Law.
12 Welcome
Na sala de reuniões,horas depois. Tralfagar,Singrid e Oz estavam sentados,um olhando para os outros sem saber o porque dessa mini reunião. Quebrando o silêncio,Singrid decide falar.
–Olha não era meu objetivo mexer com a marinha,mas não podia permitir que eles continuassem com o que estavam fazendo!
–Tudo bem.
–Hã?
–Não era sobre isso que queria falar. Oz,como se sente?
–So so...
–Ótimo,o motivo de ter chamado vocês dois aqui é mais por sua causa.
–Minha?
–Sim,agora que sua tripulação esta morta,a marinha na sua cola para entender o que aconteceu e você tendo relações com minha irmã eu...
–COMO É?! NÃO TEM NADA ROLANDO ENTRE A GENTE.
–Se acalme,já sabia que ia acontecer desde a primeira vez que ele esteve aqui. Extremamente vermelha,Singrid volta para seu lugar esbaforida e nervosa com o irmão.
–Então,com todos os ocorridos decidi que se você quiser. Você pode entrar para a tripulação.
–Oh god...
–Oni-chan?!
–E então?
–Ah,claro... Porque não né?
–Ótimo,apartir de hoje você é membro do Heart Pirates.
–Eles estão indo para o local correto?
–Sim senhor. Como o programado. Agora temos um pequeno problema.
–E qual seria?
–Além da baixa de piratas que perdemos naquela investida com o Sr.Law,parece que a marinha se encontra na cola deles.
–Hahahaha. E isso é ruim?! Não tinha como deixar o jogo mais divertido! Não é mesmo?!
–Claro senhor. Olhando para o por do sol da RedLine,ele se encontra fumando seu charuto favorito e aguardando ansiosamente a chegada de seu brinquedo favorito.
No deck do navio. Vendo o por do sol,Singrid encontra Oz com uma expressão serena no rosto e segurando uma garrafa,não de bebida,mas com algo dentro.
–Hey.
–Ah,oi.
–Nossa,vai nem fazer nenhuma piadinha do tipo:"não está desconfortável porque estamos sozinhos e posso fazer qualquer coisa contigo?"
–Se você insiste...
–Negado.
–Haha. É que na verdade...não me sinto bem ainda com tudo isso,sabe,foi tudo muito rápido.
–É...
–Em parte,nem reclamo,porque tive a oportunidade de conhecer você e entrar pra essa tripulação tão imponente. Mas é triste saber que não vou mais ouvir o pessoal rindo e bebendo e falando muita besteira. Oh god! E como falavam!
–Hahaha
–Hahaha... Você leu a carta que deixei pra você? Só de lembrar daquilo seu coração apertou,ficou vermelha e deu para perceber pelo seu rosto que ela concerteza lembrava.
–Ótimo,eu fui sincero lá... Só queria que soubesse disso antes de eu partir.
–... Mas...você não vai mais embora não é...?
–Não,graças a você que me deu essa oportunidade. Você e seu irmão.
–...Oz,o que é essa garrafa na sua mão?
–Ah isso,é um antigo costume. Quando um dos nossos morria,jogávamos uma garrafa com um recado para o falecido.
–Entendo,bem legal.
–Mas sempre fazemos codificadas para que não entendam o que escrevemos.
Ele se voltou para o mar,que estava bem rosa por conta do por do sol. Apertando uma ultima vez a garrafa,ele a joga para o mar. Singrid em consolo segura sua mão discretamente,ainda olhando para baixo para não mostrar o rosto ruborizado.
–Ei,quer me ajudar a construir uma nova vida?
–Hm? Claro né. Mas como pretende fazer isso?
–Assim.
Ele,que já soltara a mão dela. Deixa de olhar o mar e se vira para ela numa rapidez que Singrid só sente os braços dele a puxando contra ele pela cintura. Depois disso,só deu para sentir o beijo acalorado.
Enquanto eles estava, naquela cena linda e romântica,ao no mar se movimenta perto da tal garrafa. Depois,surge do nada um tubarão que engole a garrafa em uma pequena bocada. E como se estivesse satisfeito,vai embora indo em direção ao leste.
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