Kotoba Dake!

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Oi gente !! Vou fazer desse espaço minhas "Notas do Autor" , bom espero que vocês curtam a estoria. Opinem , comentem a opinião de vocês é bastante importante sabe. A história não tem capa até agora --', mas tô trabalhando pra até posta o segundo capitulo trazer ela. ^^

Boa Leitura.
Pue!

Hoje não foi um bom dia, pensando melhor apanhar nunca é bom, e ser jogado no lixo é pior ainda. O que eu fiz pra ta jogado numa pilha de lixo num beco? Simples enfrentei um grupo de marginais e estava sozinho , já dava pra perceber que ia dar em merda. Mas colocando isso de lado , bem que eu poderia fazer uma alto avaliação da minha vida ... Pensando melhor acho que não!. Me levanto com dificuldade, todos os meus músculos doem , eles me bateram pra valer. Saio do beco mancando , ainda bem que já esta tarde da noite e minha casa fica perto, ter a vizinhança falando de mim não vai ser nada bom de novo. Caminho tomando o máximo de esforço para não tropeçar e cair. Sou o que os outros chamam de delinquente. Temido, pavio curto, orgulhoso, bom de briga acho que tudo isso se aplica a mim, claro que todos aqueles boatos tenebrosos fazem parte da minha reputação mais posso afirma de que metade deles é tudo mentira. Não tenho problemas na escola e não posso reclamar do meu dia a dia.

Subo as escadas que dão ao apartamento gemendo. Meu apartamento não é o que se pode chamar de enorme, com apenas 2 quartos, um banheiro, uma sala minúscula e uma cozinha. Os apartamentos do complexos são velhos e sempre tem seus problemas, mas apesar disso gosto do ar antigo que esse apartamento transmite, com o chão e as portas de correr de madeira. Tiro meus sapatos e entro dentro de casa, vou direto para o banho ,nem me preocupo em tirar as meias na porta. Espero que eu consiga tirar o cheiro insuportável que impregnou nas minhas roupas. Meus pais não estão em casa e nem vão chegar tão cedo, moro apenas com a minha mãe mas nem vejo ela com frequência. Meu pai ainda mora no EUA e uma vez por mês liga para casa para saber de noticia, fala comigo superficialmente e depois fica de papo com a minha mãe. Ela nem se preocupa pelo fato de eu brigar na escola. Ela tem tanta coisa pra fazer que fica sobrecarregada ,nem procuro encher ela com esses assuntos ou melhor MEUS assuntos.

Saio do banho e vou procurar uma cesta de primeiros socorros, a pior parte é limpar os ferimentos. Depois de colocar um curativo no meu queixo me levanto e vou até um espelho. Quero avaliar de perto o estrago que causaram em mim ou melhor que eu provoquei em mim mesmo. Meu cabelo esta mais curto do que devia, há escoriações nas minhas costas e no meu abdômen, meus cotovelos estão ralados e tem um corte no meu queixo, e no supercilio. Suspiro e esfrego minha mão envolta do meu pescoço, meu corpo ta marcado com varias cicatrizes de luta e ainda sim continuo o menino meio japonês e meio americano , de cabelos castanho claro e olhos azuis. Saio do banheiro e vou para o quarto. Me jogo na cama que nem uma pedra, as dores, o cansaço me vencem rápido e mesmo com fome pego no sono.

Acordo com o som irritante do despertador, meus músculos ainda doem a cada movimento que eu faço. Pra que eu fui inventar de brigar logo ontem. Demoro alguns minutos em cima da cama , estou buscando inspiração pra enfrentar esse dia. Depois de alguns minutos deitado tomo coragem o suficiente e me levanto, tomo banho e preparo meu café. Estive anos a disposição para praticar então acho que fiquei bom em arrumar a casa, e cozinhar até que eu levo jeito. Passo pelo corredor e noto um bilhete no quadro de aviso. Nele havia escrito:

“Nao-chan !! Sei que você esta cansado de me ver escrever isso, mais será que você poderia pegar meus óculos e meus livros e entrega-los para a Sra. Miura? Ficaria agradecida. Bjs mamãe !! ”

Por que ela sempre tem que esquecer o básico do trabalho dela ? , sempre são as mesmas coisas. Acho que ela só não esquece a cabeça por que esta colada no pescoço. A Sra. Miura é a nossa inquilina ,e muito amiga da minha mãe por sinal. Ela é a reitora da mesma universidade que minha mãe trabalha , como minha progenitora vive esquecendo as coisas e mais parece viver na universidade do que em casa, é só eu entregar os pertences a ela. Me despeço da Sra. Miura e vou em direção ao colégio. O sono e as dores não colaboram , hoje com certeza não é um bom dia pra eu ir pro colégio , mas acho que o Koba deve estar pior do que eu.

Começo de semana é sempre o pior pra mim, ter que ouvir o a falação dos companheiro de luta não é nem um pouco estimulante e ainda por cima tem aula! Deveria ser probido ter aula no começo da semana. Confesso que não me dou bem em multidões e ver todos aqueles alunos frenéticos correndo pra suas salas me deixa inquieto sim. Seria legal se eu falta-se a aula sempre, mas como eu prometi a minha mãe que terminaria pelo menos o ensino médio tenho que nem que seja frequentar as aulas. Passei a aula toda debruçado sobre a banca, como ninguém me perturba e os professores tem medo de mim consegui dormi até o almoço. Acordei por causa da fome e fui busca alguma coisa para comer na cantina. Quando andava pelo correr as pessoas olhavam pra mim se perguntando se todos aqueles arranhões eram de uma nova luta. Para falar a verdade eu meio que me sinto desconfortável com todos esses holofotes em mim. Vou para o pátio. A primeira pessoa que eu vejo entre todo mundo é o Koba. Um cara musculoso ,alto e de cabelos vermelhos é bem visível na multidão. Aceno com a cabeça de longe, e assim que me vê retribui o cumprimento. Me aproximo dele e sento ao seu lado.

— Você parece quebrado Naota?- disse ele tranquilamente.

— Você acha ? Depois aquela surra que eu levei ontem acha que eu ainda estaria interio?

— Pelo menos eu estou inteiro e sem muitos danos.- continuava ele com o tom calmo. – Aaaah .... eu preciso de alguma coisa pra comer.

— O que aconteceu ?

— Não me pagaram meu salario no meu emprego de meio período na floricultura. E até sair os outros dois vai demorar muito.- dizia ele com a voz arrastada. Koba viva cheio de trabalhos de meio período, não sei e nem pergunto a quem fim leva toda essa grana que ele ganha. Pego um pedaço do meu pão e reparto no meio. Dou uma metade pra ele e a outra eu como.

Enquanto comia meu pedaço de pão vi uma coisa que me pareceu curiosa. Uma menina muito bonita almoçando sozinha. Juro que ela tinha tudo para ser popular e almoçar em meio as amigas ,mas não. Ela estava lá. Sozinha. Debaixo daquela arvore e o que era mais estranho com um caderno de desenho do lado. Ela mais parecia uma boneca, pele branca , cabelos curtos pretos e aparentava ser muito , muito ,mais muito delicada. Ainda estava avaliando ela um pouco mais quando a voz do Koba penetrou meus pensamentos.

— Naota! , você tá ai ?

— O que foi cara?

— Parece que você petrificou, aconteceu alguma coisa?

— Ah isso ? Nada , nada... Koba quem é ela? – Assim que me viro para olhar de novo, a menina tinha sumido. Nem um rastro dela.

— O que foi cara? Que garota cê ta falando ?

— Ela tava ali sentada. Mais deixa pra lá. – me levanto e ainda olho em direção a aquela arvore para ter sinal da garota , mais nada. O sinal toca e eu retorno pra sala.

Por algum motivo a imagem daquela menina me vem a mente muitas e muitas vezes naquela mesma noite, por mais que eu queira que os pensamentos dela se afastem só me aparece mais. “Será que eu vou ver ela de novo amanhã ?” ou do tipo “qual será o nome dela” , ou “até mesmo por que ela estava com aquela caderno de desenho?” , me atormentando a noite toda. AAAAAAAHHH !!! ela é só uma menina comum o que há de errado nisso????? Por que eu tenho que ficar pensado em como seria falar com ela ??? . depois de tentar exaustivamente afastar ela dos meus pensamentos o cansaço me vence e eu caio no sono.

Pela manha com certeza eu vou está livre de tais pensamentos. Minha rotina segue normalmente como de costume. Quando chego ao colégio, cumprimento meus camaradas e alguns colegas de classe, as meninas fazem charminho pra mim. Tudo se passa na tranquila e calma paz até o horário do almoço. Quando vou para o pátio novamente , fico olhando para a arvore para ter algum sinal da menina , mais nada de ela aparecer ou da um sinal de vida, não sei por que tá me batendo essa aflição toda. Não consigo tirar os olhos daquela maldita arvore, eu só posso tá doente só pode !

Dias se passam que mais parecem semanas pra falar a verdade, e já estou ficando com dor de cabeça de tantos pensamento direcionados a ela. Sério eu tô ficando doente , tenho que procurar alguma coisa pra ocupar minha cabeça. Todos os dias na escola é a mesma coisa. Eu vou pro almoço e espero ela milagrosamente aparecer de baixo daquela arvore, e assim se seguiu durante uns 3 dias, venho tentando arrumar briga pra me ocupar mais não importa o que eu faça . Acho que é só curiosidade mesmo.

Acordo incomodado e quando noto o sinal pra saída já tinha tocado. Me levanto e arrumo minhas coisas. Desço as escadas , trocos os meus uwabaki pelo meus sapatos de couro e vou em direção a saída. Não sei de onde veio mais senti meu rosto queimando e meu corpo sendo arremessado no chão. Quando olho pra cima gemendo de dor vejo um cara alto e musculoso bem em cima de mim.

-Então foi você o vagabundo que me corneo!

— Do que você tá falando seu idiota ? – pergunto esfregando meu rosto e me levantando.

— Dos chifre que você coloco em mim com aquela vagabunda da Kyoru.

— Que kyoro o que ?! Nem sei quem é essa ! – Eu estou falando seriamente , não lembro dessa zinha.

— Ah é ?

-Então eu vou fazer você se lembrar.

Ele tirou do bolso um par de socos ingleses e colocou nas mãos. Os capangas dele saíram de trás do colégio e vieram em minha direção com paus e barras de ferro. Eu juro que não estava me lembrando quem era essa kyoru e o por que de eu ter chifrado ele, Ah não pera... Acho que me lembrei, Kyoru é a garota muito bonita do colégio do lado sul. Olhando bem pra o rosto desse rapaz agora que eu lembro, ele é o Kazuki um dos chefes de gangue. Nooossa nem sabia direito que ela era a namorada dele ela simplesmente deu mole pra mim e eu fiquei com ela pensei que era uma qualquer daquele colégio. Mas agora percebo que eu acabei de entrar numa tremenda fria.

Me levanto as pressas e me enfio dentro do colégio. Largo minha bolsa e meus sapatos na entrada e começo a correr. Corro nos corredores o mais rápido que eu posso e a cada corredor verifico as portas, mais todas estão trancadas. O barulho do kazuki e seus comparças estão ficando mais altos ,eu até que lutaria mas estou em desvantagem e seria suicídio lutar. Se eu não achar um esconderijo rápido eu vou morrer literalmente. Subo pro primeiro andar : trancada, trancada, trancada, trancada, vou para o segundo. Trancada ,trancada, trancada , Aberta!. Entro o mais rápido que posso e fecho a porta. Quando me afasto alguns passos da porta e me viro. Como eu posso acreditar no que eu to vendo? A menina que praticamente sumiu no horário do almoço estava lá na sala comigo! . Ela estava sentada em um piano e avia se levantado rápido pra olhar pra mim. Seus olhos estavam assustados e dava pra perceber que ela estava tremula. Murros e pontapés invadem a sala. Eles chegaram...

Notas finais
O brigado por lerem! Por favor leiam e comentem. Não saberei o que vocês estão achando se não mostrarem a opinião de vocês. Novamente estou agradecida por lerem !!
Bjs no kokoro de vocês !!!
Pue!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.