Laranja Azeda
7 Capítulo 7-Desejos sexuais
Notas iniciais
Santana tomava um banho de banheira enquanto quatro mulheres esfregavam seu corpo com esponjas suaves, uma das regalias de ser uma possuidora do hormônios dos deuses. Agora ela não precisava trabalhar, sua única obrigação era transar com ao menos uma pessoa por dia. Era o dia seguinte à sua coroação e agora tinha escolher alguém pra transar e foi naquela banheira que ela teve a ideia.
–Você, lave minha buceta!
Ela estava adorando ser obedecida. As quatro mulheres que a banhavam eram mais velha do que ela, deviam ter por volta de seus trinta e poucos, uma das mulheres começou a lavar sua vagina e ela se excitou, puxou outras duas as levando até seus seios. Elas chupavam seus mamilos e massageavam seus seios, a única das mulheres que não estava fazendo nada saiu e voltou com um pênis de madeira lustrado. Santana ficou com medo de ter alguma farpa, mas a mulher o passou por suas pernas mostrando que era lisinho e a garota permitiu ser penetrada por aquele brinquedo.
Santana gemeu com aquela coisa extremamente dura dentro dela, ao mesmo tempo que lambiam seus seios, então ela teve curiosidade de saber como era chupar uma buceta e chamou uma delas pra se pôr sobre sua cabeça. Santana abocanhou a vagina e a mulher riu.
–Calma alteza, chupe devagar e depois acelere é assim que se faz.
Santana tentou então imitar Shania e lambeu o clitóris da mulher que morde o lábio excitada, a garota desce pra vagina enquanto pressionava o clitóris com os dedos, e o prazer foi aumentando, o pau de madeira entrava e saia da buceta de Santana, seus seios eram massageados e seu rosto era banhado com líquidos da vagina, ela gemeu, se arrepiando com uma calor cobrindo todo o seu corpo e de repente veio a gozada. Ela suspirou e submergiu na banheira, morar naquela ilha seria mesmo fantástico.
Enquanto isso Felix estava tomando banho no chuveiro, ele estava agradecido por ter encontrado um mais afastado, estava sozinho, era tímido de mais pra se banhar em público como todos os moradores faziam. Ele se banhava e quando lavou sua bunda sentiu uma leve dorzinha e se lembrou de Hector metendo nele, se lembrou daquele olhar faiscante, de sua respiração e quando deu por si estava de pau duro. Olhou em sua volta e não viu ninguém, desligou o chuveiro e se sentou nu sobre uma pedra, alisou seu pênis e se lembrou da coroação de sua prima, da derrota de Hector, da gozada do Senhor Dois, de todo aquele povo pulando querendo um pouco daquele esperma, então se lembrou dele próprio gozando enquanto o loiro fodia o seu cú, da sua própria porra caindo em seu peito e em sua rosto e depois de Hector gozando sobre ele aquele líquido quente caindo sobre o seu corpo.
Felix estava se masturbando e gemendo quase como se estivesse fazendo sexo, ele apertou o peito, dobrou os dedos do pé se contorcendo e gemendo, se lembrou da voz de Hector gritando com ele: “Esta gostando da minha rola no seu cú?”. Ele gemeu alto e gozou. Suspirou e voltou para o chuveiro. O que tinha sido isso? Ele não queria ser assim, mas se fosse passar o resto da vida naquela ilha? Felix não sabia o que fazer.
Mais tarde o garoto trançava corda com Charmosa sua descobridora e logo Santana veio falar com ele contando suas experiências e como sempre o menino corou. Perto deles havia uma menina de aproximadamente uns quinze anos que também trançava corda e olhava fixamente para o menino que acabou percebendo aquele olhar insistente e abaixou a cabeça encabulado.
–Aquela menina esta olhando pra você– Disse Santana em tom divertido.
–Eu percebi.
A garota era loira de olhos azuis quase cinza, seus cabelos lisos iam até o ombro, tinha lábios finos e tão rosados que parecia estar usando batom.
–O nome dela é Estrela– Comentou Charmosa– A pobrezinha ainda é virgem.
–Serio?– Se espantaram os dois primos, era quase impossível alguém daquela ilha ser virgem.
–Normalmente as crianças da ilha tem sua primeira relação com treze anos, mas Estrela tem se mantido virgem por que o possuidor do primeiro prazer não a quis ainda.
–O Hector não a quis?– Perguntou Felix, pensando que o loiro devia ser mesmo gay, por que não querer uma garota como aquela era ridículo. Estrela era sem dúvida a menina mais linda que ele já vira, mais linda até que artista de TV.
–O Hector afirmou que estava esperando o momento certo, o momento em que os deuses lhe ordenassem fazê-lo, mas já se passaram dois anos e tudo que a pobrezinha pode fazer é se masturbar.
Felix sentiu um gelo na barriga imaginando aquela garota tão doce se masturbando e sem perceber ficou excitado. Santana falou:
–Essa regra é ridícula! Ser obrigado a ter sua primeira relação com aquele pirralho, a transa mais especial da sua vida ser com alguém tão desprezível. Você não acha Felix?
–Eu?– O menino ficou nervoso enquanto flashes daquela tarde vinham em sua cabeça– É tem razão prima.
Felix tinha muita vergonha de dizer que já tinha transado e ainda mais com um menino, mesmo que naquela ilha não façam essa distinção de quem deva ficar com quem, lá não existem termos como gay ou lésbica, todo mundo trepa com todo mundo. Ele olhou para garota e ela sorriu pra ele, Felix sentiu um arrepio e um desejo, intercalando em sua mente o rosto dela com as imagens daquela noite e logo já estava se imaginando transando com Estrela.
–Eu tenho que ir– Disse Santana tirando seu primo de seus pensamentos– Marquei de transar com o Mike às duas da tarde– E saiu sorridente extremamente feliz por finalmente estar transando. Felix perguntou pra Charmosa:
–A quanto tempo você esta nessa ilha?
–Desde meus doze anos, eu era de uma família rica sabe, nós estávamos viajando no nosso jatinho particular, quando fomos atingidos por um raio e caímos na ilha, fui a única sobrevivente. Minha primeira transa aconteceu três anos depois com um velho que já faleceu.
–Pensei que tinha que ter sido com o Hector.
–Ele ainda não era nascido e essa regra da primeira vez só surgiu quando ele foi coroado.
–Mas você já transou com ele?
–Nunca tive vontade, não sou obrigada, a maioria das pessoas aqui só transaram com ele uma vez.
Felix lembrou do loiro chorando, então era verdade as pessoas só ficavam com ele uma vez, devia ser pelo seu jeito marrento e seu sorriso malvado. O garoto olhou novamente para garota que ainda o observava, mas dessa vez ele sorriu de volta.
Santana chegou no horário combinado à plantação de bananeiras, era um lugar bem aconchegante, as palhas e folhas caídas transformavam o chão num verdadeiro tatame. Mike sorriu pra ela deixando suas ferramentas de trabalho num canto e indo se ajoelhar diante da garota.
–Eu fico muito grato pelo convite alteza, estou muito curioso de provar o sabor cítrico de seus lábios e de sua buceta.
–Então não vamos perder tempo.
Santana pensava que nunca iria encontrar alguém que a quisesse, durante toda sua vida todos que a beijavam praticamente fugiam em repulsa, mas ali todos sabiam de seu gosto azedo e ao invés de fugirem queriam era provar daquele sabor exótico. Ela e Mike começaram a se beijar, o rapaz fez algumas caretas intercaladas com risadas, ele tinha por volta dos seus vinte anos, era forte e tinha a pele bronzeada, seria a primeira vez da garota com alguém por volta de sua idade.
O rapaz que já estava sem camisa deixou cair seu short ficando nu com seu órgão ereto, Santana tirou sua blusa expondo seus seios e o rapaz os apertou girando-os enquanto continuava a beijando, ela abaixou sua saia ficando nua. Os dois se deitaram sobre as folhas e pararam de se beijar para Mike respirar e engolir, pelo jeito ele chegara no limite de aguentar beijos cítricos, mas Santana não se abalou com isso e desceu para chupar o pênis dele, na mesma hora ele deu um gemido diferente, era alto e parecia penetrar os poros da garota.
Mike segurou seus cabelos vermelhos e mexeu a pélvis socando seu pênis na garganta da garota, ela engulhou algumas vezes achando que ia vomitar, mas estava muito excitada para parar, enquanto tinha sua boca sendo fodida pelo rapaz se lembrou dele transando com Branca e sendo comido pelo próprio rei Otto e ficou curiosa de saber como era o ânus do rapaz, então começou a enfiar um dedo e ele gemeu e rebolou.
–Então o danado gosta de um fio terra.
–Eu gosto de que?– Pelo jeito o rapaz desconhecia certos termos, a garota não perdeu tempo tentando explica-los e continuou com o boquete.
Mike subiu encima dela com o corpo ao contrario fazendo um 69, ele chupava a buceta extremamente molhada de Santana, enquanto ela abocanhava seu pênis e enfiava um dedo no seu ânus, os dois ficaram nisso por alguns minutos até que resolveram começar o sexo de verdade. O rapaz a penetrou devagar e ela se arrepiava e gemia baixinho.
–Não precisa conter seus gemidos alteza, na ilha do escorpião você pode se entregar completamente aos seus desejos sem se preocupar se tem alguém vendo ou ouvindo.
Dito isso ele começou a meter seu pau nela com velocidade a fazendo tremer e sem conseguir segurar gemeu alto, tão alto que espantou os pássaros que estavam no topo das bananeiras. Ele segurou as pernas dela levando-as até seu pescoço, deixando-a levemente inclinada lhe dando mais mobilidade para se movimentar. O rapaz meteu com vontade e a cada investida Santana gemia mais alto, apertava a palha, mordia o lábio, achava que não tinha como sentir mais prazer com aquilo, então o rapaz tirou seu pênis até a metade e segurou os peitos da garota e meteu com tudo. Ela gritou louca com ele comendo sua buceta e girando seus seios, Santana até babou e teve vertigem, parece que a cada segundo o sexo estava ficando melhor.
Ela abaixou as pernas e agarrou as costas do rapaz arranhando-as, ele gemeu dizendo que estava perto e ele também, os dois se movimentaram urrando, se aproximando, chegando quase lá, seus corpos suados grudados um no outro, aquele calor aumentando em seus genitais como se os dois estivessem prestes a explodir e então gozaram juntos em perfeita sincronia. Mike saiu de cima dela deitando ao seu lado ofegante, os dois se olharam e riram, sexo não era só bom, era divertido. Santana se sentia fantástica, depois de alguns minutos resolveu perguntar algo a Mike.
–Como ele é?
–Ele quem?
–O Otto, você já transou com ele, como é?
–A melhor coisa do mundo– Disse o rapaz sorrindo– Tenho que admitir que eu particularmente prefiro transar com mulheres, tive minha primeira vez com o Hector e nunca tive vontade de repetir a experiência, mas um dia quando eu tinha dezesseis anos o rei me escolheu fiquei assustado no início, mas os hormônios dele levam qualquer um a loucura, você fica hipnotizado é como ter um orgasmo não só no genital e sim no corpo todo e até na alma.
Santana estava louca para transar com Otto e Mike percebeu isso.
–Por que você não o convida pra transar?– Perguntou.
A garota ficou toda corada, já tinha transado na frente da ilha toda, já tinha convidado quatro mulheres para transar numa banheira, convidara Mike pra transar embaixo de bananeiras, mas só de pensar em conversar com Otto ficava vermelha e encabulada, o que era aquilo que estava sentindo?
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