Lágrimas de Roma

1 Lágrimas de Roma


Ó grande imperador

Primeiro e único

Trouxe paz ao caos

Acalmando a terra de grande tremor

Filho da mais bela

impossível seria

Não encantar teu povo

Com seu brilho castanho

Com seu belo sorriso

Trouxe luz para o seco plantio

Gerando frutos aos famintos

Alimentando-se da esperança

De tê-lo junto à ceia.

Mas, agora, longe estás

Como pôde deixar tudo para trás?

Fingindo não se importar

Com quem poderia tudo suportar

Agora, seu maior amor espera

Nos degraus que um dia pisou

O escolhido de todos

Que nunca irá voltar.

Notas finais
Escrevi esse poema enquanto ouvia o álbum "Folklore", sendo a minha primeira tentativa de escrever algo sobre os meus sentimentos; estou totalmente aberto para ouvir a crítica construtiva de todos.
Um grande abraço,
Felipe.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!