Last Chance

42 Capítulo 41 - Viagem


Notas iniciais
Como ficarei fora o fim de semana achei melhor postar o capítulo hoje ao invés de segunda :)
Tenho um recado importante no final, não deixem de ler!

O capítulo esta bem recheado, me empolguei durante a semana... rsrsrs... vou me conter nos próximos ;)
Neste teremos um momento fofo Beward, uma viagem, uma cena bem quente desse casal e uma conversa entre Emm e Edward sobre James que o deixará bem mexido.

Espero que gostem ;)

Bella POV

Edward ressonava tranquilamente sobre o meu peito enquanto meus dedos brincavam com seus cabelos e eu tentava entender tudo o que ele havia acabado de me contar. Não podia admitir a ideia de que nossos pais foram assassinados por causa de dinheiro, Edward tinha quase certeza que Carlisle havia descoberto as falcatruas na empresa e confrontado Michael, mas antes que pudesse agir foi morto. Os Cullens não mereciam isso, doía demais saber que não teríamos mais a bondade e o carinho de Esme e Carlisle por causa de um estúpido esquema de corrupção, tudo o que queria era acabar com a raça desses desgraçados, porém minha maior preocupação agora era Edward e o que eles poderiam fazer contra ele, mesmo que me dissesse que Eleazar tinha tudo sobre controle eu não conseguia esquecer esse assunto, para mim essas pessoas eram perigosas demais para que relevássemos suas atitudes. Entretanto Edward não parecia se importar com sua segurança, o que fazia com que eu ficasse ainda mais tensa com toda a situação.

Senti ele se remexendo sob meus braços, ergueu a cabeça e me fitou sonolento, seus olhos ainda vermelhos de tanto chorar. Nessas horas ele não parecia o homem forte e seguro que eu conhecia, me lembrava mais o adolescente meio perdido de outrora. Passei minha mão pelo seu rosto, ele a pegou e beijou minha palma, sorri com seu gesto de carinho, só esperava poder aplacar um pouco da dor que ele sentia.

– Acho que peguei no sono. — Resmungou ainda entorpecido.

– Você estava precisando vida. — Edward abriu um sorriso tímido que logo se desfez e enfiou sua cabeça no meu pescoço me apertando em seus braços, minha mão continuou nos seus cabelos enquanto a outra passava pelos seus braços.

– Estou me sentindo péssimo. — Confessou em um sussurro.

– Eu sei. — Tentei consolar. Edward se ergueu e me encarou novamente, ele parecia tão triste e devastado, meu coração doeu ao ver quem eu tanto amava desse modo.

– Não foi só por tudo o que ouvi hoje. — Explicou e franzi meu cenho confusa. — Enquanto Eleazar me contava o que tinha ocorrido eu fiquei pensando em uma coisa... — Começou dizendo.

– No que? — Edward suspirou.

– Se nossos pais não tivessem morrido, quem estaria aqui com você seria o James.

– Edward... — Tentei dizer, mas ele me impediu de continuar.

– É a verdade, você estaria com James e eu vivendo a minha vida medíocre e vazia. Eu não teria você Bell e por mais que eu sinta falta dos nossos pais, eu não consigo imaginar minha vida sem você e seria assim se eles ainda estivessem vivos. — Pronunciou quase com desespero. — Eu sou um monstro. — Proferiu sem conseguir segurar as lágrimas. Ele tinha razão? Nós não estaríamos juntos se eles não tivessem morrido? Não! Eu não podia pensar assim e nem deixar que Edward se sentisse mal por isso.

– Não adianta ficar preso no passado Edward, eu já libertei meus fantasmas, esta na hora de você fazer o mesmo. — Disse calmamente enxugando seu rosto, ele continuou em silêncio atento as minhas palavras. — Eu sei o quanto amava seus pais, você não é um monstro, mesmo que não tenha sido da melhor maneira, a hora deles chegou, não foram eles que decidiram isso. — O confortei me lembrando de minha mãe biológica e de seu suicídio. — Não temos como saber como seria se eles ainda tivessem vivos, mas uma coisa eu te garanto, cedo ou tarde nós ficaríamos juntos. — Edward acabou sorrindo.

– Você acha? — Perguntou incerto.

– Tenho certeza. Você não me disse que sua mãe nos queria juntos. — Mencionei o que ele havia me contado sobre Esme desejar que ficássemos juntos, bem que eu desconfiava que ela sabia sobre nós.

– Ela gostava do James. — Retrucou com descaso.

– Mas amava você e eu tenho certeza que assim que percebesse que ainda nos amávamos ela não iria desistir até que nos unisse, por bem ou por mal. — Ele pareceu relaxar e me beijou. — Além disso você é meu lembra? — Edward abriu um sorriso lindo e foi como se nada de ruim tivesse acontecido hoje.

– Não sei o que seria de mim sem você anjo e nem quero descobrir. — Sorri também o puxando para mais um beijo.

– Nem eu. — Declarei e ele suspirou.

– Sabe, hoje especialmente me arrependi de ter vendido aquele relógio que nosso pai me deu. Era a única lembrança que eu tinha. — Lamentou, o afastei e me levantei. — Onde vai? — Perguntou confuso.

– Espera só um pouco. — Pedi e segui para o meu antigo quarto, abri o armário e peguei o objeto que havia guardado por tanto tempo, corri de volta ao nosso quarto indo direto para a cama e sentando sobre meus joelhos. Edward me olhava com curiosidade. — Eu ia esperar seu aniversário, mas acho que o momento é mais oportuno. — Ele franziu o cenho confuso. Respirei fundo e estendi o relógio que seu pai havia lhe dado, Edward parecia não acreditar no via.

– Como você conseguiu? — Perguntou perplexo pegando o relógio da minha mão.

– Eu descobri onde você tinha ido, fui lá e comprei.

– Bell... — Sussurrou admirado e me puxou para os seus braços. — Obrigado anjo. Obrigado. — Repetiu me abraçando forte, nos afastou e segurou meu rosto. — Eu te amo. Muito. — Declarou e me beijou com paixão, nos separamos e encarei o relógio.

– É mesmo lindo. — Elogiei o belo relógio negro com detalhes em dourado.

– É sim, meu pai comprou para combinar com meu carro. — Lembrei do Porsche preto que Edward adorava dirigir.

– Sente falta dele?

– Às vezes, sempre fui um aficionado por carros e aquele Porsche era fantástico. — Explicou sem tirar os olhos do relógio.

– Vai comprar um com o dinheiro que o Eleazar vai adiantar da herança? — Achei muito nobre da parte de Eleazar fazer isso por Edward.

– Não, tudo o que receber será para nossa casa. — Sorri abertamente, podia negar, mas saber que Edward preferia nossa casa a um carro me deixava muito feliz. — Além disso estou começando a gostar daquele seu carro. — Com essa eu tive que rir.

– Você gostando do meu simples New Beetle? — Perguntei com espanto, Edward sempre criticava meu carro, dizendo que era lento e feio. — As coisas mudam hein senhor Cullen? Trocando um Porsche por um New Beetle? — Questionei arqueando minha sobrancelha.

– Pois é, pensar que eu achava esse seu carro sem graça. — Não pude deixar de pensar em como os carros representavam de alguma forma a sua antiga vida mais luxuosa e agora sua nova vida ao meu lado, mais simples. — Mas descobri que o New Beetle pode ter suas vantagens.

– Ah é! Quais? — Perguntei genuinamente curiosa.

– Ele é bem espaçoso. — Gargalhei com seu olhar malicioso. — Podemos aproveitar bem isso. — Dei um tapa em seu braço.

– Edward! — Exclamei, ele riu e me beijou.

– Só pensando nas possibilidades anjo. — Explicou sorrindo, fiquei feliz por tirar um pouco daquela tristeza que ele estava sentindo. — Coloca para mim? — Pediu me estendendo o relógio.

– Claro. — O peguei de sua mão e passei pelo seu pulso, Edward me olhava de modo admirado, assim que terminei ele segurou meu queixo e beijou meus lábios com carinho mais uma vez.

– Tudo o que mais quero depois dessa semana é ficar o tempo todo com você. — Declarou me olhando intensamente, era tudo o que eu precisava também.

– E posso saber quais são os seus planos? — Perguntei interessada.

– Queria viajar, já tem um tempo que quero levar você em um hotel que fui quando participei de uma conferência há alguns meses. Não é longe, fica em Milford*. — Essa era uma excelente ideia, seria perfeito sair um pouco de casa e esquecer todas as tribulações que passamos essa semana.

– Adorei a ideia! Quando vamos?

– Que tal amanha às oito? — Perguntou olhando seu novo relógio com um sorriso.

– Fechado. — Respondi entusiasmada, seria nossa primeira viagem juntos.

– Podemos voltar domingo à tarde, assim ainda dá tempo de ir jantar com o pessoal.

– Seria ótimo, eu e as meninas precisamos fechar algumas coisas sobre o casamento. — Completei, antes que Edward respondesse seu estômago roncou. — Acho que tem alguém aqui com fome. — Falei sorrindo. — O que quer comer?

– Não quer pedir alguma coisa?

– Achei que gostava da minha comida. — Reclamei com um bico, Edward riu e me deu um beijo rápido.

– Eu adoro sua comida, só não quero que tenha trabalho.

– Não vai ser trabalho nenhum, assim como gosta da minha comida eu gosto de cozinhar para você. O que vai querer? — Perguntei novamente.

– Se é assim eu quero aquele macarrão que você faz com legumes e frango.

– É pra já. — Falei me levantando, Edward me acompanhou.

– Vou junto. Quem sabe com a prática não consigo finalmente aprender. — Fomos para a cozinha e em meio a risadas e conversas fizemos nosso jantar, não importava o quão ruim tivesse sido nosso dia, quando estávamos juntos nada disso importava, somente nós.

No dia seguinte saímos cedo de casa e pegamos a estrada, Edward dirigia enquanto eu curtia a paisagem e conversávamos, Connecticut ficava linda no outono, as árvores variavam nas cores laranja, vermelho e amarelo e coloriam todo o caminho. Edward me contava sobre o evento da empresa que tinha ido e como gostou da cidade e do hotel, disse que tudo o que podia pensar na época era em nós dois passeando juntos pelos belos parques. Lembrava bem dessa viagem, foi só um fim de semana, mas ainda assim tinha morrido de saudades, mesmo que não estivéssemos namorando ainda.

A viagem foi rápida e logo chegamos ao hotel, fizemos nosso registro e seguimos para o aconchegante quarto, a cama era enorme, logo pulei nela comprovando sua maciez.

– Gostou da cama? — Edward perguntou divertido pulando em cima de mim.

– Gosto ainda mais do que faremos nela. — Falei tentando soar sedutora.

– Depois sou eu que não presto. — Respondeu me beijando, ri entre nossos lábios.

– É a mais pura verdade. Você não presta. — O beijei e levantei em seguida.

– Hei! Achei que íamos ficar na cama. — Reclamou.

– Faremos isso mais tarde agora quero conhecer a cidade e depois ir na piscina. Vamos? — Estendi minha mão e Edward a pegou, saímos do quarto e fomos até a recepção do hotel e pegamos duas bicicletas para conhecer a cidade, o lugar era mesmo lindo, chegamos em um parque e sentamos em um banco só aproveitando a paisagem e a presença um do outro. Em seguida pegamos as bikes e seguimos para um restaurante, comemos a deliciosa comida local e depois demos mais algumas voltas e voltamos para o hotel. Peguei meu biquíni na mala e fui para o banheiro me trocar, me olhei no espelho e fiquei satisfeita com o resultado, quando voltei ao quarto Edward se virou na minha direção e estancou, seu olhar ficou preso no meu corpo.

– Gostou? — Perguntei dando uma volta.

– Merda! Você esta uma delícia. — Falou se aproximando e circulando minha cintura com as mãos.

– Não vejo a hora de tomar um banho de piscina. — Sua expressão na hora ficou dura.

– Nem pensar que você vai sair assim! — Esbravejou.

– Ah não Edward! Não quero saber de ciúmes bobos. Você vem comigo ou vou sozinha. — Declarei colocando um shorts curto e uma regata por cima. — Vamos ou vai ficar? — Ele bufou e me seguiu para fora do quarto. Fomos em silêncio até a piscina aquecida que ficava nos fundos do hotel, ao chegarmos fui em direção a uma mesa, tirei minha roupa e a coloquei sobre a espreguiçadeira, depois caminhei em direção da piscina e entrei na água pela escada que ficava no canto.

– Perdeu alguma coisa? — Ouvi a voz séria de Edward perguntar a um rapaz que estava próximo de nossa mesa e pela sua cara devia estar me olhando. Logo em seguida Edward tirou a camisa e pulou na água, fui em sua direção e passei meus braços pelo seu pescoço. Meu lindo e ciumento namorado.

– Vai ficar com essa tromba? — Ele suspirou ainda sério.

– Não posso evitar. — Respondeu seco. — Além disso esse biquíni no seu corpo não ajuda em nada a situação. — Acabei rindo.

– Deixa de ser rabugento. — Pedi beijando o canto de sua boca, sua postura relaxou um pouco e senti suas mãos circularem minha cintura. O beijei novamente e finalmente um sorriso tímido apareceu.

– Acho que vou precisar mais do que isso. — Ri e o beijei com mais fervor.

– E agora? — Inquiri sorrindo.

– Bem melhor. — Respondeu satisfeito.

– Você é um bobo exagerado.

– Só estou cuidando do que é meu. — Ri alto.

– O que farei com você hein? — Perguntei bem humorada.

– Estava pensando seriamente em voltarmos para o quarto e mostrar o que eu gostaria que fizesse comigo Isabella. — Sussurrou sedutoramente no meu ouvido, meu corpo inteiro pareceu derreter. — Temos uma bela cama para estrear. — Sua mão desceu sutilmente pela minha cintura indo para meu bumbum.

– Edward! — Ralhei dando um tapa em seu peito. — Você só quer subir para que eu não fique andando por aí de biquíni. — Disse o repreendendo.

– Que mal juízo minha doce Isabella faz de mim. — Murmurou beijando meu pescoço. Ele sabia muito bem como mexer comigo, aquela cama ficava cada vez mais tentadora, mas mesmo assim ia me fazer de difícil.

– Pois fique sabendo que eu quero nadar. — Falei e me desvencilhei de seus braços lhe dando as costas e nadando até a ponta da piscina, olhei para trás e vi Edward praguejando e saindo da piscina, foi até a espreguiçadeira e se deitou, seus olhos presos em mim, um garçom se aproximou e eles falaram alguma coisa, com certeza pediu alguma bebida. Preferi ficar na água relaxando e nadei até a outra ponta, permaneci mais um pouco e decidi sair, a piscina não tinha a mesma graça sem Edward. Segui até a escada e sai indo deitar na espreguiçadeira ao seu lado.

– Cansou? — Perguntou me observando.

– Sem você perdeu a graça. — Ele riu. — O que você pediu ao garçom?

– Duas batidas de mirtilo**.

– Hum que delícia! — Seus olhos estavam fixos no meu corpo, me levantei e peguei o roupão de banho que estava pendurado na cadeira. — Pronto agora não vai se distrair. — Falei fechando o roupão, Edward sorriu, segurou minha mão e me puxou para sentar entre suas pernas, fui de bom grado. — Por que saiu da água?

– Se continuasse lá as chances de te atacar contra a parede eram bem altas e imagino que não seja adepta de sexo em local público. — Respondeu com um sorriso malicioso, eu ruborizei completamente.

– Seu tarado! — Exclamei rubra, fiquei feliz por não ter muitas pessoas ali, Edward riu.

– Quem mandou me provocar. — Desafiou beijando meu pescoço, meu corpo parecia pedir o de Edward a todo momento, era indiscritível essa necessidade que eu tinha dele. Felizmente nossas bebidas chegaram antes que eu perdesse minha cabeça, ficamos conversando mais um pouco para então decidirmos subir, assim que entramos no quarto Edward me prensou contra a porta beijando meus lábios com luxúria, sua língua invadia a minha boca vorazmente, com destreza usou uma mão para desfazer o laço do roupão felpudo que eu usava enquanto a outra já mergulhava pelo meu corpo, quando estava só com meu biquíni Edward arrancou a parte de cima com um só puxão. Caramba! Isso era quente. Ele me pegou no colo e enlacei minhas pernas ao redor de sua cintura, sua boca se apossava dos meus seios fazendo com que gemidos desconexos saíssem de mim. Eu adorava quando Edward simplesmente me atacava. Era bom demais. Ele me deitou na cama e subiu os beijos para meu pescoço.

– A senhorita foi uma garota muito arteira Isabella. — Murmurou no meu ouvido.

– Fui? — Perguntei em arquejo.

– Foi sim, usando esse biquíni tentador na frente de todo mundo e me provocando na piscina.

– Eu não provoquei. — Tentei me defender. Os beijos de Edward foram para minha mandíbula.

– Provocou sim. Me deixou duro e morrendo de ciúmes. — Gemi.

– O que vai fazer senhor Cullen? — Edward rugiu roucamente.

– Você me deixa ainda mais louco quando me chama assim safada. — Sua mão desceu pela lateral do meu corpo e seus dedos brincaram com o laço do meu biquíni. — Esta na hora de desembrulhar o meu presente. — Falou me olhando maliciosamente e se sentando aos meus pés sobre seus joelhos, eu estava quase gozando só de ver o seu olhar quente. Edward parecia ver o efeito que tinha sobre mim e se aproveitava disso, sua mão acariciava minha perna ao mesmo tempo que a outra brincava com a parte de baixo da minha roupa de banho.

– Edward... — Gemi seu nome me contorcendo sobre seu olhar faminto.

– O que delícia? — Enrolou seu dedo no laço do meu biquíni.

– Por favor... — Implorei, um sorriso safado despontou em seu lábios, eu sabia que ele ia me fazer implorar.

– O que você quer Isabella?

– Você. Eu quero você. Agora! — Ele levou suas mãos para cada lado do meu quadril e em uma velocidade torturante desfez o laço do meu biquíni e sorriu triunfante. Minha respiração estava em frangalhos, eu estava me contorcendo sem que ele sequer tocasse em mim.

– Vire de costas e segure na cabeceira da cama. — Sua voz soou urgente e fiz o que ele mandou. — Não solte! — Exigiu em um tom grave, apertei a madeira com força, a expectativa estava me matando e me deixando ainda mais alucinada. Senti sua mão subindo pelo interior da minha coxa e gemi alto pela perspectiva do que viria.

– Ahn! Por favor... — Implorei, foi então que ao invés de seus dedos eu senti sua língua na minha intimidade, gozei na mesma hora gemendo alto seu nome, contorcia descontroladamente enquanto Edward continuava me lambendo e sugando com força, quando senti que teria outro orgasmo, ele parou.

– Segura firme! — Mandou e no instante seguinte me penetrou, suas mãos seguravam meus quadris a medida que ele arremetia com força, então uma de suas mãos foi para o meio do meu peito e o senti me puxando para si, soltei a madeira e deixei me levar, Edward colou minhas costas contra o seu tórax, virei minha cabeça e nos beijamos com ardor, suas mãos se dividiam entre minha intimidade e meus seios, eu rebolava e ele continuava me penetrando, sua língua invadia minha boca ao mesmo tempo que seu membro me consumia. A sensação era perfeita, nossos lábios se separaram quando nos faltou ar, mas assim que o calor no meu corpo voltou e eu senti que iria gozar, Edward me beijou novamente e gozamos juntos, gemendo alto e desabando na cama logo em seguida, ele saiu de cima de mim e rolou para o lado, ambos tentando acalmar nossas respirações.

– Uau! — Exclamei com um sorriso, ele virou o rosto na minha direção e sorriu.

– Olha só o que faz comigo anjo. — Reclamou bem humorado, ri me aproximando e deitando sobre seu peito, ele enlaçou minha cintura e beijou minha testa molhada com suor.

– Eu gosto do que faço com você. — Respondi o olhando, Edward retirou os cabelos que estavam grudados no meu rosto e seu sorriso cresceu gloriosamente.

– Eu também, mais ainda o que eu faço com você. — Levantei meu tronco e beijei seus lábios com carinho. — O que acha de um segundo round na banheira? — Ergui minha sobrancelha.

– O que nos temos com banheiros? — Perguntei divertida, Edward riu.

– Acho que partilhamos de um fetiche por eles. — Retrucou e demos risada.

– Vou adorar tomar um banho com você senhor Cullen.

– Assim eu nem saio daqui. — Murmurou me beijando.

– Nem vem. Quero o meu banho. — Reclamei o empurrando.

– Ok. Você manda, já volto. — Disse se levantando e seguindo para o banheiro, ouvi a torneira sendo ligada e logo depois ele apareceu no quarto, antes que me levantasse Edward me pegou no colo, nem reclamei, comecei a apreciar e muito quando ele fazia isso, ao entramos no amplo banheiro da suíte, me colocou no chão e entrou na banheira se sentando, fui em seguida me acomodando em seu colo.

– Esse esta se tornando um dos melhores fins de semana da minha vida. — Refleti ao mesmo tempo que sentia ele passar a esponja pelo meu abdômen.

– Posso saber qual é o primeiro? — Perguntou beijando meu pescoço.

– Foi há exatamente uma semana. — Edward sorriu largamente.

– Nossa tão aguardada reconciliação. — Respondeu contente.

– É, depois de tantos anos finalmente ficamos juntos.

– E agora vai ser para sempre. — Virei o rosto e encarei seus lindos olhos azuis.

– Para sempre. — Afirmei e o beijei com doçura, deitei minha cabeça em seu ombro, apertei seus braços ao redor da minha cintura e fiquei brincando com os pelos dos seus braços. — Estava pensando em um coisa e queria sua opinião.

– Pode dizer.

– Estou querendo abrir meu próprio escritório de arquitetura, sei que no começo não dá para ser algo grande, mas estava pensando em pegar alguns projetos pequenos e ir trabalhando neles. O que acha?

– Acho que vai dar muito certo amor.

– Jura?

– Claro, assim que recebermos o dinheiro da herança, você pode abrir um escritório no centro para receber seus clientes.

– Edward eu não quero esse dinheiro. — Fui incisiva, para mim essa herança só pertencia a Edward.

– É nosso dinheiro Bell, você querendo ou não. — Suspirei derrotada.

– Não quero discutir por causa disso.

– Não vamos discutir. Acho ótima sua ideia de abrir seu próprio negócio e tenho certeza que vai dar muito certo, mas não dá para ficar indo na casa dos clientes, com o tempo vai precisar de um lugar para trabalhar com mais liberdade, por isso a melhor solução é algo no centro, de preferência perto da Cullen's. — Com essa eu tive que rir.

– Muito conveniente para o senhor hein. — Apontei.

– Pode me culpar por querer minha mulher o mais perto de mim? — Questionou me apertando contra o seu corpo.

– Não, não posso. Veremos essa ideia do escritório depois, por hora irei até a casa dos clientes.

– Ok, já pensou em nomes para dar a sua empresa.

– Estava pensando em N'Arch, uma abreviação de nova arquitetura.

– Bem legal, gostei muito.

– Vou na segunda mesmo pegar os documentos na prefeitura e avisar alguns clientes antigos.

– Acho que posso indicar alguns também. — Falou animado. — O Benjamim vai se borrar quando souber que você esta na área.

– Ele era tão diferente quando começamos a trabalhar juntos, até cheguei a pensar que com o tempo poderíamos ser sócios. Ledo engano. — Lamentei chateada.

– Infelizmente é o que você disse amor, tem muita gente que se deixa levar pelo dinheiro e foi esse o caso do Benjamim.

– Pois é, mas não quero mais falar sobre ele. Quero te contar as ideias que estou tendo para nossa casa. — Disse empolgada mudando de assunto, então começamos a falar sobre o que ambos queríamos, apesar do projeto externo estar pronto, por dentro ainda não havíamos discutido muito, e pelo o que estávamos conversando, nossas ideias para o interior eram bem diferentes.

Depois do banho fomos para o quarto, me troquei enquanto Edward ligava para o serviço de quarto e pedia nosso jantar, queríamos algo bem intimo, assim que nossa comida chegou nos sentamos na antessala e comemos, Edward me contava das suas loucuras quando estudava na Inglaterra e eu o que aprontava com as meninas e os rapazes quando estava na faculdade, evitei falar de James, sabia que esse ainda era um assunto delicado para Edward, o que entendia perfeitamente, pois se fosse ao contrário também morreria de ciúmes, por esse motivo achava melhor evitar falar sobre isso.

Assim que jantamos, fomos dar uma volta pela cidade, aproveitamos e paramos em uma doceira para fazer nossa sobremesa, tudo estava maravilhoso e a companhia era ainda melhor. Quando voltamos para nosso quarto tomamos um banho separadamente e nos deitamos, ainda conversando sobre nosso dia e os planos para a semana que incluía começar a procurar um terreno para nossa casa, estava cada vez mais empolgada com a perspectiva do nosso futuro.

Edward POV

Eu tinha certeza que não tinha como minha vida ficar melhor do que já era, isso seria impossível. Depois de um semana cheia de contratempos e problemas, pude finalmente relaxar e curtir minha linda namorada em paz, nosso passeio foi perfeito e delicioso, a cada momento que passávamos juntos eu a queria mais, Bell fazia com que meus medos e dúvidas simplesmente desaparecessem me trazendo tranquilidade e harmonia que era tudo o que eu estava precisando.

Quando chegamos em casa no domingo à tarde já me sentia bem melhor em relação a tudo o que tinha ocorrido na sexta feira. Isabella tinha toda razão, de nada adiantava ficar sofrendo por algo que eu não tinha como saber, o que realmente importava era que estávamos juntos agora, o resto era passado e era lá que deveria ficar.

Nos arrumamos e fomos encontrar o pessoal na casa de Alice e Jasper, tínhamos mudado nosso encontro semanal que sempre ocorria no sábado, pois Emm e Rose também tinham ido viajar, afinal a família deles precisava saber pessoalmente que iriam se casar. Rose não escondia a animação e logo puxou Bell e Alice para conversarem sobre os planos do casamento, Jasper não estava, pois precisou ir ajudar seu irmão que estava precisando de algumas aulas particulares de história, então ficamos somente eu e Emmett na sala em completo silêncio, o que era bem estranho, já que Emm raramente calava a boca.

– E como foi com os sogros? — Perguntei tentando quebrar o gelo.

– Bem, eles aceitaram numa boa.

– Que bom.

– É, o pai de Rose decidiu pagar todo o casamento o que a deixou ainda mais nas nuvens. — Completou ainda pensativo.

– Posso imaginar. — Essa situação estava esquisita demais, até parecia que éramos dois estranhos. — Emmett qual o problema? — Indaguei diretamente.

– Eu preciso falar com você, mas não sei por onde começar. — Franzi meu cenho confuso.

– Sobre o que? — Emm se levantou, ele estava claramente nervoso, respirou fundo e pareceu finalmente tomar coragem.

– James. — Tentei disfarçar o incômodo que senti ao ouvir esse nome.

– O que tem ele?

– Você sabe que enquanto ele e Isabella namoraram nos tornamos amigos não é?

– Sei sim Emmett. -Respondi simplesmente. — Você quer que ele seja seu padrinho no meu lugar? É isso? — Meu problema principal com essa hipótese não era nem deixar de ser padrinho de Emm, afinal isso seria até normal já que eles se conheciam há mais tempo que nós, mas a ideia dele entrar com Isabella na cerimônia estava me corroendo.

– Não! — Emmett negou na hora, o que me trouxe um alivio instantâneo, talvez o assunto fosse outro. — James é um grande amigo, mas eu não trocaria o padrinho que tenho agora. — Sua declaração meio que me pegou de surpresa, apesar de nossa relação ter evoluído e muito não podia imaginar que Emmett me considerava tanto.

– Poxa, obrigado cara. Só que agora eu fiquei confuso, o que tem para me dizer sobre o James?

– Eu queria falar com você antes para não ficar um clima estranho, mas eu gostaria de convidar ele para o casamento. — O que eu deveria dizer? Que não queria por que tinha medo que Bell o visse e se arrependesse de ter ficado comigo? Merda! Como pode só a menção da presença dele me fazer duvidar de tudo o que já passei com Isabella?

– Ele é seu amigo Emmett, pode ficar tranquilo que estou de boa com isso. — Falei tentando parecer firme em minha resposta, Emm abriu um sorriso.

– Valeu Edward! Estava achando que iria surtar e eu teria que te dar um soco. — Disse rindo mais relaxado.

– Não é para tanto. — Tentei brincar, só que a notícia de que James iria estar no casamento me desestabilizou completamente, durante todo o jantar procurei me focar na conversa e brincadeiras que faziam uns com os outros, mas sempre me via perdido em pensamentos. A noite terminou e eu praticamente nem vi, sabia que era bobeira minha, entretanto a minha mente ainda martelava, imaginando como seria quando eles se reencontrassem. Isso acenderia alguma fagulha? Bell ainda sentia algo por ele? James tentaria se reaproximar?

– Edward! — Ouvi Bell me chamando e só então percebi que já estávamos deitados na cama em nossa cama, ela me olhava preocupada. — O que houve? Você esta estranho desde o jantar.

– Besteira minha anjo. — Desconversei.

– Não é não. Me fala. — Não vi outra alternativa a não ser a sinceridade, mesmo sabendo que Bell ficaria chateada comigo.

– Emmett queria dizer algo importante.

– É sobre o Emm convidar o James? — Perguntou normalmente.

– Você sabia?

– Rose comentou algo sobre isso. — Explicou como se não fosse algo importante. — É por isso que esta preocupado? Tem medo que eu sinta algo quando nos reencontrarmos? — Perguntou no mesmo instante, Bell me conhecia como ninguém.

– Você ia casar com ele, eu sei lá, me sinto vulnerável sabendo que estará tão perto.

– Aquele pedido foi um erro Edward, você sabe disso. Eu aceitei na esperança de te esquecer, mas não adiantou. — Ela suspirou e me encarou.

– Eu ouvi tantas vezes você dizendo que o amava. — Murmurei cabisbaixo.

– Eu pensei que amava. — Confessou em um sussurro. — Não vou negar que fui feliz com James enquanto ficamos juntos, nós nos dávamos bem por que éramos muito parecidos, em tudo, acho que até nossos defeitos eram os mesmos. — Disse sorrindo. Isso era algo que eu já havia percebido. — Mas a verdade é que nem mesmo com ele eu consegui esquecer você, eu quis amar o James e com o tempo eu achei que o que sentia por ele fosse amor, só que me enganei completamente, pois quando você voltou tudo o que eu queria era correr para os seus braços, apesar de negar isso para mim mesma.

– Se eu não tivesse voltado vocês ainda estariam juntos. — Afirmei desgostoso, essa era uma péssima perspectiva e de novo eu estava preso ao passado.

– Eu não sei. — Respondeu sinceramente.

– Tenho certeza que sim, estariam casados e viveriam felizes. — Falei amargamente.

– Esta me culpando por me envolver com James? É isso? Até parece que você ficou sozinho todo esse tempo. — Retorquiu séria.

– Eu tive sim muitas mulheres, mas sempre foi só sexo, nunca me envolvi emocionalmente com ninguém. — A acusei.

– E o que você queria? Que eu esperasse uma pessoa que só me desprezou e que eu achava que não me amava? Que eu fosse infeliz? — Esbravejou se levantando da cama.

– Você deveria ter ficado com ele se era tão feliz assim! — Retruquei nervoso sem ao menos pensar, mas quando vi o olhar triste de Bell percebi a burrada que havia dito.

– Não acredito que esta me dizendo isso depois de tudo o que passamos e principalmente com o fim de semana maravilhoso que tivemos. — Expressou chateada me olhando com magoa, encarei o relógio em meu pulso que ela tinha recuperado. Como eu podia duvidar do que Isabella sentia por mim? Ela sempre mostrava o quanto me amava e me queria ao seu lado.

– Droga! Me desculpa Bell. Eu sou mesmo um imbecil! — Praguejei pesaroso, peguei a mão dela e a puxei para o meu colo, ela veio um pouco reticente. — A última coisa que eu quero é brigar com você, só que eu perco a cabeça quando o assunto é o James. — Confessei aborrecido, a postura de Bell suavizou e ela me abraçou.

– Sei que essa situação não é fácil, mas eu não quero mais ninguém. Você precisa entender isso, James foi importante, só que você é vital para mim. Nada se compara ao que eu sinto por você Edward, é como se eu estivesse tomando sorvete de creme e subitamente colocassem calda quente de chocolate com pedaços de marshmallow por cima. — Acabei sorrindo com sua comparação. — Minha vida ficou muito mais gostosa e completa com você nela. — Declarou encostando sua testa na minha.

– Eu sei bem o que é isso. — Falei acariciando seu rosto com delicadeza, Bell não merecia ter ouvido tudo o que disse. — Eu não te culpo por tentar ser feliz com o James, eu só me arrependo das escolhas que eu fiz, se eu não tivesse sido um covarde nós estaríamos juntos desde o inicio e nada disso teria acontecido. Se alguém tem culpa de algo sou eu.

– Já te disse que não adianta ficarmos pensando nisso, é passado. Meu presente e futuro são com você senhor Cullen. — Era impossível não sorrir quando ela me chamava assim. — Tudo o que eu quero de James é que ele possa ser feliz assim como eu sou com você, ele merece. — Me acomodei melhor na cama e trouxe Bell para deitar sobre o meu peito.

– Eu sei, tentei muito sentir raiva dele, mas confesso que era bem difícil. — Comentei torcendo os lábios, Bell riu.

– Não vai fazer cena no casamento do Emm viu. — Me alertou.

– Vou me comportar como um cavalheiro, prometo. — Disse beijando sua testa, agora que tinha conversado honestamente com Bell me sentia bem melhor sobre James, por isso decidi mudar de assunto e falar sobre algo mais agradável. — Já pensou em como vai querer o terreno da nossa casa? — Perguntei interessado, durante a semana iríamos marcar com um corretor e ver alguns lugares.

– Árvores e gramado. — Respondeu sorrindo.

– Estava pensando em um lago também. O que acha?

– Não é perigoso para as crianças. — Sorri largamente ao ouvir Bell falando sobre filhos.

– Podemos cercar quando ele ou ela nascer. — Opinei. — Além disso não vou perder de vista nosso filhote. — Bell riu.

– Crianças são bem ativas Edward, acho que não imagina o trabalho que vai ter.

– Hei, eu sou quase um atleta, aposto que darei uma canseira neles. — Isabella riu ainda mais.

– Quero só ver papai. — Falou e me beijou com delicadeza.

– Não vejo a hora da nossa casa estar pronta e começarmos nossa família. Tudo o que mais quero é uma vida inteira com você Isabella.

– Eu também. — Respondeu e se aconchegou mais no meu corpo. Ri com um pensamento que me ocorreu.

– Do que esta rindo?

– Já imaginou o Emm e a Alice com filhos? — Bell riu também.

– Os filhos da Alice vão parecer modelos de catálogo e os do Emmett só vão aprontar. Pobre Rose e Jasper. — Lamentou ainda rindo. — Mesmo assim tenho certeza que serão ótimos pais e tios.

– É verdade. Essas crianças vão ser afortunadas. — Disse concordando. — Especialmente nossos filhos com essa mãe maravilhosa que terão.

– Acha mesmo que serei uma boa mãe? — Perguntou sem jeito.

– Absoluta. Por que? — Será que Bell estava mudando de ideia?

– Eu sempre quis ter uma família, mas agora estou com medo de não ser boa o suficiente, é muita responsabilidade. — A apertei nos meus braços.

– Você não vai estar sozinha, além disso é a pessoa mais amorosa, amiga, companheira, esperta, divertida, linda e sensata que eu conheço, vai se sair muito bem. — Falei ao pé de seu ouvido.

– São muitos adjetivos. — Apontou sorrindo.

– Eu só falei alguns, sou um homem de muita sorte por ter alguém como você ao meu lado anjo. — Confessei passando meu dedo pelo seu rosto carinhosamente.

– Verdade, você tem mesmo muita sorte. — Respondeu faceira.

– Tenho é? — Questionei e comecei a fazer cócegas nela. — Esta minha namorada esta muito convencida. — Bell ria alto.

– Aprendi com você. — Respondeu rindo, a deitei sobre a cama e a observei com calma, Isabella esticou o braço e acariciou meu rosto, ambos aficionados um pelo o outro, fechei os olhos afim de aproveitar seu toque delicado, ela contornou meus lábios com o dedo indicador, sorri e abri meus olhos em seguida, me aproximei lentamente e a beijei com delicadeza saboreando seus lábios nos meus, depois de tudo o que passamos para ficarmos juntos, a única certeza que eu tinha era que minha vida só seria completa com Isabella ao meu lado.


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* Cidade próxima a New Haven, Connecticut.



** Pequena fruta originária na América do Norte



Notas finais
Muito boa essa viagem hein. Adoraria fazer uma assim com o Edward ao meu lado *-* Mas como ele é da Bella, não me importo que a viagem seja com o James...kkkkkkkkk...
Acho uma fofura quando eles falam sobre o futuro, o Edward vai ser um pai babão... rsrsrs

No próximo teremos uma passagem de tempo e a construção dessa casa vai ganhar vida, os dois vão ter algumas discussões bobas sobre isso, pois como dizem os sábios, não existe nada que coloque mais um amor a prova do que fazer uma reforma juntos, imaginem eles que vão construir tudo do zero... kkkkkkk

Tenho um recado importante a dar, quem viu no face já sabe do que se trata:
Bom infelizmente por causa de alguns compromissos que surgiram meu tempo foi reduzido drasticamente.
Eu tinha cogitado terminar a fic em dois capítulos, mas pensei melhor e vi que fazer um final corrido não seria justo nem com vocês e nem com a história, por esse motivo vou continuar do modo como tinha planejado, abordando tudo o que eu queria com calma, podem ficar traquilas que eu NÃO vou abandonar a fic, só vou demorar um pouco mais para finalizar, já que só conseguirei postar uma vez por semana, tinha dito que seria todo sabado, mas esse dia pode variar para sexta também.
Sempre que for possível postarei os trechos na página do face para aplacar um pouco da curiosidade durante a semana :)

Também preciso pedir desculpas gente! Acabei me empolgando nos capítulos e a fic ficou bem maior do que eu imaginava, cheguei a comentar que não passaria do capítulo 40 e não foi o que aconteceu.
Bom, eu gostaria de deixá-las a par do que ainda falta abordar na fic (não é necessariamente nessa ordem que as coisas vão acontecer):
- Casamento do Emm e da Rose;
- Construção da casa de Edward e Bella;
- Despedida de solteiro de Rose e Emm;
- Prisão de Michael e da sua quadrilha;
- Pedido de casamento do Edward *-*;
- Casamento e lua de mel da Bella e Edward;
- Nascimento de certo alguém... rsrsrs;
- Mais alguns detalhes que deixarei em off por hora ;)

Não posso garantir um número exato, pois já fiz isso e fiquei bem longe de acertar... rsrsrsrs... No momento estou pensando em fechar a fic com mais ou menos 10 capítulos até o epilogo... Veremos se dessa vez eu consigo seguir isso :)

Obrigada por acompanharem a história e espero que continuem apesar desse contratempo.

Bjs e até o próximo ;)

Quem quiser pode conferir os trechos, fotos e trilhas deste capítulo e do próximo na página do face:
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