Notas iniciais
Continuação do Capitulo 1 ;). Esses dois primeiros capítulos foram mais para mostrar o que as Ladies realmente fazem. Prometo que os próximos capítulos contarei melhor sobre as personagens e também a verdadeira história que vai seguir a "Ladies's Brotherhood".

Minutos depois da tentativa falha de Marietta de matar Leonard Pierce, a mansão já estava completamente agitada, podiam-se ouvir os homens de Pierce correndo para todos os lados.

Segundos depois do assobio de aviso de Collet, Paola aparece correndo no corredor até elas:

– O que aconteceu? – pergunta Paola sem nenhuma alteração na voz.

– Pierce não está aqui. – respondeu Marietta.

– Hm... – murmura Paola colocando a mão no queixo pensando no que poderia ter acontecido. – Victória nunca teria errado essa informação... Provavelmente ele já deveria saber que estávamos aqui. – segundos após responder elas escutam passos de alguns homens de Pierce se aproximando de onde elas estavam. — Vocês já sabem o que fazer, vão indo. Eu cuido deles.

Sem pensar duas vezes, Collet e Marietta correm para a direção oposta de onde os sons dos passos viam. Em instantes, aparecem quatro homens armados no corredor que logo avistam Paola a sua frente:

– Ora, Ora... – diz um dos homens sarcasticamente para Paola, apontando uma arma para ela. – Olha o que temos aqui.

Os outros homens imitam o primeiro e também apontam suas armas para ela.

– Boa noite, rapazes. – responde Paola tranquila e educada, como se nada estivesse acontecendo. – Que tal brincarmos um pouco? – logo após a pergunta sarcástica, debaixo das mangas compridas e largas de seu vestido saem duas lâminas, uma de cada lado, que espantam os homens que observaram.


Enquanto isso Collet e Marietta corriam pela mansão ouvindo a enorme bagunça que acontecia nela agora.

– Que droga! – resmunga Marietta. – Por que logo quando eu finalmente pego o papel principal numa missão isso acontece?! – Marietta sempre foi irritada, mas ficava ainda mais quando algo dava errado.

– Calma Mariettinha... – respondeu Collet calma e meiga, que era o normal dela em qualquer situação, por pior que seja. – Você vai ter outra chance, com certeza.

– Mudando de assunto... – diz Marietta mais tranquila. – Aquele assobio foi mais que um aviso, certo?

– Sim! – agora ela estava mais animada que o normal. – Eu também usei pra chamar eles.

– Eles?... Você quer dizer os seus... – antes de terminar a frase, elas chegam a um cômodo grande e vazio com enormes janelas do lado esquerdo. Mas ele estava repleto de homens de Pierce, parecendo que já esperavam por elas há um tempo.

– Droga, eles estão em toda parte. – Marietta se prepara para retirar seus sabres e atacar, até que alguma coisa atravessa uma das janelas e atinge a cabeça de um dos homens que cai morto no chão na hora.

– Que merda foi essa?! – pergunta outro deles assustado.

– Como eu vou saber?! – esse que respondeu irritado foi atingindo em seguida.

Logo, todos os homens são atingidos em sequência na cabeça e caem mortos.

– Mas... O quê que foi isso?... – Pergunta Marietta ainda mais confusas que os homens que foram mortos. Collet toca no seu ombro e aponta para a janela para que ela olhasse para lá. Ao olhar, ela vê alguém familiar em cima do telhado do outro lado da mansão, era Lolita.


– Hihihi... – Lolita solta sua risada de sempre. – Eu disse que não teria problema com essa arma nova. – Lolita podia ser desastrada e infantil, mas quando estava com uma arma na mão ninguém a superava. Ela engatilha a arma e volta a colocar o olho sobre a mira do rifle. – Podem continuar meninas, eu estou vigiando vocês.


Enquanto isso com Paola...

Os homens dispararam vários tiros contra Paola sem nenhuma piedade, mas ela foi mais rápida e entrou no quarto ao lado e tranca a porta para escapar dos tiros. Eles continuaram a atirar inutilmente na porta, com a tentativa de acertar a garota do outro lado.

Desistindo de atirar, eles arrombam a porta, mas ao entrarem não a encontraram em lugar nenhum.

– Merda! Onde ela está?! – resmungou um deles.

– Eu sei lá! Continuem procurando! – ordenou um deles, andando pra lá e pra cá pelo quarto apontando a arma para todas as direções.

Eles não perseberam, mas Paola estava no teto, se segurando entre as vigas. Quando um dos homens ficou bem abaixo dela, ela pula em suas costas e logo a perfura com a lâmina escondida na comprida manga de seu braço.

Ela retira a lâmina ensanguentada do homem já morto e vai correndo atrás do segundo que tenta atirar mesmo vendo que a arma estava descarregada. Chegando perto dele rapidamente, ela corta sua garganta e vendo que o terceiro vinha por trás dá um chute em seu tórax fazendo-o ser jogado longe.

O quarto homem, agindo mais rápido, puxa o cabelo comprido de Paola e a joga na parede ao lado. Desequilibrada, não conseguindo agir rapidamente como antes, ele agarra seu cabelo novamente e a levanta a força.

– É só isso que sabe fazer, bonitinha? – ele pergunta a Paola que parecia que estava meio atordoada, mas era tudo encenação.

– Na verdade... – diz ela educadamente abrindo os olhos lentamente. Olhos que antes uma cor violeta normal agora estava brilhando, literalmente. – Isso é apenas uma parte do que eu realmente faço.

Neste exato momento algo sobrenatural acontece; algo que parecia um fantasma sai dela, uma aura transparente com sua aparência. Esse “fantasma” entra no corpo do homem que a segurava, como se tivesse o possuindo.

Nesse instante os olhos do homem ficam da mesma cor dos de Paola; ele não era mais o mesmo, agora a alma de Paola controlava seu corpo, enquanto o verdadeiro corpo dela estava deitado no chão inconsciente.

“Bem, agora...” Pensava Paola dentro do corpo do desconhecido, “Onde Pierce está?”. Ela vasculha toda a mente dele para encontrar alguma pista, até que vê um túnel, parecia um esgoto, e na saída, no lado de fora, havia uma carruagem. Pronto, ela o encontrou.



Estava difícil a situação para as outras Ladies no resto da mansão. Homens de Pierce apareciam cada vez mais, elas começaram a achar que ele devia usar algum tipo de magia.

Collet e Marietta estavam lutando em outro canto da enorme mansão. Os homens dele estavam parecendo ter dificuldade para cuidar delas:

– Que merda de incompetentes vocês são! – resmungou um, parecendo ser o líder deles. – Elas são só duas! E mulheres ainda por cima!

– É chefe, mas... – antes de terminar a frase, Marietta atravessa sua espada na costa dele e tira rapidamente, fazendo-o cair morto.

– Merda! Essa ruivinha aparece do nada!

Essa era habilidade especial de Marietta, ela conseguia passar pelos outros despercebida, como se não existisse no local, daí vem seu apelido de Silenciosa.

– Collet, quanto tempo demora pra eles chegarem?

– Não muito, eu acho. – Collet responde dando um soco com um soco inglês em um dos homens que ia em sua direção. Ela soca com o braço direito na barriga e em seguida dá uma cotovelada no rosto no segundo que vinha por traz.

Antes que percebessem já tinham derrotados quase todos, o único em pé era o líder. Ele estava na frente deles, batendo palmas, como se tivesse impressionado com as duas:

– Muito bem, vocês duas são incríveis... – ele diz sarcasticamente enquanto elas se preparavam para ataca-lo. – Mas... Quero ver se conseguem lidar com isso. Ôhh Albeeert!! – ele chama quase gritando um tal de Albert. – Boa sorte. – e em seguida foge correndo.

– Ei! Espera! – Collet chama o homem que fugia e quase correu atrás dele, mas então sentiu algo.

O chão estava tremendo ritmicamente, como se algo pesado estivesse andando. De repente uma sombra grande e larga cobre as duas, quando se viram veem um homem enorme, de uma altura absurda e de músculos de grossura mais absurda ainda, usando um terno cinza claro com um chapéu da mesma cor, ele parecia mais uma gorila do que um homem:

– Eh... O que a gente faz? – pergunta Marietta perplexa e assustada para Collet. – Corre?

– Corre! – as duas saem correndo desesperadas pelo corredor, por onde o outro havia fugido.

O ser monstruoso corria atrás delas, destruindo tudo em sua frente e fazendo o chão tremer mais ainda.

– Ah! – Collet solta um leve gritinho enquanto corria, parecendo que sentiu alguma coisa.

– O que foi? – perguntou Marietta um pouco assustada.

– Meus bebês chegaram. – ela solta um sorriso feliz olhando para Marietta.

Elas chegam a um longo corredor, ainda sendo perseguidas pela criatura gigante. No final do corredor, dividido por uma encruzilhada, elas avistam Pepita no meio dela:

– Pepitinhaaaa! – chama Collet empolgada e meiga acenando com os dois braços, super feliz.

– Será que dá pra você ser normal pelo menos um minuto?! – resmunga Marietta para Collet, achando que Collet havia se esquecido do monstro que as perseguiam.

As duas passam por Pepita ainda parada, uma vai para direita e outra pra esquerda.

– Cuide dele Pepitinha, por favor. – pede Collet enquanto corria para a direita.

– Ok... – responde Pepita lenta como sempre, e sem nenhuma reação, como se nem ligasse pra criatura que corria em sua direção.

O monstro chega perto de Pepita e dá um soco para baixo para acerta-la, como se fosse atingir o chão. Mas, estranhamente, o soco é parado, como se alguém o segurasse; era Pepita que segurava seu punho com uma de suas pequenas mãosinhas. O monstro a pega com a outra mão livre e a pendura de cabeça para baixo a segurando pelas pernas. Perto do rosto dele, Pepita aproxima sua mão na testa dele e parecendo que iria dar um peteleco, mas com esse simples peteleco, o monstro voa longe, fazendo-o atravessar as paredes que ele encontrava.

De volta no chão, quando foi solta na hora que o monstro foi lançado, ela fica passando a mão em seu vestido para arruma-lo.

– Mal educado... – ela murmura ainda limpando o vestido e como se nada tivesse acontecido.



Marietta estava sozinha agora. Ela corria o mais rápido possível. Não se escutava e nem via os homens de Pierce pela casa, “Talvez nós tenhamos nos livrados de todos” ela pensou até que chegou a uma grande porta que dava ao salão principal que ficava a saída. Ela abre a porta rapidamente com certo alivio, mas então surpresa: todos os homens de Pierce a esperavam lá.

Ela estava sozinha, a desvantagem era muito grande. Os homens começam a cerca-la e ela tenta retirar um dos seus sabres da cintura, mas um dos homens segura seu braço antes. Ele apertava com muita força e outro apareceu e puxou seu cabelo vermelho e a aproximou dele:

– Temos mesmo que mata-la? Ela é tão bonita, faz meu tipo... – ele diz atrevido, fitando os olhos no decote do vestido de Marietta que se abriu um pouco no meio da confusão. Ela o olho enojada e furiosa.

– Ah, Mariettinha. – alguém diz em algum lugar do salão. Todos olham para os lados, inclusive Marietta, a procura de quem era. Até que veem Collet no segundo andar do salão segurando dez correntes e dessas correntes estavam presos cachorros grandes e violentos de várias raças diferentes, que babavam e rosnavam freneticamente. – Achei os meus bebês. ­– ela responde inocentemente se referindo a seus preciosos cachorros.

O homem que segurava Marietta, ainda confuso com cena, é de repente atacado por um dos cães que se solta da corrente e pula em seu peito. Ele gritava de dor e implorava para que alguém o ajudasse.

– Ah, desculpa. – responde Collet sarcástica, mas que de certo modo parecia até inocente. – Não segurei ele direito. – ela complementa se referindo ao pit bull que atacava.

Um dos homens saca sua arma e aponta para o cachorro que atacava seu parceiro, até que outro cão pula em seu ombro e o ataca também. Sem demora, todos os cachorros de Collet estavam soltos e atacavam somente os homens, como Collet havia ordenado a eles.

– Queridinhos, é só pra morder, não pra comer. Não quero que vocês comam porcarias. – ela diz aos seus cães distraída, e nem percebeu que um dos homens que não estava sendo atacado se preparava para atirar em suas costas. Mas, de repente, Paola aparece do nada na frente dele e corta sua garganta sem nenhuma misericórdia.

– Collet, você precisa prestar mais atenção. – afirmou Paola, corrigindo a atitude de Collet enquanto limpava sua lâmina ensanguentada com um lenço branco.

– Ah! Paola! – diz Collet empolgada se virando para ver a amiga. – Desculpa, eu estava ocupada vigiando meus bebês.

– Eu sei disso, mas... – Paola é interrompida pois se distraiu com duas balas que passam entre ela e Collet. As duas olham para a esquerda, a direção para onde a bala havia ido, e viram que um homem foi atingindo duas vezes no peito. Ele estava se preparando para atirar nas duas antes de ser atingindo.

– Que coisa... – diz de repente uma voz na direção oposta num tom de desapontamento. Era Lolita que apontava dois revolveres Colt prateados em direção ao homem atingindo. – Não posso deixar vocês sozinhas por alguns minutos que acontece essa bagunça.

– Lolitinhaa... – Collet corre abobada até Lolita, como se nada estivesse acontecendo agora.

– Oláááá! Será que dá pra vocês voltaram ao foco?! – reclama Marietta atacando com suas espadas vários homens que iam em sua direção.

– Marietta tem razão. – concorda Paola. – Mas onde está Pepita?

Segundos depois, a porta que dava no salão se abre com tudo, fazendo que alguns homens que estavam encostados nela voassem longe.

– Ah, encontrei vocês – diz Pepita entrando calmamente no grande salão.

– Ótimo, estão todas aqui. Vamos sair daqui, temos que encontrar Pierce ainda. – diz Paola as Ladies que estavam no salão.

Todas saem correndo pela porta dava para fora. Alguns homens ainda estavam vivos e inteiros enquanto elas fugiram:

– Avise os homens do telhado. – avisa um deles ao outro do seu lado. – Mande-os preparar a surpresa para elas.



Elas corriam no quintal pouco iluminado até o portão principal:

– Onde está Victória? – pergunta Marietta.

– No portão, nos esperando. — de repente Paola para de correr, olhando para os lados, como se tivesse sentido algo. – Esperem... Tem alguma coisa errada... Está quieto de mais... – ela então percebe e olha para o telhado da mansão. Lá estavam dezenas de homens de Pierce apontando enormes metralhadores Gatling para elas. — Lolita! Use seu rifle! – ela pede desesperada para Lolita.

– Não vai dar tempo! – tarde de mais, todas as armas são disparadas ao mesmo tempo e centenas de balas vão em direção delas.

Elas esperaram pelo pior, mas então algo estranho acontece: as balas pararam, literalmente. Elas ficaram flutuaram na frente das garotas.

– Vocês demoraram muito. – diz alguém vindo do portão. Era Victória que ia tranquilamente em direção das garotas.

– Desculpa, é que a confusão foi pior do que esperávamos. – responde Marietta se virando para ela.

– O que estão esperando!? – grita um dos homens do telhado. – Atirem novamente! – Sem pensar duas vezes, eles recarregam as metralhadoras.

– Vic querida, poderia terminar logo com isso? – pergunta Paola delicadamente.

– Claro, não fiz nada mesmo. – Ela estica o braço esquerdo na direção das balas que ainda flutuavam no ar, e em questão de segundos elas voam em direção aos homens, numa velocidade e impacto o dobro do normal.

Alguns homens ainda vivos, preparam algumas granadas e jogam na direção delas.

– Que irritantes. – sussurra Victória que sem nenhum movimento, para as granadas no ar, as explodindo em sequencia. – Posso exagerar um pouco? – ela pergunta voltando os olhos para as outras garotas.

– Claro! Sem problema! – responde Collet fazendo um sinal positivo com a mão.

– Então tá. – Ela pisa de leve no chão com o pé esquerdo e desse pequeno impacto sai uma grande onda de choque destruindo o chão a sua frente até chegar à mansão que começou a tremer e se desmoronar aos poucos.

Magicamente, as finas correntes de seus braços se soltam e se esticam. Victória as aponta para as duas colunas que sustentavam a mansão. As correntes se enrolam na coluna e Victória as puxa segurando as pontas da corrente, sem nenhum esforço. A mansão se desmorona mais rápido e em questão de segundos é completamente destruída.

– Eh... Esse é o seu “um pouco”? – pergunta Marietta olhando perplexa o estado da mansão.

– Sem mais perda de tempo meninas. – diz Paola um pouco mais séria. – Vamos atrás de Pierce antes que vá para mais longe. Collet, por favor...

– Aé! – Collet coloca os dedos na boca e assobia alto.

Em segundos alguns cavalos aparecem do nada. Elas sobem neles e correm o mais rápido que podiam.



Elas correram por minutos seguindo o caminho que Pierce havia percorrido com uma carruagem, segundo as informações que Paola havia arrancado.

– Ali! – grita Collet apontando para uma colina onde estava subindo uma carruagem em alta velocidade.

– Lolita... – diz Paola olhando para ela.

– Eu sei. – Na hora, Lolita no mesmo cavalo com Victória, engatilha seu rifle, aponta para a carruagem e dispara.

A bala atravessa quilômetros até a carruagem, era um tiro impossível. Mas a bala acerta no local exato na roda da carruagem, a fazendo-a capotar com Pierce ainda lá dentro. A carruagem voa praticamente vários metros, até que para na beira de um precipício.

Elas chegam até onde a carruagem parou. Pepita abre a porta com sua força. Lá estava Pierce ainda acordado, todo machucado. Paola vai se aproximando dele aos poucos, ele implora pela vida pensando que Paola iria mata-lo, mas na verdade ela pega somente o envelope dentro paletó dele.

– Nós só queremos isso. – ela responde mostrando o envelope em sua mão. – Pepita, por favor, termine com isso.

Pepita se aproxima da carruagem e a empurra para o precipício usando apenas uma das mãos. A carruagem cai e se escuta os gritos de medo de Pierce ecoando pelo precipício.



Epilogo

Nessa mesma noite, um homem velho com dois seguranças, esperavam no meio de uma florestas escura. Eles escutam de repente passos de alguém se aproximando logo à frente, e seus seguranças já ficam atentos, apontando suas armas em direção dos passos. Uma pessoa aparece vestindo uma túnica preta com um gorro que não deixava seu rosto visível, mas se percebia que era uma mulher:

– Conseguiu o que eu queria? – pergunta o homem com um sorriso sério no rosto.

Ela não responde, apenas acena com a cabeça um sinal positivo.

– Ótimo, me entregue. – ele pede autoritário, esticando o braço.

– O pagamento primeiro. – pede a garota, tão autoritária quanto ele.

– Não se preocupe, está logo a sua esquerda.

Ela olha a sua esquerda e vê uma carroça de madeira coberto por um pano preto. Ela estica seu braço esquerdo para a carroça, ainda olhando para o velho, e o pano que a cobria desliza e a descobre. A carroça estava cheia de caixotes de madeira. A garota, ainda com o braço esticado, faz com que um dos caixotes levitasse e o deixa cair no chão de propósito. Ele se quebra, fazendo varias barras de ouro se espalharem pelo chão.

Vendo que estava tudo certo como o combinado, ela enfia a mão dentro da túnica e dentro dela tira o envelope, e em seguida o joga no chão, perto do velho homem.

– Espero que isso não tenha dado trabalho. – ele pergunta, mas não parecia nem um pouco preocupado.

– Nada que nós não teríamos resolvido.

– “Nós” você diz... E quem vocês são afinal? – ele pergunta sério e curioso.

– Nós... – ela responde com um simples sorriso sarcástico e maléfico no rosto. — Somos apenas simples empregadas...


Notas finais
Ficou muito grande esse capitulo, eu sei KKKKK Prometo que os proximos serão mais curtos, a não ser que vocês gostem de capitulos grandes KKK
Esses dois capitulos não focaram muito a personagem principal, mas os proximos capitulos serão mais focados nela, ta ;)
Aé, deixem Reviews por favor, ta o/