Last Chance

35 Capítulo 34 - Investigação


Notas iniciais
OMG!!!! Recebi mais duas recomendações lindas *-*
Obrigada Jéssica Coelho e Simone Salvatore! Me emocionei muito com as palavras de vocês :') Muito Obrigada mesmo!

Dedico este capítulo a vocês e as minhas amadas leitoras que me mantêm motivada para continuar essa história! Muito obrigada a todas!

chuva + domingo + frio = capítulo mais cedo

Espero que gostem ;)

Bella POV

Um calor intenso me consumia, mas não era algo desagradável, na verdade era bem gostoso, me apertei mais naquele calor e o senti macio e cheiroso sobre mim, abri meus olhos e encontrei Edward agarrado ao meu corpo, suas pernas entrelaçadas com as minhas e sua cabeça enterrada em meu pescoço, movi minha mão que estava nas suas costas e passei pelos seus cabelos fazendo um carinho, ele gemeu se agarrando mais em mim e enfiando sua cabeça ainda mais na curvatura do meu colo, continuei o carinho conforme sentia a mão de Edward se mover em minha cintura e ele depositar um beijo abaixo da minha orelha provocando arrepios em todo o meu corpo.

– Bom dia anjo. — Cumprimentou preguiçoso levantando a cabeça e me encarando com aqueles lindos olhos azuis ainda mais brilhantes, passei minha mão pelo seu rosto, ele fechou os olhos e sorriu, apreciando meu toque.

– Bom dia vida. — Respondi igualmente sorridente, se eu era seu anjo ele era a minha vida, Edward não podia usar todos os apelidos, ele abriu os olhos e me fitou com amor. — Dormiu bem?

– Muitíssimo bem e a senhorita?

– Melhor seria impossível.

– Isso seria um convite para mais uma noite? — Perguntou sorrindo.

– Talvez mais do que uma. — Provoquei, Edward alargou seu sorriso e foi se aproximando, mas o afastei tapando minha boca. — Acabei de acordar. — Expliquei, ele balançou a cabeça, retirou minha mão e me beijou logo em seguida. Nossas línguas se tocando e guerreando, eu nunca imaginei que beijar alguém ao acordar pudesse ser tão bom, Edward se afastou e me deu um simples selinho.

– Se prepare pois será assim que irei acorda-la todas as manhãs.

– Hum... acho que ainda não despertei direito. — Reclamei manhosa, Edward gargalhou.

– Mas é muito safada mesmo. — Disse se aproximando da minha boca e me beijando de novo. Ficamos namorando na cama até finalmente levantarmos para começarmos nosso dia, enquanto Edward terminava de tomar seu banho eu fazia nosso café. Não demorou e ele apareceu na cozinha com um sorriso enorme, estava finalizando os ovos quando Edward se aproximou e enlaçou minha cintura beijando meu pescoço, parecíamos cada vez mais um casal de namorados e eu estava amando isso.

– Esse cheiro esta magnifico. — Elogiou. — Além de linda, gostosa, inteligente, ainda cozinha. Você tem razão, eu ganhei na loteria. — Ri me lembrando da provocação que fiz com ele no dia anterior.

– Eu te disse. — Continuei provocando, Edward apertou minha cintura.

– Eu te amo minha convencida. — Sussurrou no meu ouvido, sorri me virando para olha-lo.

– Eu também te amo meu mala. — Ele riu e me beijou, como sempre me empolguei passando meus braços pelo seu pescoço e intensificando o beijo, Edward se afastou de repente, o encarei confusa.

– Os ovos amor. — Avisou.

– Merda! — Praguejei me virando a tempo de salvar nosso café da manhã, ouvi Edward rindo. — Esta vendo o que você faz. — Reclamei, ele me abraçou novamente e beijou minha cabeça.

– Eu adoro quando você me ataca. — Sussurrou no meu ouvido, sorri. — Coloca a mesa para mim? — Pedi mudando de assunto, caso contrário o atacaria de novo.

– Claro. — Edward se afastou pegando a toalha, as xícaras e os pratos. Enquanto ele pegava o pão no armário e os frios na geladeira, terminei o ovo e levei para a mesa. Edward se sentou e me puxou para seu colo. Tomamos café da manhã em meio a risadas e brincadeiras, nossa relação nem parecia que tinha começado há apenas dois dias, apesar da amizade que construímos nunca imaginei que teríamos tanta afinidade assim em tão pouco tempo, tinha a impressão que namorávamos há anos tamanha era nossa intimidade, era tão gostoso e bom que estava até cogitando a ideia de chamar Edward para ficar comigo permanentemente, mas sabia que ainda era cedo, talvez seria bom esperar mais um mês ou dois para isso.

Assim que terminamos nosso café da manhã Edward insistiu em lavar a louca alegando que isso era algo que ele sabia fazer, eu achava um máximo ver ele sendo tão caseiro, enquanto terminava de arrumar as coisas na cozinha fui me trocar para o trabalho, estava me vestindo quando meu celular tocou, sorri ao ver que era Rose, ela me contou toda animada que Emmett havia pedido ela em casamento, eu fingi surpresa e fui muito bem, ela nem percebeu que eu já sabia, achei tão delicado o modo como ele a pediu, Emm conseguiu fazer seu pedido de modo sutil e romântico, o que confesso me surpreendeu, nunca pensei que ele seria capaz de algo tão delicado, Rosalie estava super empolgada e marcou um almoço comigo e Alice para falar sobre o casamento e claro, mostrar a aliança que ela disse ser a coisa mais deslumbrante que já havia visto na vida, eu sorri pela sua animação e acabei contando que Edward havia me pedido em namoro, ela me felicitou e nos despedimos, combinando de nos encontrarmos no almoço.

– Rose esta que não se aguenta de felicidade. — Comentei com Edward que estava sentado na minha cama enquanto eu terminava de me arrumar.

– O Emmett estava uma pilha para fazer esse pedido. — Ele disse sorrindo.

– Ele foi tão doce e romântico, não esperava isso dele. — Edward me olhou sem graça.

– Você gosta disso né? — O encarei confusa.

– Do que? — Me virei perguntando.

– Essas coisas românticas. — Explicou, me aproximei e sentei em seu colo.

– Acho que a maioria das mulheres gostam. Por que?

– Eu não acho que eu tenha esse perfil. — Respondeu chateado.

– Pois fique sabendo que eu discordo. — Ele me olhou atônito.

– Discorda? — Assenti.

– O modo como me trata, as coisas lindas que me diz, Edward eu não consigo pensar em nada mais romântico do que isso. — Ele sorriu abertamente.

– Eu só digo o que eu sinto.

– É isso que me importa. — Falei e o beijei, Edward segurou minha cintura e acabei gemendo em sua boca, antes que nos empolgássemos me afastei. — Melhor irmos. — Disse ofegante me levantando, ele assentiu com um sorriso em seus lábios vermelhos e deliciosos. Para Isabella. Minha mente condenou. Saímos juntos para o trabalho, peguei o carro e deixei Edward no seu e segui para o meu, chegando no escritório fui diretamente para minha sala e comecei a trabalhar no projeto de um prédio que estávamos trabalhando.

– Isabella? — Ouvi alguém me chamando, olhei para a porta e vi Kate, a recepcionista do escritório.

– Oi Kate. Algum problema? — Ela negou com um sorriso e entrou segurando um lindo ramalhete de lírios, minhas flores preferidas.

– Alguém mandou para você. — Disse me estendendo as flores. — Namorado novo? — Perguntou enxerida.

– Obrigada. — Agradeci a encarando sem responder sua pergunta indiscreta e esperando que saísse, ela fez uma careta e saiu. Nem tínhamos tanta intimidade assim. Garota folgada. Voltei minha atenção ao lindo ramalhete. Quem poderia ter mandado? Peguei o cartão e o abri.

" Anjo,

Um pouco de cor e vida para alegrar o seu dia.

Com amor e paixão,

Do seu convencido, mala e chato namorado,



Edward Cullen."

Sorri olhando o bilhete, Edward era definitivamente uma caixinha de surpresas, em pensar que ele não se considerava romântico. Se isso não era romântico, o que seria? Ele em nada lembrava aquele ser mesquinho, presunçoso e egoísta de outrora, Edward realmente não era o mesmo e isso ficava cada dia mais claro, eu ainda lutava com as memórias amargas de nosso passado, mas a verdade é que cansei de ter medo. Observei o lindo ramalhete e suspirei lendo mais uma vez o cartão. É, estava mais do que na hora de deixar tudo isso para trás e começar uma nova história ao seu lado.

Edward POV


Isabella. Fechava meus olhos e seu lindo rosto era a primeira coisa que vinha em minha mente, sua risada, seu toque, seu aroma. Eu sentia uma vontade louca de ficar o tempo todo ao seu lado, beijando e amando a, Bell havia despertado um lado meu que até então eu nunca imaginei que existisse. Quem diria que eu, Edward Cullen, iria mandar um ramalhete de flores para uma mulher? Justo eu que sempre repudiei qualquer tipo de romantismo, achava piegas, brega e ridículo. Sorri, mas tudo isso foi antes de me apaixonar perdidamente pela minha Isabella, agora eu era outro homem, alguém muito mais feliz e completo. É, talvez eu estivesse mesmo me transformando em um bobo romântico, só que isso pouco me importava, tudo o que eu queria era mostrar da forma que fosse o quanto eu a amava e a queria na minha vida, hoje e sempre. Meu celular tocou me despertando dos meus sonhos diurnos, sorri ainda mais ao ver quem ligava.

– Oi anjo. — Atendi sorridente.



– Olá senhor Cullen. — Respondeu docemente. — Estou ligando para agradecer o lindo ramalhete de flores que me mandou.

– Gostou?

– Amei, mas como sabia que lírios são minhas flores preferidas? — Sorri e na hora me lembrei de uma conversa que ouvi dela com minha mãe sobre o assunto, isso ficou gravado na minha memória.

– Eu sei tudo sobre você Bell. — Disse simplesmente, podia jurar que ela estava sorrindo, antes que ela respondesse o telefone do meu escritório tocou. — Amor só um momento. — Pedi e atendi o telefone. — Sim senhorita Weber? — Perguntei a minha secretária.

– O senhor Clearwater esta aqui para vê-lo.

– Obrigado, pode pedir que entre. — Disse desligando e voltando minha atenção a Bell. — Desculpa linda era minha secretária. — Expliquei, Seth abriu a porta e fiz sinal para ele se sentar.

– Tudo bem vida, só liguei para agradecer as flores. Te espero à noite? — Era impossível não sorrir com ela me chamando de vida.

– Com certeza, vou passar naquele restaurante japonês e comprar nosso jantar. O que acha?

– Perfeito. Até a noite. Te amo. — Sorri bobamente.

– Também anjo. Até mais tarde. — Disse desligando, suspirei e só então me dei conta que não estava sozinho.


– O amor esta no ar hein? — Questionou com um sorriso no rosto.

– É, finalmente nos acertamos Seth. — Contei a novidade.

– Isso é ótimo Edward! Confesso que já estava na hora. — Ri.


– Eu sei, os rapazes disseram o mesmo. Eu ia te contar ontem, mas você não estava no apartamento, aposto que estava com a Emily. — Seth sorriu sem graça.

– Estamos nos acertando.

– Que bom. — Observei Seth e percebi que ele parecia tenso. — Mas não foi para falar sobre a Emily que você veio me ver não é? — Ele negou e colocou uma pasta que estava no seu colo sobre a mesa.

– Acho que finalmente conseguimos o que queríamos. — Franzi meu cenho, Seth e eu estávamos investigando o diretor administrativo da Cullen's. Ainda me lembrava da época em que era vice presidente e vi que havia algo errado com os papéis do setor, mas ao invés de ir atrás do verdadeiro responsável, demiti Seth, me arrependia amargamente disso, mas há poucos meses percebemos algumas ações suspeitas de Michael e por isso decidimos averiguar. — O que aconteceu? — Perguntei abrindo a pasta.

– Aqueles números que você estava desconfiado, lembra? — Assenti sem tirar os olhos dos relatórios que via na minha frente. — Então, você estava certo, ele esta desviando dinheiro para uma conta suspeita como se fosse de uma empresa que esta prestando serviço a empresa, mas é tudo laranja, e não é tudo, ele ainda esta superfaturando diversas obras com valores baixos para que desse modo ninguém desconfie.

– Desgraçado! — Esbravejei jogando os documentos sobre a mesa, estava tudo ali, os números não mentiam.

– O que vamos fazer agora Edward? — Perguntou apreensivo.

– Mostrar tudo isso ao Eleazar e esperar que ele tome uma atitude. Não vou deixar esse vagabundo destruir o patrimônio do meu pai. — Disse incisivo.

– E se ele não fizer nada?

– Ele vai fazer Seth. — Afirmei convicto.

– Teremos que esperar que ele volte de viagem.

– Eu sei, na sexta quando ele retornar falarei com ele. Acha que Michael desconfia de nós?

– Não precisa se preocupar com isso, ele nem faz ideia. — Eu não podia negar que tinha muito medo dele descobrir algo e querer algum tipo de retaliação contra mim e Seth, minha maior preocupação era ele chegar até Isabella, mas eu tinha certeza que assim que Eleazar soubesse da verdade esse calhorda iria parar atrás das grades, ele e seu pequeno esquema de corrupção. Guardei os papéis que Seth havia me dado na minha pasta, na sexta iria resolver esse assunto de uma vez por todas.

O restante do dia passou rapidamente, Emmett me ligou à tarde para dizer que tinha dado tudo certo no pedido e me convocando para ser seu padrinho juntamente com Jasper, fiquei contente com o convite e claro, aceitei, Emm fez questão de dizer que éramos os responsáveis pela sua festa de despedida de solteiro e que estava esperando uma festa de arromba. Precisaria combinar com Jasper o que faríamos para o grandalhão. O expediente logo terminou e fui para casa, no caminho passei no restaurante e comprei o jantar, cheguei no apartamento e encontrei Bell deitada no sofá, assim que me viu se levantou e veio na minha direção me dando beijo delicioso, a segurei pela cintura com meu braço livre.

– Saudades amor. — Disse sorrindo.

– Também vida. — Respondeu me dando mais um beijo, em seguida pegou as sacolas e colocou sobre a pia. — Como foi no trabalho? — Perguntou interessada.

– Bem. — Falei um pouco tenso, Bell pareceu perceber e me olhou séria.

– O que houve?

– Podemos falar depois? — Pedi, precisa relaxar antes de contar as novidades para ela.

– Claro, por que não toma um banho enquanto eu arrumo tudo aqui? — Lhe dei um beijo e segui para o meu antigo quarto que a partir de agora seria nosso, tomei um banho rápido e voltei para a cozinha, olhei para a mesa e já estava pronta, observei que as flores que estavam no vaso eram as mesmas que havia mandado para ela, sorri diante o gesto.

– Vejo que gostou mesmo das flores. — Comentei sorridente, Bell pegou o shoyu na geladeira e colocou sobre a mesa, então veio na minha direção com um sorriso enorme estampado no rosto.

– Eu adorei. — Falou me abraçando. — Esta me saindo um ótimo namorado senhor Cullen. — Com essa tive que rir.

– Fico feliz com isso senhorita Cullen. — Ela riu também e me puxou pela mão.

– Vem, vamos jantar. — Disse me puxando para a mesa, me sentei e a coloquei no meu colo, já havia virado costume comermos assim e não estava nenhum pouco afim de mudar isso. Passamos o jantar falando sobre o seu almoço com as meninas e como Rose estava animada com tudo e já estava planejando todos os detalhes, contei para ela sobre o convite do Emmett para ser seu padrinho e Bell achou um máximo já que ela e Alice seriam as madrinhas de Rose. Terminamos o jantar e arrumamos a cozinha juntos, depois fui para o sofá, Bell ligou o som e se sentou entre minhas pernas, ficamos ali abraçados, só curtindo uma ao outro.

– Vai me dizer o que esta te preocupando agora? — Perguntou acariciando meu braço. Suspirei pesadamente, Bell se virou e se sentou de frente para mim.

– Lembra das investigações que eu e Seth estávamos fazendo? — Isabella sabia tudo sobre o assunto, ela também morria de medo que Michael descobrisse e viesse a se vingar de mim enquanto eu temia que ele fosse atrás dela.

– Claro, o que houve?

– Hoje Seth me levou um documento que comprova de todas as formas que Michael esta mesmo desviando dinheiro da empresa.

– Ele não descobriu não é? — Perguntou tensa.

– Não, Seth garantiu que ele nem faz ideia, mas hoje eu me arrependi de ir atrás desse assunto.

– Você fez o certo, sei que é perigoso, mas ele estava roubando.

– Eu sei, mas eu pensei em você e ... — Minha garganta fechou só de pensar em algo de ruim acontecendo com Isabella.

– Nada vai acontecer comigo Edward, meu medo é de algo acontecer com você. — Confessou se deitando sobre meu peito.

– Vai dar tudo certo. — Garanti. — Vou contar ao Eleazar e ele vai tomar todas as providencias necessárias.

– Acha que ele vai denunciar esse imbecil?

– Tenho certeza, nesses meses pude ver como ele é honesto, confio nele.

– Promete que vai ficar longe disso depois que falar com ele? — Pediu me olhando.

– Eu vou Bell, prometo, não quero arriscar mais nada por causa desse ladrão. — Afirmei acariciando suas costas, ela suspirou mais tranquila. — Que tal falarmos de algo mais leve? — Bell levantou a cabeça e me encarou.

– Sobre o que? — Perguntou interessada.

– Estava pensando em comprarmos um terreno, o que acha?

– Terreno? — Ela franziu o cenho me olhando com curiosidade.

– É, temos uma casa para construir. — Percebi quando ela entendeu do que eu falava.

– Nossa casa com as árvores em volta? — Perguntou empolgada.

– Isso. Juntando nossos salários aposto que podemos financiar um bom terreno. — Falei acariciando seu braço.

– Esta falando sério?

– Claro anjo. Você desenha e eu construo, lembra? — Repeti as mesmas palavras ditas no passado, mas que agora tinham um significado ainda maior e verdadeiro. Isabella abriu um sorriso enorme e me deu um beijo de tirar o fôlego.

– Diz para mim que não estou sonhando? — Pediu me olhando com os olhos marejados, segurei seu rosto com carinho.

– Você não esta sonhando meu amor. — Bell me beijou novamente e em um rompante saiu do meu colo correndo pelo corredor. — Onde você vai? — Gritei.

– Pegar uma coisa. — Ouvi sua resposta longe, suspirei feliz e encarei o teto, não demorou e ela estava de volta com algumas folhas de papel e um estojo, tirou as coisas da mesinha de centro e colocou o papel sobre ela se sentando no chão, desci no sofá e me coloquei atrás dela, suas costas apoiadas no meu peito.

– O que é isso tudo?

– O inicio do projeto da nossa casa. — Respondeu com um sorriso enorme, a apertei em meus braços e beijei seu pescoço. — Hum quantos quartos? — Perguntou pegando um bloco de papel.

– Estava pensando em uns sete. — Bell virou o rosto e me encarou assombrada.

– Para que tantos quartos?

– Um nosso, um para ser nosso escritório e cinco para nossos filhos.

– Cinco filhos? — Questionou com os olhos arregalados. — Edward! — Ralhou comigo.

– O que? Achei que quisesse filhos. — Falei confuso.

– Eu quero, mas cinco é demais. — Sorri.

– Acho perfeito. — Bell acabou rindo.

– Podemos fechar essa conta em três? — Perguntou arqueando as sobrancelhas.

– Ok, três. — Acabei concordando.

– Então a casa pode ter seis quartos, um pode ser de hospedes. — Opinou.

– Ótimo. Estava pensando em um estilo bem rústico.

– Que tal de madeira? Tem excelentes empresas que vendem uma madeira reaproveitada, gostaria que a casa fosse o mais ecológica possível. — Disse seriamente, com certeza nisso concordávamos.

– Acho isso fundamental, na Cullen’s sempre procuramos materiais que agridam menos o meio ambiente.

– Perfeito! — Falou sorrindo. — Ah! Quero um jardim enorme também. — Bell deitou no meu corpo e apoiou a cabeça no meu ombro, colocou o bloco de papel sobre a mesa e posicionou seus braços sobre os meus. — Imagina que delícia, eu, você e as crianças brincando no gramado — Falou sorrindo.

– E nosso cachorro também. — Adicionei.

– Teremos um cachorro? — Questionou surpresa.

– Sim, eu sempre quis um, mas nossa mãe era alérgica. — Lembrei que meus pais tinham até tentado me dar um cachorro, só que infelizmente nossa mãe teve uma séria reação alérgica ao animal e não pudemos ficar com ele.

– Verdade, eu me lembro. — Comentou distante. — Nossa seria mesmo incrível ter um cachorro. — Bell suspirou. — Uma família. — Completou com um sorriso enorme.

– Nossa família. — Pontuei beijando sua têmpora, ela virou o rosto e me beijou com doçura. Eu tinha certeza que esse era só o começo da nossa vida juntos e tudo o que eu mais desejava era um futuro com minha Isabella.

Ramalhete que o Edward deu para a Bell *-*

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Notas finais
Não se preocupem por que nada vai acontecer com Edward e a Bella, diferente da realidade, a justiça aqui vai funcionar e esse ladrão e sua gangue irão para o lugar que merecem. Essa situação será boa para aproximar ainda mais o Edward do Eleazar e adiantar algumas coisas referentes a herança :)

Bjs e até o próximo ;)