L'anima Di Angel
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Norte da Italia — 1830
_Feliz aniversario meu anjo – a voz de sua mãe soou acordando-a terna e amorosa, a pobre mulher fazia tudo para que Isabella pudesse ser feliz e apesar da vida estar levando um rumo cada vez mais difícil tinha que ser forte por seu anjo.
_Bom dia mamãe – falou e se jogou em cima dela que riu às vezes sua filha tinha atitudes características de um garoto.
_Tenho algo para você – sua mãe se levantou e pegou um embrulho e lhe entregou, Isabella tinha os olhos brilhando, ela não esperava presente em seu aniversario a situação em que viviam era bem precária, mas eram felizes na medida em que podiam.
_Espero que goste meu amor – sua mãe disse com a voz baixa, Isabella retirou o embrulho e viu um lindo vestido de tecido Verde, seus olhos se encheram d’água.
_Obrigado mamãe – disse rodando com o vestido em frente ao corpo e sua mãe riu, Isabella adorava vestidos desde nova. A manhã foi bastante calma arrumaram tudo e depois fizeram o almoço, Isabella colocou o vestido que ganhara e como todo ano após 5 anos subiu no alto da colina e espero pacientemente o retorno de seu pai ele havia prometido voltar e mesmo que seu coração pedisse que parasse com a espera sabia que se pudesse esperaria por toda eternidade por ele.
O sol já estava saindo de cena dando a lua sua chance de brilhar, Isabella desceu a colina contando os passos e prometendo que no ano seguinte estaria ali novamente, aquela havia sido a promessa feita ao homem que lhe criou, ela sabia que não era filha de sangue deles, mas nada a impedia de amá-los com todas as forças de sua alma. Assim que se aproximou de sua casa ouviu o grito de sua mãe e correu desesperada, irrompeu porta adentro e o sangue fugiu ao ver a cena, havia um homem segurando sua mãe e os dentes em seu pescoço, Isabella gritou e sem se dar conta o homem lhe segurava também pelo pescoço, ela viu o corpo de sua mãe ao chão já sem vida.
_Seu cheiro é simplesmente perfeito doce humana – a voz era irônica e Isabella sentiu em seu pescoço algo lhe rasgar a pele, sentiu uma dor aguda e começou a gritar pedindo que parassem de lhe queimar, de repente tudo sumiu, seus sentidos simplesmente pararam e Isabella não soube dizer se isso era pior que lhe queimarem viva.
(...)
_Abra os olhos, pequena– ouviu uma voz calma e abriu os olhos no mesmo instante, seus olhos foram o que mais assustaram Marcus eles continuavam chocolates e não vermelho como deveriam ser.
_Quem é você? – perguntou no mesmo instante que se agachava em posição de ataque, o que a fez olhar tudo ainda mais assustada.
_Sou Marcus Volturi – Marcus respondeu calmo e sereno – Não irei lhe machucar eu prometo – Isabella assentiu e antes que concluísse o pensamento de se levantar já estava em pé.
_Onde eu estou? E por que tudo esta tão diferente? – perguntou apontando para si mesma.
_Você esta em Voltera criança e é uma vampira – a voz de Marcus ecoou e a palavra Vampira fizeram Bella ficar confusa – sente-se aqui pequena vou te explicar tudo o que deves saber aparte de agora — Isabella se sentou e viu em Marcus muita confiança mesmo que seus extintos lhe pedindo que fugisse.
(...)
_Se vocês iriam matar todos os recém-criados por que me salvaram? – perguntou rapidamente após a breve explicação de Marcus quanto ao descontrole em alguns lugares com os recém-criados.
_ Quando eu era humano tive uma filha Lidia, sua vida foi tirada com apenas dois anos de idade e quando eu te vi ali se contorcendo de dor, senti que não podia deixá-la assim, você tinha a mesma pureza que minha Lidia e me fez querer ter você ao meu lado para proteger como um pai, se você claro me permitir – Marcus disse somente meia verdade, mas o que foi fator predominante para Isabella continuar viva foi a pureza que emanava dela e nenhum vampiro conseguir se aproximar e ele sentiu nela algo que julgou ser impossível existir.
_Eu nem sei o que dizer – Isabella disse com a voz tremendo, ela sabia que agora estaria sozinha e o olhar de Marcus sobre si era de uma confiança que mesmo sem se dar conta de como sabia que seu coração, mesmo que não batesse mais o tinha aceitado – Eu quero sim – disse baixo fazendo um grande sorriso aparecer no rosto de Marcus.
_Fico feliz que tenha me aceitado minha pequena, eu tentarei ser alguém melhor por você — ele sabia que era difícil mais ao sentir a confiança que emanava dela sabia que seria possível – Venha vou temos que caçar – Marcus disse calmo.
_Como assim caçar? – ele começou a lhe explicar como seria e se assustou quando Isabella caiu sentada ao chão implorando que não a fizessem matar, Marcus não sabia o que fazer pela primeira vez desde que se transformará o mais velho dos anciões estava desnorteado, Aro e Caius chegaram e Marcus os colocou a par da situação.
_Criança me dê sua mão – Aro pediu e Isabella a estendeu, Caius e Marcus estavam logo atrás conectados vendo o mesmo que o irmão, mesmo depois de décadas eles imaginavam que aquilo fosse realmente fosse uma lenda, mas pelo modo era tudo verdade, nada poderia explicar melhor o que virão em Isabella.
_Procurem Carlisle e peçam que venha imediatamente – Marcus disse a dois vampiros que assentiram saindo rápidamente – Aro sabe o que isso significa – disse e os dois irmão olharam assentindo.
_Marcus mandou me chamar? – Carlisle apareceu e sua expressão de curiosa passou para algo de confusão ao ver a pequena menina ali sentada no chão com os joelhos encolhidos exalando medo.
_Carlisle meu amigo creio que temos algo ainda mais raro neste nosso mundo – Aro disse – Creio que já tenha ouvido falar da L'anima di Angel – Carlisle ofegou surpreso e olhou a pequena menina há sua frente.
_Sim – disse e Aro assentiu e apontou gentilmente para Isabella que olhava tudo nervosa.
_Pai? – Isabella chamou trazendo a atenção de todos em somente uma palavra, mas que teve um grande efeito em todos, Marcus a olhou e sentiu o medo que imanava dela o atingir ainda mais forte e se agachou abraçando a pequena a sua frente, Isabella era algo realmente único e ele podia afirmar que não conseguiria imaginar alguém não gostando deste pequeno ser. Os olhos antes castanhos estavam agora estavam em tons de lilás o que chamou a atenção de todos os vampiros ali presentes, com o tempo perceberiam que os olhos da frágil vampira atingiria esta tonalidade apenas ao sentir medo, negros em acessos de raiva, os castanhos permaneceriam sempre a menina estado alegre ou não, mas em grande felicidade poderiam se notar os olhos dela adquirirem os tons de rosa e a cor que certamente nenhum vampiro existente gostariam de ver o Azul, bem este estaria destinado ao momento certo.
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