Last Chance
6 Capítulo 5 - Perdida
Notas iniciais
Ao invés de criar um grupo no face, fiz uma página. Lá tem alguns trechos dos próximos capítulos, imagens e trilhas.
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Só avisando que o capítulo esta quente ^^
Espero que gostem ;)
Bella POV
Me fitei no espelho, tinha colocado minha camisola mais sensual. Ia ser hoje, arrumei meus cabelos e respirei fundo. Estava na hora de Edward Cullen descobrir do que Isabella Swan era capaz. Sai do banheiro e silenciosamente fui até o quarto dele, abri a porta lentamente, entrei e a tranquei em seguida, ele dormia tranquilamente com os braços embaixo da cabeça, parecia um anjo, mas esse não era o caso dele, Edward era o verdadeiro lobo em pele de cordeiro, me sentei na cama e passei minha mão pelo seu peito, ele sorriu, com certeza pensando em alguma vagabunda, decidi ser mais atrevida e desci minha mão até seu membro, sobre o tecido do pijama o apertei, Edward soltou um gemido e em um segundo sua mão estava segurando meu pulso, ele me olhava atento.
– O que esta fazendo aqui? — Perguntou ligando o abajur, fiquei muda. Fala Isabella!
– Eu estava pensando no que disse sobre nos divertimos. — Ele me olhou desconfiado soltando minha mão.
– Você acha que eu sou burro? — Questionou se sentando na cama. — Isabella me dê algum crédito. — Respondeu exasperado.
– Não estou entendendo. — Me fiz de boba. — Você mesmo disse que se eu não fosse tão careta podíamos nos divertir. Qual o problema? -Ele arqueou a sobrancelha.
– Você me odeia Isabella. Aposto que teve a ideia genial de se aproximar para se vingar. — Comentou rindo, na hora me senti estúpida. Pensa. Pensa. Me inclinei na sua direção tocando seu peito novamente.
– Eu só quero você Edward. — Falei tentando soar sexy. — E daí que me humilhou? Isso já passou. — Em um gesto atrevido me sentei no seu colo, com as duas mãos sobre seu peito. — Mas sabe o que não passa? — Ele me olhou e balançou a cabeça negativamente incapaz de falar, mordi meu lábio. Cheguei próxima a sua boca. — Meu desejo por você. — Ao mesmo tempo beijei sua boca e rebolei no seu colo. Ele automaticamente colocou as mãos na barra da minha camisola.
– Trancou a porta? — Perguntou ao pé do meu ouvido. Só assenti, no instante seguinte levantei os braços e ele retirou minha camisola, colando seus lábios nos meus seios enquanto minhas mãos iam para os seus cabelos. Não demorou e eu gemia seu nome, tirei sua camiseta e logo em seguida ele tirou sua calça, me deitou na cama e com uma lentidão exagerada tirou minha calcinha, beijando, lambendo e chupando todo meu corpo. Eu ia a loucura, ele penetrou um dedo e depois colocou outro entrando e saindo, sua outra mão apertava minha coxa e minhas próprias mãos acariciavam meus seios, enquanto me penetrava com os dedos pressionava o polegar diretamente no meu sexo, depois pegou a mão que apertava minha coxa e levou até seu membro o massageando, me proporcionando uma visão deliciosa, em seguida deslizou a camisinha, eu estava quase gozando quando ele parou os movimentos com os dedos e me penetrou com seu membro completamente duro, nós dois gemíamos, dizendo coisas desconexas, ele aumentou a velocidade e comecei a rebolar de forma enlouquecida, não demorou e gozamos. Ele deitou sobre mim, ambos estávamos ofegantes.
– Eu vou adorar me divertir com você. — Disse e me beijou, logo estávamos gemendo novamente. Assim que percebi que dormiu me levantei com extremo cuidado, havia percebido que Edward tinha o sono extremamente leve, me vesti e sai do seu quarto, entrei no meu e fui para o banheiro para tomar um banho. Eu não queria me sentir assim, eu não podia me sentir assim. Eu queria me vingar dele. Não podia estar feliz e muito menos gostando dessa situação. Isso não ia dar certo, mas eu não queria parar. Eu só não sabia se era por causa do desejo de vingança ou por causa do desejo que eu sentia por ele. A única conclusão que pude chegar era que eu estava ferrada.
Edward POV
Eu me surpreendi quando Isabella apareceu no meu quarto na noite anterior me tocando, ela estava absolutamente deliciosa com aquela camisola creme justa no seu corpo, marcando sutilmente suas curvas. No inicio desconfiei, tinha certeza que ela estava se aproximando para se vingar, mas depois percebi que ela não seria capaz disso, era só louca por mim. Tinha como não ser? Eu deixava as mulheres completamente perdidas e apaixonadas, além disso Isabella era bobinha demais para pensar em alguma vingança e caso ela tentasse algo, tinha certeza que conseguiria sair por cima. Ninguém faria Edward Cullen de idiota. Por hora ia aproveitar, minha vida andava parada mesmo, então nada melhor que sexo à domicilio.
Despertei no meio da madrugada e acabei perdendo o sono, por isso decidi ir até a cozinha tomar um copo de leite, ao abrir a porta me deparei com uma cena que me deixou duro na mesma hora. Isabella estava curvada em frente a geladeira com seu belo traseiro empinado. Essa garota ia me fazer perder os sentidos, me aproximei silenciosamente.
– Essa visão esta me dando algumas ideias. — Falei encostado no armário que ficava em frente da geladeira cruzando meus braços, Isabella deu um pulo e me encarou com a mão no peito.
– Edward! — Exclamou surpresa. Sua respiração estava acelerada e seu rosto com um certo rubor por causa do susto.
– Você não deveria andar pela casa desse jeito. — A adverti indicando sua roupa provocante.
– Posso saber por que? — Me questionou colocando as mãos na cintura.
– Nunca se sabe quem você pode encontrar. — Ela sorriu e caminhou lentamente até mim, Isabella tinha algo único, era capaz de ser extremamente sexy sem perder seu jeito tímido e inocente.
– E quem eu posso encontrar Edward? — Questionou parada na minha frente posicionando seus braços no meu pescoço, minhas mãos foram no mesmo instante para sua cintura descendo até acariciar seu bumbum.
– Alguém muito safado. — Falei a puxando para o meu corpo, ela gemeu ao sentir o quão animado eu estava, meus lábios logo atacaram seu pescoço. — Esta vendo o que você faz comigo? — Murmurei entre seus gemidos enquanto apertava seu corpo no meu.
– Edward. — Gemeu, nos virei a prensando na armário tomando sua boca em seguida, nossas línguas travavam uma guerra deliciosa, minha mão desceu invadindo sua calcinha, gemi ao sentir como ela estava pronta para mim.
– Você não me decepciona nunca Isabella. Completamente molhada. — Sussurrei no seu ouvido ao mesmo tempo que meus dedos a invadiam.
– Ah Edward. Por favor. — Pediu.
– O que você quer Isabella? — Perguntei lambendo e chupando seu pescoço.
– Isso aqui. — Gemeu pegando no meu membro, que ficou ainda mais duro com o seu toque delicado.
– Porra Isabella assim você acaba comigo. — Ela sorriu mordendo seus lábios gostosos, aumentei os movimentos dos meus dedos, quando estava quase gozando eu os retirei.
– Não. — Lamentou.
– Isso é para aprender a não me tentar. Vira. — Ordenei, ela no mesmo instante se virou, eu a quis assim desde o momento que entrei nessa cozinha. Alisei seu corpo e abaixei sua calcinha, abri um pouco suas pernas e mordi seu bumbum, ela gemeu, lhe dei um tapa. — Quieta! — Ela se remexeu ofegando. — Gostou disso né safada? — Falei acariciando seu corpo. — Essa carinha de menina inocente é só fachada, você é uma verdadeira devassa. — Disse a tocando novamente com meu dedo.
– Edward. — Gemeu.
– Me pede Isabella. Me pede. — Exigi, eu mesmo já esta perdendo meu controle.
– Eu quero você Edward. Agora. — Sorri abaixando minha calça e a penetrando logo em seguida, gememos diante do contato, era tão apertada, eu me perdia dentro dela. Conforme pedia, eu ia mais rápido e cada vez mais forte, entrando e saindo até que atingimos o auge juntos. Eu desmontei em suas costas, ambos estávamos ofegantes. No momento eu só tinha certeza de uma coisa, Isabella seria a minha morte.
Bella POV
Meu plano estava fugindo do controle, eu e Edward transávamos em todos os lugares possíveis da casa, no lavabo, no meu quarto, no seu quarto, no banheiro e até na cozinha, nossa, eu nunca mais iria olhar aquela cozinha da mesma forma. Percebi que Edward até esqueceu a camisinha, felizmente eu tomava anticoncepcionais por causa do meu ciclo irregular. A verdade é que eu já não sabia o que fazer e sentia que todo o meu planejamento estava indo por água baixo, pois assim que eu o humilhasse ele nunca mais olharia para minha cara e no momento essa era a última coisa que eu queria. No começo nós só transávamos e pronto, mas agora pegamos a mania de conversar, principalmente quando ficávamos juntos nos nossos quartos e isso só piorava as coisas. Tentei voltar a me concentrar nas tarefas da escola que tinha para fazer quando ouvi alguém bater à porta.
– Sim? — A cabeça de Edward apareceu. Ótimo, lá se vai minha concentração.
– Posso entrar? — Assenti, ele entrou e fechou a porta. — Estudando? — Perguntou sorrindo.
– Não. Cavando buracos na lua. — Respondi sarcasticamente. Ele riu.
– Muito engraçadinha. — Abri um sorriso de lado. Sem cerimônia Edward se deitou na minha cama e colocou a cabeça no meu colo. Só a presença dele era capaz de me deixar igual a uma idiota apaixonada. E era justamente por isso que eu era uma idiota. Por que estava dando a chance de me magoar novamente, mesmo que fosse isso que eu estivesse tentando fazer com ele. Ficamos em silêncio. Percebi que Edward estava estranho, nem fez piada ou tentou alguma coisa comigo.
– O que houve? — Perguntei acariciando seus cabelos, ele sorriu com esse gesto.
– Briguei com meu pai. — Eu sabia por alto dos problemas que ele estava enfrentando com o pai. Carlisle queria que Edward começasse a trabalhar na empresa o mais cedo possível, mas Edward tinha outros planos, queria ir para a Inglaterra e ao invés de estudar administração como era o plano inicial, queria fazer agora engenharia civil e geológica e depois fazer um MBA com ênfase em administração. Eu desconfiava que ele só queria fazer isso para passar mais tempo curtindo a vida longe de responsabilidades, só ficava pensando quando ele iria amadurecer.
– O mesmo problema? — Ele assentiu.
– Meu pai tinha que ver que se eu fizer engenharia eu vou ser ainda mais útil para a empresa, mas ele só pensa nele. — Bufou exasperado.
– Que absurdo Edward. Seu pai faz tudo por você.
– É o que parece, mas você não sabe como é ser o primogênito, toda a responsabilidade esta nas minhas costas. — Ele suspirou e me olhou, parecia em uma guerra interna se me dizia algo ou não. — E se eu falhar? — Perguntou em um sussurro. Me espantei com o que ele disse, em toda a minha vida nunca tinha visto Edward se sentir ou se mostrar vulnerável. Ele sempre pareceu ser tão seguro e ter uma confiança invejável em si mesmo. Era estranho ver esse seu lado, mais ainda era o fato dele dizer isso para mim. Segurei seu rosto.
– Você não vai falhar Edward. É a pessoa mais capaz que eu conheço. — Confessei, ele me olhou ainda parecendo inseguro.
– Tenho medo de não conseguir atingir as expectativas que todos tem de mim. — Eu estava ficando cada vez mais encantada com esse lado dele. Ele não era mais aquele homem inatingível, parecia tão humano.
– Seus pais te amam e eu tenho certeza que eles só querem o seu bem. Por que não tenta explicar melhor ao seu pai as razões pelas quais você quer fazer esses dois cursos e o quanto isso é importante para você. — Ele sorriu, levantou sua mão e acariciou meu rosto.
– Acho que você tem razão. — Ele colocou sua mão na minha nuca e puxou minha cabeça para baixo até que nossos lábios se encontrassem. O beijo foi delicado e calmo, bem diferente dos beijos cheios de desejo que sempre trocávamos. Eu estava me afundando cada vez mais na minha própria armadilha e isso não parecia melhorar.
Estávamos juntos na minha cama depois que Edward invadiu meu quarto e transamos até cansar, nessas horas agradecia o fato de Esme respeitar minha privacidade e nunca entrar no meu quarto antes de bater. Deitamos de lado e ele me abraçou por trás, o sexo era incrível, mas nada se comparava a ficar presa nos seus braços.
– Onde você imagina que vai estar daqui dez anos? — Perguntei distraidamente enquanto acariciava sua mão.
– Sinceramente? — Me virei e assenti, ele sorriu levemente. — Não vai rir? — Perguntou, cruzei meus dedos sobre a boca.
– Juro que não. — Prometi.
– Eu gostaria de morar em um lugar bem sossegado, com uma bela casa no estilo meio rústico rodeada por árvores e um belo gramado. — Ele se deitou na cama, eu me apoiei no meu braço e o escutei atenta. — Chegar do trabalho e ver meu filho brincando com o cachorro enquanto minha esposa os observa, assim que me visse ela viria correndo na minha direção pulando no meu colo. — Eu não acreditava no que estava ouvindo. Ele só podia estar brincando.
– Ah Edward eu estava falando sério. — Reclamei, ele riu.
– Hei o que a faz pensar que isso não é sério? — Arquei minha sobrancelha e o encarei.
– Você, casado com um filho? Por favor né! — Ele acariciou meu rosto.
– As pessoas podem mudar Isabella. — O modo como ele me olhou e disse aquilo me congelou. Isso poderia ser verdade? Edward seria capaz de mudar?
– Eu não acredito nisso, acho que não podemos mudar quem somos. — Mas quem era o verdadeiro Edward? Esse que estava comigo ou o estúpido e mesquinho que eu sempre conheci? Ele respondeu isso quando começou a gargalhar.
– É, pelo jeito você me conhece mesmo. — Disse ainda rindo.
– Eu sabia, você não me engana.
– Respondendo seriamente sua pergunta, tudo o que eu quero é estar na minha cobertura, com uma ou duas gostosas. — Balancei a cabeça, esse sim era Edward Cullen, fútil e vazio.
– Agora sim faz sentido. — Falei me deitando no seu peito, ele acariciou minhas costas.
– E você? — Suspirei.
– Eu fico com sua primeira opção. — Casada com Edward e observando nosso filho era sem dúvida uma ótima visão. Eu adoraria que ele tivesse falado sério quando disse isso. — Com uma casa desenhada por mim. — Completei. Edward sabia da minha vontade de fazer faculdade de arquitetura.
– Você desenha e eu construo. O que acha? — Levantei minha cabeça e o encarei.
– Perfeito. — Disse o beijando. Naquela noite tudo foi diferente, o toque, os beijos, parecia que o que eu sentia por Edward tinha se multiplicado e depois quadruplicado. Eu estava completamente perdida, não fazia ideia do que estava acontecendo e o que fazer. Eu deveria me vingar e não me envolver com ele, mas Edward tinha um poder sobre mim que eu não conseguia lutar contra, ou melhor, eu não queria.
Notas finais
Qual será a dele?
Bjs e até sábado ;)
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