Last Chance
31 Capítulo 30 - Finalmente
Notas iniciais
OMG! Nem acredito que recebi mais uma recomendação. Muito obrigada Felina.
AMEI*-*
Dedico este capítulo a você e a todas essas leitoras lindas e maravilhosas que tenho!!! Nem tenho palavras para agradecer o carinho de vocês :')
Ahhh! Adorei saber que querem mais momentos do Edward e da Bella, confesso que essa era minha ideia, mas achei que ia ser legal perguntar para ver se vocês gostariam disso também, que bom que sim =D
O capítulo de hoje começa meio engraçadinho, inspirado pelos meus dias de resfriado (espero que consigam entender o que a Bella fala... rsrs) e pelo fato de não ter nenhum Edward ao meu lado decidi incorporar isso na historia... Não ficou tão ruim, eu acho... kkkkkkkkkkk... Uma das características que mais amo no Edward é o cuidado que ele tem pela Bella, tão fofo *--*, na segunda parte finalmente o tão aguardado beijo e suas consequências, ainda estou aprendendo a escrever lemons, mas acho que deu para ficar razoável... rsrsrs... aviso está quente ^^
Espero que gostem ;)
Bella POV
Seis meses se passaram desde que Edward havia saído do hospital e que nós, ou melhor, eu, havia pedido um tempo, ele concordou que devíamos ir devagar, principalmente por que sabia que eu precisava disso para poder voltar a confiar nele e então ficarmos juntos. Edward assim que se recuperou voltou ao apartamento que dividia com Seth, ainda que não morássemos no mesmo lugar sempre estávamos próximos e nossa relação estava ainda melhor que naquelas três semanas que ficamos sozinhos enquanto James viajava, não era difícil entender o por que disso, afinal agora tínhamos esclarecido tudo, só faltava realmente eu tomar uma atitude, mas meu medo ainda existia. Eu sabia que era ridículo, já que Edward mostrava de todas as formas como havia amadurecido e que não era mais aquele jovem prepotente, mesquinho e egoísta, porém eu permanecia reticente a me entregar completamente a ele. Meu temor aumentava quando eu pensava que ele não esperaria para sempre e que uma hora se cansaria e iria atrás de alguém que não tivesse medo de se entregar a ele completamente. Bufei chateada, se isso não bastasse estava me sentindo péssima, pois havia tomado uma baita chuva no dia anterior quando voltava do escritório e agora nem conseguia levantar para ir trabalhar, como ainda eram seis horas iria esperar para ligar e avisar que não ia hoje, sentei na cama com certa dificuldade, coloquei a mão na testa e percebi que estava quente, sem contar que meu nariz estava congestionado e minha cabeça me matando. Também tinha que ligar para Edward e dizer que não poderia correr com ele hoje, porém antes que pegasse o telefone a campainha tocou, só podia ser ele, com muito sacrifício sai da cama me enrolando nas cobertas e indo em direção da porta a abrindo.
- Oi. — Falei fracamente, Edward me olhou assustado.
- O que houve?
- Dada. — Merda de nariz. Praguejei mentalmente, Edward sorriu.
- Dada?
- Nada. — Tentei falar de novo mais lentamente.
- Isso não me parece nada. — Ele ergueu a mão e tocou meu rosto. — Bell você esta queimando. — Disse sobressaltado.
- É, eu tobei uba chuba ontem. — Edward riu pelo modo que falei, mas seus olhos continuaram preocupados. — Ia digar paga dizer que dão ia hoje.
- Espero que não vá trabalhar também. — Assenti.
- Bou digar dá depois. — Expliquei, sem cerimônia ele entrou no apartamento. — Eguard é belhor bocê ir, dão quero que fique doente também. — Edward me olhava divertido.
- Eguard? — Questionou com um meio sorriso no rosto.
- Beu dariz tá ruim ok. — Falei cruzando os braços e me apertando mais no cobertor. — Bou deitar. Fecha a porta quando for. — Cheguei no quarto e desmontei na cama quando ouvi a porta bater, com certeza ele já tinha ido. Devia ligar na farmácia e pedir um antitérmico, mas não sentia vontade nenhuma de levantar. Senti a cama afundar e levantei meu rosto que estava enfiado no travesseiro. — O que tá fazendo aqui? — Perguntei assim que o vi na minha frente.
- Achou mesmo que ia deixar você sozinha? — Não podia negar que o fato dele ficar tinha me deixado feliz, mesmo assim não queria dar trabalho para ele.
- Eguard... — Antes que dissesse mais alguma coisa ele me cortou.
- Shii. Não fala nada, pois não vou sair daqui. — Garantiu tocando o meu rosto com carinho. — Tem um termômetro?
- No bagueiro. — Edward se levantou e logo já estava de volta com o termômetro em mãos.
- Levanta o braço. — Pediu delicadamente, levantei e ele posicionou o termômetro na minha axila, abaixei o braço e ficamos ali em silêncio enquanto ele acariciava meu rosto e me fitava ansioso. Exagerado, não é pra tanto. Mas era óbvio que ele iria se preocupar, Edward se afligia com qualquer bobagem que acontecesse comigo, era tão cuidadoso. Maldito medo que me impedia de ficar com ele! Assim que o termômetro apitou Edward o pegou. — 39°. — Falou com o semblante preocupado.
- Até que dão esta alta. — Ele me lançou um olhar fulminante.
- Como que 39° não é alto. — Revirei meus olhos. Exagerado. - Vou chamar um médico. — Anunciou, antes que se levantasse segurei sua mão.
- Dão precisa.
- Bell...
- Eguard é só ficar em repouso e tobar um antitérbico.
- Acho melhor chamar um médico. — Tentou argumentar.
- Confia em bim. — Pedi, ele suspirou.
- Ok, mas se a febre não abaixar vou ligar para o médico. — Alertou, assenti concordando. — Acho melhor tomar um banho então, minha mãe fazia isso quando eu era criança e ajudava abaixar a temperatura. — Na hora me lembrei de Esme, ela realmente fazia isso quando tínhamos febre, mesmo assim neguei, estava frio demais para sair da minha cama
- Dão. — Respondi birrenta.
- Bell vai ser bom para você. — Disse incentivando e levantando a coberta.
- Tá fio. — Resmunguei batendo os dentes.
- Por isso mesmo não pode ficar tão coberta. Consegue tomar banho sozinha ou quer que te acompanhe? — Vi que ele falava sério e não estava brincando.
- Dem pensar. — Edward relaxou um pouco e riu.
- Você fica uma gracinha falando assim sabia? — Mostrei a língua para ele. — Vem Bell. — Pediu estendendo sua mão na minha direção, bufei, mas acabei segurando ela, Edward me ajudou a ficar de pé. — Esta bem mesmo? — Perguntou preocupado. — Tem certeza que não quer ajuda?
- Tô bem, dão precisa tobar banho cobigo. — Brinquei, Edward sorriu.
- Ok, deixo passar dessa vez. — Acabei sorrindo pelo modo que falou. Teríamos outra vez então? Fui até o banheiro com ele no meu encalço.
- Pode ir. — Avisei, seus olhos pareciam tão aflitos, me aproximei e toquei seu rosto. — Vou ficar bem. — Afirmei, ele colocou sua mão sobre a minha.
- Posso deixar a porta destrancada? — Talvez fosse melhor, vai que eu precisasse dele. Hum. Edward e eu no chuveiro, isso não era uma má ideia, Para de pensar nisso Isabella! Minha mente alertou. — Isabella? — Edward me chamou e acabei corando por causa dos meus pensamentos nada inocentes, felizmente já estava vermelha por causa da febre e ele nem ia perceber meu rubor.
- Ok, pode deixar destrancada. — Concordei, ele se aproximou e beijou minha testa com carinho. Amava quando fazia isso.
- Qualquer coisa é só gritar. — Sorri e então ele saiu do banheiro, entrei no box e quase congelei quando liguei o chuveiro, fiquei ali um bom tempo e acabei acostumando com a temperatura da água, era exatamente isso que eu precisava. — Bell tudo bem? — Ouvi Edward perguntar do lado de fora.
- Tô sim, já bou sair. — Me enrolei em uma toalha me enxugando rapidamente, coloquei minha calcinha e sutiã e vesti meu roupão, assim que abri a porta vi Edward sentado na cama com o semblante apreensivo, quando me viu sorriu aliviado.
- Como esta se sentindo?
- Belhor.
- Aqui. — Me estendeu um xícara e um comprimido.
- O que é?
- Leite quente e um antitérmico, acabaram de entregar da farmácia. — Nossa! Demorei mais do que tinha pensado no banho. Peguei a pílula e tomei indo para cama, Edward me cobriu só com o lençol.
- Ainda tô com fio. — Reclamei com um bico, ele sorriu.
- Eu sei, mas não é bom ficar coberta. — Advertiu.
- Onde viu isso? — Perguntei intrigada.
- Na internet. — Disse mostrando seu telefone. Sorri balançando a cabeça. — Caso sua febre não abaixe faremos uma compressa, é bom tomar água também e se alimentar com algo leve. — Caramba! Ele pesquisou mesmo. — Esta com fome? — Neguei. — Ah! Já liguei para seu trabalho e avisei que não ia.
- Como achou o telefone?
- Estava na sua agenda. Fiz mal?
- Claro que dão. — Ele se sentou na minha frente e passou a mão pelo meu rosto.
- Esta mais fresca. Não quer mesmo que chame o médico? — Ele não desistia.
- Dão precisa, já be sinto bem. — Edward pareceu mais calmo.
- Sabe como pode melhorar mais ainda? — Franzi meu cenho.
- Cobo?
- Li na internet que uma transferência de calor pode ajudar a abaixar a febre.
- Transfeguencia de calor? — Perguntei confusa. Nunca tinha ouvido falar nisso em caso de febre, só em caso de hipotermia.
- É, nos abraçamos sem roupa e... — Antes que ele terminasse joguei um travesseiro nele.
- Seu sapado. Dão respeita dem uba doente. — Acusei. Ele riu.
- Bell é o que a internet disse. — Tentou se explicar, sabia que ele estava inventando.
- Eu dão bou fazer tudo o que a interdet diz. — Edward continuou rindo e se deitou ao meu lado na cama.
- Pode ser de roupa então. — Abriu os braços me chamando, não resisti ao convite e me deitei sobre o seu peito. — Mas ainda acho que sem roupa seria melhor. — Dei um tapa no seu peito, ele gargalhou. — Você gosta mesmo de me bater hein. — Sorri me lembrando que sempre que Edward dizia alguma idiotice eu lhe dava um tapa.
- Bocê berece.
- Eu bereço? — Perguntou fazendo graça com o jeito que estava falando.
- Paga Eguard! — Droga de nariz inútil. Nem mandar o Edward parar eu podia.
- Pagar o que? — Questionou sem parar de rir, não aguentei e acabei rindo também me apertando mais em seu corpo, felizmente ele parecia mais tranquilo e menos tenso e preocupado.
- Obigada. — Agradeci o olhando, Edward beijou minha testa, fechei os olhos sorrindo, ele cuidava tão bem de mim.
- Não existe lugar que eu preferia estar a não ser aqui Bell. — Respondeu serenamente, foi então que meu medo se pronunciou. Quanto tempo ele aguentaria essa minha relutância em ficarmos juntos? — Eu sempre estarei com você. Sempre. — Disse como se tivesse respondendo minha pergunta não feita, o olhei com carinho.
- Eu te abo. — Ele sorriu largamente e beijou meu nariz. Era normal dizermos isso um para o outro mesmo que não estivéssemos necessariamente juntos, esse era o relacionamento mais estranho que já vi, não éramos namorados, nem amigos com beneficio, éramos simplesmente Bella e Edward.
- Eu também te abo. — Declarou com aquele sorriso lindo no rosto. Coloquei minha cabeça no vão do seu pescoço e finalmente adormeci acomodada no calor do seu corpo. Sabendo com certeza que ele estaria ali quando eu acordasse.
Edward POV
Bell já estava se sentindo bem melhor, mesmo assim não a deixei em paz até que estivesse recuperada, insisti que ela deveria ao médico, mas Isabella era teimosa demais. Quatro dias depois estávamos em seu apartamento cozinhando, ou melhor, ela cozinhava enquanto eu cortava os legumes, sábado era nosso dia e sempre fazíamos algo diferente. Eu sentia que as coisas entre nós estavam evoluindo, mesmo assim eu nunca sabia o que se passava pela cabeça de Isabella e o que ela poderia estar pensando.
- Hum acho que podia cortar mais fino. — Bell chamou minha atenção apontando para os tomates.
- Hei estão cortados a perfeição. — Respondi sorrindo, ela riu.
- Acho que cozinha não é a sua Edward. — Falou brincando, mas me incomodei com aquilo. Eu nunca seria como James. Será que era por isso que ela não se entregava a mim? Seria possível que ela ainda sentisse algo por ele? - Que foi? — Me perguntou percebendo meu silêncio já que eu raramente ficava quieto. A olhei seriamente.
- Você sente falta dele? — Bell me encarou confusa. — James. — Esclareci.
- Eu tenho um carinho muito grande por ele, mas não, eu não sinto falta dele. — Explicou, pelos seus olhos percebi que falava a verdade, eu sabia como James havia sido importante para Isabella e mesmo que isso me incomodasse eu não podia reclamar. — Por que esta perguntando isso?
- Eu acho que nunca serei tão bom quanto ele. — Confessei meu medo. Bell se aproximou.
- Edward James não é perfeito, ninguém é, vocês são muito diferentes, só isso.
- É disso que eu tenho medo Bell, nada do que você gostava nele eu tenho, eu não sou romântico, não sei cozinhar, não sou... — Ela colocou a mão sobre meus lábios.
- Você é o Edward e eu amo quem você é. — Declarou sem tirar seus olhos dos meus. — Amo como você fica neurótico quando qualquer coisa acontece comigo, amo o modo doce como cuida de mim, amo quando sorri, amo até quando fica convencido, amo tudo o que eu sinto quando estou ao seu lado. Eu te amo Edward, só você. — Não pude ficar quieto ouvindo uma declaração de amor tão linda, tomei seus lábios nos meus de modo selvagem, quando nossas bocas se tocaram eu quase perdi minha razão, seu cheiro, seu gosto, era tão bom, muito melhor do que eu podia me lembrar, nossas línguas travavam um batalha deliciosa, mas infelizmente ficamos sem ar e nos separamos, a encarei e vi a burrada que havia feito. Eu tinha que ir com calma e não atacar ela. Merda!
- Bell desculpa. — Pedi ofegante. — Eu sinto muito. — Felizmente ela não parecia chateada, na verdade estava linda, seu rosto sereno, os lábios ainda mais convidativos.
- Se alguém aqui deve desculpas, sou eu, que demorei demais para tomar uma atitude. — Falou e me beijou novamente, não sabia o que pensar. — Eu quero você Edward. — Gemeu na minha boca, sai do transe, mas antes que a pegasse no colo, ela se afastou sorrindo indo desligar o fogão, então veio em minha direção e me beijou calmamente. — Acho que temos algumas contas a acertar senhor Cullen. — Disse maliciosamente colocando seus braços nos meus ombros, sorri a pegando no colo e colando nossos lábios com volúpia, fui praticamente correndo para meu antigo quarto a colocando sobre a cama ao mesmo tempo que tirava minha roupa com pressa, ela ria enquanto tirava sua própria roupa, a olhei e não pude acreditar que a estava vendo daquele modo de novo. — Vai ficar só olhando? — Isabella perguntou com um sorriso sacana, balancei a cabeça e avancei sobre ela.
- Com certeza não gostosa. — Passei minhas mãos pelo seu corpo pensando em como iria me controlar para poder dar a Bell a primeira vez que ela merecia. Tentei afrouxar um pouco meu aperto sobre ela e diminui a potência dos meus beijos.
- Edward. — Chamou puxando meu cabelo e me fazendo a encarar. — Faça amor comigo depois agora eu preciso que me foda. — Soltei um gemido rouco ouvindo ela pedir o que eu mais queria.
- Safada. — Murmurei no seu ouvido apertando sua coxa com vontade, ela gemeu em aprovação.
- Sua safada. Agora me fode gostoso Edward. — Pediu gemendo. Porra! Essa mulher ia ser meu fim. Beijei seus seios com desejo, sua pele me enlouquecendo.
- Tão deliciosa. — Sussurrei enquanto minha língua trabalhava em seu mamilo e a outra apertava e puxava seu outro seio, Isabella gemia e se contorcia na cama, dei um forte chupão que com certeza deixaria marca, ela soltou um grito alto, sorri contra sua pele, descendo meus beijos, lambendo todo o caminho, logo cheguei entre suas pernas. — Esta pronta para mim? — Perguntei passando a língua pela parte interna de sua perna, Isabella gemeu, dei um tapa na sua bunda. — Fala Isabella! — Exigi, ela se remexeu.
- Estou muito pronta para você. Me come Edward. — Com um pedido assim como eu poderia recusar, coloquei meu nariz em sua intimidade e seu aroma me fez louco, puxei seu corpo e praticamente a engoli, Isabella rebolava ensandecida enquanto eu provava a mais deliciosa iguaria, ela agarrou fortemente meus cabelos enquanto minhas mãos seguravam firmemente suas pernas, logo senti que ela iria atingir o ápice, eu mesmo não estando dentro dela já não estava me aguentando, Isabella era gostosa demais, seu corpo tencionou e ela sobressaltou na cama gritando alto meu nome, a cena mais alucinante do mundo, lambi meus lábios e fui subindo, beijando todo o caminho até sua boca, ela passou a mão pela minha nuca e devorou minha boca. E eu achando que ela iria querer um descanso depois do orgasmo, ledo engano, aliás um ótimo engano. Esfreguei meu membro rígido entre suas pernas. — Vem Edward. — Gemeu rebolando, não esperei mais nada e a penetrei em um só golpe, ambos gememos alto.
- Tão apertada Isabella. Delícia. — Dizia entrando e saindo dela, ela enlaçou suas pernas em volta da minha cintura enquanto eu atacava sua boca e seu pescoço, minhas mãos passeando por todo o seu corpo. — Isso! Me aperta safada. — Continuava a me movimentar cada vez mais rápido, entrando e saindo, sentindo seu corpo me recebendo e apertando com força meu membro.
- Edward eu vou... Ah! — E de novo ela tremeu sob mim, era um visão vê-la tão entregue, mas eu ainda precisava gozar e tive uma ideia extremamente apetitosa, assim que sai dela ela reclamou. — Não... — Resmungou me puxando.
- Eu quero fazer algo safada. Quero você de quatro. Agora! — Nem precisei esperar e ela se virou.
- Assim? — Perguntou rebolando e fazendo graça, lhe dei um tapa e ela gemeu.
- Adora me provocar não é? — Dei outro tapa e ela se remexeu, não demorei muito e a penetrei novamente.
- Ah! Isso Edward, forte. Ah! Isso! — Eu mesmo não conseguia dizer nada a não ser gemer loucamente, sua intimidade me apertando, me afundei mais duas vezes naquele corpo delicioso e gritei junto com ela quando atingimos o ápice, Isabella tinha uma facilidade incrível para gozar, não aguentei e desmontei sobre seu corpo me deitando em seguida ao seu lado, estávamos os dois suados e ofegantes, quando já estávamos mais calmos Isabella virou o rosto na minha direção com um sorriso lindo, foi se aproximando e beijou meu ombro, fechei os olhos sentindo seus lábios macios percorrendo minha clavícula, subindo pelo meu pescoço, chegando na minha boca e me beijando docemente. — Você é uma loucura Cullen. — Sorri com os olhos ainda fechados. Nem podia acreditar que estava aqui com ela. Com minha Bell.
- Eu sei. — Respondi com um sorriso enorme no rosto.
- Convencido. — Acusou, mas ao invés de me dar um tapa como era seu costume, Isabella chupou meu lábio me fazendo gemer alto. — Será que eu consigo ser uma loucura também? — Perguntou sedutoramente descendo os beijos pelo meu corpo, abri os olhos e encarei os seus cheios de luxúria, ela continuou descendo sem parar de me olhar, passou a mão em meu membro que na hora ganhou vida e cresceu na sua mão, ela abriu um sorriso sacana e lambeu toda a extensão dele sem deixar meus olhos. Isso era quente demais. Fez mais uma vez antes de pegar ele em sua mão e coloca-lo todo em sua boca.
- Porra! — Gritei alto ao mesmo tempo que Isabella subia e descia sua boca me deixando louco, peguei minha mão e segurei seus cabelos aumentando ainda mais a velocidade em que ela o engolia e chupava, antes que eu pudesse gozar, ela parou, se ergueu sobre mim segurando meu membro rígido na mão e a penetrou, suas mãos foram para o meu peito e as minhas para suas coxas a ajudando a cavalgar em mim. — Isso safada monta em mim. Hum! Você é uma visão Isabella. — Gemi vendo seu corpo sobre o meu, ela passava as unhas no meu corpo me deixando louco.
- Ah! Edward! Tão bom. Ah! — Dizia me arranhando e indo cada vez mais rápido.
- Vem comigo gostosa. — Já sentia meu membro pulsando dentro dela. — Vem! Goza Isabella! — Exigi e ela veio com força me levando junto com ela em um orgasmo delicioso. Isabella simplesmente desmontou em meu peito. Nossas respirações rápidas, passei minhas mãos pelas suas costas, ela levantou a cabeça depois de um tempo e me encarou com um sorriso preguiçoso.
- E ai? Sou uma loucura também? — Gargalhei alto.
- Acho que você vai ser a razão por eu ficar louco isso sim. — Falei retirando uma mexa de cabelo que estava grudada em seu rosto por causa do suor. Ela estava linda.
- Só se for louco por mim. — Murmurou me beijando.
- Isso eu já sou. Completamente e absolutamente louco por você. — Ela se remexeu em cima de mim e foi o bastante para o meu membro dar sinal de vida. Bell arqueou a sobrancelha e me encarou.
- De novo? — Sorri maliciosamente, a segurei pela cintura e nos virei na cama em um só movimento, fazendo com que ela ficasse por baixo.
- Eu tenho que mostrar a minha mulher o quanto eu a amo. Esqueceu? — Ela sorriu lindamente e me beijou com doçura, eu me movia lentamente dentro dela, eu queria venerá-la, adorá-la, beijei seu rosto e seu pescoço com carinho enquanto ela me fitava com amor e passava suas mãos pelos meus cabelos, isso era tão bom, a beijei e me mexi mais um pouco, calmamente, aproveitando cada toque, cada beijo, eu a amei e ela me amou, nós podíamos pegar fogo em um momento e no outro podíamos simplesmente ir com calma, eu adorava isso com ela, aliás eu adorava tudo ao seu lado. Qualquer coisa com Isabella se tornava algo único, eu investi mais uma vez contra ela e pela terceira vez atingimos o ápice juntos, Bell acariciou meu rosto com a ponta dos dedos e um sorriso lindo não saia de seus lábios que estavam ainda mais vermelhos. — Eu te amo Isabella. — Sussurrei entre nossos lábios.
- Eu te amo Edward. — A beijei mais uma vez e sai de cima dela me deitando ao seu lado a abraçando por trás como sempre fazia, ela passou seus braços sobre os meus. — Isso é tão bom. — Murmurou preguiçosamente, beijei seu pescoço.
- Eu e você. — Bell virou seu rosto e me beijou delicadamente.
- Nós. — Respondeu, sorri a beijando com mais ardor. Nós. Isso soava perfeitamente. A apertei em meus braços enquanto escurecia e caiamos em um sono profundo com um sorriso ridículo nos lábios. Como dois apaixonados que éramos e tinha certeza sempre seriamos.
Notas finais
Como havia dito a partir de agora os capítulos serão bem mais leves e como foi o desejo de todas e da autora também, veremos como essa relação vai evoluir, pois não é por que eles finalmente ficaram juntos que os problemas acabaram, a Bella ainda precisa enfrentar sua insegurança em relação ao Edward e isso ficara claro no próximo. Também teremos um casamento a vista. Calma não é do Edward e da Bell, ainda... rsrsrs
Quem quiser pode conferir os trechos, fotos e trilhas deste capítulo e do próximo na página do face:
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Bjs e até o próximo ;)
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