La Vita Rosa.
30 Killer Brothers
Derek não estava brincando quando disse que iria punir Penelope. ele a levou até o quarto e a deixou na cama. Ele sabia que ela poderia ter alguma dor depois de fazer tudo isso, mas ela queria isso.
— Dereeeeek. – Ela praticamente ronronou para ele. – Não me deixe esperando.
— Vamos conversar antes, Baby Girl. – Derek se sentou na frente dela. – Eu acho que precisamos saber para onde vamos.
— Certo. – Penelope parecia diferente agora. – É justo falarmos sobre isso.
— Eu vou ser direto. – Derek prometeu. – Eu quero mais filhos. Não tenho certeza se você quer mais crianças, não digo agora. Mais para frente. Eu só acho que deveríamos dar um tempo na produção.
Ela apenas assentiu. Era algo que ela já pensava em fazer.
— Então vamos usar proteção agora. — Derek disse. – Eu posso usar camisinha, você pode usar a pílula também. Será um trabalho de nós dois. Vamos deixar Haley ser alguns anos mais velha, tipo uns dois anos?
— Eu pensei a mesma coisa, Hot Stuff. – Penelope falou. – Podemos ter nossa diversão e depois pensar em irmãos para nossa menina.
Derek sorriu de orelha a orelha. Todas as inseguranças que ele tinha sobre isso se dissiparam.
— Eu realmente acho que eu tive sorte em ter você, Baby Girl. – Derek falou.
— Ambos tivemos sorte de ter um ao outro. – Penelope o beijou. – Só demoramos para perceber isso.
— Eu te amo, Penelope Grace Garcia Morgan. – Derek levantou e a beijou. – Para todo o sempre.
— E eu te amo ainda mais, Derek Trovão de chocolate Morgan. – Ela o beijou de volta. – Por todas as vidas que eu terei pela frente.
Derek começou a puxar o fecho do vestido dela para baixo. Quando ele acabou, suas mãos tiraram o tecido de seus ombros. Ele demorou passando a mão pelas costas dela, apreciando cada sensação de tocar a pele dela com cuidado.
Ela passou a mão pelo abdômen dele puxando a camisa por cima dele e gemendo pela perda de contato com os lábios dele.
Quando a camisa saiu, ela reconectou na mesma hora os lábios com seu chocolate particular.
Ele a deitou na cama e eles fizeram amor lento durante a noite toda. Ele nunca conseguiu fazer nada rápido com Penelope. Ela fazia ele virar um adolescente outra vez e agora com ambos usando proteção ele podia tomar todo cuidado que ele queria. Ele lembrou de colocar o preservativo antes de qualquer outra coisa e isso a fez suspirar de amor.
Esse homem era sua perdição. E ela sabia que era a perdição dele também.
São Francisco, Califórnia.
Eddie Garcia não era nada que mais irritado ao ver as fotos de Penelope beijando Derek. Ele nunca aprovaria o relacionamento com Derek. Ele sempre desejou que ela voltasse com Shane, porque estando com ele, ela estaria sob seu poder e a controlaria do seu jeito.
Ele não reconhecia Haley como sua sobrinha. Ele nem a considerava filha de sua irmã. Ele precisava separar Penelope de Derek, mesmo que isso significasse sequestrar ela, a colocar em um porão e a deixar morrendo lá, sem contato com ninguém até que Shane aceitasse voltar com ela.
Eddie não conseguiu o apoio de nenhum outro irmão o que só o deixou nervoso. Ele encontrou Shane em um mercado e firmou seu plano de sequestrar Penelope. conseguiram drogas, um lugar para deixar Penelope e alguns capangas para ajudar no sequestro dela.
Ele pediu um pacote completo de vigilância. Lugares onde ela ia, horas que ela estava sozinha em casa e horas em que a filha dela estaria com a mãe de Derek.
Ele queria apenas Penelope.
Washington, D.C
David Rossi acordou em sua cama. a mulher ao seu lado ainda dormia e ele parou por algum tempo, apenas para ver ela dormindo tranquila.
— Acorde, Bella. – Dave sussurrou no ouvido dela. – Você tem seus deveres de avó para cumprir.
— Mais cinco minutos. – Fran resmungou. – Derek nem deve estar acordado agora.
— Ele não pode saber sobre a gente ainda. – Dave a virou e deu um beijo. – você quer que eu atenda seu telefone por acidente e ele descubra?
— Seria menos confuso. – Fran riu. – No outro dia ele me perguntou o que eu estava fazendo com sua camisa.
— O que você respondeu? – Rossi ficou assustado.
— Disse que sua roupa se misturou com a minha. – Fran respondeu. – O que realmente deu mais problemas.
— Então acho que contar se tornou necessário agora. – Dave disse. – Dê ao homem uma razão para não duvidar de você.
— Certo. – Fran pegou o celular. – Vou fazer isso agora se me permitir.
— Vá em frente, Bella Rosa. – Dave a beijou. – Estou querendo declarar meu amor por você aos quatro ventos.
— Certo. – Fran se enrolou em um lençol e saiu do quarto.
Derek acordou do lado da mulher que ele amava. Depois da noite de ontem, ele realmente queria passar seu tempo a amando. Ela estava dormindo tranquila, de costas para ele, sem uma camisa, então suas costas estavam expostas.
Passando um dedo por toda a extensão dela, ele se sentiu bem. Era realmente sua perdição.
— É uma ótima maneira de acordar. – Penelope resmungou de costas. – Com seus dedos na minha coluna. Vendo algo que gosta?
— Totalmente. – Derek respondeu. – Sua pele cheia de pintas pretas a fazem ainda mais bela. – Ele traçou ainda mais. – Branca, lisa e tão sedutora.
— Eu tenho mais corpo. – Ela reclamou. – Não há como alguém gostar disso na luz boa.
— Quem disse isso para você, Penelope? – Derek estava triste.
Ela virou para ele, com os seios descobertos tocando o peito de Derek.
— Eu estive com poucos antes de você e eu virarmos algo. – Ela confessou. – Kevin nunca me olhava com desejo. Era como se ele estivesse comigo por pena. Baylor tentou me matar e eu tenho uma cicatriz disso.
Ela tirou a coberta e revelou a cicatriz em forma de estrela. Ela fechou os olhos, mas os abriu quando sentiu que Derek se abaixou até ela e deu um beijo nela.
— Acho que essa cicatriz é linda. – Derek disse. – Não o jeito que você a ganhou. Mas o jeito que você sobreviveu a isso. Eu tive muito tempo depois para me culpar por aquilo.
— Eu acho que ambos tivemos culpa aquela vez. – Penelope passou um dedo pelo peito de Derek. – Talvez eu devesse ter checado ele ou talvez aceitado seu conselho.
— Não se culpe Baby Girl. – Derek a fez olhar para ele. – Eu fiz um jogo ciumento e deveria ter checado ele.
— Acho que valeu a pena levar um tiro para perceber que o que eu queria era você. – Penelope disse. – Mas as regras da fraternidade impediram que ficássemos juntos eu comecei a namorar Kevin.
— Porque vocês acabaram, Baby? – Derek a viu ficar triste. – Sabe que não precisa contar se não quiser.
— Só namoramos por dois meses. – Ela o olhou. – Ele me traiu como presente de dois meses. E eu terminei com ele.
— Seus irmãos, Deusa. – Derek trouxe essa história de volta. – Por que eles te agrediam?
— Ciúmes talvez. – Ela se aconchegou ainda mais em Derek. – Meus pais me amavam um pouco mais. Sempre fui a filha de ouro deles. Eddie era um problemático. Ele se envolveu em brigas. – Penelope sabia eu era hora de contar. — Um final de semana, meus pais saíram de casa e eu fiquei com eles. Carlos não se envolvia nisso, mas também não impedia. Eddie corrompeu os outros dois, mas era o que mais tinha ódio por mim.
Derek ouvia em choque. Ele entendia o porque ela nunca contou. Era como seu abuso por parte de Carl Buford, uma parte dolorosa e triste.
— Eddie tentou me pegar quando desci para tomar café da manhã e eu corri para o armário. – Penelope estava tremendo só de relembrar aquele dia. – Eu não consegui nada para comer e já estava ficando exausta no armário.
— Vá devagar Baby Girl. – Derek a fez se sentir segura. – Temos todo o tempo antes de Haley acordar.
— Eu não sei quanto tempo eu fiquei lá Derek. – Ela tinha lágrimas. – Eddie me procurou e ele conseguiu me encontrar. Começou a chuta a porta até quebrar. Ele me puxou para fora e me bateu.
Derek se sentiu doente. Sua Penelope parecia tão triste com aquilo que fez seu coração desmanchar. Ele a segurou mais perto.
— Eu consegui me levantar quando eles o afastaram e dormi. – Penelope o abraçou ainda mais. – Meus pais chegaram horas depois e não descobriram as marcas. Eu sabia que se eles chamassem a atenção de Eddie eu iria apanhar mais.
Eles ficaram abraçados na cama, consolando um ao outro até que o telefone de Derek começou a tocar.
— Não diga que é um caso. – Penelope não queria voltar agora. – Eu não consigo pensar em você longe de mim.
— É a minha mãe. – Derek disse, alcançando o aparelho. – Talvez ela precise de algo cedo. – Derek apertou o botão para aceitar a ligação. – Ei mãe.
— Derek! – Fran praticamente gritou. – Se divertindo com sua esposa?
— Tendo uma conversa sobre as coisas do passado. – Ele respondeu. – A diversão foi ontem a noite. – Derek completou com um sorriso.
— Sem detalhes Derek. – Fran brincou. – Acho tão lindo vocês dois.
— Ligou para saber sobre sua netinha? – Derek passou um dedo outra vez pela coluna de Penelope. – Ela ainda está dormindo.
— Liguei para contar que eu estou namorando. – Fran falou. – Estou namorando David Rossi.
— Bem. – Derek apenas disse. – Pensei que teria que mandar Pen vasculhar a conta dele para algum de vocês confessar.
— Você sabia disso? – Fran estava surpresa. – Como?
— Talvez tenha sido a camisa dele que você usou no outro dia. – Derek começou. – Ou quem sabe os olhares que trocaram quando ele se ofereceu para levar você para o "hotel" ou talvez a parte em que eu sou um profiler muito bom e tenha descoberto com o fogo no olhar dele quando eu falo sobre você.
— Ok Derek. – Fran riu. – Eu me rendo. Mas você está bem com isso?
— Por que não estaria? – Derek quis saber. – Ele está te fazendo feliz, mãe. – Derek disse. – Você merece ser feliz e se for ele quem fizer você se sentir assim então eu estou bem.
— Você Derek Morgan é um filho maravilhoso. – Fran agradeceu. – Dê lembranças a Penelope e a sua Baby. Eu amo todos.
— Eu também te amo Mamy. – Derek disse.
Ele sorriu quando desligou. Penelope se virou para ele e começou a beijar ele.
— Temos ainda dez minutos. – Ela sussurrou. – Que tal passar esse tempo nos beijando?
— Parece uma boa idéia Baby Girl. – Derek subiu sobe ela e a beijou.
Eles começaram, mas aparentemente Haley tinha outros planos e começou a chorar.
— Acho que precisamos adiar. – Penelope sorriu. – A pequena está chamando.
Ambos se levantaram. Eles queriam passar muito tempo juntos ainda. Derek observou Penelope pegar Haley e a trocar. Depois a deitou em seu colo e subiu a camisola e deixou Haley mamar. Aparentemente ela ainda conseguia fazer isso.
Derek pegou o celular e tirou uma foto da cena. Ele emolduraria e prenderia em cada prédio se fosse possível.
Na rua a diante o carro estava de volta a função de vigília.
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