Las Vegas, Bitches!

5 Aquele em que "resolvemos" o problema intitulado "bode"


– Tá, o que vamos fazer com esse bode? — Perguntou May

– Como esse bicho veio parar aqui? – perguntou Giulia

– Ele é fofo – disse Dindy

– Gente! – Exclamou Hari. – Nós temos que arrumar um jeito de tirar esse animal daqui!

Todas concordamos.

– Eu quero só ver vocês tentando – falou Nathalia – Boa sorte.

– Ta, meninas comigo, empurrem o bode! – Marina fez uma pausa depois do que disse – nunca pensei que diria isso um dia.

– Eu nunca pensei que empurraria um bode pra fora de um banheiro de um quarto cobertura de um hotel de 5 estrelas em Las Vegas na véspera da véspera da minha festa de aniversário de 21 anos! — Eu disse e todas riram.

– Ok, ok, Agora empurrem! – Incentivou Mari

O bode não moveu um centímetro, como se isso já não fosse estranho suficiente, o bode parecia ter sido feito de ferro, ou sei lá. A questão é que ele não se moveu. Nada.

– Tá. Temos que pensar em outra coisa. – Disse Marina.

– Mata o bicho oras – Disse Nat sem dúvida – Depois a gente pode usá-lo como oferenda para a mãe de todos os demônios.

– Não! – gritou Giulia

– Sério – retrucou Marina

– Mas eu to falando sério – disse Nat entre risos – Desculpa... mas essa situação... – e então de uma hora pra outra já estava rindo

– Gente, tive uma ideia. – Eu disse e todas olharam para mim – A gente podia atrair ele até a porta com um alimento, alguma coisa sei lá.

– É uma boa ideia, mas onde vamos achar comida, aqui e agora? – Perguntou Giulia e todas olhamos em direção a Dindy que estava devorando um cupcake de cenoura e chocolate.

– Que foi povo? – ela perguntou

– A gente vai precisar desse cupcake dindy – eu disse

– Mas só tinha um... ah – ela pausou a fala, percebendo a situação – Mas ta tão bom!

– Antes de vocês fazerem qualquer coisa, alguém já tentou ligar pra recepção? – perguntou Nat

– Foi a primeira coisa que eu fiz – disse May – Eles ouviram e depois desligaram na minha cara, devem ter achado que era apenas mais alguém bêbado.

– É – disse Hari – Faz sentido.

– Então? Dindy? – Perguntou Marina

– Ok ok people – disse ela entregando o cupcake pra mim – isso é pelo grupo e pela glória.

– Whatever – eu disse – vamos.

Parecia que tudo estava indo bem, o bode seguia o cupcake com uma velocidade inigualável. Quando finalmente cruzamos a porta do quarto o bode me surpreendeu pegando o bolinho e saiu correndo pelo corredor do hotel.

– Pelo menos o problema não é mais nosso – Disse Hari

Sinceramente foi o que eu pensei também naquele momento, nem sabia o quanto de trabalho aquele animal ainda nos daria. Foi exatamente nesse momento que a porta do quarto dos garotos se abriu, quero dizer, se escancarou e de lá saiu o Victor, suado.

– Hello, Sweetie! – Disse Marina – O que?!

– A gente ta com um proble... aquilo era um bode? – disse Victor

– Depois a gente explica – disse Giulia

– O que foi? – perguntou Marina

– Vejam vocês mesmas – respondeu ele nos levando ao quarto dos garotos

– Não pode ser mais estranho do que acabamos de passar – eu disse. Mas, quando chegamos no quarto dos garotos, eu tive uma vontade imensa de retirar o que havia acabado de dizer.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.