Notas iniciais
LEIA LEIA LEIA AS NOTAS FINAIS.
OBRIGADA!!!

A loira bebeu aquele café, e suspirou, assim que sentiu o liquido forte descer por sua garganta. Avistou o pai e deu um sorriso, fazendo um sinal com a mão para o pai se juntar a ela.

- Karina, fez o relatório? — a voz de Gael preenche seus ouvidos e a mesma lembra prontamente daquele serviço chato que sempre cabia a ela.

"Nem quando eu saio daquele escritorio ele pede as coisas pra aquela sonsa?", Karina pensou, mas não pos em pratica a frase formulada na cabeça.

- Não, ainda não tive tempo. — respondeu ainda com um sorriso.

- Pois faça rápido. Preciso disso com urgência. — ele saiu andando antes de fazer um carinho na cabeça da filha caçula.

Karina terminou de comer seu lanche, pagou e então trocou o ambiente quase claustrofobico pelo sol ofuscante do Brasil. Assim que fechou a porta do estabelecimento, entretanto, sentiu uma cutucada no ombro.

- Será que nem quando eu não estou no escritório você me deixa em paz? — a loirinha pergunta, e recebe em troca um sorriso mais do que irônico daquele garoto que ela sempre detestou.

- Desculpa, esquentadinha. Mas, meu pai esta fazendo uma reunião agora e eu acho melhor você correr.

Desde que Marcelo, pai de Pedro, e Gael se uniram para abrir uma firma de advogacia, a vida de Karina virara de cabeça para baixo. A loirinha que era advogada não tem nem tempo pra comer.

- Tá, valeu.

- Você é uma advogada tem que falar de forma apropriada. — Pedro falou, fazendo a esquentadinha revirar os olhos e sair correndo em direção a empresa do pai que ficava a uma quadra de onde ela estava.

Assim que chega a firma de Gael, Karina entra com certa pressa com Pedro a seu lado. Da um sorriso cínico assim que a porta do elevador abre e ela se depara com Bianca e Duca se agarrando, Karina pigarreia e recebe em troca um sorriso envergonhado de Duca e um aceno de Bianca que encara o chão logo em seguida. Depois que a porta do elevador abre, a esquentadinha e Pedro saem, deixando Bianca e Duca que iriam para outro andar, onde Bianca faz aulas em um renomado curso de Gastronomia, curso no qual Gael sempre implica.

Karina para em frente a porta que estava havendo a reunião e toma folego antes de abri-la.

- Esta atrasada. — Gael fala.

- Eu sei. — a esquentadinha se senta em uma cadeira vaga, e assim que Pedro senta a seu lado revira os olhos por puro habito.

- A reunião esta havendo por um simples motivo: a decisão sobre quem será os advogados que iram trabalhar no meu lugar e de Gael. Vocês sempre souberam que eu e Gael estávamos querendo nos aposentar, e nós achamos que esse ano seria o melhor momento.

- Desculpa, Marcelo. Mas você falou os advogados?

- Sim, Karina.

- Mas não seria só um? — fez o numero com a mão.

- Seriam, mas nos achamos melhor dois para ocupar nossos lugares. E os advogados que estão aqui são os que estão concorrendo.

- Mas só tem uma sala. — Pedro interfere.

- Sim, e os dois ocuparam ela. — Gael da um sorriso.

- Então, se eu perder eu continuo atuando na a área de direito civil? E se eu ganhar eu passo a ocupar a área de vocês que e a de direito criminal?

- Exatamente, Karina. Por isso nos chamamos só vocês quatro que sabemos que são especializados em direito criminal.

Pedro olha em sua volta e percebe que naquela sala haviam: Karina, Fabi e Cobra.

- E quem são os escolhidos? — Fabi pergunta.

- Karina e Pedro.

- Serio? — a loira olhou para o garoto a seu lado.

- Sim. Pedro atuou maravilhosamente bem em todos esses meses que trabalha aqui, e você também. — Gael fala.

- Então e isso. Vocês estão dispensados. Karina e Pedro, amanhã bem cedo aqui para tratarmos sobre o cargo de vocês. — Marcelo fala com um sorriso pelo filho.

- Eu acho que isso ai foi comprado. — Karina ouve Cobra dizer assim que todos saem da sala.

- Cala boca, imbecil. — a risada podre daquele idiota faz Karina se irritar, mas ela logo se acalmou.

Pedro saiu do predio que ocupava o escritorio de advogacia mais renomado do Rio de Janeiro, no qual ele trabalhava. Sorriu. Quem imaginaria que o inconsequente que não fazia nada iria se tornar um advogado de uma firma tão famosa?

- Garota. — Pedro chama Karina, e sorri assim que a esquentadinha o ignora e continua andando. — Ei, eu sei que você lembra da aposta.

"Merda", Karina pensa e para, olhando para tras onde Pedro se encontrava parado com um sorriso idiota no rosto.

- Não sei do que você esta falando. — a loira se faz de sonsa, fazendo com que o filho de Marcelo risse.

- Claro que sabe. Agora você tera de morar por 6 meses na minha casa.

- Três meses. — ralhou.

- Seis meses. A gente apostou, não vai amarelar, ne, esquentadinha?

- Claro que não. Eu sei o que apostei.

Ele riu e diminui a distância entre eles, Karina deu uma passo para tras, mas Pedro segurou seu pulso.

- Me solta, cara. — ela falou baixo por conta da proximidade.

Não conseguiu recuar quando seu labios alcançaram os seus e a mão de Pedro que estava em seu pulso foi parar em sua cintura, apertando-a cuidadosamente enquanto a loira o empurrava, mas assim que desistiu acabou deixando seus labios a inebriarem e sua lingua explorar sua boca com seu jeito cuidadoso e lento, para que não perdessem o folego tão depressa.

- Ah, esquentadinha. — Pedro suspira e leva um tapa na cara. — Ei.

- Pra deixar de ser ridículo. — ela passou a mão na boca por causa do beijo.

A loira saiu andando, mas Pedro a chama.

- Não esquece da aposta.

- Amanhã a gente fala disso. — ela fala.

Notas finais
Oie, eu irei começar falando sobre o nome da fic, ela é inspirada nessa musica: http://www.vagalume.com.br/disclosure/latch-feat-sam-smith-traducao.html e com o tempo e os capítulos vcs iram perceber que tem um pouco a ver com a historia.
Espero que vcs tenham gostado da hist. e sobre a frequência: eu irei "tentar" postar 2 vezes por semana, mas as vezes terá mais de 2 caps por semana pq sou boazinha e sei como e difícil esperar fic adicionar haha.
TCHAU!!!!