertei, mas fui pego de surpresa quando Neco subiu em cima de mim e preencheu meus lábios com beijos quentes e carinhosos. Sentir sua língua invadir minha boca era bom demais.

Voltamos a observar o céu, mas notei que ele não dissera o que faria, e quais faculdades tentaria:

— E você, para onde pensa em ir?

— Eu quero as mesmas que você, farei Letras, quero ser escritor e trabalhar com línguas.

— Por que as mesmas que eu? Eu disse para provoca-lo.

— As duas primeiras são porque ficam perto de casa e a UFJF é porque, se você for para lá, irei atrás. Não quero estar distante mais uma vez. Não quero viver sem você, o tempo corre.

— Então estamos combinados, faremos as três, e alugaremos um apartamento para dividirmos, e viveremos como dois... Podemos dizer amantes!

— Isso é tudo que mais quero.

Voltamos para a casa e fomos para o quarto, Neco estava cansado da viagem, e precisava descansar, o dia seguinte seria cansativo, faríamos uma caminhada ecológica.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.