Notas iniciais
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Nagashi Swords se tornou, por completo, mais uma das vítimas de Grade Lark. A Soldada da Gênese utilizara a escuridão mais espessa que é capaz de produzir para aprisioná-la em um jogo macabro, tal como já fez. A aliada de Phoebe Gênesis – o fundador da organização – tem o dom de criar e controlar as trevas, o que inclui tanto a falta de luz literalmente falando quanto às sombras que vivem em cada coração humano. No segundo caso, se apropriando das fraquezas interiores de sua vítima, ela cria um mundo alternativo, no qual impera como soberana. Diante disso, nem mesmo Nagashi foi capaz de se defender. Resultado: está a estudante, agora, caída e perdida em sua própria escuridão.

– O medo de se sentir sozinho é mesmo terrível. – pensa Grade, de costas para a loira, enquanto se afasta dela com passos calmos, prestes a retornar para o mundo real. – A condição de ser um humano impõe muitas falhas e por isso que ninguém na face da Terra pode me enfrentar. Ter a força plena é algo que seres imperfeitos não podem alcançar...

Repentinamente, o caminhar da mulher para bruscamente. Uma intensa luz arde bem atrás dela, fazendo-a cessar e se virar para tal direção. Os olhos da “senhora fúnebre” se arregalam de espanto, contracenando com o seguinte falar:

– Não posso crer! Alguém está invadindo o mundo alternativo que criei para a garota Swords!?

Por um breve momento, é possível enxergar plumas cintilantes próximas ao ponto de formação da luz. Contudo, quando o brilho se apaga, elas também desaparecem. O que – ou melhor, quem... – as substitui é Senshi Yujo.

– Você aqui, moleque? – questiona Grade, indignada. – Como fez para...

O adolescente, apesar de ter sido capaz de ouvi-la, não dá a mínima para ela. Sua exclusiva preocupação é o bem estar de Nagashi.

– Nagashi, levante-se. – pede ele, ao se agachar e direcionar toda a sua atenção para a colega de classe, ao seu lado direito. – Você não está sozinha.

Ela não reage. Com o olhar apagado e vazio, a neta da falecida Madallena Swords permanece imóvel, de bruços sobre tal ambiente sombrio. Porém, insistente, o garoto aprimora seu discurso:

– Você nunca esteve realmente sozinha e enquanto existir, não permitirei que esse quadro mude.

De repente, o corpo da loira reage. Um fio de esperança corre por toda a extensão de sua pele e, mesmo que pouco, seu olhar recupera parte de sua vitalidade natural.

– Quem é você? – pergunta a adolescente, ao virar seu rosto para Senshi, ainda bem debilitada.

Um sorriso radiante envolve a face dele. Contente, diz, oferecendo sua palma direita para ela:

– Sou Senshi, o cara que mais te ama no mundo.

– S-Senshi? – repete, ainda de bruços, entrefechando suas pálpebras por forçar sua memória que fora abalada por Grade.

– Não! – exclama mentalmente a mulher, perplexa e distanciada da dupla por longos metros. – É impossível alguém como ele penetrar no meu jogo! Nenhum humano comum pode...

O espanto no rosto da Soldada da Gênese se eleva. Enquanto o intruso vai ajudando a última Swords viva a se recompor, Grade pensa:

– Senshi Yujo não é um humano! Só pode ser isso! Nem mesmo Phoebe-sama tem a capacidade de fazer o que ele está fazendo! Mas afinal... O que é esse garoto?

– Minha mente está tão confusa... – alega Nagashi, colocando sua palma direita aberta sobre sua testa, logo após aceitar a ajuda do garoto e se levantar do chão. – Não consigo me lembrar...

– Aquela mulher tingiu sua mente com a escuridão que ela manipula. – afirma ele, diante da menor. – Mas nada, nem mesmo as trevas, pode ser superior ao amor.

Com o rosto baixo, Nagashi o levanta para olhar diretamente para ele. A face de Senshi, de alguma forma, não lhe é estranha. Mesmo assim, não consegue se lembrar do colega de turma em Kyodai.

– Eu não consigo... Estou tentando, mas não consigo me lembrar. – afirma ela.

O empático reúne suas mãos com as dela. Apesar da indiferença da loira, o mais alto não se abala e mantem seu sorriso cativante como sempre. Pouco a pouco, ele vai aproximando seus lábios dos de Nagashi até eles se encontrarem em um inocente e imaculado beijo. Ela não sabe como reagir, mas no fundo sente o forte desejo de não se desvencilhar do “desconhecido” nunca mais em sua vida. É como se seu coração e sua alma tivessem esperado por longos anos tal encontro.

– Eu amo você. – afirma Senshi, segundos após o término do “eterno breve beijo”. – E nada nem ninguém será capaz de impedir esse amor. Ou melhor... Na verdade existe alguém capaz sim...

Os olhos da jovem se arregalam. Por um instante, chegou mesmo a acreditar nas doces palavras do outro. Contudo, sua busca constante pela realidade insiste em afirmar que tudo não passa de dizeres vazios. Afinal, se até hoje o amor não foi nada mais que falsa promessa, por que agora seria diferente?

– Você, Nagashi, é a única que pode barrar o nosso sentimento. – conclui, o que a deixa atônita. – Então pergunto qual é a sua escolha: está decidida a viver o que há entre nós ou enterrar, de uma vez por todas, o nosso laço?

As risadas de Grade Lark ecoam pelo local, chamando a atenção de ambos. Em tais circunstâncias, ela declara:

– O amor não pode devolver a ela as lembranças que apaguei. Você não existe mais para Nagashi Swords, garoto. Não importa o que faça, não poderá mudar nada. Até porque este mundo é meu. – encerra, abrindo os braços.

– Eu sei o que fez com ela. – o adolescente deixa bem claro, encarando-a seriamente e sem medo algum. – Mas eu não tenho medo das suas ameaças, nem vou me abalar com as coisas que diz.

– Jura? – questiona, com mais uma leve risada de provocação. – Se esse amor que tanto preza é realmente tão poderoso, vamos ver se Nagashi ainda se lembra de você... Vamos ver se um mero sentimento pode sobrepujar a minha escuridão.

Suspirando, Senshi volta sua face para a loira perante seu corpo. Quando o faz, ela também toma tal atitude. São poucos os centímetros que os separam.

– Preciso da sua resposta. Está disposta a viver o que sentimos ou jogar tudo fora e passar a viver apenas por si mesma? – indaga o maior.

O olhar da adolescente tremula. Afinal seus pensamentos ainda estão desordenados e bem afetados. Como poderia ser de outra forma depois de tudo o que sofrera nas mãos da serva de Phoebe Gênesis? Porém, mesmo que de maneira lenta, a imagem falha de Senshi é restituída em sua mente. E, como consequência, Nagashi sorri.

– Vamos vivê-lo. – responde, com uma expressão tão doce como nunca exibiu em todo o seu viver.

A loira ergue seus braços e se apoia no corpo dele, colando a porção direita do seu rosto no peitoral do mesmo. Grade, agora, está completamente pasma, mas sem dar a mínima para isso, Nagashi conclui:

– Vamos viver o nosso amor, Senshi. Essa é a minha escolha.

– Basta, moleques!! – grita Grade, interrompendo o momento do casal. – Amor não existe! É uma alucinação humana, não passa de uma tola mentira!!

– Está enganada. – afirma ele, direcionando seu olhar firme para a mais velha, outra vez. – O amor existe sim e é por isso que alguém como você não pode nos atingir.

– Como é!? – replica, furiosa.

– Aceite a realidade, Grade. – aconselha Nagashi, voltando-se para ela. – Você me desestabilizou não pelo fato de que o amor é fraco, mas simplesmente porque eu ainda não estava suficientemente decidida quanto a ele.

A Soldada da Gênese se cala. Contudo, desvencilhando-se de Senshi e direcionando sua palma direita para seu coração, a loira prossegue:

– Eu estava fraca. Na verdade, sempre estive. Fugia do que realmente sentia, por medo de trazer todo o sofrimento do passado à tona. E, assim como faz com todas as suas vítimas, você se aproveitou das minhas fraquezas para me domar com as suas trevas.

– Uma garota inexperiente não pode saber nada de mim, nem entender a maneira como ajo!

– Mentira! – exclama a estudante de Kyodai, apontando para a mais velha com seu indicador direito, surpreendendo sua ouvinte. – Entendo perfeitamente! Agora sim entendo!

A ira de Grade explode, dando forma a densas nuvens negras ao seu redor. Enlouquecida de raiva, ela grita:

– Morram, seus malditos! Vou provar que o amor é uma simples ilusão!

As nuvens se tornam turbilhões e avançam contra o casal. Porém, quando isso acontece, para o atordoante espanto de Grade, os jovens não reagem e nada sofrem. E quando a assassina se dá conta, outra pluma brilhante surge bem próxima do dorso de Senshi, mas acaba por desaparecer instantes depois.

– Agora eu entendo... – pensa ela.

Nagashi começa a andar, com passos largos e firmes, em direção à integrante mais fiel da Gênese. Apesar disso, os pensamentos de Grade prosseguem, enquanto os olhos da mesma visam apenas o imóvel Senshi Yujo e sua mente continua:

– Ele é como um... Não! O caso não é o de uma mera comparação.

A amiga de Tsubaki Seijitsu continua se aproximando.

– Ele é um... Um...

A loira chega perto o suficiente. Parando bem diante de sua adversária, lhe encara e articula, notando que ela não lhe dá a mínima atenção:

– Seu erro fatal foi ignorar a mais sublime das verdades: não há nada mais poderoso do que o amor.

Com um soco direito, a loira acerta o estômago da mulher, atirando-a para metros de distância. Com isso, o mundo de sombras se despedaça como os fragmentos de um simples espelho e o trio se vê de volta ao Palácio da Gênese, nas mesmas posições em que se encontravam antes de tudo isso. Não passara mais do que um segundo desde que a integrante da organização em questão envolvera a garota com sua escuridão.

Grade, por outro lado, sente suas pernas tremularem – devido o impacto mental que sofrera com o ataque de Nagashi, enquanto estavam no seu mundo de sombras. Em sequência, desmaia e cai de bruços ao chão.

– Isso, Grade, foi Senshi quem me ensinou. – a loira dá o devido desfecho para suas palavras, tão firme quanto antes.

– Então tudo era mesmo artimanhas mentais, como eu havia pensado. – mentaliza ele. – O dom dessa mulher funciona manipulando as trevas e criando um universo alternativo na mente do alvo com elas. Através disso, passa a ter controle sobre a mente da sua vítima com joguinhos que parecem durar toda a eternidade, quando na verdade, mal se passa um segundo. É como...

– Vamos Senshi. – pede Nagashi, direcionando sua face para ele.

– Sim, vamos. – diz ele, sorrindo de novo e lhe dando toda a sua atenção. – Os nossos amigos estão nos esperando. Também sente isso, não sente?

– Claro. – corresponde, mais alegre. – Seu maravilhoso dom é mais um dos tantos aprendizados que adquiri com você.

Amor... É como um combustível para a felicidade, como a chave para a plenitude ou como a essência da vida. Acreditar ou não nessa forma de ver tal sentimento cabe a cada um que habita o planeta Terra. Mas para Senshi Yujo e Nagashi Swords, uma coisa é certa: nada é impossível ou invencível para o verdadeiro amor.

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Um grande salão com paredes e pilares feitos de puro ouro. Formas assimétricas de majestosos dragões por todos os cantos. Ao fundo do extenso local, um imponente altar, com três esculturas de anjos de prata. No centro, uma espécie de pedra de sacrifício, perpendicular ao chão. Presa a ela por correntes douradas, está uma jovem, trajando uma túnica branca.

– Sophia! – grita Kaoru, ao lado de Yuong, assim que seus olhos encontram a imagem da amiga, desacordada e presa.

Com o auxílio de Misty Akemi, a dupla acabara de chegar na área. E, então, se depararam com tal cena.

– Finalmente apareceu alguém... – ecoa a voz de um certo conhecido.

Os dois terceiranistas, um pouco surpresos, direcionam seus olhos para outro ponto do templo. E ficam sem palavras.

– Kenny-sensei? – é tudo o que o irmão gêmeo de Saori Tohara consegue expressar. – Há quanto tempo está aqui?

– Cheguei há pouco. – responde, sério e de braços cruzados.

– E por que não tentou salvar a Sophia-kun? – Kaoru, inconformado, tenta entender, correndo em sua direção até restar apenas míseros centímetros de distância. – Não podemos perder tempo, não é verdade?

Yuong, com um suspiro, retoma seus passos e se aproxima também, colocando-se ao lado direito do loiro. É quando, dessa maneira, Misty determina, bem atrás dos três:

– Não se esqueçam de que eu também estou aqui.

– Se você não passa de ilusão, já não deveria ter dado no pé? – questiona Kaoru, encarando-a por alguns instantes, mas depois levando seu olhar para Sophia, ainda sem consciência.

– Sim. – responde Misty. – Mas ainda não parti porque tenho algo a declarar antes disso.

Por alguns momentos, todos se jogam em silêncio. Yuong, por sua vez, decide prestar atenção à suposta “mulher-ilusão”. Entretanto, não consegue entender a postura tão serena e tranquila de Kenny.

– Não há mais salvação para Sophia Cianno.

O trio de Kyodai se espanta ao ouvir tal afirmação. Mas como ela não tem mais salvação, sendo que já está tão perto deles? Pelo contrário, agora é o melhor momento para salvá-la. É o que ambos os três pensam, apesar de nada dizerem a respeito.

– Como já devem saber, ela é descendente direta de Sophia, a Sábia. A intenção dos Soldados da Gênese era utilizar o poder que há dentro dela para reviver Ryu, o deus dos dragões.

– Como assim? – Kaoru se manifesta.

– Sabíamos que ela seria usada em um ritual, mas não tínhamos escutado nada sobre um deus dragão. – alega Yuong, tão impressionado quanto seu amigo. – Isso é mentira, né?

– Infelizmente não...

De repente, a figura de Misty começa a se apagar, como se a ilusão que a mantém estivesse prestes a se dissipar. Os três continuam fitando-a, esperando mais palavras de sua boca.

– O motivo do homem que conhecem como Kenny ter reagido de modo tão vago quando chegaram é bem simples... – acrescenta ela, fazendo os dois mais jovens olharem para o assistente de Yuki Arima. – Ele tentara salvá-la, mas foi em vão. O ritual já está quase completo e já não há mais nada que possa impedir sua conclusão.

– Isso é verdade, Kenny-sensei? – o estudante loiro, observando a expressão vazia e evasiva dele, questiona para descobrir a realidade das coisas. – É mesmo verdade?

– Sim... – corresponde o mais velho, desviando seu rosto para sua esquerda, de modo que não precise mais encarar os outros dois.

– Não pode ser verdade! – grita Yuong. – Significa que, mesmo depois de tudo, o nosso esforço foi em vão? É isso mesmo!!!???

– Eu, ou melhor, Akemi Pégasus sente muito por todos... Retornem, pois a jornada de vocês acabou. – e com seu comentário final, Misty Akemi desaparece definitivamente, deixando para trás a fúria dos dois estudantes e a frustração do assistente do vice-diretor de Kyodai.

Sem esperar nada mais, Kaoru Tohara se vira de uma só vez. Decidido, toma passos ágeis e corre em direção à Sophia. Ele é observado pelos outros dois e, em meros instantes, reduz os metros de distância para centímetros. Contudo, quando isso ocorre, um poderoso brilho arde, ofuscando sua visão e fazendo-o cessar e proteger seus olhos com os braços.

– Afaste-se, humano... – ecoa uma imponente e grave voz, por todo o local.

– O que está acontecendo? – Yuong pergunta, quando o brilho também o faz proteger seus olhos com os braços.

– Eu não sei! – responde Kenny, na mesma situação que ele.

Todos os três, com suas pálpebras entrefechadas, se esforçam ao máximo para mantê-las abertas. O brilho continua ardendo e a voz prossegue:

– Humanos não devem interferir nos planos divinos! Afastem-se!

– Quem é você? – questiona Kaoru, sem recuar e sem avançar, sentindo que a poderosa luz tem o desejo de consumi-lo por completo.

– Ryu, um deus! – grita a grave voz.

O terror toma posse do irmão de Saori Tohara e dos dois restantes. Não somente pela declaração que acabaram de ouvir, mas também pela visão que substitui, de uma só vez, a luz que acabara de se apagar: uma gigantesca criatura de escamas verdes como esmeraldas, semelhante a uma serpente alada, que agora rodeia o corpo da frágil Sophia Cianno.

– Curvam-se diante de mim! – ordena a criatura medonha, tão grandiosa que o altar de ritual se mostra relativamente pequeno para manter seu corpo como se deve. – Como simples humanos, devem se prostrar a mim de imediato!!

– Um dragão de verdade? – fala Yuong, completamente perplexo. – Algo assim não pode existir!

– Moleque... – Ryu, enfurecendo-se, dirige a palavra e o seu olhar para o garoto em questão. – Como pode ser tão petulante diante de um deus? Por acaso pretende ser punido?

– Por favor... – Kenny se manifesta, com três passos para frente. – Pedimos somente que entregue a nossa amiga Sophia. É tudo o que pedimos.

– Se refere a esta garota? – questiona Ryu, aproximando sua cabeça de dois metros de largura do rosto desacordado de Sophia. – Pedido negado! Ainda não estou completamente desperto e preciso desta garota para conseguir escapar do meu sono milenar!

– E o que pretende fazer quando acordar totalmente? – indaga Yuong, curioso.

– Reunirei o meu poder ao desta jovem para destruir a Terra e recriá-la como um mundo utópico, no qual apenas os justos viverão. – revela a grande fera alada.

Os três ficam ainda mais pasmos. Não poderiam imaginar – mesmo quando escutaram tudo aquilo da mulher que os recebera no Palácio da Gênese – que a situação era tão grave. Afinal, era esse o significado de “A descendência sagrada dela será usada como a ferramenta que irá purificar o mundo”...

– Repito: curvem-se diante de mim. Os meus seguidores serão salvos, mas meus adversários serão exterminados. – declara o dragão.

– Sinto muito, deus maligno, mas não estamos dispostos a permitir isso! – diz a voz firme de uma garota, vindo da entrada do salão.

Tanto Ryu quanto Yuong, Kenny e Kaoru olham para a entrada do local. Nela, se posicionam – da esquerda para a direita – Lucy Rouvier, Saito Urushihara, Nagashi Swords, Senshi Yujo, James Anthony Krum e Tsubaki Seijitsu. Apesar da situação, com um sorriso confiante, a garota Swords decide completar o seu “discurso de entrada”. Desse modo, fala, encarando o imponente dragão, desprovida de qualquer temor:

– É melhor para você voltar a dormir. Caso contrário, estamos dispostos a te dar uma boa lição! – com uma pausa rápida, encerra: – Isso porque ninguém machuca os meus amigos!