Kyu Ryu no Tsui Sen - Hakusi Tetai
15 Tamashi no Kiõme '' Especial''
Notas iniciais
Acho que você me entendeu mal.
Já ouviu falar no ditado
''Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço''
Então, se eu disser que é pra tratar todos como seus amigos, faça isso.
Mas se eu matar todos eles, porque estava com tédio.
Não faça isso.
(...)
– Nanatsu...está atrasada, para caralho. — Disse o outro, no corredor do palácio, andando com sua armadura,a lança, grudada nas costas, andando com postura, acenando em comprimento das serventes, que com a chegada dos dois, se ajoelhavam em respeito.
A outra nem pareceu ter ouvido, imersa em pensamentos enquanto alisava sua espada, que havia acabo de sair de um genocídio, levando todos os Henyuus para o Dõl Hõmel, que devia estar usando suas almas como ferramentas para ilustrar suas espadas, mesmo com a aparentemente mulher estando com sua armadura e seu elmo na cabeça, os cabelos ruivos, um pouco branco nas pontas, se arrastando para o ar, com a ventania das imensas janelas, fazendo não só o vento entrar, mas como o sol escaldante que chegou com ele, deixando um brilho na armadura de ambos, mostrando pingos de sangue. Parecia ainda mais imersa em pensamentos, alisando quase como que se fosse uma filha nas mãos, mas era apenas sua espada, era apenas Kirihakuto.
– Não irá me responder? — Perguntou o outro com a lança nas costas, retirando o seu elmo, revelando cabelos azuis, azuis como o oceano. — Eu deveria imaginar, deveria ter escolhido a segunda, ela é um pecado mais abrangente que você, sétima ! — Voltou a tentar insistir em alguma conversa, da que parecia se chamar, a sétima, que nem se deu ao trabalho de virar, ou de cumprimentar as outras serventes, que deviam ter saído da sala do Comandante General do batalhão dos Escarles. Provavelmente as serventes foram usados como brinquedos, bem como ambos sabiam que ele faria com meras serventes.
O outro vendo a leve mudança no comportamento, deixou seus olhos castanhos brilharem com o reflexo do sol se chocar contra eles, adotando um sorriso psicótico, quase cômico, mas ainda assim, estranho.
– Não se incomoda que suas filhas, estejam servindo de brinquedos sexuais, para seu outro filho? — O outro tentou tocar na ferida da mulher, mas ela apenas parou, sobre o interminável tapete vermelho e amarelo, segurando o cabo firme de Kirihakuto, o outro claramente nem pareceu ter se importado com a leve indireta de ameaça. — O que foi sétima? desde quando você tem sentimentos? Se importa com eles? Se você quiser posso te ajudar a fazer mai-
O azulado, não conseguiu completar o que iria falar, pois recebeu um potente corte de espada na região de seus braços, não cortando fora, mas acertando com tudo a sua armadura, transformando-a em frangalhos, como cacos de vidros depois de serem acertados por algo forte. E pela primeira vez, sétima falou com sua voz, demonstrando clara irritação, e até ódio, na modesta opinião do azulado.
– Escolha suas palavras com cuidado, quarto...o que aconteceria se eu deixa-se minha espada cravada na cabeça de um peixe fraco como você? — Agora, a mulher que mesmo por de baixo do elmo, claramente estava com uma carranca provocativa, o outro sem ao menos ver o rosto dela sabia disso, com a mão no seu braço, onde deveria estar uma parte da armadura, começou a dar indícios de sangue, pingando e deixando o tapete, que levava até a imensa porta de onde o General estava, ainda mais vermelho.
– Hooooo! Então você fala, que coisa surpreendente, pensei que seu companheiro quando foi embora, tinha levado sua fala, junto com sua alma, também.. — Voltou a provocar, mas se arrependendo no mesmo instante, quando viu apenas um singelo movimento de olhos vermelhos, deixando rastros, e no outro segundo. Sentiu uma potente investida contra seu nariz fino, sentiu um carinhoso ''treck'' nele, que ótimo, pensou nisso de joelhos enquanto colocava impulsivamente as duas mãos no rosto, vendo o sangue escorrer em abundância dali.
Sétima nem se questionou muito se deveria esperar e ir direto para a sala, foi andando calmamente, rebolando pois sabia o que o outro a desejava como um fogo deseja queimar o mundo, sem cerimônias abriu a imensa porta dupla que parecia ter 10 metros de altura, com total facilidade.
Não ficando surpresa quando viu um de seus filhos, montado em uma de suas outras e numerosas filhas, de quatro no trono dourado do General, quanto o velho general ficava em cima dele, mesmo que ele já tive-se notado a presença da outra, não pareceu dar muitos indícios de que iria parar tão cedo, sem se importar muito quando mais serventes tiraram a roupa sem vergonha e ajudaram o general a relaxar de uma maneira diferente.
O azulado que estava de joelhos no chão, vendo a cena, de um velho sem calças com cinco garotas com no mínimo quarenta anos de idade mais novas que ele, se jogando nele, ambos ficaram sentados em frente ao trono, em completo silêncio, vendo o general acabar com uma a uma, levou algum tempo, mas o azulado não resistiu a ideia de dar um comentário sobre isso.
– Já pensou eu e você fazendo isso que ele está fazendo com suas filhas? — Perguntou o outro, colocando sua mão no ombro da mulher, e não se deixando abalar quando ela foi cortada sem ele nem mesmo ver o movimento, mas ela logo voltou, era como se a mão tivesse vontade própria.
– Não me bajule, pirralho de merda. Meu único companheiro não está aqui. — Respondeu, entre múrmuros, ainda mais abafados pelo elmo, a espada em seu colo, como se fosse sua filha.
O outro nem pareceu ligar muito, pois colocou um dos dedos na orelha, distraidamente, como se aquilo não fosse muito importante.
O General se sentou no trono, ninguém parecendo se importar se estava nu ou não, em realidade, não parecia importar, parecia algo tão banal.
– Fico feliz que tenham vindo rápido, como foi a missão de vocês dois? — Quando o General lançou a pergunta, a mulher apontou para sua própria armadura, com sangue, o outro pareceu entender pois foi direto ao seu assunto inicial. — Boom, como vocês sabem, estamos em guerra contra os gêmeos, os filhos diretos dos Deuses.
– E o que sugere? - Perguntou a mulher, se levantando com a espada na mão, sendo acompanhada no ato pelo azulado.
O General coçou o saco com cara de paisagem, e falou como se fosse algo tão natural, como falar do tempo.
– Mate os irmãos e me traga a cabeça de Megami, ah...E me tragam o escudo dele, vocês são os 7 pecados capitais, não? — Disse, dando um sorriso lascivo, rindo da cara de espanto dos outros, aquilo era bobagem.
– Acho que você tem que começar a se importar com a cabeça de cima, General..- Falou o azulado, rindo por dentro, aquele velho caducou de vez..
– Pelo contrário, devo continuar assim, afinal..
Um silêncio se colocou no recinto, deixando um clima desconfortável ali. Nenhum dos três parecia querer quebrar, mas um lamento do General fez um silêncio reinar ali.
– Acho que não temos escolha, afinal os Deuses se voltaram contra os outros 9 mundos, incluindo o mundo dos seus filhos. Nanatsu..
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