Last Chance
11 Capítulo 10 - Retorno
Notas iniciais
Neste capítulo a Bella vai receber um presente muito especial dos pais, ter um momento muito fofo "quente" com James e o finalmente o retorno de Edward , vocês vão desejar ainda mais que ele não tivesse voltado. A partir deste capítulo Edward vai fazer muita gente sofrer :(
Espero que gostem ;)
Bella POV
O tempo passava rápido, eu e James já íamos completar um ano de namoro e tudo estava indo as mil maravilhas, ele era o homem que eu sempre sonhei, o homem que um dia eu quis que Edward fosse. Meus pais eram apaixonados por ele, isso sem contar com meus amigos, James se dava super bem com todos, minha vida nunca tinha sido tão boa e nunca tinha estado tão feliz. Já estava formada e tinha terminado minha pós graduação há apenas uma semana, no mesmo dia fui efetivada no escritório que estagiava. Hoje meus pais me chamaram para almoçar, conversávamos animados no carro quando Carlisle parou e pediu que descêssemos, eles me levaram para um prédio que ficava nas proximidades do meu trabalho, subimos o elevador sem que conseguisse arrancar nada deles, talvez estivessem pensando em se mudar. Saímos do elevador e Carlisle nos levou até um dos apartamento o abrindo, era um lugar lindo, uma cozinha magnifica toda aberta, uma sala enorme e dois quartos espaçosos.
– O que achou? — Esme perguntou ansiosa.
– É lindo. Vocês vão se mudar para cá? — Era o mais lógico, a casa deles era grande demais só para os dois.
– Nós não. — Respondeu Carlisle, franzi meu cenho confusa.
– Então quem?
– Você meu bem. — Esme falou e eu fique estática.
– O que?
– Seu presente de formatura. — Abria e fechava a boca sem saber o que dizer.
– Eu não posso aceitar. — Falei finalmente.
– Se não aceitar vamos ficar muito chateados com você. — Suspirei.
– Isso é chantagem. — Esme sorriu vindo me abraçar.
– Não é não. — Me beijou. — Aceita amor, por favor? — Pediu.
– Tenho outra opção? — Declarei derrotada.
– Não faça essa cara. Nós só queremos o seu bem.
– Mas eu não quero que fiquem me dando coisas caras, me sinto mal. — Confessei.
– Você é nossa filha e vamos te mimar do jeito que quisermos. — Carlisle respondeu me desarmando.
– Ok, vocês venceram. — Falei finalmente. — Mas a senhora não vai escapar. Me ajuda a decorar mãe? — Esme me olhou emocionada.
– Pensei que não fosse perguntar. — Sorri.
– Só que sou que vou pagar.
– Bella. — Esme começou dizendo.
– Não! Nem pensar, por favor? — Pedi fazendo um bico, ela assentiu e nos abraçamos. Em seguida fomos almoçar, no mesmo dia Esme e eu começamos o planejamento do meu apartamento.
No fim da tarde fui para o apartamento de James, o ajudava a cortar alguns legumes para nosso jantar quando contei da surpresa dos meus pais.
– Sério mesmo? — James perguntou enquanto mexia na panela que exalava um aroma maravilhoso.
– Sim. — Confirmei. — É um apartamento lindo, a princípio não quis aceitar, mas dona Esme é boa em uma chantagem emocional, além disso eles fizeram isso com tanto amor que não tive como recusar. — James sorriu.
– Fez o certo amor.
– Também acho. Amanhã quero te levar para conhecer. — Falei empolgada. — Aposto que vai amar a cozinha. — Ele sorriu me olhando.
– É boa? — Perguntou interessado.
– Linda Jay, do jeito que você gosta, bem espaçosa e iluminada. Acho que vamos começar a passar mais tempo lá. — Comentei sorrindo, já que a maioria do tempo eu passava no seu apartamento.
– Eu não ligo muito com o lugar. — Declarou se aproximando e me beijando. — Desde que esteja comigo. Ti amo fragolina. — Sorri ao ouvi o apelido carinhoso que ele havia me dado em italiano, no inicio achei bem estranho, mas quando me disse que significava moranguinho, fiquei igual uma boba apaixonada.
– Também te amo Jay. — Falei em meu idioma mesmo. Ele sorriu e me beijou delicadamente. Ainda me lembrava da primeira vez que James tinha dito que me amava, ele se declarou aproximadamente dois meses depois que começamos a namorar, eu não me sentia segura em dizer aquilo ainda então demorei mais tempo, ele pareceu não se importar, mas era difícil não amar James, minha vida ao seu lado era calma e gostosa, então finalmente chegou o dia que tive coragem e disse que o amava, ele ficou extasiado e aquela foi nossa primeira vez, exatamente dez meses depois que começamos a namorar. James tinha tido uma paciência incrível, não que eu não quisesse transar com ele, mas minhas lembranças com Edward me davam medo. E se ele me deixasse assim que ficássemos juntos? Felizmente com o tempo pude perceber que James não era o Edward e nunca faria algo assim comigo.
Nossa primeira noite foi serena e calma, imaginava que era assim que devia ter sido a minha primeira vez, talvez tivesse sido se fosse com James e não com Edward. Eles eram completamente diferentes, principalmente no quesito mais importante, enquanto James me amava e era carinhoso, Edward só desejava o meu corpo e me possuía com paixão. Eu era uma idiota por ter um homem incrível do meu lado e ainda assim pensar no inútil do Edward, contudo eu esperava que com o tempo isso mudasse e eu pudesse me entregar completamente a James.
– Eu acho que deveria te chamar de fragolino. O que acha? — Provoquei. Ele se afastou e voltou sua atenção para a panela.
– Nem pensar. É muito gay. — Reclamou torcendo os lábios, em claro sinal de descontentamento, eu ri.
– É fofo amor. — Argumentei, ele arqueou as sobrancelhas.
– Quer dizer que sou fofo? — Perguntou em um tom ameaçador, percebi que tinha desligado o fogão e muito lentamente vinha em minha direção, desci do banco que ficava ao lado do balcão da cozinha e conforme ele se aproximava, eu me afastava. — Vou te mostrar quem é fofo. — Assim que falou eu comecei a correr e ele foi atrás, eu usava o sofá de escudo e ficava atenta em que direção ele ia tomar, quando decidiu pular diretamente onde estava sai correndo novamente.
– Isso se me pegar. — Gritei rindo enquanto fugia dele. Felizmente o loft de James era bem espaçoso e todo aberto, subi correndo as escadas e antes que percebesse ele me agarrou e caímos em sua cama. Ele me prensou no colchão e abriu um sorriso fabuloso, fazendo todo o meu corpo desmanchar.
– Quem é fofo agora? — Perguntou, passei minha mão pelo seu rosto.
– Você é. — Antes que retrucasse o beijei, ele aumentou ainda mais a potência do beijo me deixando logo sem ar.
– Eu sou o que você quiser minha Bella. — Respondeu beijando meu pescoço e passeando suas mãos pelo meu corpo. Seu toque era delicado e cuidadoso, me tentando aos poucos, minha respiração já se encontrava entrecortada. Ele levantou retirou minha regata e beijou meus seios. Eu ofeguei quando sua mão tocou meu outro seio o apertando levemente, me deixando louca.
– Jay. Ah! — Ofeguei. Ele subiu e beijou meus lábios.
– Ho bisogno te. Toccarti, abbaracciarti, coccolarti(Eu preciso de você. Te tocar, abraçar, afagar). — Murmurou no meu ouvido, fazendo com que meu corpo inteiro arrepiasse. Ele se afastou e retirou minha calça juntamente com minha roupa intima, em seguida tirou a sua roupa foi até o armário e pegou uma camisinha já a colocando em seu membro e se deitou novamente sobre mim, eu sorri passando meus braços pelos seus ombros.
– Fala mais. — Pedi, ele me beijou com um sorriso nos lábios, abriu com cuidado minhas pernas e roçou seu membro em meu sexo. Gemi diante do contato.
– Sei l’amor della mia vita Isabella(É o amor da minha vida Isabella). — Sussurrou ao mesmo tempo que me penetrava lentamente como se quisesse prolongar cada segundo.
– Ah! Jay. Mais rápido por favor. — Implorei movendo meu quadril em sua direção, ele aumentou os movimentos e me invadiu cada vez mais rápido. — Oh! Isso. Isso.
– Eu te amo Bella. — Murmurou me beijando com paixão, eu gemia alto, incapaz de dizer qualquer coisa coerente.
– Eu também te amo. — Consegui responder ofegante entre os gemidos que saiam da minha boca colada com a sua, eu sentia o fogo em todo o meu corpo, estava perto. Em pouco tempo esquecemos tudo ao nosso redor e nos perdemos um no outro. Gritando alto quando atingimos o auge, desmontamos ofegantes e satisfeitos na cama, fui para seu peito e ele me abraçou beijando com carinho meus lábios. Sorri diante o seu toque gentil. James era a melhor coisa que tinha acontecido na minha vida e eu faria o impossível para que ele nunca saísse de perto de mim.
Edward POV
Chegou infelizmente o dia de retornar, confesso que não tinha mais vontade de assumir minha posição na empresa da família, queria ficar na Inglaterra e nunca mais ter que voltar, o tempo que fiquei fora foi muito bom, aproveitei a companhia de muitas mulheres deliciosas, muitas baladas e algum estudo, alguém inteligente como eu não precisava ficar se matando para se formar com honras, durante esse tempo falava muito pouco com meus pais, só o necessário, assim que voltasse para casa tinha decidido me mudar para Nova Iorque, queria morar em um lugar mais agitado que New Haven, só esperava que meu pai não se importasse, já que mantinha um escritório e tinha muitos negócios lá.
Desembarquei e fui pegar um táxi, não avisei que iria chegar tinha decidido fazer uma surpresa. No caminho para casa fui pensando em tudo o que vivi naquela cidade e os sentimentos que eu esperava ter deixado na Inglaterra. Suspirei e preferi esquecer esse assunto, não queria e nem ia pensar nisso. Ela fazia parte do meu passado e era lá que ficaria. Assim que sai do táxi fitei a bela casa diante de mim, me identifiquei e entrei, antes que chegasse a porta principal minha mãe já vinha em minha direção.
– Filho! — Exclamou animada, me abraçando. Sorri e deixei minha mala cair no chão.
– Oi dona Esme. — Ela sorriu e me deu um tapa. — Hei para que isso?
– Por você não ligar para sua família seu filho desnaturado.
– Estou aqui agora mãe. — Por enquanto. Completei em pensamento.
– Vem, vamos entrar. Por que não avisou que viria?
– Queria fazer uma surpresa. — Disse quando já estávamos dentro de casa.
– Estou tão feliz em saber que esta aqui.
– Também mãe. Meu pai?
– Ainda no escritório. Que tal ir tomar um banho? — Assenti.
– Ótima ideia.
– Vou pedir para preparem seu prato preferido.
– Obrigado dona Esme. — Lhe dei um beijo no rosto e subi para meu quarto, coloquei minha mala em um canto e fui para o banheiro. Sai do chuveiro com a toalha ainda enrolada na cintura e observei meu quarto, eu tinha muitas lembranças ali. Fechei os olhos afim de esquecer as imagens que sem permissão invadiram minha mente e fui me arrumar. Desci e meu pai já havia chego, fomos comer e começamos a conversar sobre o meu tempo na Inglaterra, meu pai queria falar sobre negócios, mas minha mãe o proibiu.
– Filho você tem que ver Bella. — Revirei meus olhos. Essa era a última coisa que eu queria.
– Por que eu tenho que ver ela? — Perguntei com desgosto.
– Porque ela é da família Edward.
– Já disse que essa garota não é nada minha. — Respondi seco.
– Edward por favor. Isabella não fez nada para que a tratasse desse modo. — Meu pai me repreendeu.
– Acho que estou velho para estes sermões. — Reclamei.
– Isso por que esta tendo uma atitude infantil.
– Eu só não me interesso por nada do que essa garota faz ou deixa de fazer. Bom já terminei. Pai podemos conversar? — Perguntei me levantando.
– Claro. — Respondeu, o acompanhei até o escritório.
– Quero que saiba que nem eu nem sua mãe gostamos do modo que trata Bella. — Me avisou se sentando em sua cadeira.
– Olha pai, pouco me importa que você e minha mãe morram de amores por essa garota, mas gostaria que respeitassem minha aversão a ela. — Respondi seriamente.
– Eu não entendo Edward.
– Não tem o que não entender. Para mim ela é uma aproveitadora, só isso.
– Edward! Isabella não é nada disso.
– Pai se formos discutir isso não chegaremos a lugar nenhum. Façam o que quiserem por ela, não mexendo na minha herança esta tudo certo.
– Eu achei que com essa viagem você iria amadurecer, mas vejo que me enganei profundamente. O que você quer falar comigo?
– Eu quero morar em Nova Iorque. — Disparei no mesmo instante.
– De jeito nenhum. A sede da empresa é aqui, não vou mudar o escritório só por sua causa.
– Pai, será que não vê que investir ainda mais no escritório de Nova Iorque vai ser ótimo para a empresa?
– Edward, eu sei o que essa empresa precisa. Ainda sou o presidente dela e a resposta é não. Se quiser a vice presidência é aqui que vai ser. — Respondeu se levantando e saindo do escritório.
– Merda! — Esbravejei batendo meu punho na mesa. O jeito era ficar nessa cidade perto de tudo o que eu queria fugir. Subi as escadas e fui para o meu quarto arrumar minhas coisas. No dia seguinte levantei cedo e fui procurar um apartamento, combinei com uma corretora e saímos em busca de alguma coisa, depois de algumas horas achei um perfeito, como não gostava de perder tempo fechei logo o negócio, com meu sobrenome não ia demorar para sair os papéis de compra. Cheguei em casa a noite e tive que aturar um sermão da minha mãe. Eu já era um adulto para ter que ficar ouvindo bronca, tudo piorou quando disse que tinha comprado um apartamento, meus pais ficaram irritados por não falar com eles antes. Só queria saber por que eu teria que fazer isso? Já não era mais uma criança para ficar pedindo permissão para fazer o que tivesse vontade. Anunciei que no dia seguinte me mudaria e que não queria ninguém controlando minha vida, subi e me tranquei no meu quarto. Não via a hora de morar sozinho de novo, principalmente longe dessa casa e das suas lembranças.
Ele voltou!!!!!
Notas finais
Para trechos e fotos do próximo capítulo confiram minha página no face:
https://www.facebook.com/pages/New-Moon-Fanfics/454837641264056
Bjs e até o próximo ;)
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