La Busca Por La Verdad
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Dia Seguinte...
Já era aproximadamente 16h00min da tarde todos estavam em seus afazeres, Regy e Geraldo estavam na sala dela trabalhando juntos, mais Geraldo sempre roubava um beijo e fazia alguma coisa que deixava sua esposa um pouco descompensada e envergonhada, mais foi um dia bem animado e romântico para ambos apesar do trabalho. Estevão estava em sua sala revisando alguns documentos que seriam apresentados na próxima reunião da semana. Ele estava tão distraído que não reparou que uma pessoa, ou melhor, uma mulher entrou em sua sala de a volta na mesa e ficou atrás dele e se abaixou um pouco e falou ao pé do ouvido.
XXX: Boa tarde Estevão (voz Sexy).
Estevão: (se assusta e a olha) Você?
XXX: Sim. Não me diga que não gostou da surpresa (sentando no colo dele)?
Estevão: Por favor, Bernarda de Iturbide (Quero que vocês imaginem o físico da personagem Mercedes Artigas da Novela La Tempestad e a personalidade da própria Bernarda de Triunfo de Amor) sai do meu colo, não quero nem imaginar o que Maria vai pensar ou fazer.
Bernarda: Ainda tem medo da sua esposa sem sal Estevão?
Estevão: Maria não é sem sal, ela é a mulher que amo. Será que é tão difícil você entender que eu sempre a amei e nunca te amei (segurando os braços dela).
Bernarda: Não nunca vou entender porque você me deixou para ficar com ela. Ela era uma simples secretária a qual você se encantou e depois casou e a ajudou a construir a casa de Modas, ela se casou com você por puro interesse Estevão, será que você nunca percebeu isso?
Estevão: Maria não se casou comigo por interesse e sim por amor. Faça o favor de ir embora (nisso o que não era para acontecer acontece Bernarda o beija e Maria entra na sala nesse instante sem bater).
Maria: (sem acreditar no que vê) Atrapalho?
Estevão: (consegue fazer Bernarda se levantar e ele vai até Maria que estava com algumas lágrimas pelo rosto) Maria meu amor eu posso explicar (nervoso).
Maria: Não precisa me explicar nada Estevão, eu vi (vai até a mesa dele e deixa alguns documentos) com licença (saindo da sala).
Estevão: (vai atrás dela e entra na sala dela) Maria, por favor, me escuta.
Maria: (pegando a bolsa e saindo da sala e ele vai atrás dela) Não Estevão eu não quero te escutar, agora me deixe ir embora.
Estevão: (segura ela pelo braço) Por favor, me deixa explicar.
Maria: Já disse que não (grita).
Regy: (sai da sala dela) O que está acontecendo aqui?
Geraldo: (saindo logo atrás) Vocês dois estão brigando?
Estevão: É só um desentendimento, estou tentando explicar para a Maria só que ela não quer me ouvir.
Bernarda: (sai da sala de Estevão e se aproxima dele) Estevão meu amor, já vou indo, qualquer dia desses nos encontramos de novo (dando um selinho em Estevão e sai).
Regy: Eu... (olhando incrédula para o pai, ela não vê o rosto de Bernarda) Eu não posso acreditar no que acabei de ver (vai até Maria e pega na mão dela) Vamos até minha sala, assim conversamos (elas vão para a sala).
Estevão: (nervoso) Maria não me deixa explicar o que aconteceu na minha sala, Bernarda me beijou bem na hora que Maria entrou em minha sala.
Geraldo: Vamos até sua sala e conversamos sobre isso direito, enquanto Regy acalma a Maria.
Estevão: Vamos (eles vão para a sala de Estevão e começam a conversar).
Sala da Regy
Regy: (sentada no sofá abraçada com Maria) Por favor, Maria me explique o que aconteceu?
Maria: (limpando as lágrimas) Eu entrei na sala de Estevão e vi a Bernarda sentada no colo do Estevão e eles estavam se beijando. Ela sempre o amou, nunca aceitou que ele a deixou para me conquistar e ficar comigo. Ela vive dizendo que estou com ele por interesse, mais isso não é verdade, eu sempre amei Estevão, sempre o amei Regy.
Regy: Eu sei que o amor que um sente pelo outro é puro e verdadeiro.
Maria: Da minha parte é verdadeiro mais da parte de Estevão eu acho que não (começa a chorar de novo).
Regy: Vou pedir a Estrela que te leve para casa (se levanta e pega o telefone e liga para a Estrela e em poucos minutos chega à sala).
Estrela: (batendo na porta e entra) Com licença. O que precisa Regy?
Regy: Preciso que leve sua mãe para casa, você pode?
Estrela: Sim eu posso (senta no sofá e abraça sua mãe) o que houve mamãe?
Maria: Nada demais filha, só me leve para casa, sim (olhando nos olhos da filha)?
Estrela: Sim (elas se levantam, se despendem da Regy e vão embora).
Regy: Há papai agora o senhor vai me explicar direitinho essa história de uma mulher sentada em seu colo e te beijando (saindo de sua sala e vai até a sala de Estevão e entra sem bater) com licença. Será que podemos conversar?
Estevão: Sim.
Geraldo: Eu vou deixar vocês conversando (se levantando).
Regy: Não é necessário Geraldo, pode ficar. (Geraldo volta a sentar e Regy faz o mesmo) Porque a Bernarda estava em sua sala, sentada no seu colo e te beijando (olhando muito seria ao seu pai)?
Estevão explica tudo para Regy que até o momento estava com muita raiva de outra mulher ter beijando seu pai, por ela não ter visto o rosto da Bernarda, ela queria conhecê-la saber como é essa mulher de perto. A raiva que ela sentia é tão grande que só de imaginar que isso poderia acontecer dela encontrar uma mulher aos beijos com seu marido agora que são marido e mulher de verdade, seu sangue fervia. Assim eles conversam mais um pouco, Regy e Geraldo dão algumas idéias para o Estevão fazer com que Maria escutasse e acreditasse nele. Depois de conversarem eles vão embora, Estevão ao chegar a casa conversa com Estrela e Ângelo, explicando o que aconteceu na Prataria, assim pediu aos filhos que fossem dormi no apartamento de Vivian, pois ele queria se acertar com a Maria, assim eles pegam suas coisas e saem, deixando só Estevão e Maria na mansão, ele foi até o quarto que fica ao lado do quarto do casal e toma um banho e coloca uma roupa e desce para a sala de jantar onde encontra Maria, que ao ver ele se levanta e sai da sala de jantar e ele vai atrás dela que subiu a escada correndo, chegando no corredor perto da porta ele consegue alcançá-la.
Estevão: Maria meu amor, por favor, me escuta.
Maria: Não quero Estevão, para que te escutar, sendo que eu vi você e a Bernarda se beijando, eu vi ninguém me contou Estevão (começando a chorar).
Estevão: (secando as lágrimas de Maria) Ela apareceu em minha sala Maria, eu estava distraído ai quando ela falou comigo eu a olhei, ai ela sentou no meu colo, eu tentei tirar ela de cima de mim mais não consegui, ela falava coisas de você a qual não são verdades eu te defendi, ela não aceitando me beijou e foi ai que você entrou na sala e viu o beijo. Eu te amo Maria (selinho nela) jamais, escute bem jamais te trocaria por ela.
Maria: Pois eu não acredito, não acredito que ainda me ame, não acredito que não me trocaria, pois ela sempre foi minha maior inimiga estava com você te beijando, eu não aceito isso. Não aceito Estevão (Maria estava cega pelo ciúme e pela raiva que ela sentia da Bernarda, assim ela se afasta de Estevão e entra no quarto e tranca a porta).
Estevão: (tenta abrir a porta) Maria, por favor, não duvide de mim (batendo na porta, estava irritado, uma ira crescia dentro dele, por sua amada não acreditar nele).
Ira não era exatamente o que estava sentindo naquele momento mais porque Maria tinha que ser tão cabeça dura ao ponto de não escutá-lo totalmente. Disposto a desistir e simplesmente deixar o assunto para lá Estevão mudou de idéia, Maria não ia sair novamente vitoriosa fazendo ele se sentir mal foi até a parte de baixo da mansão e pegou a chave extra dessa vez Maria teria que escutá-lo até o final querendo ou não. Subiu as escadas correndo e parou em frente o quarto dele e de Maria respirou pesadamente e girou a chave, assim que entrou encontrou Maria sentada na cama.
Maria: Posso saber o que faz no meu quarto Estevão (visivelmente irada e morta de ciúmes)?
Estevão: Precisamos conversar não vou como sempre ceder aos seus caprichos e esperar o seu ciúme passar por uma coisa que não tive culpa para ai sim você querer vir conversar comigo.
Maria: Já disse que não quero te escutar agora saia do meu quarto agora mesmo (levantando-se e indo para perto dele).
Estevão: Não vou sair e você ira me escutar por bem ou por mal me ouviu por bem ou por mal você escolherá (fala desfazendo o nó de sua gravata).
Maria: Não vou escutar você Estevão não agora entenda quero ficar sozinha, portanto de meia volta e saia do meu quarto nesse instante (fala sentando-se me uma cadeira).
Estevão sem muita paciência aproximou-se de Maria lentamente com sua gravata já em suas mãos assim que ficou frente a frente com ela ajoelhou-se diante da mesma fazendo-se de inocente ao ponto que fez Maria pensar que ele iria perdi-lhe perdão pela cena que virá na sala dele, assim que não se atreveu a levantar da cadeira o que facilitou o que Estevão estava planejando. Maria tinha escolhido dessa forma ele unicamente queria conversar não chegar a esse extremo da situação. Inocentemente Estevão juntou as mãos de Maria uma na outra e logo depositou um beijo e rapidamente envolvendo sua gravata nas mãos de Maria, dando uma e duas voltas fazendo-a ficar irada ao ver que Estevão tinha lhe amarado.
Maria: O que pensa que esta fazendo? Solte-me agora mesmo Estevão não estou brincando (mexendo suas mãos no intuito de tentar se soltar).
Estevão: Você escolheu assim Maria agora terá que me escutar e além do, mas não poderá reagir a nenhumas de minhas palavras (levantou rapidamente e foi até a cômoda de Maria pegando um dos lenços de cetim que sua esposa tinha deu algumas voltas e amordaçou a mesma fazendo ela se remexer e fazendo-a ficar em pé, certamente aquilo não era uma brincadeira que Estevão queria fazer).
Seu intuito era punir Maria por não deixá-lo ao menos explicar detalhadamente o que tinha acontecido em sua sala assim que avistou Maria tentando ir para a porta e sair do quarto Estevão a pegou pela cintura e a ergueu fazendo seu troco cair pelos seus ombros enquanto sentia os golpes que Maria dava em suas costas e resmungava algo, jogou-a na cama deixando a deitada a sua mercê amarrou seus pés na cama com mais dois lenços de cetim de sua esposa. Sorriu ao se afastar e ver tal cena Maria completamente amarrada a sua mercê poderia fazer o que quisesse com sua esposa afinal só tinham eles na casa. Sentou ao lado do corpo da Esposa olhando-a intensamente agora sim Maria iria escutá-lo se ela não tivesse essa atitude tão infantil não era necessário nada disso, era certo que ele também ficava irado e com raiva e morria de ciúmes de Maria mais sempre tentava conversar com ela e escutá-la quanto a mesmo pedia lhe com seu jeito carinhoso e meigo que tinha às vezes.
Estevão: (olhando nos olhos de Maria) Agora vou lhe contar tudo o que aconteceu na minha sala meu amor. Eu estava em minha sala revisando alguns documentos para a próxima reunião, estava tão distraído que eu não percebi a presença da Bernarda na minha sala (pausa e rasga com força a blusa de alcinha preta que Maria usava) só percebi que ela estava na sala quando ela falou comigo bem próxima do meu ouvido, me assustei e a olhei e foi ai que ela sentou no meu colo eu tentei tirá-la mais ela persistiu a ficar sentada no meu colo, começou a falar que você era uma mulher sem sal e só estava comigo por interesse e não por amor. Eu a disse que você não era sem sal e que você não tinha se casado comigo por interesse e sim por amor. Sim Maria por amor, pois é isso que existe entre nós dois é AMOR (dando ênfase) eu também disse que nunca a amei e que era melhor ela entender, mais ela disse que não entendia o porquê a troquei por você que era uma simples secretária. Depois de tudo isso ela me beijou e na hora você entrou na sala e viu tudo (sério, rasga a saia dela e a deixa só de lingerie vermelha rendada) te amo Maria, seria incapaz de te trair com a Bernarda (tira a mordaça da boca dela).
Estevão vai ao encontro dos lábios de sua esposa e quando deixa seu lábio bem próximo ao dela, ela morde o lábio inferior dele, deixando Estevão excitado e convencido que teria que provar muito mais a sua esposa que era ela que ele amava e queria sempre ao seu lado por toda vida. Ele levanta as mãos de Maria que estavam amarradas e leva para cima da cabeça e começa a dar leves mordidas nos lábios dela e depois foi para as pontinhas das orelhas, descendo para o pescoço e ombros, ele queria estar bem com sua amada, então decidiu torturá-la um pouco.
Estevão: Vou provar para você que é só você que eu amo e quero ao meu lado por toda vida Maria (a olhando nos olhos).
Maria: Estevão Ohhh... (geme quando senti mordendo um de seus seios por cima do sutiã).
Com suas mãos habilidosas Estevão tira o sutiã tomara que caia de sua amada e começa a morder chupar e beijar um de seus seios, enquanto apertava o outro seio com uma de suas mãos, ele fica um tempo assim quando troca de seio e faz a mesma coisa que fez no outro. Depois de um tempo nessa tortura Estevão desce os beijos e mordidas para o ventre de sua esposa.
Estevão: Diz que acredita em mim meu amor, diz (mordendo o ventre dela).
Maria: Não ohhh... Não vou dizer (querendo fazer com que ele continuasse com suas caricias e provocações).
Estevão: Há Maria você não deveria ter dito isso, (desamarrando os pés delas com uma de suas mãos e com a outra rasga a calcinha dela) vou ter que continuar a te torturar até você me dizer que acredita em mim (afastando as pernas uma da outra).
Ele passa a ponta dos dedos da mão direita na intimidade dela deixando ela ainda mais molhada de desejo, ele introduz um dedo e depois outro dentro da intimidade dela e começa a fazer movimentos de vai e vem bem rápido causando gemidos altos de Maria, ele para por um momento e a olha.
Estevão: Não vai dizer Maria (mordendo a virilha)?
Maria: Ahhh... Não (com os olhos fechados).
Ele começou a fazer os movimentos com os dedos novamente e bem rápidos enquanto chupava, lambia e mordia o clitóris de sua amada esposa, sua ciumenta, a mulher de sua vida. A como Maria estava deliciosa, Estevão continuava com sua pequena tortura, até que Maria chega a um orgasmo maravilhoso.
Maria: Es... Estevããããooooo... Ohhhh (gemendo e com a respiração agitada).
Estevão: (tira rapidamente a roupa que usava ficando nu) Isso chama meu nome meu amor, chama (se deita sobre ela, mais não coloca seu peso em cima dela) Te amo Maria, minha Maria (inicia um beijo cheio de amor e carinho).
Maria: (termina o beijo com selinhos) Estevão solta minhas mãos.
Estevão: Não (sério).
Maria: Porque não?
Estevão: Você ainda não disse que acredita em mim.
Maria: Por favor, Estevão me solta (olhar meigo).
Estevão: Não adiante me olhar assim com esse olhar meigo que eu não vou lhe soltar até ouvir o que eu quero.
Maria: Então está perdendo seu tempo me torturando, pois não vou dizer (desafiando).
Estevão: Não perdi meu tempo lhe torturando, pois ainda nem terminei (ele se levanta e a vira de costas para ele e da um tapa bem forte no bumbum dela).
Maria: Aiii (expressão de dor) Para com isso Estevão, já disse que não vou dizer (provocando ainda mais seu marido).
Estevão afasta um pouco as pernas dela e se deita sobre ela, fazendo sua ereção deslizar para dentro da intimidade de sua esposa, Maria geme ao sentir ele entrando e saindo de sua intimidade, Estevão ia bem fundo com suas penetradas rápidas ele apoiava suas mãos no colchão para não colocar peso em cima de sua amada. Ele sabia perfeitamente como fazer sua mulher sentir total prazer. Depois de um tempo se amando assim ele sai de dentro dela, que fez cara de frustrada, ela conseguiu se virar e viu Estevão sentado na berrada da cama, de costa para ela. Ela se levanta da cama e vai até ele e senta de frente no colo dele.
Maria: Aconteceu alguma coisa Estevão? Porque você parou (colocando suas mãos amarradas na nuca dele)?
Estevão: Não aconteceu nada, eu parei porque eu queria você assim sentada no meu colo (coloca as mãos na cintura dela, fazendo ela se levantar e encaixa sua ereção na intimidade dela).
Estevão ajudou Maria a fazer movimentos de sobe e desce bem rápido e quando ele percebia que ela estava quase chegando ao orgasmo ele a fazia parar de se movimentar, ele fez isso três vezes, fazendo com que Maria contestasse.
Maria: Estevão (irritada).
Estevão: O que foi Maria?
Maria: Porque que toda vez que eu estou chegando lá você faz com que eu pare de fazer os movimentos?
Estevão: Estou te castigando Maria, eu quero que você me diga que acredita em mim. Dizendo isso eu te levo ao pico do prazer (com olhar safado e apertando os seios dela com as mãos).
Maria: (começa a fazer os movimentos de sobe e desce bem devagar) Eu acredito em você meu amor (selinho) mais o ciúme que sinto por você quando a Bernarda se aproxima me deixa cega (selinho) eu te amo e sei que nosso amor é para vida toda (fazendo os movimentos de sobe e desce com a ajuda de Estevão mais rápido) Ohhh. Desculpas por não querer lhe escutar.
Estevão: (se levanta com ela que cruza as pernas em sua cintura) Está desculpada, mais, por favor, se acontecer alguma coisa do gênero bem eu espero que não aconteça mais se acontecer, me deixe explicar sim?
Maria: Sim. Vou deixar você explicar.
Estevão a leva para o banheiro onde ele a coloca sentada na pia gelada fazendo com que Maria se arrepiar por inteiro, ele começa a dar penetrados rápidas e fortes em sua amada, assim entre beijos quentes, arranhões e juras de amor eles chegam juntos ao um orgasmo maravilhoso.
Maria: Ohhh... Estevãããoooo... ahhh (geme).
Estevão: Ma... Mariaaaaaa... Ohhh... ahhh (geme).
Eles ficam unidos por um tempo até que recupera a respiração, depois de recuperados eles vão tomar banho juntos entre beijos, caricias e juras de amor. Depois do banho eles se secam, colocam roupas de dormi de deitam agarradinhos e em poucos minutos já estão dormindo.
Uma Semana depois...
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