La Busca Por La Verdad
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Regy: Por que... Porque sou muito emotiva. Desculpa-me (se afasta dele) eu não consigo ver o sofrimento das pessoas (fica de costas para ele).
Estevão: Do jeito que você tinha falado cheguei a pensar que... (pausa).
Regy: (se vira para ele) O que pensou?
Estevão: Que você é minha filha (olhando nos olhos dela e reflete um pouco sofrimento no jeito dela). Por um acaso você é minha filha? Minha pequena Regiane (se aproxima dela, emocionado)?
Regy abaixa a cabeça e começa a chorar e depois ergue a cabeça e olha nos olhos de Estevão e balança a cabeça em sinal que sim.
Estevão: Filha... Minha filha (ela a abraça e chora junto com ela).
Regy: Pa... Papai (abraçando ele forte).
Estevão: (se afastam e vão até o sofá e sentam) Porque você não se revelou quem você era quando chegou aqui no dia das negociações?
Regy: Porque eu odiava vocês (limpando as lágrimas) meu objetivo era destruir vocês, por terem me abandonado no orfanato, bem era isso que eu achava até Maria me contar que a filha de vocês tinha sido seqüestrada no caso eu, ai mudei de idéia.
Estevão: Nunca iríamos te abandonar, você e seus irmãos são tudo para mim e Maria. Porque você não falou mãe quando se referiu a Maria?
Regy: Nem eu mesma sei.
Estevão: Por favor, me conte tudo que aconteceu com você nesses 18 anos.
Regy: Sim.
Assim Regy conta tudo o que aconteceu em sua vida nesses 18 anos que ela ficou longe, conta o porquê do ódio que ela sentia pelos pais, conta da carta que foi deixada para ela com a assinatura de sua Mãe. Que dizia que não a amava e por não amá-la e ser um estorvo na vida dos pais tinham deixado ela no orfanato.
Estevão: Meu Deus o seqüestrador pensou em tudo, ele te seqüestrou em Cancun e te levou para Aruba. (se levanta). Vamos até a sala de Maria contar a ela (indo até a porta).
Regy: Não, não quero que ela saiba ainda. (se levanta) Quero mudar minha mãe, você sabe no que ela se transformou em minha ausência e que meus irmãos sofreram por isso. Tanto que Ângelo me odeia, preciso conquistar ele, o fazer mudar de idéia sobre mim.
Estevão: Você tem certeza disso?
Regy: Sim. Por favor, prometa que não vai contar nada a ninguém?
Estevão: (a abraça) Eu prometo, mais se alguma coisa acontece com vocês eu vou revelar, estamos entendidos?
Regy: Sim Senhor.
Estevão: Amo-te tanto filha.
Regy: E eu a ti pai. Já está na hora de irmos embora, já está tarde, os demais já devem ter ido embora.
Estevão: Verdade. Quer carona?
Regy: Não é necessário eu vim com o meu carro. Vou até minha sala pegar minha bolsa e já descemos para o estacionamento (dando um beijo na bochecha de Estevão).
Estevão: Perfeito (dando um beijo na testa da filha).
Estevão pega sua pasta e guarda os desenhos que sua filha lhe entregou. Eles saem da sala e encontram Maria.
Estevão: Quer alguma coisa Maria?
Maria: Sim. Gostaria de saber se pode me levar para casa?
Estevão: Claro.
Regy: Com licença vou pegar minha bolsa e também já vou embora (saindo).
Maria: Vamos descer ou vamos esperar ela para irmos juntos?
Estevão: Vamos esperá-la.
Regy: (volta) Vamos?
E e M: Sim (eles seguem para o elevador, entram e descem até o estacionamento).
Eles se despendem, Estevão e Maria entram no carro deles e Regy entra no carro dela (S10 cor preta) Ambos ligam o carro e Regy é a primeira a sair e é seguida por Estevão, Passa alguns minutos e Maria percebe que estão fazendo o mesmo caminho que Regy.
Maria: Estevão estamos fazendo o mesmo caminho que a Regiane?
Estevão: Sim estamos mais não sei por que ela está fazendo o mesmo caminho que fazemos para irmos para casa.
Maria: Que estranho.
Estevão: Sim.
Passam alguns minutos eles vêem Regy parando o carro dela no porta da mansão que fica na frente da Mansão Sán Román, o portão se abre e Regy entra. Portão da Mansão Sán Román abre e Estevão entra, estaciona o carro na garagem e saem e entram na mansão.
Estevão: Não sabia que ela era nossa vizinha.
Maria: Eu também não sabia, na verdade não tinha reparado. Bem vou subir e tomar um banho e depois descer para jantar (subindo a escada).
Estevão: (também subindo a escada) Eu também vou tomar um banho.
Assim ambos vão para os seus quartos, tomam banho, se trocam e descem para jantar com os filhos, Estevão não parava de olhar com desejo para sua esposa, ele queria comemorar o retorno da filha e essa comemoração teria que ser com sua amada, Maria estava sentindo arrepios pela forma que Estevão a olhava.
Mansão Salgado.
Regy já tinha tomado seu banho e jantado com os demais, ela se encontrava no quarto de sua amiga Nayara, conversando com ela sobre Ângelo.
Regy: Amiga você entendeu que meu irmão me odeia?
Nayara: Sim amiga, eu entendi. Não se preocupe que não vou contar nada para ele de quem você é de verdade.
Regy: Obrigada. Sabe vocês dois faz um casal tão lindo.
Nayara: Ai amiga não viaja eu o conheci hoje porque ele esbarrou em mim e eu cai e ele me ajudou a levantar, então para se desculpar ele me convidou para almoçar, ele comprou até flores para mim (sorriso apaixonado).
Regy: Já vi tudo você está apaixonada. Aconteceu mais alguma coisa que queria me contar?
Nayara: Sim (envergonhada) ele me beijou.
Regy: Mais que ligeiro que ele é (sorri). Se ele machucar você ele vai se ver comigo, claro né se acontecer alguma coisa entre vocês.
Nayara: Vamos deixar acontecer naturalmente certo?
Regy: Certo. Bem amiga vou para o meu quarto descansar. Boa noite.
Nayara: Boa noite (Regy sai e vai para seu quarto).
Regy entra no quarto se depara com Geraldo deitado na sua cama só de cueca Box preta.
“Pensamento da Regy On
Geraldo porque você fica vestido desse jeito é um tentação ficar perto de você assim, mais não posso me render a você até você me dizer que me ama.
Pensamento da Regy Off”
Regy: O que faz aqui e desse jeito (fechando a porta)?
Geraldo: (se levanta e se aproxima dela) Vim dormi com você.
Regy: Você está muito mal acostumado Geraldo. Vai dormi no seu quarto vai (indo para o banheiro troca de roupa e coloca uma camisola branca rendada nos seios e acima dos joelhos e sai do banheiro) ainda está aqui Geraldo (soltando o cabelo)?
Geraldo: Sim estou aqui ainda e não tenho planos de sair.
Regy: (se deita na cama e se cobre) Tudo bem, pode fica ai velando meu sono. Boa noite.
Geraldo: (vai ate a cama e se deita e abraça) Eu tenho que confessar uma coisa.
Regy: Que coisa (sentindo os beijos dele no pescoço)?
Geraldo: Fiquei com muita raiva ao saber que você se entregou para outro homem. Fiquei com raiva por outro homem ter te tocado (acariciando o corpo dela), ter te beijado (beijando o ombro) ter sentido suas caricias, ter ouvido seus gemidos ao pé do ouvido (mordendo a pontinha da orelha dela).
Regy: Não sei por que você sentiu raiva, não sou sua esposa de verdade, não nos amamos. Nosso casamento é de mentira, porque se não nos casasse você perderia tudo e eu seria única herdeira, mais como não uma pessoa de má índole eu me casei com você. E não tem porque você sentir raiva nada que tem a haver comigo, porque mesmo depois que nos casamos você continuou com sua vida de festas, bebedeiras e mulheres. Eu fui traída varias vezes por ti. Tenho mais chifre do que o gado no pasto. Agora saia do meu quarto e me deixa dormi em paz (fala tudo sem olhá-lo, ele se afasta se levanta e vai para o quarto dele).
Quarto de Geraldo.
Geraldo: Ela tem razão eu a trai e trai muito e com varias mulheres (dando socos na parede) como fui burro (vai até a cama e se deita e se põe a pensar).
Quarto de Regy.
Regy: Regiane o que você fez? Não deveria ter falado tudo isso para ele (olhando para a porta do quarto) ai que raiva. Mais ele mereceu ouvir umas verdades. Mais eu fui muito grossa com ele. Ai Geraldo como eu queria te odiar no lugar de te amar.
Passa alguns minutos ambos já estão dormindo.
Mansão Sán Román.
Maria estava em seu quarto vestida com uma camisola preta um pouco transparente, um pouco acima do joelho e com um belo decote na parte dos seios, sentada em uma poltrona e lendo um livro, até que ouve o barulho da porta de acesso abrir ela fecha o livro, se levanta e olha para a porta e vê Estevão vindo em sua direção. Ele a pega pela cintura e puxa pra si e a beija, um beijo faminto, um beijo cheio de desejo e amor, ele passeava com suas mãos pelo corpo de sua esposa. Ele a pega no colo e a leva na cama a deita e logo ele se deita em cima dela. Beija o pescoço, ombro, boca e mordia a pontinha da orelha. Com uma de suas mãos ele apertava um dos seios dela e a outra ele apertava com vontade uma das coxas dela.
Maria: (ofegante) Estevãããooo... Ohhh.
Estevão: (ofegante) Por favor, Maria não fale nada (se levanta um pouco e rasca a camisola dela com toda sua força) só me deixe te amar do jeito que eu quero.
Maria não falou mais nada, ficou delirando com as caricias e beijos quentes de seu marido. Ele foi baixando os beijos para os seios, ele começa a beijar chupar e lamber um enquanto a outra era apertada com muito desejo, brinca um pouco com um e depois troca e faz o mesmo com o outro seio. Depois dessa tortura nos seios de sua esposa ele desse para o ventre dela e logo para a intimidade que estava coberta por uma pequena calcinha preta rendada. Maria gemia com todos as caricias e pegadas de Estevão. Ele tira a calcinha dela com presa, afastando as pernas dela uma da outra, ele encaixa sua boca na intimidade dela e começa lamber, chupar e mordiscar sem dó fazendo Maria empurrar a cabeça para trás e agarrar o lençol com toda a sua força. Estevão penetra dois dedos dentro dela fazendo movimentos de vai e vem, ele fazia tão rápido que em segundos Maria teve seu primeiro orgasmo da noite.
Maria: Es... Estevãããooooo... Ahhh... Ohhh...
Enquanto Maria tentava voltar a respirar normalmente Estevão tirava seu pijama e cueca o mais rápido possível, depois de tirar ele massageia sua ereção que já estava bem dura pronto para se aprofundar dentro de sua Maria. Sem ao menos ela ter se recuperado direito a respiração Estevão a penetra de uma vez só, os dois gemem de prazer, ele começa a fazer movimentos de vai e vem, Maria o arranhava as costas dele sem dó, fazendo-o ir mais fundo em suas penetradas, ela cruza as pernas na cintura dele deixando seus corpos mais unidas, suados e quentes. Eles rolam pela cama e Maria fica por cima de Estevão, ela começa a cavalgar em um ritmo torturante para Estevão, ela apertava os seios e mordia o lábio inferior, fazendo uma cara sexy e ao mesmo tempo de safada. Estevão não agüentando mais essa tortura da parte dela, ele aperta o bumbum dela e começa ajudá-la a fazer os movimentos de sobe e desce mais rápido, ela se abaixa para beijá-lo no pescoço, ombro e boca e o arranhando os braços. Com mais algumas cavalgadas rápidas de Maria, eles chegam juntos ao um orgasmo esplendido.
Estevão: Ahhh... Mariaaaaaa... Ohhh...
Maria: Es... Ohhh... Estevãããoooo... ahhhh...
Eles ficam em silêncio por alguns minutos recuperando o fôlego, Maria levanta um pouco a cabeça e olha nos olhos de Estevão.
Maria: Estevão (pausa) O que foi isso meu amor? Foi maravilhoso o que acabamos de fazer.
Estevão: Isso foi o meu desejo por ti Maria (acariciando as costas nua de sua esposa). Amo-te Maria, te amo e quero você sempre em meus braços.
Maria: Você sempre terá meu amor, pois eu quero sempre estar em seus braços (começando um beijo calmo, cheio de amor e carinho).
Depois de fazerem um amor maravilhoso, eles ficam aos beijos e caricias e depois de alguns minutos eles dormem, Maria estava com sua cabeça sobre o peito de Estevão.
Dia Seguinte...
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