Konoha: O Recomeço
9 Aaaaaaa
Rody:
Fui para cama assim que cheguei. Limpei todos os ferimentos e me deitei. Emy estava cuidando do Chyome, mas eu já tinha combinado de ir com ela até Konoha. Não sei porque, mas ela queria falar com Zawari.
— Rody acorda! — Yoshio entrou gritando no meu quarto.
— O que foi dessa vez?
— Vamos até a ilha!
— Droga! Eu tinha combinado de ir com a Emy...
— Eu sei! Eu falei para ela ir na frente até Konoha, ela consegue! Vamos logo, vai ser breve!
— Tá, tá... — me levantei e toquei no ombro de Yoshio. Ele nos levou até a ilha, só que dentro dela para não pegar as árvores de genjutsu.
Começamos a caminhar rumo ao selo. Não sei o que esse idiota tinha em mente.
— Não sei por que você não facilita e leva ela até Konoha com o Rinnegan.
— É chato ficar toda hora fazendo isso, meu trabalho é mais manual.
— Achei! — Yoshio falou apontando para a frente — Vamos! — caminhamos até ali.
— O que diabos você queria mostrar?
— Bem eu tive uma visão que... ali! — apontou para uma das partes do selo — Viu?
— Ah meu...
— Não! Eu tô falando sério! Só você olhar direito, parece que uma das partes foi removida!
— Quem diabos saberia da existência disso daqui?
— Eu não sei. Mas se eu tive essa visão, outros devem ter tido e vindo aqui!
— Aaah! Para onde vamos agora?
— Para Konohagakure.
Ele tocou novamente no meu ombro e nos teletransportou. Francamente, esse negócio de teletransportar era chato.
Já estávamos dentro de Konoha. Em cima do tio do lámen. Isso era um privilégio do teletransporte.
— Eu procuro pela esquerda, você na direita.
Balancei minha cabeça e saltei daquele lugar. Saquei minha katana e esperava encontrar um chackra evoluído como os da bijus para recuperar ela.
Enquanto não achava, vi que Konoha havia se desenvolvido, muito mais do que quando o pai do Boruto era o Hokage.
As ruas estavam desertas. Somente a luz do local comandava. Provavelmente eu encontraria Emy no caminho, até onde eu sei, ela não ficaria cansada facilmente e já deveria estar bem próxima, eu acho.
— Você parado aí! — escutei o grito de um homem soando atrás de mim. Olhei par o lado e vi Yoshio, parecia que estávamos na mesma situação.
Me virei lentamente e larguei a katana. Rapidamente saquei duas shurikens e atirei as duas para o lado. Fiz um truque que fez com que elas mudassem o rumo indo em direção ao guarda de Konoha.
Claro que ele iria escapar, então peguei uma kunai e joguei na direção do peitoral dele. No momento em que pulou e se esquivou das shurikens a kunai atingiu seu peito como previsto.
Olhei para Yoshio e balancei a cabeça. Me aproximei dele.
— Achou algo?
— Nada. Acho que errei a previsão, Konoha parece estar livre. — Yoshio sorriu.
— Eu vou caminhando. A Emy deve estar vindo já.
— Ok. — ele deu uma piscada e depois desapareceu.
Sai de Konoha em passos lentos, iria passar a madrugada inteira a procura de Emy.
Como eu previa encontrei ela no caminho. Bem nem foi de acordo assim com minha previsão, ela parecia cansada, assim que me viu veio logo correndo e me dando um abraço.
— Ei. Tá tudo bem?
— Rody! Eu acho que... é agora!
— Ahn? Agora o que? Você não está falando do...
Não pensei duas vezes, coloquei ela em meus braços e repeti todo o caminho em alta velocidade até Konoha, o único hospital mais próximo infelizmente. Ou felizmente.
Passei pelos portões de Konoha sem nem respeitar a ordem dos guardas. Fiz um zig zag para confundi-los. Entrei no meio de um beco e continuei meu rumo.
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